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Emedebista diz que pré-candidatura a prefeito é “terceirizada”

Andréa é secretária em Natal, mas está com foco na vizinha Parnamirim (Foto: Potiguar Notícias)

Do Potiguar Notícias

O ex-vereador Valmir Dantas (MDB) entende que Andreia Ramalho (PDT), esposa do ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT), seria uma candidatura a prefeito “terceirizada” em Parnamirim, com o objetivo de ajudar na reeleição do atual prefeito Rosano Taveira (PRB).

“Como se sabe, Taveira só ganha se houver muitos candidatos na oposição”, afirmou.

Valmir faz quatro perguntas sobre a candidatura, segundo ele, terceirizada:

– Por que três secretários de confiança de Carlos servem a Taveira?

– Por que canais como a Intertv Cabugi não fazem matérias contra Taveira?

– Por que indicações de Andreia ainda estão na Prefeitura?

Por que dona Celina (mãe de Carlos Eduardo) não entregou os cargos, se ela virou oposição a Taveira?

O ex-vereador ainda filiado ao MDB insiste que Andreia não “é oposição de verdade”.

“Acredito em oposição que vem para o palanque vai para Zap, Instagram e faz oposição, mas ficar em cima do muro e quando chegar perto da eleição dizer que é candidata à prefeita, para mim não passa de candidatura terceirizada, que está pulando de paraquedas  em Parnamirim”, opinou.

As declarações de Valmir foi postadas no Grupo de WhatasApp Avança Parnamirim.

Nota do Blog Carlos Santos – Andréa é atual secretária de Políticas Públicas para as Mulheres da Prefeitura do Natal. O ex-prefeito Carlos Eduardo também tem situção estranha em relação ao seu ex-vice-prefeito e sucessor em Natal, Álvaro Dias (MDB). Mas esse monte de interrogações vai se dissipar em 2020. Deixará de ser esfinge.

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Cidade tem sucessão capaz de produzir surpresa nas urnas

Pinto Júnior: nome lembrado (Foto: Web)

Parnamirim promete ter uma campanha eleitoral bastante atípica em 2020. A ausência de qualquer liderança carismática, como no passado recente, além de sua própria característica sociológica que não alimenta a prosperidade da figura do “curral eleitoral” ou força oligárquica, propicia o surgimento de incontáveis conjecturas.

A sucessão do prefeito Rosano Taveira (PRB) está aberta.

O que ajuda a sedimentar essa análise sobre o pleito paroquial de 2020, é recente pesquisa divulgada no impresso semanal Agora RN Parnamirim. Os números espelham esse cenário e abrem margem para a dedução de que algum azarão pode se viabilizar e o favoritismo modesto do atual prefeito talvez sofra ainda maior desidratação com o tempo.

O jornalista Pinto Júnior, por exemplo, surpreende ao ser citado na pergunta espontânea a prefeito com 1,5%, sobretudo porque não exerce qualquer mandato eletivo e sequer apresentou seu nome como hipotético candidato.

Recapitulação histórica

Na pesquisa, o atual prefeito Rosano Taveira aparece com 11%, o ex-deputado estadual Carlos Augusto Maia (PCdoB), com 6,5%, o advogado Airene Paiva (PCdoB) e o ex-vereador Ricardo Gurgel (PSD) com 2% cada. O professor Iran Padilha também teve 1,5%.

Todos os mais lembrados são políticos que já disputaram mandato ou declararam publicamente intenção de tentar pré-candidatura a prefeito. Ao contrário de Pinto Júnior, comandante do complexo de comunicação Potiguar Notícias, que evita o assunto. Entretanto tem defendido uma oposição unida para 2020, com sua voz na mídia e integrando a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), além de inserção em programas sociais – sem maior alarde.

Numa rápida recapitulação histórica facilmente se comprova que o cargo executivo reserva espaço para surpresas em Parnamirim. Vereador em 2016, Taveira é exemplo disso, assim como o ex-prefeito Maurício Marques (PHS) que o apoiou.

Escândalo

O atual prefeito chegou à condição de candidato governista de forma inesperada: o então secretário de Obras, Naur Alves, submergiu em escândalo de corrupção e chegou a ser preso. Acabou descartado como candidato à sucessão do próprio Marques, que o tinha como ungido.

Já o paraibano Maurício Marques foi catapultado à prefeitura (2008 e 2012) pelo prefeito Agnelo Alves (PDT, já falecido), quando era um simples auxiliar do governante, sem qualquer densidade eleitoral ou carisma. Foi secretário, vice-prefeito e depois prefeito. Desde que saiu do cargo que está em visível declínio político.

Leia também: “Cidade Aberta”, Parnamirim tem sucessão em marcha.

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“Cidade aberta”, Parnamirim tem sucessão em marcha

A política sucessória em Parnamirim já começou.

Na verdade, bem antes de iniciarmos o ano de 2019. E 2020 não está tão longe assim.

Mal terminou o ciclo eleitoral do ano passado, as conversas tomaram ritmo e dimensão com base na geopolítica doméstica.

Parnamirim não tem ambientado surgimento de lideranças fortes e longevas (Foto: PMP)

Por suas características muito próprias, o município da Grande Natal é um celeiro propício ao surgimento de novas lideranças.

Também não tem sido ambiente favorável à consolidação de grupos e líderes fortes, catalizadores das massas e longevos. O último com esse perfil foi Agnelo Alves (PDT), falecido no exercício do mandato de deputado estadual em 21 de junho de 2015, após ser prefeito (duas vezes) do município e fazer Maurício Marques (PDT, hoje no PHS) o seu sucessor.

Uma prova cabal dessa fragilização de personagens políticos proeminentes, é o resultado das urnas em 2018.

O ex-prefeito (duas vezes) Maurício Marques teve sofríveis 2.962 votos a deputado estadual no município. Não se elegeu.

O deputado estadual Carlos Augusto Maia (PCdoB), que tinha sido candidato derrotado à prefeitura em 2016, empalmou 4.916 votos. Não se reelegeu.

O que vem pela frente pode reforçar esse perfil de “cidade aberta” que Parnamirim guarda.

Vejamos quem a ocupará.

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Concorrente ao Senado anuncia os seus dois suplentes

Do Blog Thaisa Galvão

Candidato a senador, o deputado federal Antônio Jácome (Podemos) fechou os seus suplentes.

Na primeira suplência, a professora Alda Leda Taveira (MDB), mulher do prefeito de Parnamirim, Rosano Taveira (PRB).

Na segunda, o vereador em segundo mandato no município de São José do Mipibu, Joelmo Teles (Podemos).

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