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Médico sofre infarto em plena atividade física e morre

Médico sofreu infarto quando estava em academia (Foto: redes sociais)
Médico sofreu infarto quando estava em academia (Foto: redes sociais)

O cardiologista Gilmar Nascimento morreu nesta sexta-feira (9), em Mossoró, aos 52 anos. O médico estava numa academia de atividades físicas, quando sofreu infarto.

Houve tentativas sucessivas de reanimação e ele chegou a ser socorrido pelo Samu. No Hospital Wilson Rosado (HWR), segundo uma fonte, veio a óbito.

Era natural de Natal e atendia no HWR, Hospital da HapVida e outros locais.

Nascimento tinha largo círculo de amizades e admiração, de pacientes a amigos do meio profissional.

“Grande companheiro de profissão e dos muitos plantões. Esta foto retrata bem sua simplicidade e dedicação ao trabalho. Sua disponibilidade e solicitude em relação aos pacientes, além da alegria em cuidar de cada um deles, jamais serão esquecidos. A falta de sua companhia, especialmente nos plantões, será sentida profundamente. Que Deus conforte os corações de todos os familiares,” comentou o também cardiologista João Paulo Medeiros em suas redes sociais.

Que descanse em paz.

Depois atualizaremos informações sobre velório e sepultamento nesta mesmo postagem.

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Devo vacinar meu filho contra Covid-19?

O médico cardiologista, músico e escritor João Paulo Gurgel de Medeiros posta em sua página no Instagram, um ponto de vista com lastro científico, em que procura responder a uma pergunta que virou algo pertinente, nesses tempos de pandemia e surto de síndromes gripais: “Devo vacinar meu filho contra Covid-19?”Devo vacinar meu filho contra a Covid-19 - Dr. João Paulo Medeiros

Leia:

Desde o dia 16 de dezembro de 2021, a Agência Nacional autorizou a vacina Comirnaty® (Pfizer/BioNTech) para crianças de 5 a 11 anos de idade. Registrada no Brasil em 23 de fevereiro de 2021, a vacina foi autorizada para a faixa etária dos 12 aos 16 anos em junho do referido ano. Você está em dúvida se irá vacinar os seus filhos?

No ano de 2020, houve 1.203 mortes por complicações relacionadas à Covid-19 em pacientes com até 19 anos, sendo mais da metade delas na faixa etária dos 6 aos 19 anos. Em 2021, houve aumento para 1.422 óbitos na mesma faixa etária (quase 4 mortes por dia), sendo mais da metade também dos 6 aos 19 anos. Houve, portanto, um incremento no número de mortos entre os bebês, crianças e adolescentes.

A Sociedade Brasileira de Pediatria, com o mesmo entendimento das mais importantes comunidades científicas do mundo, e tendo como base a Literatura Científica, favorável aos benefícios da vacina, defende e apoia a vacinação na faixa etária dos 5 aos 11 anos. A eficácia em crianças foi de 90,7%, o que provavelmente irá reduzir, nelas, as internações e mortes por Covid-19 e SIM-P (Síndrome Inflamatória Multisisstêmica Pediátrica) pós Covid-19. Este benefício já foi demonstrado em adolescentes.

Os efeitos colaterais mais frequentes da vacina em crianças são dor no local da injeção (70%), sensação de cansaço e moleza (40%) e dor de cabeça (28%). O risco de desenvolver miocardite pela vacina é vinte vezes MENOR do que o risco de desenvolver miocardite durante a Covid-19.

Vivemos em uma época em que as informações seguem de forma deturpada e sem uma adequada checagem da realidade dos fatos. Assim, é esperado que haja tanta inconsistência em notícias diversas propagadas rapidamente pelos meios digitais. O movimento antivacina não é novo. Na página da BBC, há um bom texto sobre o assunto: “Da varíola à covid-19, a história dos movimentos antivacina pelo mundo”, por George Erman.

Esta postagem não tem nenhum caráter especulativo. É necessário que se coloque claramente que, se há dúvida quanto a vacinar ou não os seus filhos, o conjunto dos dados científicos indica: os benefícios da vacinação superam, e muito, os possíveis (e muito pouco prováveis) malefícios.

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O perdão para quem nunca errou

Por Jeane Meire Eufrásio

A leitura inicia como um coração que começa a bater naquele momento. Abrem-se os olhos e “Contempla!”. O leitor é inserido em um organismo. E quando Ulisses e Helena se entregam parece que ali geram um filho. O livro.

O ser vivo ganha corpo nas histórias de Marco. Um estilo épico do heroico, sem o herói. Assim como as aventuras de Ulisses, ou de Polo, Marco, um nome italiano, também tem sua história narrada através das maravilhas de Veneza, Solária e Cálida. As duas últimas, cidades fictícias.

Logo que se fez a vida, faz-se a morte. A narrativa não segue a estrutura aristotélica do início meio e fim. A cronologia dos atos é feita pelo interlocutor que começa a montar um quebra-cabeça das lembranças do nosso protagonista. Personagem extraordinário, o cardiologista sonha, ou sonhou, em ser o melhor médico do mundo. Seria esse o obstáculo principal do roteiro a ser enfrentado pelo nosso doutor?!

A escrita muda de ritmo, alternando entre grandes parágrafos, destinados para descrever ambientes e situar o leitor, e pouquíssimas palavras nos diálogos para criar uma atmosfera de mesa cirúrgica. Além de uma atenção peculiar ao descrever cores e texturas. O leitor consegue pintar um quadro na mente ao fechar os olhos. O livro gera uma expectativa dupla, prepara o leitor para o erro, justificando uma das principais características do ser humano. Mas o nosso protagonista é preparado para não errar em uma mesa de cirurgia. Teria ele a mesma aptidão no amor!?

A obra que traz um humor leve não foge do romance, e apesar desses conflitos espirituais, Marco ama. A história segue então descrevendo a relação do cardiologista com a dermatologista Lara, o momento em que se conheceram, na faculdade, longe de Cálida. As férias na cidade praiana de Solária. A criação dos filhos, Pedro e Vitória.

O cotidiano do cardiologista é agitado. A relação paciente e medico é explorada no início do livro e alguns questionamentos são levantados. Conflitos e paradigmas de dentro da medicina, sobre a frieza de/do ser médico, e do amor à profissão e ao servir. A obra levanta questões do ímpeto humano, o íntimo, o ínfimo da alma. Traz valores religiosos, morais, familiares e sociais. Ao mesmo tempo em que critica o momento atual e a frieza das relações, com a distância e as novas tecnologias, apresenta um protagonista em conflito consigo mesmo.

Algo dentro de Marco aparece para ameaçar a família. Algo pequeno, como uma aranha que surge na sala da casa, à noite, enquanto todos dormem. E Marco não soube matar este sentimento tão bem quanto consegue manejar o álcool para subjugar o inseto. Momento na trama em que o fogo aparece pela primeira vez.

O anti-herói pode gerar identificação com médicos ou pessoas que tiveram uma a ascensão parecida, mas pessoas que erram ou erraram na vida dos filhos, dos amores ou consigo mesmas também poderão se identificar. Lara representa uma parcela de mulheres. Vitória, sua filha, representa o julgamento, e Pedro, o filho mais novo, seria a pedra, o perdão, aqueles que perdoam.

Marco se muda para Veneza tentando fugir das memórias. Em um espetáculo da Companhia Escarcéu de teatro, em Mossoró, a cigana Romani grita “o passado só serve para perturbar espírito.” E é em forma de Cigana que o passado de Marco se personifica. E o segue até as ruas da Itália.

Cálida poderia ser Mossoró – significa calor, quentura – Solária poderia ser uma Tibau, cidade cheia no verão, com festas até amanhecer e marchinhas de carnaval e arlequins de fevereiro que perturbam o sono de quem dorme na varanda, seja sonho ou não.

Fica a curiosidade do que acontece com os outros amigos de Marco durante a vida. Talvez seja proposital.

Por mais que haja uma relação de intimidade com os pacientes, Marco não demonstrou se importar ao deixar de visitar uma senhora que o considerava como filho.

Mas ajuda a uma prostituta com quem nunca teve relação carnal. A história inacabada dos outros ou da relação do personagem com eles desperta um interesse, mas nada que nos impeça de viver por causa dessas questões não elucidadas.

A inquietação do destino de Antônio ou de Ana, amigos de faculdade que desaparecem, sem justificativa, da vida de Marco, vai me acompanhar por menos tempo do que o próprio destino esmiuçado do protagonista. Subentendo que a relação sofreu desgastes, assim como, e talvez pelo mesmo motivo, o relacionamento com os filhos, mais com Vitória.

A frase “somente os bons se vão em dias de chuva” entra em contraste com o fogo, mas ambos os elementos podem purificar uma alma tão perturbada pelos próprios pensamentos e fantasmas. Apoteose, por absolvição dos pecados, ou punição!? No fim, sem spoiler, Marco se encontra com Pedro, na Basílica. Encontro ilustrado na capa do livro Água de Chloé.

Resta saber se seus pecados são purificados, seja através das águas da chuva, das lágrimas dele e do filho ou pelo calor de suas lembranças.

Eu li Água de Chloé, de João Paulo de Medeiros, através dos elementos que o livro me dá. Mas assim como Lara e Marco na brincadeira de adivinhar a vida das pessoas a quem observavam, eu não tenho a menor pretensão de saber se acertei. Gosto de imaginar que algumas cenas são lembranças do autor da infância, adolescência, vida vivida. Gosto de imaginar, mas nunca saber de verdade.

Se colocássemos um monitor cárdico enquanto lemos o livro talvez pudéssemos perceber o ritmo dos nossos batimentos acompanhando os momentos de inércia e contemplação com os momentos de angústia e tensão.

A música que toca começa lenta, mas os bips aceleram em alguns momentos. A escrita nos proporciona isso. João Paulo de Medeiros, como bom cardiologista que é, consegue controlar bem a pulsão do seu leitor.

Jeane Meire Eufrásio é jornalista

* O livro Água de Chloé foi lançado na última sexta-feira (1º) na Livraria Arte e Saber, no Partage Shopping, dentro da 15ª Feira do Livro de Mossoró.

“Água de Chloé”, romance em plena Feira do Livro de Mossoró

O médico cardiologista, músico, professor e escritor João Paulo Gurgel de Medeiros lança neste dia 1º de novembro o seu terceiro livro.

João Paulo Gurgel de Medeiros lança o seu terceiro livro em meio a evento concorrido (Foto: divulgação)

Será dentro da 15ª Feira do Livro Mossoró – na Livraria Arte e Saber, do Partage Shopping Mossoró.

Encontro marcado para as 19h.

O livro é um romance – ‘Água de Chloé’.

A publicação tem o selo da Editora Tinteiro Azul, com 257 páginas.

A capa saiu da cabeça do artista plástico Carlos Careca.

Água de Chloé é o terceiro livro do escritor. Antes, ele já publicara o livro de ensaios “Impressão, Índigo”, além de coletânea com poemas sob o título “Púrpura”.

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Escritor mossoroense concorre a grande prêmio literário do país

Livro concorrente (Foto: reprodução)

O médico neurologista e escritor mossoroense radicado em São Paulo, Gustavo Linhares, 39, concorre a importante concurso literário do país. Ele está elencado entre os 20 finalistas da 12ª Edição do Prêmio São Paulo de Literatura (veja AQUI).

Linhares situa-se em uma das duas categorias da premiação, a de “Melhor romance de ficção do ano de 2018”, ao lado de mais nove concorrentes.

O livro “O infeliz das costa oca” é sua primeira incursão na seara ficcional, com produção da Editora Patuá (veja e adquira AQUI).

Ao todo, 175 livros entraram na competição e cada ganhador receberá o prêmio de R$ 200 mil (maior do Brasil).

A cerimônia de entrega do prêmio será realizada em dezembro. Permanecem na disputa autores naturais de sete estados brasileiros: São Paulo (6), Rio de Janeiro (5), Santa Catarina (3), Paraná (2), Goiás (1), Pernambuco (1) e Rio Grande do Norte (1), além de um finalista chileno.

A iniciativa do prêmio é da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.

Paralelismo de paixão

Gustavo Linhares enveredou profissionalmente pela medicina, mas a literatura o abduziu de modo profundo. Puxou-o por esses escaninhos e labirintos ainda nos bancos acadêmicos – num paralelismo de paixão.

Afeito à prosa, sua escrita trata dos conflitos da existência humana.

Atualmente, ele também se dedica a estudos da literatura e teoria literária na Universidade de São Paulo (USP), além de sequenciar suas atividades como médico.

Nota do Blog – Gustavo é filho de Gracinha Linhares e sobrinho do meu amigo querido Diassis Linhares. É outro nome de nossa origem que envereda, bem, por esse universo fascinante da literatura. Há pouco vimos surgir José Almeida Júnior em dois romances de repercussão nacional (veja AQUI o mais recente). Temos o também médico João Paulo Gurgel de Medeiros no batismo do terceiro livro (veja AQUI), com registro positivo em crítica especializada do país. Outros tantos estão por aí, escrevendo, produzindo, lançando luz onde há tantas trevas. Ave!

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“Água de Chloé” terá lançamento no próximo dia 1º

Recebemos convite para lançamento de um livro bastante aguardado.

O médico cardiologista por profissão, músico e escritor João Paulo Gurgel de Medeiros apresentará “Água de Chloé”, seu terceiro livro, no próximo dia 1º de novembro.

Será no Partage Shopping Mossoró, precisamente na Livraria Arte e Saber, dentro da Feira do Livro de Mossoró.

Águas de Chloé tem 257 páginas, capa produzida pelo artista plástico Carlos Careca e sairá com o selo da Editora Tinteiro Azul.

“(…) A história que se desenvolve entre as fictícias Cálida e Solária e acaba em Veneza, explora tanto as profundezas psíquicas de dr. Marcos, quanto mostra sua dedicação para com os pacientes, indo na contramão narcisista em que vivemos“, resenhou o “Rascunho”, o maior impresso literário do país, ao destacar esse título na edição de agosto último (veja AQUI).

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Crítica literária nacional destaca livro de autor mossoroense

Águas de Chloé tem foco da crítica (Foto: cedida)

Na edição deste mês do jornal “Rascunho”, o maior impresso literário do país, a seção ‘Prateleira Nacional’ dedica espaço para comentários de títulos recentes, a um trabalho de escritor mossoroense.

Médico cardiologista por profissão, dublê de músico e escritor, João Paulo Gurgel de Medeiros tem o título “Água de Chloé” perscrutado pelo Rascunho.

“(…) A história que se desenvolve entre as fictícias Cálida e Solária e acaba em Veneza, explora tanto as profundezas psíquicas de dr. Marcos, quanto mostra sua dedicação para com os pacientes, indo na contramão narcisista em que vivemos“, resenha o Rascunho.

Emoção

“Para mim, que não sou um profissional ou perito da área, mas um profundo admirador das letras (e muito por isto as levo tão a sério), é algo muito emocionante”, admite Medeiros, em conversa à manhã deste sábado (3) com o Blog Carlos Santos.

O interessante, além desse prestígio que o periódico dá ao autor, é que o romance Águas de Chloé – terceiro livro dele – ainda não foi sequer oficialmente lançado. “Planejo lançar no próximo mês, ou em outubro (mês do meu natalício)”, prevê.

Águas de Chloé tem 257 páginas, capa produzida pelo artista plástico Carlos Careca e sairá com o selo da Editora Tinteiro Azul.

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O novo livro de doutor João Paulo Gurgel

O cardiologista mossoroense João Paulo Gurgel de Medeiros está com novo livro quase batendo à nossa porta.

Dessa feita, é um romance em 260 páginas.

O título ele não adiantou ainda, mas a capa tem ilustração de Carlos Careca.

A diagramação (impecável, claro) será assinada por Augusto Paiva.

Aguardamos, doutor!

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Manhã de autógrafos com João Paulo Gurgel de Medeiros

João Paulo: estreia (Foto: arquivo)

É hoje às 10h, na Livraria Nobel (Avenida Salgado Filho, 1782, Bloco D, Natal), o sabadão de autógrafos do médico cardiologista João Paulo Gurgel de Medeiros.

Ele lança na capital o seu primeiro livro: “Impressão, Índigo”.

O livro saiu do “forno” da Editora Sarau das Letras, dos escritores-editores Clauder Arcanjo e David Leite.

O escritor lançou Impressão, índigo primeiramente em Mossoró (veja AQUI) no dia 19 de outubro deste ano.

Em seu trabalho de estreia literária, o escritor mossoroense faz um mergulho em clássicos da cultura ocidental, em ensaios vigorosos.

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Médico lançará seu primeiro livro em Natal no próximo dia 17

O médico cardiologista mossoroense João Paulo Gurgel de Medeiros vai lançar seu primeiro livro em Natal: “Impressão, Índigo”.

O título pela Editora Sarau das Letras “trata de ensaios sobre alguns livros clássicos da Literatura Universal”, como ele resume em conversa com o Blog.

Encontro marcado na “Livraria Nobel” (Avenida Salgado Filho, 1782, Bloco D) no próximo dia 17, sábado da próxima semana.

Será às 10h.

O escritor lançou Impressão, índigo primeiramente em Mossoró (veja AQUI) no dia 19 de outubro deste ano.

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A impressão que fica no primeiro livro de doutor João Paulo

Ele é médico, músico, pai de Théo, marido de Carol e amante da literatura. Então, claro que o cardiologista mossoroense João Paulo Gurgel de Medeiros tinha que escrever um livro. Escreveu. O primeiro vem aí.

João Paulo: livro, música, medicina, família... (Foto: arquivo)

O livro ‘Impressão, Índigo’, pela Editora Sarau das Letras, será lançado no próximo dia 22 (sábado), às 19h, no Requinte Buffet em Mossoró.

“Trata de ensaios sobre alguns livros clássicos da Literatura Universal. São escritos do meu blog, ‘Café Expresso‘, que venho cultivando há alguns anos, desde a época em que morei em São Paulo. São os meus anos de formação literária”, narra João Paulo sobre seu título de estreia.

“Entre os textos, há uma carta que fiz para o meu filho sobre algumas coisas acerca da vida e o presenteei com a publicação online quando da data do seu primeiro natalício”, sublinha.

O poeta Paulo de Tarso Correia de Melo atesta a boa extração do escritor, numa exclamação: “Que resenha bem elaborada!”

Um dos editores da Sarau das Letras, David Leite, fala sobre escritor e obra sem se surpreender com um e com o outro. Para ele, doutor João Paulo “faz tudo com zelo, esmero e douta simplicidade”.

Nota do Blog – Ah, doutor! Digo-lhe à lembrança: conheci-o quase menino e inquieto, traço comum nos imberbes.

Reencontrei-o anos depois, ainda menino; mais inquieto até, que se diga. Um médico feito, homem ávido por fazer mais.

Quem disse que botamos a conversa em dia num só contato? Depois de tanto tempo distante, percebemos que estávamos incrivelmente próximos pela memória e afeições.

“Doutor João Paulo”, não! “João Paulo” ou apenas “João” e ponto, como sempre foi para mim.

Um amante dos livros, da música, humanista, humano, pai extremado… Crescido, graças a Deus.

“Seu coração está perfeito, Carlos”, garantiu-me após averiguar uma bateria de exames profiláticos que resolvera me cobrar.

Que bom! João entende o que é ser médico. De coração.

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