A Casa Durval Paiva foi escolhida como a Melhor ONG do Rio Grande do Norte, na edição 2021 do Prêmio Melhores ONGs, realizada nesta quinta-feira (9). A iniciativa da premiação é do Instituto Doar, em parceria com a agência de projetos socioambientais “O Mundo Que Queremos” e pela Ambev, que receberam mais de 1.000 inscrições de todo o país.
A equipe julgadora é formada por professores, doutorandos, mestrandos da FGV, jornalistas e lideranças sociais. O prêmio contou com o respaldo técnico de pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e o apoio da Fundação Toyota do Brasil.
A Casa Durval Paiva foi reconhecida, pelo quinto ano consecutivo, como uma das 100 Melhores ONGs do Brasil. Em 2017, a instituição foi contemplada como a melhor ONG do Nordeste e, em 2018, como a melhor ONG do país. Desde 1995 acolhe a criança e o adolescente com câncer e doenças hematológicas.
“A premiação é resultado do trabalho de muitos que abraçaram a causa e ajudam na busca da cura dos pacientes e transformação da realidade social de centenas de famílias assistidas. Esse prêmio é o somatório de forças de centenas de doadores, parceiros, voluntários, colaboradores e simpatizantes da nossa causa”, destaca Rilder Campos, presidente da instituição.
O prêmio Melhores ONGs foi criado para valorizar as organizações filantrópicas que se destacam pelo trabalho em prol da sociedade, com boas práticas de gestão e transparência.
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Glauber Gentil fechará ciclo de palestra na sexta-feira (19), na Faculdade Católica do RN (Foto: arquivo)
A Faculdade Católica do RN promove a partir das 19h dessa terça-feira (16), a Jornada Acadêmica de Gestão, com o tema “Caminhos para a Inovação no Brasil”.
A programação acontecerá até o próximo dia 19 (sexta-feira) e contará com palestras, oficinas, apresentações de trabalhos acadêmicos etc.
O evento é 100% gratuito e acontecerá em dois formatos: presencial e online.
Será fechada com palestra de Glauber Gentil no dia 19, às 19h30, abordando o case de sucesso em empreendedorismo e inovação do Grupo Gentil Negócios.
Graduado em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), ele tem MBA pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Especialização em Varejo na Universidade do Arizona.
Atualmente, é coordenador do comitê de franqueados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) e ocupa o cargo de CEO da Gentil Negócios, um empreendimento focado na gestão de franquias e varejo.
Mais palestrantes
Entre outros palestrantes confirmados estão Washington Sales, doutor em Ciência da Propriedade Intelectual (UFS); professora Marusa Cunha, estra em Administração e Controladoria pela Universidade Federal do Ceará (UFC); Brenny Senna, da Fundação Dom Cabral (FDC); Paulo Ricardo Bezerra, doutor em Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA/UFRN/2021) e Doutor em Engenharia de Petróleo (PPGCEP/UFRN/2017); Hilton Neto, Gestor de comunicação e Inovação da BQMIL; Ana Edite Ulisses, graduada em Comunicação Social; e André Ramon Bezerra Costa, CFO da startup mossoroense Bee Delivery;
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A indústria da construção civil em Mossoró tem sofrido um sobrepeso adicional, como desdobramento da crise provocada pela pandemia da Covid-19. “Os insumos básicos à atividade cresceram em escala desmedida”, comenta o engenheiro Marco Limeira, integrante da diretoria do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Mossoró (SINDUSCON-Mossoró).
Preços praticados em relação a produtos cerâmicos (tijolos e telhas, por exemplo) e cimento, já aparecem como referências asfixiantes dessa situação. “O cimento chegou a 66% de elevação de janeiro a agosto”, cita.
Relatório feito por um dos associados do Sinduscon-Mossoró mostra escalada de preços em insumos (Reprodução BCS)
Complicam sobretudo aquelas empresas que já possuem contratos firmados, com prazos de entrega, sem margem alguma de manobra ao equilíbrio em seu custo final.
– Obras públicas e o Minha Casa, Minha Vida estão com enormes problemas – acrescenta Limeira.
Dificuldades por todo o país
Existe até um movimento do setor pedindo socorro contra esse cenário. “Diga Não ao Aumento Abusivo de Preços”, apela. “A construção civil não pode parar”, acrescenta subtítulo de banner que é divulgada em redes sociais.
Aumento na grande parte dos materiais incluindo fios, cobre, ferro, telhas etc. pode estacar o andamento de obras. Discute-se a possibilidade de que o governo possa subsidiar importações para regular o mercado.
Índice Nacional de Custos da Construção (INCC), aferido pela Fundação Getúlio Vargas, e que serve de base para reajuste de contratos de obras públicas, aponta para uma variação de 2,93%, de janeiro/20 a julho/2020.
O problema é generalizado em todo o país (veja AQUI e AQUI), também constatando-se a escassez e falta de alguns produtos. “Estamos estudando bastante esse quadro e discutindo com o segmento com atuação em outros estados”, comenta Marco Limeira.
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) deve contratar 3.478 pessoas para trabalhar no Censo Demográfico 2020 no Rio Grande do Norte. O próximo processo seletivo simplificado tem edital previsto para publicação em fevereiro, com 3.402 vagas, para todo o estado.
Censo será abrangente (Foto: Web)
Os processos seletivos começaram ano passado. Hoje (sexta-feira, 10/01), a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou o resultado final de uma seleção com os nomes de 32 coordenadores censitários de subárea e 36 agentes censitários operacionais que trabalharão em terras potiguares.
Todas as contratações para o Censo 2020 são temporárias. Apenas para recenseador deverão ser 2.888 vagas distribuídas nos 167 municípios norte-rio-grandenses. A exigência para o cargo é ensino fundamental completo.
A remuneração (retribuição mensal) é baseada na produção.
Além de recenseador, serão 363 vagas para agente censitário supervisor, com retribuição mensal de R$ 1.700, e 151 vagas para agente censitário municipal, com retribuição de R$ 2.100. Ambos os cargos têm como requisito o ensino médio.
Censo 2020
A operação do Censo Demográfico tem início em agosto e está prevista para ser encerrada até o final de outubro. Os 2.888 recenseadores visitarão todos os 1.054.122 domicílios potiguares para conseguir informações fundamentais para a formulação de políticas públicas, como: tipo de residência, a cor ou raça dos moradores, renda, alfabetização, como ocorre o acesso à água e outros tópicos.
No Brasil, são 71 milhões de residências.
Além disso, o Censo 2020 atualizará com precisão o número da população brasileira.
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Desde que a Constituição de 1988 foi outorgada, o Supremo Tribunal Federal (STF) jogou para debaixo do tapete todos os processos de suspeição contra seus integrantes, segundo levantamento feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Até 2018 foram 111 arguições de impedimento ou suspeição contra ministros da Corte. Em 14 delas os próprios ministros questionados se declararam impedidos; todas as outras foram rejeitadas, sendo que em 20 delas a decisão foi tomada isoladamente pelo presidente, o que viola o próprio regimento do STF.
Segundo os pesquisadores, os “ritos e processos são conduzidos com tons de deferência, com violações aos ritos e etapas processuais, sem transparência sobre os fatos e argumentações jurídicas para afastamento ou manutenção do ministro do caso”.
Procurado, o Supremo não se manifestou sobre esses casos.
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Três dias depois da reunião em que o então presidente da República Ernesto Geisel autorizou as “execuções sumárias de subversivos perigosos”, o jornalista natalense Luiz Ignácio Maranhão Filho foi preso por agentes do Estado em uma praça pública de São Paulo e desapareceu. A prisão dele ocorreu em 3 de abril de 1974 e até hoje seu corpo não foi encontrado.
Destino semelhante teve o jornalista, ator e poeta caicoense Hiram de Lima Pereira, preso pelos órgãos de segurança em 15 de janeiro de 1975.
Geisel orientou Figueiredo para que "apenas subversivos perigosos fossem executados” (Foto: posse de Figueiredo 15-03-79)
O nome dos militantes comunistas Luiz Maranhão e Hiram Pereira voltaram à tona depois que o Departamento de Estado dos EUA revelou um memorando, datado de 11 de abril de 1974, enviado pelo diretor da Agência de Inteligência Norte-americana (CIA) ao então secretário de Estado Henry Kissinger.
O documento foi trazido a público pelo pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Matias Spektor e confirma que a cúpula do governo brasileiro sabia dos assassinatos contra os opositores do regime militar. Até então, essa versão era negada oficialmente.
Dois presidentes
No memorando consta que, inicialmente, Geisel pediu para refletir sobre a questão, mas em 1º de abril de 1974, “informou ao general Figueiredo que a política deveria continuar, mas que extremo cuidado deveria ser tomado para assegurar que apenas subversivos perigosos fossem executados”. E exigiu ao Centro de Informações do Exército a autorização prévia do próprio Palácio do Planalto.
Jornalista, ator e poeta, Hiram de Lima Pereira nasceu em Caicó (Foto: Web)
Ernesto Geisel governou o país de 1974 a 1979, quando passou a faixa presidencial para o general João Batista Figueiredo.
Luiz Maranhão e Hiram Pereira estão na lista dos 89 desaparecidos políticos oficiais da ditadura militar, a partir de 1º de abril de 1974, que nunca foram encontrados. O relatório da Comissão Nacional da Verdade (CNV) diz ainda que 11 pessoas podem ter desaparecido ou morrido também a partir de abril daquele ano, mas as datas não foram esclarecidas.
Ao todo, foram confirmadas pela CNV 434 mortes e desaparecimentos de vítimas da ditadura militar no país. Entre elas, 210 estão desaparecidas.
Mortes
O destino dos corpos dos militantes desaparecidos durante o regime militar vem sendo revelado aos poucos por colaboradores e agentes da ditadura. Há depoimentos registrados pela Comissão Nacional da Verdade confirmando as mortes de vários militantes, entre eles Luiz Maranhão Filho e Hiram Pereira.
O ex-sargento do Exército Marival Chaves revelou em 2012 que Hiran foi interrogado no centro de torturas e execuções, implantado clandestinamente pelo Destacamento de Operações de Informação – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI) em Itapevi, na Grande São Paulo, morreu sob torturas e teve seu corpo lançado em um rio próximo a Avaré.
Já o assassinato do jornalista Luiz Maranhão Filho foi trazido à tona, também em 2012, pelo delegado Cláudio Guerra, autor do livro “Memórias de uma guerra suja”.
Segundo ele, Maranhão foi barbaramente torturado e teve o corpo incinerado numa usina de açúcar, no Rio de Janeiro.
Maranhão teve corpo queimado em usina (Foto: Comissão da Verdade)
Impacto
O pesquisador da FGV Matias Spektor, responsável por trazer o documento que comprova a anuência de Ernesto Geisel em relação às execuções pelo regime, registrou sua perplexidade diante da informação:
– Este é o documento mais perturbador que já li em 20 anos de pesquisa.
A Agência Saiba Mais procurou o economista Roberto Monte, principal referência em Direitos Humanos no Rio Grande do Norte e maior pesquisador sobre registros da ditadura militar no Estado.
Para ele, na prática, o documento não muda muita coisa, mas é importante:
– O documento que veio à tona agora revela o que todo mundo já sabia, mas mesmo assim uma coisa é você ouvir dizer outra é saber que aconteceu de fato, por isso é importante. Agora em termos de novidades, as grandes informações vieram do (ex-sargento) Marival Chaves e do Cláudio Guerra, que contaram com detalhes o que aconteceu e ali fica patente a participação do Estado.
“Tecnologias da indústria 4.0 aplicadas ao petróleo e gás”. Esse o tema da palestra a ser desenvolvida hoje (terça-feira, 18), a partir das 19h, por Antônio Batista Ribeiro Neto, especialista em gestão de projetos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Acontecerá no auditório do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), em Mossoró.
A palestra fará parte da programação de “Lançamento do projeto de fortalecimento da cadeia de petróleo, gás e energia do Rio Grande do Norte”, encetado pela Redepetro/RN com apoio do Sebrae.
Também é oportunidade de apontar oportunidades e ameças para empresas fornecedoras de bens e serviços para o segmento em foco. A reestruturação de modelos de negócios, que geram inovações em processos e produtos também estará em debate.
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