Dezenas de carros circularam em periferia (Foto: cedida)
Por Vicente Serejo (Tribuna do Norte)
O ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado tentou honrar a tradição de que campanha profissional se ganha no dia.
Botou nas ruas o maior e mais agressivo exército das últimas décadas.
E até gasolina faltou em alguns nos postos na madrugada viva de sábado (14) para domingo (15).
De outro lado, o candidato Allyson Bezerra conseguiu resistir com suas brigadas voluntárias.
Neutralizou a estratégia de contrainformação lançada ainda na madrugada pelas legiões rosalbistas, com uma panfletagem nos locais de votação (veja AQUI), desqualificando sua candidatura.
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Várias ruas e outros logradouros públicos próximos a locais de votação amanheceram banhados por panfletos apócrifos, com ataques ao deputado estadual e candidato a prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (Solidariedade).
O material reproduz o que as campanhas da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), Cláudia Regina (DEM) e Isolda Dantas (PT) promoveram de forma ostensiva e sincronizada em boa parte do período de propaganda em rádio, televisão, redes sociais e presencialmente.
Vários carros ficaram com malas lotadas de panfletos apócrifos (Foto: redes sociais)
A estratégia de jogar material de divulgação ao chão em dia de eleição é conhecido como “voo da madrugada”. É proibido pela legislação. Mas, nesse caso, o agravante é atacar adversário e não divulgar o nome positivamente de qualquer outro candidato.
A finalidade é desconstruir imagem.
Houve uma reação em cadeia e espontânea de militantes do candidato, que saíram recolhendo e enchendo sacos e malas de automóveis com os panfletos. Antes mesmo do início da votação às 7h, boa parcela do material jogado ao vento estava recolhido.
A Assessoria Jurídica da Coligação Muda Mossoró, da candidatura de Allyson Bezerra, cientificou o Ministério Público Eleitoral (MPE) sobre essa incursão de adversários. Expectativa é de que a apuração possa identificar a partir de câmeras e outros elementos, veículos e proprietários envolvidos no caso, além de origem das impressões e mandantes.
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A Polícia Federal abriu inquérito para investigar o caso dos panfletos apócrifos com mensagens contra o candidato ao Governo do Estado, Henrique Eduardo Alves (PMDB), entregues na manhã deste sábado (25), na Feira do Alecrim. Foram apreendidos 655 panfletos de posse de uma mulher, que foi detida por crime eleitoral.
O material apreendido passará por perícia técnica com objetivo de identificar alguma marca ou digital que leve ao autor ou gráfica onde os panfletos foram impressos. A PF desconfia que pelo menos dois mil panfletos tenham sido impressos, devido à quantidade apreendida com a mulher.
A assessoria jurídica da Coligação União pela Mudança acompanhou o depoimento da mulher e chamou atenção para a quantidade e qualidade dos impressos, ficando constatado não se tratar de um ato individual, mas profissional.
Em depoimento, a mulher disse aos policiais que estava a pé, próximo à Avenida Bernardo Vieira, no bairro do Bom Pastor, quando uma pessoa não identificada num carro tipo caminhonete, de cor prata, se aproximou e ofereceu a quantia de R$ 20, para entregar os papeis aos pedestres. Junto com o dinheiro, ela teria recebido o pacote com o material que foi apreendido.
A detenção foi realizada nesta manhã por uma equipe de fiscalização da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), com a acusada sendo encaminhada para a autoridade policial. Ela não soube informar quantas pessoas estavam distribuindo o impresso e alegou desconhecer o crime.
Com informações da Coligação União pela Mudança.
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Abundam incidentes envolvendo militantes políticos na campanha suplementar de Mossoró, no afunilamento da disputa, que desaguará no pleito de domingo (4).
Não faltam denúncias e denuncismo. Parece uma repetição do que aconteceu no pleito de 2012.
Panfletos apócrifos foram apreendidos (Foto: reprodução de WhatsApp)
O fato mais notório e, recente, envolve a enfermeira e acadêmica de Direito Talizy Thomaz, filha do vereador licenciado Tomaz Neto (PDT).
Segundo versão para o caso, ela estaria com panfletos apócrifos em seu carro, no bairro Belo Horizonte, quando foi abordada por um policial à paisana. O material teria conteúdo agressivo contra o prefeito provisório Francisco José Júnior (PSD), candidato à prefeitura.
O próprio juiz José Herval Sampaio Júnior, da 33ª Zona Eleitoral, esteve presente ao local da apreensão, além de equipe da Justiça Eleitoral e policiais federais. Muito estresse e bate-boca.
Tudo aconteceu ao final da noite de ontem (quinta-feira, 1º de maio).
O material foi apreendido e Talizy conduzida até à Delegacia da Polícia Federal para prestar depoimento.