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Deputados concluem definições sobre lideranças e blocos

Os partidos políticos com representantes no plenário da Assembleia Legislativa, eleitos para a 62ª Legislatura concluíram na sessão ordinária desta quinta-feira (7) a indicação de líderes partidários e de blocos parlamentares.

À próxima haverá reunião (Foto: AL)

As lideranças de partidos ficaram assim definidas, de acordo com o encaminhamento feito à Mesa Diretora da Casa:

PSDB, com cinco deputados tem como líder o deputado Gustavo Carvalho e vice-líder o deputado Raimundo Fernandes;

Solidariedade, com três parlamentares, escolheu como líder o deputado Alysson Bezerra e como vice-líder a deputada Cristiane Dantas;

PSD, com dois deputados tem como o deputado Vivaldo Costa e vice-líder o deputado Galeno Torquato;

PT, com dois integrantes em sua bancada, terá como líder Francisco do PT e como vice-líder deputada Isolda Dantas;

MDB, bancada também com dois deputados, indicou como líder o deputado Nelter Queiroz e como vice-líder o deputado Hermano Mortais;

Avante, com dois integrantes, tem como líder o deputado Dr. Bernardo e vice-líder o deputado Kleber Rodrigues;

PTC, com dois parlamentares, indicou como líder o deputado Ubaldo Fernandes  e como vice-líder a deputada Eudiane Macedo.

Blocos

Os Blocos Parlamentares ficaram assim constituídos:

PHS/PT – líder a deputada Isolda Dantas (PT) e vice-líder deputado Souza Neto (PHS);

AVANTE/PROS: líder o deputado Dr. Bernardo(Avante) e vice-líder o deputado Kleber Rodrigues(Avante);

PSD/PSL, líder deputado Coronel Azevedo(PSL) e vice-líder deputado Vivaldo Costa (PSD);

MDB/DEM líder deputado Getúlio Rêgo (DEM) e vice-líder Hermano Morais (MDB)

Bloco Parlamentar da Minoria, líder deputado Kelps Lima (SOLIDARIEDADE) e vice líder deputado Hermano Morais (MDB).

Reunião

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB) convocou para a próxima terça-feira (12) a primeira reunião de lideranças, para apreciação de matérias que já estão na Casa Legislativa para tramitação.

Os líderes de bancadas partidárias com mais de três deputados e os líderes de blocos parlamentares tem direito a voz e voto na reunião. Os líderes de bancadas com menos de três deputados têm direito a voz, mas não a voto.

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Eleições 2016 serão fortemente impactadas por escândalos

Por Carlos Santos

As eleições municipais do RN vão ser duramente impactadas pelos ecos de Brasília e Curitiba.

Escândalos, escândalos, escândalos!

Refaçamos nossas análises, estejamos mais atentos: o oráculo é outro.

Certos modelos e fórmulas que sempre funcionaram de uma forma ou de outra, precisarão ser revistos.

Ninguém espere uma reviravolta, como se déssemos uma pirueta de 180 graus.

Menos. Devagar.

Teremos bem menos dinheiro em jogo. Para os que nunca tiveram, não chega a ser um problema.

Como as lideranças mais tradicionais vão trabalhar, sob essas condições, é que serão “outros quinhentos”. Dirá muito do que as urnas refletirão.

Várias dessas lideranças buscam apenas uma sobrevida; outras tantas devem ser banidas por incapacidade de adaptação à nova realidade.

A força econômica reduzida e a máquina pública muito vigiada, além de sucateada, vão testar o poder desses líderes.

Ao mesmo tempo, temos a oportunidade para surgimento de novos nomes ou alguns exumação de esquecidos anteriormente.

Podem prevalecer algumas novidades, mas elas precisarão  ir além da ideia do novo, do alternativo e que seja aparentemente asséptico.

De modo quase generalizado, o povão está ressabiado, cansado da velharia e desconfiado do que se propõe a diferente.

Que discurso deverá prevalecer?

Em tempos de crise, os messiânicos sempre se aproveitam e costumam despontar. Enganar à massa-gente é sempre mais fácil do que ludibriar uma só pessoa.

O ambiente é propício para charlatões, também, que se diga.

Entretanto mesmo esses ilusionistas já não enganam tanto, a tantos, como sempre o fizeram.

Enfim… os tempos são outros, mesmo que nem tudo mude.

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Alianças deverão ser contrariadas em pleito suplementar

A configuração de alianças que se formam para a campanha estadual deste ano, no Rio Grande do Norte, obrigatoriamente deverá influir nas eleições suplementares de Mossoró.

O pleito para prefeito e vice está definido para o dia 4 de maio.

Daí, compreensível, que partidos incrustados no Governo do prefeito provisório Francisco José Júnior (PSD) venham a ser chamados à nova posição, na curta campanha municipal complementar.

PMDB, PROS, Solidariedade, PV e PDT, PR e PSB devem fazer parte da mesma coalizão na campanha estadual, ao lado de outras siglas menores.

No pleito municipal, é previsível que aconteçam consideráveis rebeliões e deserções, devido as peculiaridades da disputa, dos nomes envolvidos e de enormes interesses em jogo para o futuro de esquemas políticos locais. No “andar de baixo”, será cada um por si…

Como não haverá concorrência à Câmara Municipal, somente a prefeito e vice, a tendência é que tenhamos uma militância política desgarrada dos partidos e de lideranças, atuando em faixa própria, conforme suas aspirações mais pessoais.

Não será fácil, a partir desse quadro, o garroteamento de filiados, militantes e detentores de mandato na Câmara Municipal, conforme princípios da fidelidade partidária e lealdade às “lideranças”.

Enfim, um cenário novo, mas não incomum.

É outra demonstração clara de como tem-se complicado o comando de grupos políticos, diante de crescente autonomia das bases.

Foi-se o tempo em que tudo era decidido lá em cima, com todos embaixo apenas cumprindo ordens. Vereadores, cabos eleitorais e a militância remunerada não podem ser muito acuados, pois são um perigo sob pressão. Bombas itinerantes, que se diga.

As eleições suplementares a prefeito e vice de Mossoró deverão deixar muito clara essa situação. Partidos vão se associar legalmente perante a Justiça Eleitoral, para efeito de tempo de rádio e TV e outras exigências legais, mas não terão força alguma para manietar e tanger militantes.

Vai ser bom de ver.

Lideranças tomam distância da Governadoria

Pelo visto, não melhorou o clima na Governadoria para prefeitos e outros agentes públicos que arrancham por lá, à cata de novidades.

A presença do secretário-chefe do Gabinete Civil e marido da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), Carlos Augusto Rosado (DEM), não deu agilidade a decisões do governo.

Ressabiados, as chamadas “lideranças” cansaram de ouvir “não” e passam longe do lugar.

Ficam no aguardo de milhões anunciados, para investimento nos municípios, antes das eleições do próximo ano.

Aí, sim… a conversinha será outra.

Por enquanto, o bom senso recomenda distância e beiço.

Todos amuados, até mudança de “estação”.