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Sandra Rosado dá adeus à Câmara, mas não à vida pública

Sandra: orgulho do sobrenome (Foto: Edilberto Barros)

Em pronunciamento da Câmara Municipal de Mossoró, hoje (23), a vereadora Sandra Rosado (PSDB) disse se despedir do Legislativo, mas não da vida pública. “Tenho muito ainda a contribuir com a nossa cidade, com o mesmo sonho e ideal de melhorar Mossoró”, asseverou.

A parlamentar disse ser Rosado “com muito orgulho, orgulho no bom sentido, como sou Maria, Escóssia e Sandra”. E arrematou: “Sou dos Rosado da Ufersa, da faculdade de Medicina, das primeiras casas populares, dos poços de água e tantas ações por Mossoró”.

Sandra reafirmou o histórico de luta, a ser continuada na Câmara pela filha, vereadora diplomada Larissa Rosado (PSDB). “Nesta Casa, lutei para melhorar a vida dos mossoroenses, com a defesa das mulheres, da modernização administrativa e tantas outras ações”, frisou.

Ela já foi deputada estadual, vice-prefeita, prefeita e deputada federal também.

Outras despedidas

Alex do Frango (PV), Manoel Bezerra de Maria (PP), Alex Moacir (PP), Ozaniel Mesquita (DEM), Petras Vinícius (DEM), Maria das Malhas (PSD) e Toni Cabelos (PP) que não vão para nova legislatura também discursaram se despedindo.

Genilson Alves (Pros) e Zé Peixeiro (PP), que se reelegeram, foram dois oradores que agradeceram a vitória e renovaram compromissos.

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Câmara Municipal outra vez não tem sessão ordinária

Plenário quase vazio hoje (Foto: BCS)

A Câmara Municipal de Mossoró outra vez não teve sessão ordinária.

Nessa quarta-feira (11), a exemplo de ontem, escassos vereadores compareceram à sede desse poder.

Nada foi deliberado.

A campanha eleitoral parece que consome todas as atenções da grande maioria dos parlamentares.

Hoje, apenas compareceram os vereadores, Raério Araújo (PSD), Izabel Montenegro (MDB), Emílio Ferreira (PP), Ozaniel Mesquita (DEM) e Francisco Carlos (PP).

Interessante: pelo menos 7 dos 21 atuais vereadores não é candidato à reeleição e outro (Manoel Bezerra-PP) mantém postulação mesmo sub judice (candidatura em aberto, com registro de indeferido).

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Oposição cobra que benefício para servidores seja promulgado

A bancada da oposição resolveu emitir uma nota conjunta. Cobra que a presidência da Câmara Municipal de Mossoró promulgue (torne lei) o projeto de lei de número 5/2020, que suspende os descontos de empréstimos consignados dos servidores municipais, por pelo menos três meses, em meio à pandemia da Covid-19.

Vereadores fazem cobrança publica; presidente e prefeita buscam 'saída honrosa' à pressão (Fotomontagem BCS)

A prefeita Rosalba Ciarlini (PP) evitou sancionar (assegurar sua aprovação) e cabe a presidente Izabel Montenegro (MDB) promulgá-la em face da recusa do Executivo.

Veja a nota:

Nós, VEREADORES DA OPOSIÇÃO, solicitamos a promulgação da Lei 5/2020, que  suspende os descontos de empréstimos consignados no contracheque dos servidores municipais, aprovada na quarta-feira (27/05).⁣A suspensão da cobrança valerá, segundo a proposta, por três meses ou enquanto durar o estado de emergência por causa da covid-19, de que trata a Lei Federal 13.979, de 6 de fevereiro de 2020.⁣⁣

A lei foi aprovada no plenário e enviado para o Executivo, que perdeu o prazo para sancioná-lo ou vetá-lo. Com isso, caberá ao Legislativo promulgá-la.

Cobramos da Presidente da Câmara Municipal de Mossoró que promulgue o projeto atendendo aos servidores públicos municipais.

Vereadores Petras Vinícius (DEM), Ozaniel Mesquita (DEM), Raério Araújo (PSD), Alex do Frango (PV), Gilberto Diógenes (PT) e Genilson Alves (Pros).

Nota do Blog – Apuramos que a presidente e a prefeita procuram meios de se contrapor à pressão da oposição, evitando maior desgaste político. O projeto dos oposicionistas foi um xeque-mate que criou embaraços para a prefeita e seus apoiadores na CMM.

Estamos apurando mais detalhes.

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Presidente empareda oposição para manter Câmara fechada

Do Blog da Chris

Em entrevista ao programa “Cenário Político” (TV Cabo Mossoró-TCM/Telecom) dessa quarta-feira (22), o vereador Petras Vinícius (DEM) foi questionado pela própria presidente da Câmara Municipal, Izabel Montenegro (MDB), sobre sua postura de querer sessões ordinárias virtuais (remotas) nessa poder.

Um pouco antes, a vereadora Izabel Montenegro já tinha dito ao programa “Boa Noite, Cidade”, apresentado por Wellington Morais na Rádio Difusora, qual sua opinião sobre a tentativa da oposição de realizar sessões ordinárias remotas:

– “Não adiantar ficar querendo aparecer”.

Nas mãos da prefeita

A presidente, que integra a bancada da prefeita Rosalba Ciarlini (Progressistas), defende que a Câmara Municipal só deve se reunir, mesmo remotamente, nos casos previstos no art. 77 do Regimento Interno da Casa, que é quando o chefe do Executivo manifestar desejo de encaminhar alguma matéria ou quando a solicitação partir da maioria dos vereadores, que não é o caso já que apenas seis vereadores integram a bancada de oposição.

Seis vereadores que compõem a bancada da oposição formalizaram pedido (veja AQUI) à presidência da Câmara Municipal de Mossoró, nesse dia 22, para instituição de sessões ordinárias remotas. Assinaram o documento além do vereador Petras, Raério Araújo (PSD), Gilberto Diógenes (PT), , Ozaniel Mesquita (DEM), Genilson Alves (Pros) e Alex do Frango (PV).

Nota do Blog – A prefeita Rosalba Ciarlini conseguiu um feito raro, só comparável a períodos de exceção no país, como o Estado Novo de Getúlio Vargas e o Regime Militar de 1964: fechou a Câmara Municipal. Segue poupada de simples cobranças ou críticas na mais legítima tribuna do ordenamento institucional brasileiro: o legislativo.

Há quase um mês, ninguém abre o bico por lá. É como se não existisse uma pandemia, lixo nas ruas, buracos do centro à periferia, falta de remédios em unidades de saúde, estradas intransitáveis na zona rural e outros problemas. Mossoró parece um cantão suíço.

A CMM definitivamente se transformou num puxadinho do Executivo. Serve à sua vontade, quando deveria representar quem os elegeu. Período dos mais vergonhosos que testemunhamos.

Que tempos sombrios vivemos. E ainda se fala que esse lugar é “terra da liberdade”. Quanta hipocrisia histórica, política e cultural.

* O Cenário Político é apresentado pelos jornalistas Vonúvio Praxedes e Carol Ribeiro.

Leia também: Câmara não faz sessão ordinária há quase um mês.

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Oposição cobra retorno de sessões à Câmara Municipal

Os seis vereadores que formam a bancada da oposição na Câmara Municipal de Mossoró formalizaram pedido para que a Casa tenha sessões ordinárias regularmente. Encaminharam ofício nesse sentido a presidente Izabel Montenegro (MDB).

A CMM está há quase um mês sem realizar uma única sessão ordinária, sob justificativa da pandemia da Covid-19, situação extraordinária que não impede que outros legislativos pelo país se reúnam remotamente sob mesmo problema.

Leia abaixo:

Raério, Gilberto, Petras, Ozaniel, Genilson e Alex justificam a necessidade dos trabalhos regulares (Fotomontagem)

Em face da situação de excepcionalidade que vive o mundo, país, RN e Mossoró com a pandemia causada pelo coronavírus, todos os setores da sociedade estão sendo obrigados à adaptação e à sobrevivência em condições especiais. Isso não significa dizer que o mundo parou.

No caso específico de Mossoró e, da Câmara Municipal que compomos, entendemos que é injustificável que siga fechada e a reboque do poder Executivo.

Esse poder, constitucionalmente, deve ser autônomo e independente.

O confinamento social e a quarentena que muitos estão adotando por necessidade de saúde pública, também têm desdobramentos e consequências graves. Os problemas em nosso municípios não estão congelados ou suspensos.

Sobretudo as populações mais vulneráveis da periferia e da zona rural esperam ações públicas, aguardam nosso trabalho em defesa de suas necessidades e estão sem voz a representá-las.

Sabemos que outras câmaras municipais pelo país, citando caso específico de Natal, estão realizando sessões remotas (via Internet), com ótimos resultados. Na prática, seus vereadores tratam daquelas questões que surgem diariamente como apelo e preocupações da população, apresentando projetos, votando matérias, criticando, denunciando, pedindo soluções, mostrando problemas do povo que representam.

O que nos impede de estar fazendo o mesmo? Desde o dia 17 de março, portanto há quase um mês, a Câmara Municipal de Mossoró não realiza sessão ordinária. Basicamente, por falta de vontade. De decisão política.

Nós, vereadores da oposição, pedimos a realização de sessões ordinárias remotas, para que sejamos e continuemos a ser a voz dos que estão com prolemas ainda maiores nessa pandemia, com o agravante de não ter quem os defenda.

Certos de contarmos com o deferimento da solicitação, aguardamos.

Atenciosamente,

Raério Araújo (PSD), Gilberto Diógenes (PT), Petras Vinícius (DEM), Ozaniel Mesquita (DEM), Genilson Alves (Pros) e Alex do Frango (PV).

Leia também: Câmara não faz sessão ordinária há quase um mês;

Leia também: Um bom exemplo, um mau exemplo.

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