A Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL) é outra entidade classista a oficializar apoio ao “Mossoró Realiza”, o Plano de Metas e Investimentos para Mossoró, da municipalidade, lançado dia 7 passado.
Veja abaixo manifestação da CDL:
A CDL Mossoró entende que o futuro da cidade deve ser construído a partir de ações concretas edificadas no presente. Nesse sentido, manifestamos nosso apoio ao programa estratégico de metas e investimentos denominado “Mossoró Realiza”, apresentado pelo Poder Executivo local com o objetivo de sanar gargalos históricos que obstaculizam o crescimento e o desenvolvimento do município.
A partir de investimentos significativos em setores essenciais, como saúde, educação, segurança, mobilidade urbana e infraestrutura, Mossoró poderá dar um salto sem precedentes em sua história, rumo ao futuro que todos sonhamos.
A Câmara de Dirigentes Lojistas, enquanto entidade representativa de um importante segmento da sociedade, recebeu o prefeito Allyson Bezerra e toda a cadeia produtiva, e reafirma que está à disposição para contribuir na construção de uma Mossoró mais desenvolvida, uma Mossoró de oportunidades para todos.
Que as ações previstas no “Mossoró Realiza” possam se efetivar, com a colaboração não apenas da classe produtiva, mas de toda a classe política e a sociedade de maneira geral. É o que a CDL espera e torce que aconteça.
Stênio Max – Presidente da CDL Mossoró
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A campanha do prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) para apresentar e mobilizar sociedade ao conhecimento e participação no programa “Mossoró Realiza” (conheça AQUI) fecha a semana com importantes feitos. Ele e sua equipe levaram o projeto a segmentos diversos, além da própria apresentação na Câmara Municipal (veja AQUI), em Reunião Pública, na sexta-feira (16).
Comunitários ouviram esclarecimentos e puderam interagir com prefeito (Foto: cedida)
Neste sábado (17), outra etapa dessa programação foi cumprida, quando o prefeito recebeu dezenas de lideranças comunitárias para café da manhã em auditório do Hotel Villa Oeste. No encontro, fez uma exposição quanto ao Plano de Metas e Investimentos que é a síntese do Mossoró Realiza.
Entre os convidados, a grande maioria foi de pessoas que politicamente não estiveram com ele na campanha municipal de 2020.
Na sexta-feira, já tinha feito explanação para representantes de várias entidades empresariais de Mossoró, no auditório – lotado – da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).
Apoio maciço
A apresentação do prefeito Allyson Bezerra foi acompanhada por representantes de entidades como a Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM), Sindicato do Comércio Varejista (SINDILOJAS), Sindicato das Indústrias da Construção Civil (SINDUSCON), Mossoró Convention Visitors Bureau, Associação de Empresas Fornecedoras de Bens e Serviços para a Cadeia de Petróleo, Gás, Petroquímica e Energia (REDEPETRO), Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN), Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX), entre outras.
Auditório lotado da CDL teve apresentação do Mossoró Realiza (Foto: CDL Mossoró)
Várias entidades do setor produtivo já tinham dado endosso público ao programa, como Sindilojas e Sinduscon (veja AQUI e AQUI), da mesma forma que surgiram manifestações de oferta de contribuição técnica como do Sebrae e Fecomércio (veja AQUI).
“A gente acredita na geração de empregos e renda para que as pessoas possam ter sua oportunidade no mercado de trabalho e claro, ter uma oportunidade melhor enquanto cidadão. Mossoró é uma cidade forte, pujante, mas que tem hoje muitos gargalos que impedem o avanço e desenvolvimento e a consolidação e até atração de novos projetos. E o ‘Mossoró Realiza’ vem com o objetivo de resolver problemas e desenvolver Mossoró”, enfatizou o prefeito Allyson.
A PMM abriu o programa para conhecimento da sociedade, que também participa com sugestão quanto a investimentos (veja AQUI).
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A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE/RN) apresentaram ao prefeito mossoroense Allyson Bezerra (Solidariedade), interesse em apoiar a gestão em programas e ações estratégicas. Em almoço de trabalho na cidade na quinta-feira (15), dirigentes das entidades explicaram ao prefeito onde podem colaborar.
Segundo o presidente da Fecomércio, Marcelo Queiroz, é possível disponibilizar sua equipe técnica à formatação de projeto-base do Plano Diretor de Mossoró, que está bastante defasado e deveria ter sido feito em administração passada. “Demos essa colaboração em Natal e queremos também contribuir em Mossoró”, disse Queiroz.
Já o Sebrae, através do presidente do seu Conselho Deliberativo, empresário Itamar Manso Maciel Junior, garantiu capacitação e outras iniciativas à profissionalização dos comerciantes informais que vão ocupar o Camelódromo a ser construído pela municipalidade. Para Manso, essa qualificação tornará essas dezenas de pessoas mais preparadas ao crescimento num espaço de alto nível, como ocorre em outras cidades no país.
Recursos
O Camelódromo será um calçadão em espaço onde hoje é a Rua Bezerra Mendes, Centro. Propósito da administração municipal é que seja uma das prioridades do programa multissetorial “Mossoró Realiza,” que tem em seu bojo o Plano de Metas e Investimentos para Mossoró, a ser operacionalizado com recursos advindos de empréstimos em instituições financeiras do país e até internacionais.
Participaram dessa reunião, além de Marcelo Queiroz e Itamar Manso, os empresários locais Michelson Frota e Jair Queiroz, diretores da Fecomércio e presidente e vice, respectivamente, do Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró (SINDILOJAS).
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É agora às 9 horas desta sexta-feira (16), no plenário da Câmara Municipal de Mossoró, Reunião Pública para discussão do Projeto de Lei do Executivo nº 43/2022. A gestão municipal pede ao Legislativo autorização para contratar operações de crédito, em organizações financeiras nacionais e internacionais, públicas e privadas.
A autorização contempla dois empréstimos para operacionalização do programa multissetorial de investimentos da Prefeitura de Mossoró, denominado de “Mossoró Realiza”
Um enseja contratação de empréstimo de até 300 milhões de reais e outro de até 70 milhões de dólares em crédito externo (aproximadamente 373 milhões de Reais). As duas operações podem somar até 673 milhões reais.
Sociedade participa
A Reunião Pública foi solicitada pelo próprio prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) à apresentação do Mossoró Realiza, também denominado de Plano de Metas e Investimentos para Mossoró, como também por bancada oposicionista.
A PMM abriu o programa para conhecimento da sociedade, que também participa com sugestão quanto a investimentos (veja AQUI).
Há décadas, a população mossoroense transmite à classe política e aos gestores municipais, através de diferentes formas de manifestações, protestos e movimentos articulados de instituições, organizações do terceiro setor e entidades de classe, os seus sonhos, necessidades, reivindicações, projetos e ideias.
Allyson Bezerra é prefeito e lançou à semana passada o Plano de Metas e Investimentos para Mossoró (Foto: Célio Duarte)
Desse modo, convém dizer que a sociedade passa para nós, pessoas públicas, o que ela quer para o presente e projeta para o futuro. É importante ainda destacar que, muitos desses projetos e sonhos, anteriormente vistos como projetos necessários para o futuro, infelizmente, ficaram em um passado de esquecimento, mas hoje se tornaram de máxima urgência.
Nesse contexto, posso citar a reivindicação relativa à duplicação da Avenida Francisco Mota, conhecida como avenida universitária, em virtude do avanço do Campus da Ufersa, do IFRN, da UERN, da instalação do Complexo Judiciário, bem como pela movimentação da própria indústria salineira com o trânsito de centenas de carretas, ocasionando inúmeros casos de acidentes de trânsito. Por essa razão, a referida duplicação não é apenas ideal, mas, sobretudo, urgente.
Noutro passo, quero ressaltar que, como engenheiro civil tenho uma forte paixão em ver obras acontecendo: avenidas sendo duplicadas, estradas sendo abertas, ruas sendo asfaltadas, assegurando mobilidade. Todavia, gostaria de falar sobre algo que transcende uma obra de engenharia, porque remete à origem da nossa cidade. Falo de um simples vilarejo, criado às margens de um rio, do qual originase o nome do maior município em área territorial do Estado; a maior cidade do interior do Rio Grande do Norte; uma das 20 maiores do Nordeste, figurando entre as 100 maiores do país.
Mossoró nasceu graças à pujança econômica, comercial e agropecuária ligadas ao seu rio, mas, que ao longo do último século, notadamente das últimas décadas, esse mesmo rio não foi visto sob um olhar de preservação e de desenvolvimento.
Logo, não se pode falar da realização de obras sonhadas há tanto tempo, sem elevar a revitalização, a despoluição e a urbanização da orla do Rio Mossoró ao patamar de prioridades. Isso porque, o rio, como outrora, continua sendo uma fonte potencial de desenvolvimento para Mossoró. Por isso, é preciso ter responsabilidade ambiental e ousadia desenvolvimentista para transformar o Rio Mossoró em um grande cartão postal, impulsionando o turismo, lazer e geração de emprego e renda para a população, proporcionando dignidade para milhares de pais, mães e jovens mossoroenses.
Nesse sentido, a falta de um plano norteador para investimento no município não se deve apenas à falta de visão e de vontade política, mas, principalmente, à irresponsabilidade fiscal e administrativa dos que não aproveitaram os tempos de auge dos recursos dos royalties do petróleo, que irrigavam os cofres da Prefeitura. Ao contrário disso, deixaram a Prefeitura desorganizada administrativa e financeiramente, a ponto de não conseguir honrar suas obrigações mais básicas, como pagamento do salário e previdência dos servidores, bem como pagamento de fornecedores, em decorrência de prestações de serviços.
Além disso, a desunião política é outro motivo para essa lacuna histórica referente a grandes projetos na cidade. Lembro de quando fomos a Brasília e conseguimos assegurar mais de R$ 40 milhões junto ao Ministério do Desenvolvimento Regional para a tão sonhada obra do anel viário ligando a BR110 (saída para Areia Branca) até a BR-304, passando pelo Rio Mossoró. Esse grande projeto de mobilidade urbana que está em curso é um exemplo de que podemos, e devemos, deixar de lado as diferenças partidárias e construir parcerias políticas, prezando pelo interesse público.
Não se pode esquecer que quando assumi a Prefeitura tive que enfrentar situação de calamidade financeira e administrativa. Diante do quadro de instabilidade, empreendi esforços no sentido de implementar uma gestão comprometida com os princípios norteadores da Administração Pública. Devido a esse trabalho, a gestão obtém o reconhecimento do Tesouro Nacional Brasileiro/Governo Federal, que coloca Mossoró pela primeira vez no topo do seleto grupo que tem “Nota A” na Capacidade de Pagamento (CAPAG) – índice mais importante para avaliar a capacidade de municípios e estados de captarem recursos nacionais e internacionais para novos investimentos.
É IMPORTANTE LEMBRAR ainda que defendi no meu Plano de Governo, enquanto candidato a prefeito de Mossoró, a necessidade de produzir um planejamento estratégico para a gestão pública municipal, com a participação de diversos setores da sociedade. Esse Plano Estratégico deve ser construído com a preocupação de resolver problemas crônicos vivenciados pela população, através de instituições do terceiro setor, das associações empresariais, cidadãos e trabalhadores.
Hoje, como prefeito, faço uma gestão ouvindo as pessoas, visitando os bairros e comunidades e que uso das redes sociais para dar transparência e oportunizar a participação dos cidadãos mossoroenses nas ações e projetos da gestão. Embaso esse raciocínio com a frase que fiz questão de escrever no primeiro dia que entrei no Palácio da Resistência: “O povo chegou à Prefeitura de Mossoró”!.
O plano estratégico, aqui citado, deve dar resolutividade à falta de acessibilidade do Centro da cidade, sem esquecer de dar condições para que ambulantes e camelôs tenham local digno de trabalho. Ou seja, precisamos resolver um problema histórico, que inclusive já foi pauta judicial, sem criar um conflito social.
Esse plano deve se atentar a levar serviços públicos essenciais como saúde, educação, pavimentação e iluminação pública para novas áreas em expansão, como novos conjuntos habitacionais e loteamentos, bem como se preocupar em resolver problemas e gargalos históricos, oriundos da falta de planejamento urbano e de investimento em infraestrutura, como, por exemplo, a falta de drenagem em bairros tradicionais de Mossoró, que provoca inundações recorrentes no período chuvoso.
Defendo que Mossoró trabalhe para entrar no rol das chamadas ‘Smart Cities’, conceito mundialmente referenciado para cidades que trabalham com eficiência energética, videomonitoramento, tecnologia de inteligência artificial e informatização dos serviços públicos.
Pelo exposto, este plano deverá ser construído por quem vive à cidade, quem mora na cidade, deverá ser construído pelo povo, ao mesmo tempo somando esforços junto ao Governo Federal, Governo Estadual, Bancada Federal e organismos nacionais e internacionais que financiam o investimento público para dar à condição de realizar os sonhos da população de ver esses projetos que aqui citei e tantos outros se tornando realidade. É hora de trabalhar ainda mais forte para REALIZAR OS SONHOS DO POVO DE MOSSORÓ.
Allyson Bezerra é servidor público federal, engenheiro e prefeito de Mossoró
Vereadores da oposição, mesmo convidados pelo prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) à apresentação do Plano de Metas e Investimentos para Mossoró (veja AQUI), dia passado, evitaram o encontro.
Preparam-se para batalha de discurso em comissões e plenário da Câmara Municipal, além de mídia e redes sociais, onde vão confrontar conteúdo, propósitos e o investimento em si.
Enfim, o que é legítimo à vereança e à oposição.
Naquilo que seja re-pu-bli-ca-no.
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