Alguns nomes são comentados nos intramuros da política e, da mídia natalense, como ‘concorrentes’ à chefia da Comunicação do futuro prefeito Paulinho Freire (UB).
Todos de longo curso no meio. Um ou outro com padrinho (madrinha) mais influente.
Conheço cada um.
Frutos de especulações ou evidências, eles estão aí, pairam no ar ou no imaginário, até que chegue o dia da escolha de quem de direito: o próprio prefeito.
Existe um congestionamento de nomes comentados no universo político de Mossoró, para vice do atual prefeito Allyson Bezerra (União Brasil). Uns, ‘naturais’; outros, plantados.
O prefeito já adiantou em várias entrevistas que não há pressa nem prioridade à escolha. Tudo ficará mesmo para o próximo ano, o ano eleitoral de 2024.
Assim, a indústria da especulação e dos balões de ensaio ainda terá muito tempo para produzir material – inflando ‘opções’, assegurando que já existe ungido ou queimando esse ou aquele suposto concorrente.
Só não deve esquecer que pelo menos dois critérios precisarão ser obedecidos: que o vice seja alguém de absoluta confiança e que não cause problemas.
Outro detalhe: necessariamente, o vice não será do universo político. Pode ser, pode não ser.
Ao contrário de 2020, quando era azarão e vários sondados evitaram a boleia do deputado estadual Allyson Bezerra, como vice, agora ocorre fenômeno inverso. Portando, a filtragem tende a ser mais apurada.
Veremos.
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É válida a especulação de que o empresário e ex-candidato a vice-prefeito em 2016 em Mossoró, Jorge do Rosário (PL), possa ser companheiro de chapa de Rosalba Ciarlini (PP), em 2020.
Trata-se de um raciocínio abstrato, muitas vezes espalhado pelo governismo para provocar cizânia na oposição ou como balão de ensaio, tipo “se colar, colou”.
Tião e Jorge: tudo como antes (Foto: arquivo)
Mas os laços políticos entre ele e o ex-candidato a prefeito Tião Couto (PL), estão muito acima dos interesses eleitorais.
Em 2016 foi assim. Provavelmente se manterá assim para 202: na oposição.
25ª hora
Àquele ano, o grupo da então candidata Rosalba Ciarlini esperou até à vigésima-quinta hora por Rosário, para encaixá-lo como vice. Ele sofreu pressão inominável de amigos comuns, do próprio partido e de outras forças de influência.
Virou vice mesmo de Tião.
Pode mudar para 2020? Poder, pode.
Entretanto não é provável, mesmo que continue sendo o vice dos sonhos da “Rosa”.
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