Governador Robinson Faria (PSD) deixou claro o rompimento político com prefeito Francisco José Júnior (PSD).
Entrevista foi dada à FM 98 do Natal, nessa quinta-feira (13).
Francisco José e Robinson: antes era assim (Foto: Web)
– Encerra-se um ciclo com o político e prefeito de Mossoró Francisco José Júnior – afirmou o governador.
Estava escrito.
O governador passará a promover modificações na estrutura do seu partido e do Governo do Estado em Mossoró, a partir dessa nova realidade.
Vídeo
Como “Francisco” não orientou seus aliados a pedirem demissão de cargos do Estado, indicados por ele, passará por esse constrangimento adiante.
O estopim para o rompimento foi um vídeo levado ao ar pela primeira-dama mossoroense Amélia Ciarlini (veja AQUI), tratando Robinson como ingrato e avisando que não o tinha mais como líder político.
A réplica coube à primeira-dama do Estado, Juliane Faria (veja AQUI).
Só recentemente o governador se pronunciou, dando sua posição e revelando desapontamento com o prefeito (veja AQUI).
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Com resultado eleitoral bastante adverso (veja AQUI), o presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Jório Nogueira (PSD), tratou de se apressar em pensar o futuro político que se avizinha – sem mandato. Nessa quarta-feira (5) desembarcou em Natal.
Jório não conseguiu ser recebido na Governadoria pelo presidente estadual do seu partido, governador Robinson Faria (PSD). A conversa entre ambos foi vapt-vupt durante evento do qual o governante participava, na inauguração na “Sala do Empreendedor” no shopping Via Direta do Natal.
Foto-divulgação de Jório foi em reunião vapt-vupt com governador e procura atingir resto de força de "Francisco"
A assessoria de Jório tratou de rapidamente divulgar e superdimensionar o encontro através de redes sociais, com uso de foto.
Durante a campanha municipal, quando houve burlesco episódio do chororô da primeira-dama Amélia Ciarlini (veja AQUI), rebatido pela primeira-dama do Estado Juliana Faria (veja AQUI), Jório teve reunião em Natal com o governador. O encontro era para ser secreto, mas foi noticiado por este Blog (veja AQUI).
Jório X Francisco
A tropa de choque do presidente da Câmara tentou desqualificar a postagem. Mas a reta final de campanha, o resultado das urnas e o pós-eleições atestam que não mentimos nem exageramos. Fomos até comedidos nos detalhes, evitando conotação panfletária.
Em parte considerável, o núcleo central da campanha do presidente da Câmara credita sua derrota a manobras do prefeito “Francisco”, que teria fomentado candidaturas concorrentes em seus redutos. Faz mais do que sentido e depois o Blog dará mais detalhes.
Jório trabalha há tempos para em presidir o PSD em Mossoró e desbancar o prefeito Francisco José Júnior (PSD) da presidência. As relações entre prefeito e o vereador esgarçaram-se depois das eleições, sendo impossível de ser mantida a aparência de antes, baseada em sincera hipocrisia.
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Através de uma gravação em áudio, distribuída por redes sociais hoje à tarde, o presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Jório Nogueira (PSD), fez um apelo aos seus colaboradores mais diretos e eleitores: “Deixem de postar coisas contra o nosso candidato a prefeito”.
O vereador foi taxativo no recado e recomendação a quem o segue, chegando a repetir basicamente as mesmas palavras: “As pessoas que me respeita, que querem a nossa vitória, eu vou pedir mais uma vez que não maltrate o nosso candidato a prefeito… Francisco, certo?” (sic).
Francisco e Jório: união que é objeto de apelo (Foto: arquivo)
E emendou: “Estão levando para o outro lado (…). Peço empenho aos meus verdadeiros amigos, que têm ligação direta comigo, que possam respeitar e ajudar Francisco, Francisco José Júnior”.
Jório destacou em quase oito minutos de gravação, que defende e trabalha a reeleição do prefeito “Francisco”, o Francisco José Júnior (PSD). Mas admitiu que muitos eleitores preferem outras opções, o que ele “respeita”, até porque é algo que acontece em relação a outros candidatos.
Em sua ótica, “é natural” foto sua ao lado de Rosalba Ciarlini (PP), da Coligação Força do Povo, “mas não pode partir do nosso grupo, de pessoas que são ligadas a mim diretamente”.
A preocupação nuclear do vereador em sua fala, nitidamente foi a de não sofrer efeitos colaterais do conflito e racha político entre o governador Robinson Faria (PSD) – com quem ele esteve reunido terça-feira (6), Veja AQUI – e o prefeito.
“Eu tenho um candidato só”, disse. “Sou Francisco José Júnior”.
Criticou vários candidatos a vereador do grupo governista, sem citar nomes, que estariam “tentando se aproximar de Amélia (primeira-dama) e do nosso prefeito, falando mal de mim.” Segundo ele, são uns “boca de chafurdo” (sic).
“Vítima de uma briga”
O presidente da Câmara Municipal se definiu como “vítima de uma briga, de uma divergência” no conflito que envolveu Amélia e a primeira-dama do Estado Juliane Faria (veja AQUI e veja AQUI). Para ele, está ocorrendo uma interpretação errônea quanto à sua posição política e até pessoal no episódio.
“Respeito todas duas, acho que cada uma tentou defender seu marido, mas eu não tenho nada a ver com isso”, eximiu-se.
Afirmou também que não tenta ocupar qualquer outro papel no grupo ou ampliar espaços. “Eu não tenho interesse de indicar cargos, até porque eu não sou ambicioso”, assegurou.
Chegou a citar o nome de Kléber Azevedo, um ex-assessor seu na Câmara Municipal que estaria fazendo críticas ao prefeito, para moderar as palavras. Atualmente, Kléber ele é lotado na pasta da Secretaria do Trabalho e Ação Social (SETHAS), dirigida por Juliane Faria.
“Essas atitudes que ele tem tomado não parte de mim, não partem do nosso grupo (…). Se alguém lá em Natal está mandando ele fazer isso, que as pessoas de Natal se responsabilizem por isso”, apelou.
Terminou suas palavras repetindo apelas e defesa de Francsico, além de conclamar todos para “terminar essa campanha em paz, com a vitória se Deus quiser de Francisco”.
Passado o estresse inicial com choros, bate-bocas virtuais, vídeos e mais vídeos, silêncio ensurdecedor e certos chiliques típicos de uma novela mexicana, já é possível se fazer uma avaliação menos extremada do episódio que envolveu as primeiras-damas Amélia Ciarlini (Mossoró) e Juliane Faria (Estado). O caso é essencialmente político, embora se fale tanto em amizade.
A raiz dessa crise não está na disputa eleitoral em si. Remonta a um tempo e a certos acontecimentos que fogem à observação da maioria da população.
O incidente desencadeado por Amélia Ciarlini (Veja AQUI), mulher do prefeito “Francisco”, o Francisco José Júnior (PSD), foi o estopim à ruptura de uma relação política que só fez se desgastar nos últimos meses. Gestão pública e aspirações eleitorais estão misturadas nesse enredo.
Robinson, com o prefeito, fez sua primeira visita à cidade dia 6 de janeiro de 2015, mas alargou distância (Foto: Ivanízio Ramos)
Ao apoiar (Veja AQUI) sua mulher, o prefeito concorreu mais ainda para o desenlace político e pessoal. O governador adotou a equidistância pessoal, sem se preocupar em oficial e pessoalmente promover qualquer réplica ou versão. Escalou outras pessoas.
Há vários meses que na Governadoria a postulação à reeleição de Francisco José Júnior (PSD) não motivava Robinson. Com pesquisas e mais pesquisas à mão e observando os rumos da gestão municipal, a avaliação fria sobre 2016 em Mossoró apontava a candidatura do prefeito como natimorta. “Caso perdido”, diga-se, ouviu o Blog há cerca de quatro meses, de um auxiliar direto do governador.
Apoio
A questão é que o próprio Francisco José Júnior nunca ouviu diretamente de Robinson uma palavra nesse sentido. Em sua última passagem por Mossoró este ano, o governadora até deu entrevistas assegurando que não teria outro candidato a prefeito no município.
Em entrevista à imprensa de Natal (programa “Repórter 98”, dia 26 de julho deste ano), Robinson foi claro: “Tenho uma história política de gestos e coerência. Aqueles que estiveram comigo tenham certeza que receberão meu apoio. Em Mossoró estamos com Francisco José Júnior.” E ficou por isso mesmo até aqui. No verbo.
SOBRARAM sinais de que Robinson não o apoiaria num projeto sem qualquer perspectiva de dar certo. Na própria convenção municipal que consagrou o prefeito como candidato à reeleição, dia 4 de agosto, o governador não apareceu. Representou-o o filho e deputado federal Fábio Faria (PSD).
Antes disso, na maior festa popular da cidade que o prefeito investiu todas suas fichas para granjear algum apoio popular, o “Mossoró Cidade Junina”, o governador não deu as caras. Nem enviou representante ao longo de quase 30 dias do evento.
O simples contato telefônico do prefeito com secretários e outros representantes do alto escalão do governo, também passou a gradualmente ficar difícil. Amélia, em seu desabafo, tido por Juliane Faria como pura “encenação” (veja AQUI), relatou isso. O governador não estaria atendendo suas ligações.
De lado a lado existem queixas e mais sinalizadores do fim dessa relação política entre o prefeito e o governador.
Rosalbismo no Governo
Entre interlocutores próximos, o governador aponta que Francisco priorizou uma agenda política expansionista e personalista, em desfavor da priorização de pauta administrativa, levando a Prefeitura ao caos. Com erário em frangalhos, o Estado não poderia lhe oferecer maior socorro.
O isolamento do prefeito foi ficando evidente demais. No dia 24 de maio último, o Diário Oficial do Estado (DOE) publicou exoneração (Veja AQUI) de Rina Márcia (sogra do prefeito) da 12ª Diretoria Regional de Educação (DIRED), com sede em Mossoró. Sua saída deveria ocorrer bem antes, segundo era discutido há dias no Governo.
Rina Márcia, a sogra: para fora, para dentro (Foto: arquivo)
Francisco José Júnior esperneou e forçou Governo a renomeá-la no dia seguinte (Veja AQUI). Foi justificado ao prefeito, que ocorrera “um engano”. Não é verdade. Houve decisão deliberada de tirá-la desse órgão, só que o prefeito preferiu acreditar na versão, em vez de romper com o governismo, que esperava essa decisão para fazer descarrego do problema e ter outros olhos sobre a própria sucessão municipal de Mossoró.
Uma aposta na candidatura da ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP), até apontando seu vice, foi murmurada nos intramuros da Governadoria. Entretanto esse raciocínio não avançou, apesar do Governo do Estado ter reforçado ‘afinação’ com o rosalbismo, ao nomear a professora Isaura Amélia (cunhada de Rosalba) para a Fundação José Augusto (FJA) no dia 5 do mesmo mês de maio.
Cobranças
O vácuo na relação ocorre, sobretudo porque o prefeito fez cobranças indiretas e até mesmo públicas de apoio administrativo, sem eco na Governadoria.
Em peça de propaganda sobre segurança pública que foi divulgada pela Prefeitura, o texto chegava a assinalar crítica subliminar ao Governo do Estado, atestando investimento da municipalidade, mesmo “sem apoio”.
Na Câmara Municipal, sua bancada regularmente cobrava compromissos do governador com Mossoró e com a Prefeitura. Saúde e Segurança são as maiores carências, sem qualquer respaldo do Governo.
O prefeito tem razão na cobrança. A Prefeitura de Mossoró investiu e investe pesadas somas na Saúde e Segurança, sem contrapartida do Governo do Estado. Não por acaso, são os pontos de maior crítica da população aos serviços públicos.
Ele assume o desgaste institucional, que se reflete na sua imagem político-eleitoral como candidato à reeleição.
Dívida de gratidão
Na tentativa de escudar o próprio Governo do Estado e governador, Francisco José Júnior absorveu a maior parte da reprovação popular. Prova disso, é que nas pesquisas publicadas este ano, a repulsa popular a ele foi maior do que a Robinson.
Henrique x Robinson: vitória acachapante (Foto: montagem)
Esse sacrifício, entretanto, continuou e continua sem atenuante. Na prática, o parceiro administrativo não existe e o político também não.
Bem diferente do que aconteceu nas eleições de 2014 ao Governo do Estado, quando o então prefeito recém-eleito em disputa suplementar, assumiu para si as rédeas da campanha em Mossoró, contribuindo para vitória acachapante de Robinson sobre Henrique Alves (PMDB). Ele empalmou 52.886 (57,82%) dos votos válidos, contra 29.494 (32,25%) de Henrique. Maioria de 23.392 votos.
O próprio governador eleito chegou a afirmar, em repetidas ocasiões, que não teria vencido sem apoio decisivo de “Silveira” (o prefeito) e de Mossoró, contraindo uma dívida de gratidão. Sem resgatar o débito com o aliado e com a cidade, Robinson aproveitou esse caso para começar a esquadrinhar novo plano político pós-eleições municipais.
Robinson e Jório
A reunião que teve com o presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Jório Nogueira (PSD), na última terça-feira (6), publicada em primeira mão por este Blog (Veja AQUI), revela essa costura. O encontro sequer foi divulgado pelas assessorias dos dois políticos. Nem desmentido.
Contudo o novo desenho político que o governismo estadual rabisca, começou bem antes. O fosso que foi-se alargando entre o governador e o prefeito é inversamente proporcional às costuras para uma nova acomodação política.
Depois das eleições de 2 de outubro, até o pleito estadual de 2018, serão dois anos para costuras políticas e reordenamento de forças, além de política de alianças sob outro cenário em Mossoró, onde ele tem pousado pouco. Só uma vez este ano, no dia 10 de março (veja AQUI), enfrentando vaias. Em 2015, um pouco mais (Veja AQUI o porquê).
Importante que fique claro: o vencedor (a) nas eleições daqui a 24 dias (2 de outubro) não será, necessariamente, adversário (a) de Robinson.
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Desde segunda-feira (5) à noite, em reunião com a militância de seu grupo político, que a primeira-dama mossoroense Amélia Ciarlini tem repetido:
– Eu não vou mais chorar!
Combinado!
Nota do Blog – Seu choro ao vivo (Veja AQUI) causou sérios estragos à candidatura à reeleição do marido, “Francisco”, o Francisco José Júnior (PSD) – Veja AQUI.
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O governador Robinson Faria (PSD) conversou demoradamente com o presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Jório Nogueira (PSD).
A reunião – longa, repetimos – foi nessa última terça-feira (6), em Natal. Jório foi convocado com urgência pelo Governador.
Fizeram balanço dos últimos acontecimentos políticos em Mossoró, que teve a primeira-dama do município Amélia Ciarlini em evidência (veja AQUI e AQUI).
Candidato à reeleição, Jório deve ocupar espaço generoso no grupo de Robinson na cidade e região, pós-eleição de 2 de outubro.
Já o prefeito “Francisco”, Francisco José Júnior (PSD), com dezenas de cargos que indicou para o Estado, tende a conviver com perdas insanáveis.
Rompimento está sacramentado para Robinson (e sua mulher Juliane Faria – Veja AQUI – deixou isso muito claro).
Depois passo mais bastidores.
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Nem assessoria de imprensa nem assessoria política. A resposta do governador Robinson Faria (PSD) às críticas e ataques que recebeu da primeira-dama de Mossoró e ‘correligionária’ Amélia Ciarlini, vêm de sua mulher Juliane Faria. E são dilacerantes.
Em bate-papo nas redes sociais com internautas, o contraponto de Juliane foi contundente, mas sem o choro caudaloso que Amélia desaguou no sábado passado (veja AQUI). Foi pro contra-ataque com firmeza, sem tergiversar.
Juliane reagiu de forma contundente e alargou fosso (Foto: redes sociais)
– O povo não é bobo e sabe fazer leituras e tão pouco de gosta de encenação (sic) – disparou Juliane, bacharela em direito e atualmente na titularidade da Secretaria de Trabalho e Ação Social (SETHAS) do Governo do Estado do RN.
A primeira-dama potiguar admitiu que a presença de seu marido na campanha municipal de Mossoró não seria relevante e determinante de resultado pró ou contra “Silveira” (como trata o prefeito “Francisco”, ou Francisco José Júnior-PSD):
– Quanto a apoiar ‘Silveira’ não influenciaria na decisão do povo.
Resposta de Juliane é devastadora (Foto: reprodução)
Ela emendou a frase, afirmando que o prefeito “precisa é provar para a população que fez um bom trabalho”, em vez de “ficar procurando alguém para culpar”. Em sua ótica, o marido de Amélia – que tenta a reeleição pelo partido do governador, procura apenas justificar “a não aprovação do povo”.
Bate-boca incomum e bizarro
Juliane afirmou incisivamente que “Silveira teve, sim, o apoio de Robinson”. Até prometeu listar essas iniciativas.
Ainda lembrou que Francisco José Júnior (ou Francisco, Silveira) “teve a prerrogativa de indicar os técnicos para os cargos de Governo em Mossoró”. Para ela, “se esses indicados não estão atendendo às expectativas”, o próprio Governo deve “repensar mesmo e mudar para à melhoria dos serviços”.
O bate-boca público em que se transformou a relação política entre os casais Francisco-Amélia/Robinson-Juliane em plena campanha municipal deste ano, é algo incomum e bizarro.
Os dois protagonistas políticos cedem lugar às suas respectivas mulheres, que se engalfinham numa arenga sem similar na política local e do Rio Grande do Norte.
As redes sociais são a arena escolhida para se digladiarem.
Juliane, como anteparo do marido, é firme e cortante como um bisturi. Amélia age como uma centrífuga, esfacelando tudo em sua volta. Chega ao ponto de mutilar o próprio “esposo” (como o trata pomposamente nos vídeos), ao confundi-lo com “Silveira”, “Francisco” ou “Francisco José Júnior”, revelando que a crise de gestão é também de marketing e até de identidade.
“O governador não pode ser responsabilizado se não estão aprovando a gestão de Silveira”, assinalou Juliane noutra postagem, em diálogo com uma internauta. No mesmo texto, ainda deixou claro que “na Sethas o critério é republicano”, rechaçando suposta tentativa de Amélia Ciarlini de obter controle do Programa do Leite em Mossoró.
Fosso
Nem a tentativa “meia-boca” em formato família recatada e do lar, que Francisco e Amélia tentaram passar ontem também em vídeo na Internet (veja AQUI), parece reaquecer a relação política e pessoal com Robinson e Juliane.
Noutra postagem, Juliane reitera sua posição administrativa e opinião política (Foto: reprodução)
É provável que tenha aumentado ainda mais e de forma irreversível, o fosso entre eles.
Do ponto de vista político-eleitoral, sua campanha está em contagem regressiva para um desastre anunciado há meses e meses por este Blog, que não emitiu qualquer manifestação de vontade, mas apenas fez análises e imprimiu opiniões em cima de fatos e observações.
Amélia “fechou o caixão” da candidatura já depauperada do marido, como já afirmamos (veja AQUI).
A gestão e a campanha de Francisco (Silveira ou Francisco José Júnior) desabaram bem antes desse episódio e de 2016.
Ele, Amélia e companhia entraram em modo “contagem regressiva” para limparem as gavetas. Não há muito mais a ser feito, quando seu próprio líder político o entrega à própria sorte e escala Juliane para dizer o que pensa do ‘aliado’, sua mulher e seu governo.
Começaram as exéquias.
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O advogado mossoroense Cyrus Benavides, titular desse órgão, esteve reunido com Juliane Faria da pasta do Trabalho e Ação Social (SETHAS) tratando do assunto.
“Já saímos da reunião com as diretrizes para realizarmos esse sonho nos próximos meses”, afirma ele.
O Procon é órgão de Proteção e Defesa do Cosumidor, com o papel de orientar, educar, defender e representar o cidadão consumidor, contribuindo para o equilíbrio de seus direitos e deveres no aperfeiçoamento das relações sociais de consumo, com base nos valores da ética e da qualidade do trabalho. Lei 6.972/97 Lei que cria o sistema de defesa do consumidor no Estado.
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A filha do governador Robinson Faria (PSD), Janine Faria, pediu exoneração de seu cargo comissionado no gabinete do deputado estadual José Dias (Ex-PSD, inscrito hoje no PSDB) na Assembleia Legislativa do RN. A confirmação foi feita pelo próprio deputado em evento do PSDB na manhã desta sexta-feira(04).
José Dias lamentou a saída de Janine Faria e partiu em defesa dela.
Segundo o deputado, a filha do governador não era uma das funcionárias fantasmas da Casa.
“Ela já pediu demissão. Eu lamento porque ela era uma funcionária exemplar e todos no gabinete tinham afiniadade com ela. Não tenho nenhuma preocupação no âmbito legal porque ela foi uma funcionaria que cumpriu as regras estabelecidas. Da minha parte estou absolutamente tranquilo porque nós estamos cumprindo com o que a lei determina”, disse.
Nota do Blog – Nos últimos dias, ocorreram situações constrangedoras envolvendo Janine Faria.
Pela manhã de ontem, o governador deu entrevista aconselhando-a a sair do emprego, mesmo sabendo que ela não seria “fantasma” (veja AQUI).
Nas redes sociais, a primeira-dama do Estado e madrasta de Janine, Juliane Faria, esteve envolvida em acirrado bate-boca ao sair em defesa dela.
Enfim, uma atmosfera bastante desgastante para a família e para o político governador.
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Mãe Luíza foi o primeiro bairro a receber nesse sábado (29), o projeto Vila Cidadã do Governo do Estado, uma ação integrada entre diversas secretarias, coordenada pela Secretaria do Trabalho, Habitação e Assistência Social (Sethas). O evento ocorreu no Centro Social de Mãe Luíza – Natal.
Robinson e Juliane abriram evento (Foto: Ivanízio Ramos)
Teve o lançamento também do Programa do Leite Potiguar (PLP) que, através Decreto Governamental 25.447, passou por mudanças e, uma delas, é aumentar a participação de agricultores familiares.
O governador Robinson Faria (PSD) e a titular da Sethas, Juliane Faria, conduziram o evento.
O Vila Cidadã oferece diversos serviços à população tais como confecção de carteira de trabalho, documento de identidade, CPF, carteira de condutores de veículos, além de orientação jurídica e médica, os quais acontecem espalhados em estandes. Durante todo o sábado, até final da tarde, a população usufruiu desses serviços
Programa do Leite Potiguar (PLP)
Com o novo decreto, o Programa do Leite Potiguar (PLP) terá gestão compartilhada entre Sethas e Emater. A primeira será responsável pelo recadastramento, cadastramento e monitoramento dos beneficiados com esse importante Programa do Governo do Estado, com foco sobretudo em pessoas em extrema carência.
Já a Emater será responsável pelos recursos e pagamentos dos produtores. Uma outra determinação do governador, a partir desse Decreto, é que o PLP passe a ter pelo menos 50% dos seus produtores de leite e laticínios originados da agricultura familiar. Decisão que permitirá que se passe de 197 para cerca de 2 mil produtores de leite que receberão os recursos.
Vários secretários de Estado prestigiaram o evento tais como Kalina Leite, da Sesed; Mairton França, da Semarh; Haroldo Abuana, da Sape; George Câmara, Secretaria de Esporte e Lazer; César Oliveira, da Emater; Marcelo Toscano, Caern; os diretores do Detran e Ceasa, respectivamente, Júlio César Câmara e Teodorico Neto e o diretor da Companhia Estadual de Habitação (Cehab), Sueldo Florêncio de Medeiros Costa, além de lideranças políticas como o deputado Fernando Mineiro e vereadores como Fernando Lucena e Eleika Bezerra.
Está oficialmente lançado pelo governador Robinson Faria (PSD) o Programa Ronda Cidadã, de ação preventiva, que integra o trabalho da Polícia Militar, Polícia Civil e a comunidade. O lançamento foi hoje (22) no Centro Pastoral Padre João Perestrello, em Mãe Luíza, um dos três primeiros bairros (em Natal) a receberem o programa da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), em parceria com outras Secretarias de Estado, inicialmente na Área Integrada de Segurança Pública 4 (AISP 4), que compreende também Areia Preta e Petrópolis.
Estrutura foi mostrada hoje em Mãe Luíza, em Natal, para depois ser ampliada noutras áreas (Foto: Demis Roussos)
O governador Robinson Faria lembrou que esse é um antigo “sonho” seu, de quando ainda era deputado estadual e propôs o projeto de lei que criava o Ronda Cidadã, que nunca veio a ser implantado em governos anteriores. “Desde o primeiro dia em que assumi o Governo do Estado tinha em mente implantar esse projeto e não abriria mão dele”, disse o chefe de Estado. Explicou aos moradores de Mãe Luíza que o programa se inspira em experiências que deram certo em outros países, como Colômbia e, mais perto, no estado do Ceará.
“Nossa primeira medida foi valorizar os policiais militares e civis, dando-lhes promoções para motivá-los a trabalhar. Agora, estamos inaugurando a polícia integrada e preventiva, idealizada com a equipe de excelência da Sesed, que vai defender as pessoas, o comércio, as donas de casa, os estudantes. Polícia eficaz é aquela que evita o assalto, o roubo, o homicídio, o estupro”, enumerou ele.
Empenho
Robinson falou em lançamento (Foto: Rayane Mainara)
A secretária de Segurança Pública, Kalina Leite, lembrou à população a importância de todos “se unirem pela paz”. E a secretária da Sethas, a primeira dama Julianne Faria, ressaltou o empenho da Sesed em pôr em prática o Ronda Cidadã, adiantando que esse programa terá suportes de outros trabalhos de Secretarias, como a Sethas e Secretaria da Juventude, contando também com a parceria do Ministério Público, com a implantação do projeto social Transformando Destinos.
A metodologia do Ronda Cidadã é trabalhar com duas frentes: a reativa e proativa. A primeira, contará com o pelotão atuando na prevenção e repressão qualificada, a partir do Patrulhamento Motorizado Ronda Cidadã (viaturas), Patrulhamento Motorizado Ronda Cidadã com motocicletas, Patrulhamento Ronda Cidadã a pé e pelo Patrulhamento Ronda Cidadã com Bicicletas (Ciclo patrulhas).
O segundo, com o pelotão proativo, o trabalho consistirá no acolhimento e inclusão social, por meio do Ronda Cidadã Escolar, Ronda Cidadã de Visitas Comunitárias, Ronda Cidadã de Apoio às Vítimas de Violência, que funcionará nos moldes da Lei Maria da Penha, da Base Móvel Ronda Cidadã (veículos adaptados que darão suporte no atendimento especializado e qualificado) e do Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd).
Ampliação
Somente naquela área, de pouco mais de 8,7 quilômetros, vivem aproximadamente 30 mil pessoas que, a partir de hoje contarão com a circulação de oito viaturas, uma van que servirá como base móvel, além das motocicletas e o trabalho de 112 policiais. Antes do Ronda Cidadã, aquela área contava apenas com uma viatura e 49 policiais.
O lançamento contou com apresentações culturais de grupos de Mãe Luíza e a presença do vice-governador Fábio Dantas (PCdoB); secretários de Estado como a titular da Sesed, Kalina Leite, e o adjunto, Caio Cesar; a secretária do Trabalho, Habitação e Assistência Social (Sethas), Julianne Faria; a secretária Extraordinária da Juventude, Divaneide Basílio e de Educação, Francisco das Chagas; o delegado geral Stênio Pimentel; o comandante geral da PM, coronel Ângelo Azevedo, o procurador geral de Justiça, Rinaldo Reis; o deputado estadual Gustavo Carvalho (PSB) e a deputada estadual Cristiane Dantas (PCdoB).
Detalhes
-Primeira zona de implantação do Programa Ronda Cidadã: Zona Leste;
-Bairros atendidos: Areia Preta, Mãe Luiza e Petrópolis;
-População atendida estimada: 30 mil habitantes;
-Domicílios atendidos (estimativa): 8.700;
– Disque Ronda: cada viatura terá um número de telefone visível no carro para que a população possa ligar diretamente e comunicar a ocorrência;
-Área de atendimento: 2 km²;
-Redução no tempo de resposta da ocorrência;
-Polícia Militar passa a atuar não apenas na consequência do problema, mas também na causa;
-Integração com o Ronda Cidadã Escolar, Ronda Cidadão de Visitas Comunitárias, Ronda Cidadã de Apoio às Vítimas de Violência (semelhante ao funcionamento da Lei Maria da Penha), Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd) e Base Móvel Ronda Cidadã (veículos adaptados que darão suporte no atendimento especializado e qualificado);
– Base Móvel estará interligada com o sistema de videomonitoramento do Ciosp;
A princípio, o governador Robinson Faria (PSD) não agendara compromisso hoje para Mossoró.
Seus planos eram outros.
Mas agora à noite aportou na cidade com a primeira-dama e titular da pasta Social, Juliane Faria.
Participou de jantar com um grupo de jornalistas convidados e, em seguida, seguiu para o Cidade Junina.
Foi convencido pelo prefeito Francisco José Júnior (PSD) à mudança.
Visita é surpresa até para ele.
Os dois estiveram juntos em evento da Federação dos Municípios do RN (FEMURN), hoje, em Monte Alegre. Lá, o prefeito e presidente da Femurn o fez mudar de rota.