Arquivo da tag: ômicron

Ponto extra de vacinação funciona neste sábado em Mossoró

Neste sábado (29), a população mossoroense contará com um ponto extra de vacinação no Partage Shopping, funcionando das 10h às 18h. A Prefeitura de Mossoró disponibilizará vacinas contra Covid-19, inclusive a dose bivalente, febre amarela e influenza.

Vacinação tem locais definidos para atendimento nesse fim de semana (Foto: Wilson Moreno)
Vacinação tem locais definidos para atendimento nesse fim de semana (Foto: Wilson Moreno/arquivo)

A imunização contra Covid-19 está aberta para a população a partir dos 6 meses de idade. Já a população acima dos 18 anos que já tomou pelo menos as duas primeiras doses das vacinas monovalentes há 4 meses poderá receber a dose bivalente contra a doença e seus agravos. A dose de reforço protege contra variantes do vírus como a Ômicron.

Influenza

A vacinação contra a gripe “Influenza” está aberta para grupos prioritários, preconizados pelo Ministério da Saúde. São eles: Idosos com 60 anos ou mais; trabalhadores da saúde; crianças (6 meses a menores de 6 anos de idade); gestantes; puérperas; povos indígenas; professores; pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; pessoas com deficiência permanente; caminhoneiros; trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbanos e de longo curso; trabalhadores portuários; profissionais das forças de segurança e salvamento; profissionais das Forças Armadas; população privada de liberdade e funcionários do sistema de privação de liberdade, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas.

O público-alvo estabelecido nos grupos prioritários da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza deve apresentar documentação comprobatória. A vacina oferecida é a trivalente, capaz de proteger contra os três principais tipos de vírus “da gripe” em circulação: influenza A (H1N1), influenza A (H3N2) e influenza B.

A vacina contra a febre amarela é direcionada à população de 9 meses a 59 anos de idade. As crianças com 9 meses de idade podem tomar a primeira dose. Os menores de cinco anos devem receber uma dose de reforço, e a população de 5 a 59 anos precisa receber apenas uma dose da vacina.

Durante a semana, a vacinação segue acontecendo nas 47 Unidades Básicas de Saúde (UBS), de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h.

Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e YouTube AQUI.

Janeiro aparece como o mês mais letal da Covid-19 desde setembro

Mortes por Covid-19 até janeiro de 2022 - Poder 360Por Malu Mões (Poder 360)

Janeiro de 2022 foi o mês mais letal da covid-19 desde setembro de 2021. Foram 9.923 vítimas –mais que o triplo de dezembro (2.770).

Os números são de mortes por data real divulgados no último boletim epidemiológico do coronavírus do Ministério da Saúde.

Veja mais sobre essa estatística abaixo:

O patamar está abaixo do auge da pandemia. Foram 80.958 vítimas em março de 2021. Mas o aumento em janeiro mostra o impacto da variante Ômicron no país. O número de vítimas diárias superou 630, nível que não era visto desde agosto.

Apesar de a variante ser menos letal, o crescimento dos casos também eleva mortes. O número de infectados nunca foi tão elevado como em janeiro. Sistemas de saúde voltaram a ficar sobrecarregados.

Morte por data

Há duas estatísticas de mortes por Covid. A mais conhecida é a das notificações: esse número é divulgado diariamente no Poder360 e em vários veículos jornalísticos.

O outro dado, mais preciso, é a data real da ocorrência do óbito. Mostra o dia em que as pessoas de fato morreram. Esse registro permite verificar de maneira mais precisa o estágio em que a pandemia se encontra. Os gráficos desta reportagem mostram a diferença das duas estatísticas.

Em laranja, está a quantidade de vítimas confirmadas em 24h pelo Ministério da Saúde –só que cada um desses óbitos pode ter ocorrido em diferentes datas. Já em azul, está a quantidade de pessoas que de fato morreram naquele dia.mortes-por-data-real-de-ocorrencia-7-fev-2022-01-1377x2048

Veja íntegra da reportagem do Poder 360 AQUI.

Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e Youtube AQUI.

Maioria de internados é de não vacinados, diz infectologista

Entrevista da infectologista foi à manhã dessa quinta-feira (Reprodução BCS)
Entrevista da infectologista foi à manhã dessa quinta-feira (Reprodução BCS)

A doutora Mirian Dal Ben, infectologista do Hospital Sírio Libanês (SP), disse à manhã dessa quinta-feira (27) à rede CNN, que “maioria de internados” na nova onda Covid-19 no Brasil e mundo é de “não vacinados”.

Outro segmento afetado é de pessoas com comorbidades.

Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e Youtube AQUI.

Pesquisa mostra por que variante Ômicron mata menos

Oito antivirais são eficientes contra Ômicron (Reprodução)
Oito antivirais são eficientes contra Ômicron (Reprodução)

Do Metrópoles

Uma equipe de investigação formada por pesquisadores alemães descobriu a razão pela qual a variante Ômicron do coronavírus causa menos óbitos e casos graves, ainda que consiga escapar mais facilmente da proteção do corpo. De acordo com os cientistas, a cepa é mais facilmente inibida pela resposta de interferon, uma proteção imunológica presente em todas células do corpo que desencadeia a produção de anticorpos.

O estudo, realizado por profissionais das universidades alemãs de Kent e de Frankfurt e publicado nesta segunda (24/1), indica que esta é a primeira razão para a menor ocorrência de quadros graves em infectados com a Ômicron.

Além disso, as descobertas mostram que a variante é vulnerável a oito medicamentos antivirais que estão sendo testados no tratamento contra a Covid-19.

“O nosso estudo fornece pela primeira vez uma explicação sobre por que as infecções por Ômicron são menos responsáveis por causar doenças graves. Isto deve-se ao fato de a Ômicron, ao contrário da Delta, não inibir de forma eficaz a resposta imune de interferon nas células hospedeiras”, afirma Martin Michaelis, autor da pesquisa, para o site da Universidade de Kent.

Saiba mais AQUI.

Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e Youtube AQUI.

Ômicron compromete retomada normal de aulas na Uern

A projeção de especialistas brasileiros e estrangeiros sobre um pico dos casos da variante Ômicron, no Brasil, durante o mês de fevereiro, foi fator preponderante para que a Universidade do Estado do RN (UERN) repensasse a retomada total de suas aulas presenciais. A princípio, estão marcada para o próximo dia 2 de fevereiro, conforme o calendário acadêmico aprovado pelo seu Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE).

Aulas presenciais dividem o próprio segmento estudantil, consultado hoje (Foto: arquivo)
Aulas presenciais dividem o próprio segmento estudantil, consultado hoje (Foto: arquivo)

Setores da universidade, preocupados com a possível ocorrência de surtos da doença entre estudantes e servidores – numa realidade em que os campi da universidade voltariam a lidar com a aglomeração de pessoas -, discutem a possibilidade de um retorno gradual. Seriam aulas presenciais 100% somente em março, conforme orientação do comitê de especialistas em saúde da universidade, o Comitê Covid-19.

O comitê emitiu nota técnica sugerindo adiar para 14 de março a retomada total das aulas presenciais, flexibilizando as atividades acadêmicas práticas, respeitando a autonomia dos departamentos e os protocolos de segurança, já a partir desta data. Quanto aos setores administrativos, o Comitê orienta que estes passem a funcionar, já a partir de agora, de forma híbrida, em sistema de rodízio, com o mínimo de pessoas no setor.

Veja nota técnica completa AQUI.

Pressão

Entre os estudantes, há uma pressão para que o retorno total das atividades siga o que está previsto no calendário acadêmico, com início em 2 de fevereiro. Na manhã desta sexta-feira (21), a reitora Cicília Maia se reuniu, de forma online, com estudantes e representantes dos segmentos acadêmicos da universidade para tratar da questão. Em consulta por formulário online feita pelo Diretório Central de Estudantes (DCE) da Uern, 38,6% dos estudantes se posicionaram favoráveis ao retorno presencial, enquanto 31,9% defenderam a manutenção do ensino remoto, e 29,5% foram favoráveis à aplicação do ensino híbrido.

A reitora Cicília Maia tem destacado que a universidade vai continuar lidando com a situação com a responsabilidade de sempre. “Quando paramos, em março de 2020, muita gente atacou a universidade. Semanas depois sabemos o que aconteceu, com tudo suspendendo as atividades pelo Brasil. Temos um novo cenário que é o crescimento assustador de uma nova variante. Não podemos encarar isso como se fosse uma coisa normal”, disse.

Na próxima semana o Consepe deve se reunir para decidir sobre a manutenção das aulas presenciais a partir de 2 de fevereiro ou retorno gradual com atividades presenciais 100% somente em março.

Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e Youtube AQUI.

Conselho Nacional de Saúde diz que 80% de testes dão positivo

Da rede CNN

O momento da pandemia de Covid-19 no Brasil é extremamente crítico e gera preocupação, de acordo com o presidente do Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), Wilames Freire. Segundo o que disse em entrevista à CNN nesta terça-feira (18), 80% dos testes de antígeno para Covid realizados dão positivo.

Presidente do Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde, Wilames Freire, faz relato do quadro (Reprodução BCS)
Presidente do Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde, Wilames Freire, faz relato do quadro (Reprodução BCS)

Conforme explicou na entrevista, um ponto relevante é que a vacinação tem conseguido prevenir um aumento significativo no número de mortes e, principalmente, internações – seja na UTI ou não.

“A cada dez pessoas internadas no Brasil, oito não tomaram vacina“, disse.

Assim, com o avanço da variante Ômicron e crescimento no número de casos da doença, o sistema de saúde tem sido cada vez mais impactado e pressionado, mas, segundo Freire, isso já era esperado, observando o que está acontecendo em outros países.

Cautela

Para o presidente, a preparação atual faz com que o Brasil corra menos riscos de vivenciar situações parecidas a outros momentos da pandemia, como a falta de insumos e leitos. Porém, ainda é necessário cautela e segurança.

“Temos orientado os municipios a protegerem suas equipes médicas, para que nós possamos ter o mínimo de profissionais afastados. Se tivermos um grande número de profissionais, será muito difícil o combate à pandemia, pois não temos como repor estes profissionais”, afirmou após informar que a média de trabalhadores da saúde afastados está em torno de 10 a 15%.

Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e Youtube AQUI.

Novo decreto retoma e amplia restrições no combate à Covid e Influenza

O Governo do Estado publica no Diário Oficial desta terça-feira (18), o Decreto n° 1.265, de 17 de janeiro de 2022, com regras para contenção da transmissão da nova variante da Covid-19 – a Ômicron – e do vírus da gripe Influenza.Medidas-restritivas-Covid-19-e1622896602821

O decreto traz medidas baseadas na Recomendação n° 33 do Comitê de Especialistas da SESAP/RN para o Enfrentamento da Pandemia pela COVID-19. As medidas são a exigência do passaporte vacinal, como já existe, com maior rigor para os eventos públicos e privados, bares e restaurantes, tanto em áreas fechadas como em áreas livres com capacidade acima de 100 pessoas.

Centros comerciais e shoppings com ar-condicionado também devem exigir o passaporte da vacina.

Recomenda ainda aos municípios a suspensão de todos os eventos de rua até 16 de fevereiro, uma vez que nestes casos não é possível exigir o passaporte vacinal.

As novas regras começam a vigorar na próxima sexta-feira, dia 21/01. Há a possibilidade de rediscussão das medidas dentro do prazo de vigência, se a situação de contágio se reverter significativamente.

Bares, restaurantes e similares

Os segmentos socioeconômicos de alimentação, a exemplo de bares e restaurantes, bem como centros comerciais, galerias e shopping centers que utilizem sistema artificial de circulação de ar deverão realizar o controle de entrada de cada indivíduo nas suas dependências, mediante comprovação do esquema vacinal em conformidade ao calendário de imunização, nos termos do Decreto Estadual nº 30.940, de 30 de setembro de 2021. Ficam dispensados da obrigatoriedade prevista no caput deste artigo os estabelecimentos de alimentação em locais abertos com capacidade máxima de 100 pessoas.

Permanece em vigor o dever geral de proteção individual no Estado do Rio Grande do Norte, consistente no uso obrigatório de máscara de proteção facial por todos aqueles que, independentemente do local de destino ou naturalidade, ingressarem no território do Rio Grande do Norte.

Os suspeitos por apresentarem sintomas da COVID-19 deverão ser afastados de todas as atividades e instruídos a permanecer em isolamento total, nos termos do Guia de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, caso confirmada a contaminação ou inconclusivos os resultados dos exames, até que sejam cessados, neste último caso, os motivos da suspeita de contaminação.

Os municípios também foram orientados a reorganizar as feiras livres e similares, de modo a assegurar o distanciamento social, evitando-se aglomeração de pessoas e contatos proximais, mantendo as condições de higiene dos respectivos ambientes.

Para cumprimento das disposições contidas no decreto, o Estado do Rio Grande do Norte disponibilizará suas forças de segurança aos municípios, por meio das operações do Programa Pacto Pela Vida.

As medidas foram discutidas durante todo o dia com representantes do empresariado, do Tribunal de Justiça, dos Ministérios Públicos Estadual, Federal e do Trabalho, do Tribunal de Contas do Estado, da Defensoria Pública Estadual, da Procuradoria Geral do Estado, da Universidade Estadual do RN e com prefeitos através da federação e associações de municípios.

Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e Youtube AQUI.

Vacinas para crianças chegam ao Brasil; Ômicron já lota UTI’s

Vacinas chegam e medidas contra expansão da Ômicron são tomadas no país (Foto: Web)
Vacinas chegam e medidas contra expansão da Ômicron são tomadas no país (Foto: Web)

Do Canal Meio

Chegou nesta madrugada o primeiro lote de 1, 2 milhão de doses da vacina pediátrica da Pfizer, que permitirá a estados e municípios iniciarem a imunização de crianças entre cinco e 11 anos. Até o fim do mês, o laboratório deve entregar 4,3 milhões de doses ao país. O governo de São Paulo abriu um pré-cadastro para a imunização dessa faixa etária. (g1)

E não é sem tempo. Segundo a Fiocruz, a variante ômicron voltou a lotar UTIs país afora. Quatro capitais têm ocupação acima de 80%, o que é considerado crítico: Recife (80%), Belo Horizonte (84%), Fortaleza (88%) e Goiânia (94%). (Metrópoles)

Escassez de insumos

Além de sobrecarregar os sistemas de saúde, a disparada da ômicron no Brasil está provocando uma escassez nos insumos para testes. Por conta disso, a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (ABRAMED) recomendou aos laboratórios que priorizem os exames para pacientes graves, trabalhadores da saúde e outros profissionais essenciais. (g1)

Também por causa da nova cepa, o governo de São Paulo determinou a redução do público em jogos do campeonato paulista a 70% da capacidade dos estádios e recomendou que as prefeituras adotem a mesma medida para situações de aglomeração, como shows e feiras. (Estadão)

Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUI e Youtube AQUI.

A dor de cabeça continua

Por Ney Lopes

O coronavírus não para de surpreender.

Quando se acha que está indo bem, ele revela muitos desafios pela frente.

Não se trata de propagar o pânico, mas é necessária muita cautela diante dos riscos do surgimento da “quarta” onda.Omicron-1 - Covid-19Nos últimos dias foi identificada a variante denominada “ômicron” na África do Sul, que chamou a atenção pela quantidade e pela variedade de mutações, algumas delas inéditas.

Essa nova versão do coronavírus se espalha rapidamente pelo país africano.

Em menos de duas semanas, há indicativos de que ela caminha para se tornar dominante, após a onda forte causada anteriormente pela variante Delta.

Ontem, 26, o Reino Unido informou ter detectado dois casos de infecção por essa variante.

Enquanto isso, a Holanda analisa 61 pessoas procedentes da África do Sul, que deram positivo para Covid19 e estão infectadas com a “Ômicron”.

Por ora, os principais grupos que realizam a vigilância do coronavírus não detectaram episódios da doença no país.

Sexta feira passada, o ministro da Casa Civil anunciou o fechamento de voos vindos de seis países do sul da África, a partir de amanhã, 29.

A OMS trabalha para entender o quanto a nova variante é mais transmissível, mais agressiva ou se pode superar parcialmente o efeito protetor das vacinas disponíveis.

Especialistas reforçam que existe o temor de que essa variante possa escapar ou diminuir a resposta imune obtida até após a recuperação de um quadro de covid-19, ou depois da vacinação.

No momento, ainda não há detalhes maiores, ou confirmações sobre nenhuma destas informações.

Mesmo assim, uma das principais especialistas em sequenciamento genético e saúde pública, Sharon Peacock, diretora do consórcio de genômica britânico COG-UK e professora de saúde pública e microbiologia da Universidade de Cambridge, declarou que “na dúvida sobre a gravidade da variante. É melhor ir duro, ir cedo e ir rápido” e pedir desculpas se estiver errado”.

A avaliação foi compartilhada por vários cientistas britânicos.

Veja-se o exemplo de Nova York, onde ainda não se constatou caso da nova variante.

De acordo com o monitoramento feito pela Universidade Johns Hopkins, Nova York registra 67,7% da população totalmente vacinada.

A cidade oficializou o fim das restrições impostas ao combate à pandemia, em julho deste ano.

O anúncio feito pelo então prefeito Bill de Blasio sinalizava a reabertura e a liberação de funcionamento para o comércio e eventos.

Ontem, 26, o recuo.

A governadora de Nova York, Kathy Hochul, decretou “emergência por desastre” no estado americano, citando a alta de contaminações e internações pela doença.

Na ordem executiva assinada, o governo diz que o estado passa por uma situação que não era vista desde abril de 2020 e que, no último mês, os hospitais receberam mais de 300 internações por dia.

A realidade da catástrofe salta aos olhos.

No Brasil, os administradores públicos – União, Estados e Municípios – devem agir preventivamente.

Não se justifica aguardar que o pior aconteça.

Queira Deus que as apreensões atuais se transformem em alarme falso.

Porém, até que isso aconteça, a dor de cabeça com os riscos trazidos pelo coronavírus deverão continuar e aumentar.

Melhor prevenir, do que remediar.

Ney Lopes é jornalista, advogado e ex-deputado federal