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Futuro já começou para Larissa Rosado após 4º insucesso

Depois da quarta derrota seguida à Prefeitura de Mossoró, num espaço de dez anos, o que resta à deputada estadual Larissa Rosado (PSB), na política local e estadual? Chegou ao fim e ao seu limite?

Quem se apressar em afirmar que “sim”, pode estar se precipitando numa leitura difusa dos fatos e perfil de Larissa. Há muito ainda a ser contado. A roda-viva continua girando, sobretudo na política.

Tenaz, articulada, com perfil popular, Larissa tem novos e difíceis desafios (Foto; Coligação Unidos por Mossoró)

Larissa Rosado foi ‘vítima’ de uma conjunção de fatores, que a levou a um retumbante fracasso nas urnas no último domingo (4), em eleições suplementares de Mossoró. A começar dos desdobramentos da campanha e eleições de 2012, uma história ainda sem fim que pode lhe causar estrago maior: ficar inelegível por oito anos e sequer concorrer à reeleição à Assembleia Legislativa este ano.

Eleições de 2004 (Fonte: TSE/UOL)

– Fafá Rosado (PFL) – 57.743 (49,06%);
– Larissa Rosado (PMDB) – 34.688 (29,45%);
– Maioria pró-Fafá Rosado de 23.075 (19,61%).

Eleições de 2008 (Fonte: UOL/TSE):

– Fafá Rosado (PFL) – 65.329 (53,01%);
– Larissa Rosado (PSB) – 46.149 (37,44%);
– Maioria pró-Fafá Rosado de 19.018 (16%).

Eleições de 2012 (Fonte: UOL/TSE):

– Cláudia Regina (DEM) – 68.604 (50,90%);
– Larissa Rosado (PSB) – 63.309 (46,97%);
– Maioria pró-Cláudia Regina de 5.295 (3,93%).

Eleições de 2014 (Fonte: Justiça Eleitoral de Mossoró):

– Francisco José Júnior (PSD) – 68.915 (53,31%);
– Larissa Rosado (PSB) – 37.053 (27,55%);
– Maioria pró-Francisco José Júnior de 31.862 (25,76).

Como ocorre com a outra “banda” do clã Rosado, o grupo da deputada – da Coligação Unidos por Mossoró – prefere atribuir a situação vivida agora a um protagonismo da Justiça Eleitoral. Para se usar um termo em moda, à “judicialização” da campanha eleitoral. Menos, menos.

Rosalba e Cláudia: autofagia com uso da Justiça na campanha de 2012 (Foto: Raul Pereira)

Este Blog já afirmou, na primeira matéria dessa série “Ecos das eleições suplementares” (AQUI), que “cada eleição tem um metabolismo próprio. Contextualização e conjuntura precisam ser analisadas, para um melhor entendimentos dos fatos”.

O pleito suplementar é único na história de Mossoró. Porém até pela proximidade e como reflexo de 2012, uma disputa está umbilicalmente ligada à outra. A enxurrada de demandas eleitorais de 2012, provocada pela coligação de Larissa, àquele ano, reforçada pelo papel fiscalizador decisivo do Ministério Público Eleitoral (MPE), respingou nas eleições suplementares.

“A toda ação há sempre uma reação oposta e de igual intensidade”, diz uma das leis da física, formulada pelo físico inglês Isaac Newton.

No confronto de 2012, a coligação que empinou a candidatura da então vereadora Cláudia Regina (DEM), patrocinada pelo casal Carlos Augusto Rosado (DEM)-governadora Rosalba Ciarlini (DEM), utilizou do mesmo método de cerco judicial, para aniquilar a postulação de Larissa. Conseguiu.

Por conta e risco

As duas “morreram abraçadas” em 2014.

A própria Cláudia foi impedida de ser outra vez candidata – depois de cassada e afastada – e sequer obteve prerrogativa para promover “atos de campanha”. Já Larissa, insistiu até o fim com uma postulação natimorta, flechada por duas sentenças condenatórias na Justiça Eleitoral em Mossoró e reiteradas no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Como declarou diversas vezes o juiz eleitoral José Herval Sampaio Júnior, ela empurrou a candidatura até o fim “por sua conta e risco”. Não conseguiu reverter situação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Foi candidata pisando um cadafalso de insegurança jurídica.

Seus votos foram contabilizados, mas não formalizados. Estão misturados aos votos nulos.

Duas correntes de pensamento se rivalizaram no grupo liderado pela deputada federal Sandra Rosado (PSB), mãe de Larissa, durante a campanha. Sua voz tonitruante imperou. Larissa foi mantida, pelo “fio de esperança” de um julgamento favorável e a tempo no TSE.

Laíre Rosado

Outra tese, era de que deveria se promover a mudança da candidatura. Existiram movimentos de bastidores que prepararam o nome do ex-deputado federal Laíre Rosado (PSB), pai de Larissa, para substitui-la.

O Blog Carlos Santos noticiou a hipótese em primeira mão (veja AQUI), mas foi contestado numa versão “light” (leve) da assessoria da candidata. Entretanto os fatos dão razão ao Blog.

Laíre: negociação de multa para ser candidato

Vamos a eles.

No dia 28 de abril, seis dias antes do pleito, a assessoria da Coligação Unidos por Mossoró consultou a Justiça Eleitoral. Indagou se existia algum impedimento legal de Laíre Rosado.

Constatou-se que o ex-parlamentar empurrava uma multa eleitoral com a barriga há vários anos, no valor de R$ 53.205,00. Estava na dívida ativa da União, o impedindo de ser candidato.

Receita Federal

Feito acerto na Receita Federal, com pagamento de uma primeira parcela de negociação, Laíre habilitou-se a substituir a filha – como o Blog antecipara. Contudo é importante salientar que outros nomes estiveram sendo lembrados, como vereador Lahyrinho Rosado (PSB), professor Pedro Almeida Duarte e Noguchi Rosado (ex-secretário da Controladoria Municipal, governo da irmã Fafá Rosado-DEM, hoje no PMDB).

O futuro de Larissa é o próprio futuro de seu grupo e, talvez, da oligarquia Rosado. Jovem, tenaz, articulada, com identidade popular, ela aguarda decisão final do TSE.

Se ficar inelegível por oito anos (tempo que conta a partir de 2012, ano do fato gerador da decisão judicial), tudo ficará bem mais difícil. Será obrigada a conviver com um banimento a que poucos resistem, sobretudo no dinâmico mundo da política.

Um atalho, é trabalhar e torcer pela vitória da coligação da qual faz parte no pleito estadual deste ano. Com o deputado federal Henrique Alves (PMDB) eleito ao Governo do Estado, ela será nome iminente à sua equipe, ganhando holofotes à visibilidade. Em caso contrário, ostracismo.

Reciclagem

Paralelamente, emerge o nome do prefeito provisório, eleito, Francisco José Júnior (PSD). Ele soube catalisar sentimentos populares para aposta em nova alternativa de poder e entrou no vácuo da luta autofágica de Rosado do A e Rosado do B. Atropelou.

Se conseguir se firmar, pavimentando caminho para liderança própria, tornará a tarefa de ressuscitamento de Larissa bem mais difícil. A exumação de direitos políticos da deputada, enfim, pode ser o recomeço – mas não necessariamente por cima.

Sua votação a prefeito, em quatro disputas, revelam que o grande momento de sua trajetória foi mesmo em 2012, quando havia no ar uma aspiração de contraponto ao governo do DEM e à então prefeita Fafá Rosado. Larissa obteve 63.309 (46,97%) dos votos válidos.

Agora, em 2014, despencou para 37.053 (27,55%). Talvez seja seu capital básico hoje. Bom para começar de novo, mas em oito anos, pode não ser o suficiente.

É nítido e assinalamos há anos, que seu grupo precisa se oxigenar, se reciclar e se adaptar às novas exigências da política local e estadual. Se não compreender a mensagem das urnas e continuar em transferir responsabilidades, pode não perceber a tempo o prejuízo e desperdiçar, de uma vez, um grande quadro: Larissa Rosado.

*Veja o link para a segunda matéria da série “Ecos das eleições suplementares”, sob o título “Pleito de Mossoró causa efeitos diferentes para jogo estadual” (clique AQUI).

Ex-prefeita Fafá e deputado Leonardo anunciam apoio a prefeito

No final da tarde de hoje, a ex-prefeita Fafá Rosado (PMDB) e o seu marido e deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM), anunciaram publicamente o apoio à postulação do pré-candidato a prefeito Francisco José Júnior (PSD), prefeito provisório mossoroense.

Grupo de várias siglas e origens posou agora à noite (Foto: divulgação)

O anúncio foi feito na mansão do casal, no bairro Santo Antônio, com a presença de vários agentes políticos, entre eles o ex-vereador Chico da Prefeitura (DEM).

O prefeito compareceu para o encontro e pronunciou-se sobre o apoio, agradecendo a manifestação.

Francisco José Júnior tinha conversado com o casal há poucos dias, no mesmo endereço. Ficou encaminhado que eles fariam a proclamação pública do apoio, reagindo contra orientação de seus partidos.

Vice

Pré-candidata à Câmara Federal, Fafá não segue o PMDB no pleito municipal. O partido está no palanque da deputada estadual e pré-candidata a prefeito Larissa Rosado, tendo o ex-secretário e sobrinho-a fim de Fafá, Alex Moacir (PMDB), como vice.

Já Leonardo, é outro dissidente na escolha do seu partido nas eleições suplementares deste ano.

Sob comando da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) e seu marido e chefe de Gabinete Civil Carlos Augusto Rosado (DEM), o DEM avisa que vai ter candidatura própria no pleito: a prefeita cassada e afastada Cláudia Regina.

Racha familiar

O ramo familiar Rosado, de Fafá, está dividido.

Parte dele estar e continuará no apoio à candidatura de Francisco José Júnior. Outro, preferiu arranchar no palanque de Larissa Rosado, após longos anos de afastamento político e diferenças pessoais.

Com Francisco José fica, por exemplo, a própria Fafá, além do seu irmão e secretário municipal da cultura Gustavo Rosado (PV).

Com Larissa, entre outros irmãos da ex-prefeita, o ex-senador Tasso Rosado e o ex-secretário municipal da Controladoria Municipal Noguchi Rosado. Alex, o nome a vice de Larissa, é casado com uma filha sua.

Participaram ainda do evento fechado, os vereadores Ricardo de Dodoca (PTB), Claudionor dos Santos (PMDB), Manoel Bezerra de Maria (DEM), Alex do Frango (PV) e Celso Lanche (PV); ex-vereadores Aluízio Feitoza (PMDB), Zé Peixeiro e Maria das Malhas (DEM), advogado e presidente da Previ-Mossoró Paulo Linhares (PMDB) e os ex-candidatos a vereador Dão da Rocha (DEM) e Miranda (PSD).

Família de Fafá Rosado discute futuro político

O esquema político-familiar da ex-prefeita Fafá Rosado (PMDB) esteve reunido por longas e longas horas. Reflexões sobre presente e futuro.

A reunião ocorreu à noite de segunda-feira (9), na mansão de Fafá e do marido-deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM), no bairro Santo Antônio.

Postura diante de uma iminente eleição suplementar a prefeito e vice de Mossoró, em 2014; relação política e maior “espaço” com o prefeito provisório Francisco José Júnior (PSD); candidaturas da família no pleito estadual de 2014 e outras questões estiveram à mesa.

Conversa avançou pela madrugada.

Além do casal, estiveram presentes o vereador Alex Moacir (PMDB), casado com uma sobrinha de Fafá; empresário Tasso Rosado e os secretários municipais Gustavo e Noguchi Rosado – irmãos da ex-prefeita.

Ex-secretários vão travar disputa majoritária em Mossoró

Uma campanha paralela e com perfil de disputa majoritária deve ser travada à Câmara de Vereadores, entre dois ex-secretários da prefeita de direito de Mossoró, Fátima Rosado (DEM), a “Fafá.”

Anote. Acompanhe.

A estrutura montada, azeitada e em pleno funcionamento há vários meses para eleger o ex-secretário da Cidadania, professor Chico Carlos (PV), é de fazer inveja a quem vai disputar a prefeitura.

Numa menor escala, mas com possibilidade de crescer sobremodo é a ‘armada’ a ser utilizada por Alex Moacir Pinheiro (PMDB), ex-secretário de Urbanismo.

Chico Carlos terá campanha comandada diretamente pelo chefe de Gabinete e prefeito de fato de Mossoró, o agitador cultural Gustavo Rosado (PV). Já Alex Moacir, que é casado com uma filha do secretário da Controladoria, Noguchi Rosado, irmão de Fafá e Gustavo, monta um conselho político de gestão da campanha.

Entre os dois pré-candidatos, uma mesma frustração, de saída.

Chico trabalhou durante vários meses para ser candidato a prefeito, mas em diversas pesquisas, seu desempenho nunca passou de menos de 1%. Alex tinha como certa a sua fixação como vice na chapa governista. Foi sempre o secretário municipal melhor avaliado em pesquisas. Porém, foi preterido em articulação de forças mais tradicionais do partido.

A sorte está lançada.

Equipe ‘nova’ de Fafá revela centralismo de Gustavo

O esquema da prefeita de direito de Mossoró, Fátima Rosado (DEM), resolveu fechar-se mais ainda em copa, formando em torno de si uma espécie de armadura política. A formação de sua equipe de auxiliares para os últimos meses de governo, é assim.

Hoje, no final da tarde, no Palácio da Resistência, o “fafaísmo” deu outra demonstração de que vai ficar ainda mais centralizador, nas mãos do prefeito de fato, o chefe de Gabinete e agitador cultural Gustavo Rosado (PV), seu irmão.

As mudanças feitas no governo, para que quatro auxiliares possam sair candidatos a vereador, ensejou uma série de ‘arrumações’ internas, que em momento algum prestigiam os partidos da base ou lideranças políticas que dão suporte ao governo. A ordem é se fechar ao máximo, mesmo num ano eleitoral.

O perfil do governo não é político, nem muito menos técnico: é hermeticamente fechado nas mãos de Gustavo, ou seja, “personalista”. A equipe definida cumpre ordens. Tão somente.

Outro detalhe: há uma série de acumulações de cargos, o que denota falta de quadros políticos e técnicos que cumpram as exigências do comando político do fafaísmo, concorrendo para emperramento da máquina pública.

Saíram os seguintes auxiliares: Chico Carlos (Cidadania), Alex Moacir (Urbanismo), Izabel Montenegro (Funger) e sargento Osnildo Morais (Defesa Social e Guarda Municipal). Eis as modificações feitas, formalizadas à tarde de hoje:

Jaqueline Amaral passa a substituir o professor Chico Carlos (PV) na Secretaria da Cidadania. Ela estava na Gerência do Planejamento, mas já foi titular da Saúde e outros postos como uma diretoria do Abatedouro Frigorífico e Industrial de Mossoró (AFIM). Chico será candidato a vereador, com pesado investimento do fafaísmo em sua eleição.

Fátima Marques, que é bancária aposentada e estava como subcontroladora do Município, é içada para o Planejamento no lugar de Jaqueline.

Noguchi Rosado, irmão de Fafá e Gustavo, é mantido na Controladoria, acumulando com a Subcontroladoria, que tinha Fátima como titular.

Edwar Smith, que já fora diretor-executivo da Secretaria de Defesa Social e respondia pela chefia de gabinete do deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM), ascende à titularidade da Secretaria de Urbanismo. Ele é pessoa de confiança para substituir Alex Moacir (PMDB), genro de Noguchi Rosado, que será candidato a vereador e é ainda citado como vice numa chapa à prefeitura, encabeçada por candidato (a) do DEM.

Nilson Brasil, titular da Gerência do Desenvolvimento Econômico, assumirá também a titularidade da Fundação de Geração de Emprego e Renda (FUNGER). Quem sai do cargo de direção na Funger é Izabel Montenegro (PMDB), ex-vereadora e economiária aposentada, que tentará novo mandato à Câmara Municipal de Mossoró.

Manoel Bizerra, há tempos como secretário de Administração e Recursos Humanos, ele acumula o cargo com o de secretário da Defesa Social e comando da Guarda Municipal. Substituirá ao sargento Osnildo Morais (DEM), que já tivera um mandato de vereador e tentará novamente espaço no Legislativo de Mossoró. O ex-vereador acumulava Defesa Social e Guarda Municipal.

Nota do Blog – Vale ressaltar que Ieda Chaves (Educação) acumula há anos a sua pasta com a Gerência de Esporte.

Faltam nomes e nomes que Gustavo confie. A “manada” de partidos, vereadores, lideranças não tem peso algum, influência nenhuma nas indicações.

 

‘Secretário-parente’ de Fafá deve ser o vice do DEM

Confirmando-se indicação do PMDB de Mossoró para vice na chapa à sucessão da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, esse nome não virá de sua ala histórica ou comando atual.

Na verdade, o nome vem do útero do próprio clá Rosado ou quase isso.

O secretário de Urbanismo e até então pré-candidato a vereador, Alex Moacir, é a preferência da família da prefeita – com endosso do comando partidário, ou seja, líder Carlos Augusto Rosado (DEM).

Além de ser um secretário bem-avaliado em pesquisas, com uma pasta que se sobressai em relação às demais na atual gestão, Alex é casado com uma sobrinha da prefeita. Seu sogro, empresário Noguchi Rosado, é secretário-chefe da Controladoria do Município.

Portanto, tudo em casa.

Nota do Blog – Alex é remanescente do grupo da deputada federal Sandra Rosado (DEM). Com o afastamento de Fafá do comando de Sandra em 2002, Alex seguiu-a politicamente, mas ficou com o pé dentro do PMDB.

Adiante, Sandra e seu esquema se desligaram do PMDB, migrando para o PSB, o que facilitou a permanência de Alex no partido com maior flexibilidade.

O PMDB passou a ser aliado do DEM e ficou natural a acomodação desse projeto de Alex ser vice ou mesmo vereador.

Saiba mais adiante:

– Carlos Augusto tem dificuldade de impor vontade;
– Candidatura de Josivan Barbosa, do PT, interessa ao DEM.

Comunicação da prefeitura já trata Ruth como prefeita

Blog do Tio Colorau

Ontem, a Prefeitura Municipal de Mossoró inaugurou o Centro de Serviços de Limpeza. O órgão funciona na Rua Jerônimo Rosado e é ligado a secretaria de Serviços Urbanos, comandada por Alex Moacir.

Ruth e Alex: chapa quase pronta

Três detalhes chamam a atenção no evento:

01) Há uma nítida intenção de dar visibilidade ao secretário Alex Moacir (PMDB), vez que este órgão é completamente dispensável;

02) A vereadora Cláudia Regina (DEM), sempre presente em todas as inaugurações, não deu ontem o ar de sua graça, num recado claro de insatisfação;

03) Em release enviado à imprensa, Ruth Ciarlini (DEM) – que é vice-prefeita – é chamada de ‘prefeita’ no sétimo parágrafo, textualmente: “A prefeita Ruth Ciarlini também falou da importância da obra para Mossoró (…).

Nota do Blog do Carlos Santos – Alex Moacir é o nome ‘azeitado’ para ser vice. Ele tem realizado um trabalho significativo em sua pasta, que é a melhor avaliada em pesquisas qualitativas. Além disso, é sobrinho-afim da prefeita de direito, Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, casado com uma filha do secretário-chefe da Controladoria Municipal, Noguchi Rosado. 

Quanto à Ruth Ciarlini, o ‘deslize’ da Gerência de Comunicação decorre da própria atmosfera de mudança. Precisam se acostumar com a alteração iminente na sala do Executivo.

Sobre Cláudia Regina, neste atual momento do poder municipal, o Blog já postou material hoje – mais abaixo, destacando que ela é carta fora do baralho manjado do rosalbismo. O próprio Palácio da Resistência tem procurado evitá-la, diferente do que fazia até bem poucas semanas.