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Dias em atraso incomodam e podem gerar sanções

Salário em dia, calendário de pagamentoServidores da terceirizada Zelo cobram à empresa o pagamento de salário do mês de setembro atualizado. Ainda não pingou na conta.

A rotina de salário em dia está quebrada e a empresa se esquiva de esclarecimento e cobertura das obrigações.

Eu participava do programa Jornal das Seis da 95 FM de Mossoró, à noite dessa quarta-feira (18), quando um ouvinte pediu para fazer o alerta e apelo à gestão municipal. Assim fizemos.

Informação que colho aponta para possibilidade de sérias penalidades, se o problema continuar.

A Zelo que se cuide.

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Terceirizados que atuam em três hospitais regionais entram em greve

Empresa presta serviço ao Governo do RN (Foto ilustrativa)
Empresa presta serviço ao Governo do RN e chega a mais uma greve (Foto ilustrativa)

Do Blog Saulo Vale

Funcionários terceirizados que prestam serviço em três hospitais públicos de Mossoró entraram em greve desde a segunda-feira por tempo indeterminado.

Esses profissionais atuam no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), Hospital da Mulher Parteira Maria Correia e Hospital Rafael Fernandes.

Eles reivindicam à empresa JMT Service, os seguintes direitos: cartão-alimentação, férias vencidas desde 2019, reajuste salarial, que era para ter ocorrido em maio e FGTS, que, segundo o sindicado da categoria, não é efetuado.

“Com o repasse da Secretaria de Estado da Saúde Pública, a JMT efetuou o pagamento de um mês de salário ontem, mas isso não abrange as nossas reivindicações, que pleiteamos há meses. Por isso, nossa paralisação está mantida”, explicou o representante sindical Adjackson Carvalho.

Nota do BCS – As greves estão se tornando mais frequentes e com interstício menor entre uma e outra, nos últimos meses. A própria JMT esteve com problemas de pagamento pelo menos duas vezes anteriormente, somente este ano. Situação financeira do Governo do RN é realmente delicada.

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Terceirizados de hospitais do Estado continuam em greve

Por Vonúvio Praxedes (Diário Político)

Paralisação começou na sexta-feira da semana passada (Foto: cedida)
Paralisação começou na sexta-feira da semana passada (Foto: cedida)

Iniciada na sexta-feira (14/07), continua por tempo indeterminado a greve dos servidores terceirizados da JMT Service que atuam em três hospitais estaduais de Mossoró. Os trabalhadores cobram o pagamento dos salários até o quinto útil em cumprimento a lei. Ainda não receberam os valores referentes a junho.

Em contato com Adjakson Carvalho, um dos organizadores do movimento e representante sindical, nos foi confirmada a manutenção de 30% dos trabalhadores em respeito a lei de greve.

Os setores que a JMT ocupa nos hospitais regionais do estado são: maqueiros, higienização, nutrição, cozinha, lavanderia e manutenção.

“A insatisfação aqui é imensa por parte dos servidores que estão todos em situações difíceis”, disse Adjakson ao Diário Político.

A JMT em Mossoró atua nos hospitais Tarcísio Maia, Rafael Fernandes e Hospital da Mulher tem algo em torno de 170 funcionários cadastrados.

Outro lado

Entramos em contato com a assessoria da Secretaria de Estado da Saúde Pública em busca de informações sobre repasses à JMT e a resposta é a seguinte:

“A respeito da JMT, a última pendência relativa ao contrato indenizatório foi paga na sexta-feira. Já sobre o contrato emergencial vigente, a Sesap está processando a fatura de maio, que foi a última a ser apresentada pela empresa. A secretaria segue dialogando com a empresa para dirimir a situação e agilizar os pagamentos”.

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Hospital da Mulher atrasa salário e trabalhador recebe vale de R$ 19,00

Do Portal do Oeste

Empresa presta serviço ao Governo do RN (Foto ilustrativa)
Empresa presta serviço ao Governo do RN (Foto ilustrativa)

Aberto no último dia 02 de janeiro, o Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, em Mossoró, já acumula salários atrasados de funcionário terceirizados.

Tem trabalhador que só recebeu um salário em quase três meses de contrato, de acordo com informações apuradas pelo Portal do Oeste.

Os trabalhadores falaram sob anonimato. “Não posso perder o emprego”, disse um deles.

Além do atraso, os trabalhadores se sentiram ainda mais desrespeitados com vales de R$ 19 e R$ 30 feitos por pix ontem e hoje pela empresa JMT Service, responsável pelas contratações.

No Hospital da Mulher, as mulheres compõe a maior parte da mão de obra terceirizada.

O Portal do Oeste entrou em contato com o administrador da JMT Service em Mossoró, Kleber Gódoi, mas ele não respondeu aos questionamentos feitos, apesar de visualizá-los. A matéria será atualizada caso a empresa se manifeste.

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Terceirizados convivem com pandemia, falta de salário e fome

A via crucis de centenas de trabalhadores que prestam serviços à Prefeitura Municipal de Mossoró segue sem alterações. Mas com um agravante: a pandemia provocada pela Covid-19 os torna ainda mais vulneráveis e em quadro de abandono maior. Pelo menos 770 deles estão passando necessidades básicas.

Veja abaixo o quadro de atrasos salariais e outros direitos, envolvendo terceirizadas e terceirizados do município:

Athos Assessoria e Serviços Terceirizados – deve a 170 empregados que atuam na Secretaria de Assistência Social os meses de março e abril, além de dois meses de vale-alimentação.

A mesma terceirizada tem 200 trabalhadores vinculados à pasta da Saúde que não receberam abril, além de esperarem um vale-alimentação até hoje.

Seus empregados que prestam serviço à Secretaria da Educação, num total de 200 pessoas, também não viram a cor do salário de abril. Precisam também receber dois meses de vale-alimentação.

Estratégica Serviços e Representações – Deve a 200 terceirizados que trabalham na Secretaria de Administração o mês de abril. Quitou março na quinta-feira (14), mas segue sem previsão de cobrir dois meses de vale-alimentação.

Fome, contaminação e milhões em contratos

Aldeíza de Sousa, dirigente do Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio, Conservação, Higienização e Limpeza do Rio Grande do Norte (SINDLIMP/RN), diz não entender como há anos terceirizadas ligadas à gestão mossoroense funcionam de forma impune.

“Não cumprem o dever básico de pagar salários e garantir alimentação a seus colaboradores e seguem ganhando contratos, recebendo mais e mais dinheiro. Nós temos gente passando fome, gente sem condições de trabalho para estar se proteger até de contaminação”, queixa-se.

Caso que comprova o que ela denuncia o Blog Carlos Santos publicou dia passado – Terceirizada ganha mais um contrato sem licitação -, numa referência à Athos Assessoria e Serviços Terceirizados. Ano passado recebeu mais de 10 milhões de reais, fechou 2019 com mais um contrato de quase 17 milhões de reais e este ano já emplacou outros, inclusive alguns sem precisar participar de licitação.

E o problema não é novo. Leia também: Quase 900  terceirizados vivem sem salários e sãoignorados.

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Sem salários e com fome, terceirizados pedem socorro

Temos recebido apelos de empregados terceirizados que servem a empresas prestadores de serviço na Prefeitura Municipal de Mossoró.

Quadro é de abandono e fome em casa.

Desespero.

Ouvi choro pelo fone, pedido de socorro.

Salários em atraso e desprezo.

Dificuldade até para localizar algum vereador-padrinho do emprego.

Transmito e sou um pouco do eco dessa gente.

Antes, muito antes do coronavírus, eles já viviam a endemia do desprezo e do seu uso como força de trabalho quase escrava.

Não posso reproduzir os áudios e as conversas travadas, em respeito às fontes, que também temem – mesmo com essa situação – perda do emprego e outras perseguições.

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Prefeitura favorece terceirizada alegando temor de punição

A Prefeitura de Mossoró promove mais uma quebra de ordem cronológica pagamento. Prioriza pagamento a uma terceirizada, o que não é algo raro (veja AQUI) na gestão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

A empresa beneficiada é a Troia Serviços Ltda. de Fortaleza-CE.

Ela passa à frente de demais credores, porque o governo municipal alega que poderá ocorrer paralisação de pessoal terceirizado.

Reforça, que essa empresa terceirizada precisa receber logo R$ 404.060,87 (quatrocentos  e  quatro  mil,  sessenta reais e oitenta e sete centavos), “por  se  tratar  de  serviços  de  terceirização  de  mão  de  obra  da  qual  torna-se  imprescindível  o  pagamento”.

Acrescenta, que “os trabalhos foram devidamente executados e voltados aos  atendimentos  dos  interesses  sociais  e  aspirações  da  população  em  situação  de  risco  social,  evitando  sanções   à  municipalidade  no  tocante  à  perda  de  recursos e ou a desabilitação do município de Mossoró no Sistema Único da Assistência Social-SUAS”.

O Empenho está posto sob o número nº 20/2020, a partir de Termo de Contrato de nº 362/2019, com o valor correspondendo à nota fiscal nº 118.

Veja mais detalhes em edição do Jornal Oficial do Município (AQUI), edição de número 547/b, de 6 de fevereiro último.

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Terceirizada tem novo favorecimento e segue atrasando salário

A Athos Assessoria e Serviços Terceirizados, que presta serviços à gestão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), acaba de ser beneficiada com mais uma generosidade da Prefeitura Municipal de Mossoró. Mas mesmo assim, segue como uma das campeãs de atraso em salários de seus empregados.

Segundo o Jornal Oficial do Município (JOM), edição 543b, de quarta-feira (8), mas liberada nesta quinta-feira (9), ela terá prioridade no recebimento de R$ 667.153,14 da municipalidade, com “autorização de quebra de ordem cronológica de pagamento” da nota fiscal “73”, referente a serviço prestado em outubro do ano passado (veja AQUI).

Quebra de ordem cronológica favorece mesmo empresa duas vezes consecutiva (reprodução BCS)

Ela passa à frente de demais credores, porque o governo municipal alega que poderá ocorrer paralisação de pessoal terceirizado da Athos, com atuação no Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU).

No início de outubro (há três meses), portaria sob o número 280/2019, da Secretaria Municipal da Saúde, autorizou quebra de ordem cronológica da “Nota Fiscal 44″, no valor superior a R$ 329,018,51 – para agilizar pagamento à Athos (veja AQUI).

Novo contrato e faturamento milionário em 2019

Há poucos dias, precisamente dia 20 de dezembro de 2019, houve publicação do Jornal oficial do Município (JOM), edição  541, atestando que essa empresa originária de Fortaleza (CE) – veja AQUI, ganhou outro contrato com a PMM – no valor de R$ 16.959,996,00 (veja AQUI).

Só em 2019, essa terceirizada recebeu de mão beijada um aditivo, o favorecimento de privilégio para receber pagamento à frente de outros credores da municipalidade e duas dispensas de licitação (veja AQUI), além desse novo contrato.

Faturou mais de R$ 10 milhões em 2019 (veja AQUI), mas mesmo assim, segue com atrasos salariais e de outros direitos com dezenas de empregados.

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Terceirizada obtém outro contrato para recrutar mão de obra

A terceirizada Troia Serviços Ltda. emplacou mais um contrato na Prefeitura Municipal de Mossoró. Vai empregar dezenas de pessoas nos próximos meses

A empresa vai faturar R$ 3.135,437,28 – se não houver algum aditivo para ampliar esse total.

O negócio é tratado como contrato para ocupação de mão de obra, conforme pregão presencial de número 111/2019.

A homologação aconteceu no dia 26 de dezembro de 2019, atesta o Jornal Oficial do Município (JOM) desse último dia 3 de janeiro – veja AQUI.

Origem

A Troia é originária de Fortaleza-CE, com endereço à Rua Alan Kardec,, 774, loja 28, Montese. Faturou R$ 3.252.860,78 apenas em 2019. Já em 2018 empalmou R$ 1.751.515,21. Ou seja quase o dobro agora.

Um dado interessante: a Troia Serviços Ltda. foi oficialmente criada em Fortaleza-CE no dia 19 de outubro de 2016, apenas 17 dias após as eleições municipais daquele ano em que a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) foi eleita. Seu capital social é de R$ 500 mil.

Ganhou logo contrato na municipalidade mossoroense, seguido de algumas dispensas de licitação e até publicação de extrato contratual com omissão de informações (veja AQUI) obrigatórias.

Enfim, tudo em casa.

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Terceirizada recolhe veículos por falta de pagamentos

Mudou o ano, mudou o calendário, mas a gestão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) mantém o ritmo de 2019 em descompromisso. Prometeu, descumpre.

Eurorent Locadora de veículos à prefeitura suspendeu serviço anteriormente no dia 26 de novembro (Foto; BCS)

Por falta de pagamento de quatro meses de contrato com a pasta de Administração e cinco sem receber pelo contrato na pasta da Saúde Municipal, a empresa terceirizada Eurorent Locadora de Veículos Ltda. começou a recolher todos (62) os veículos cedidos à Prefeitura Municipal de Mossoró.

Essa terceirizada faz concessão contratual para que município atrase até três meses. Mas agora se acautela, protesta de forma incisiva para evitar o pior.

Pacientes prejudicados

Dessa forma, os prejuízos mais significativos ficam para pacientes e familiares que precisam de transporte para exames e tratamentos na cidade e fora do município.

Em meio às festas de Santa Luzia, a Eurorent chegou a cogitar paralisação, mas atendeu a apelo do governo municipal para não fazê-lo. Recebeu mais uma promessa de pagamento (que também não foi cumprida).

Ela tinha recolhido seus  veiculos no dia 26 de novembro passado (veja AQUI, AQUI, AQUI e AQUI).

Nota do Blog – Na gestão passada, do então prefeito Francisco José Júnior, a Eurorent enfrentou situação semelhante. Ou seja, a prefeita e sucessora Rosalba Ciarlini copia com esmero a quem criticou em campanha e recrimina até hoje.

Minha Mossoró, o que estão fazendo com você?

P.S12h36Nota de Esclarecimento – A Prefeitura de Mossoró informa que os pacientes que fazem uso de transporte para tratamento de saúde não ficaram prejudicados devido à suspensão do uso da frota veicular por empresa contratada nesta terça-feira (07). Para garantir o atendimento desses mossoroenses, o Município realizou o transporte dos usuários com veículos próprios da saúde e de outras Secretarias Municipais. A Prefeitura reconhece o débito com a empresa e está empenhada em regularizar essa situação o mais rápido possível.

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Gestão começa ano com pressa em contratar mais terceirizados

O ano de 2020 começa como terminou 2019 na Prefeitura Municipal de Mossoró.

Nesta terça-feira (2) tem pregão (licitação) marcado para as 8 horas.

Gestão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) vai contratar empresa terceirizada, conforme publicação do Jornal Oficial do Município (JOM) de número 532-b, de 9 de dezembro, processo 370/2019, no valor de R$ 8.215.450,44.

Serão empregados trabalhadores para atividades de auxiliar de serviços gerais, contínuo, cozinheiro, digitador, recepcionista, condutor de veículos e supervisor.

Leia também: Rosalba contrata quase R$ 4 milhões sem licitação (mais uma);

Leia tambémPrefeitura não para de receber ‘caras novas’, apesar da crise.

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Licitação para contratação de mais terceirizados está mantida

Impugnações foram rejeitadas (reprodução BCS)

Impugnações ao edital para contratação de mais uma leva de terceirizados à Prefeitura Municipal de Mossoró não foram aceitas.

O pregão (licitação) está confirmado para o próximo dia 2 de janeiro, às 8h.

Os pedidos de esclarecimento e tentativas de impugnações que foram apresentados foram rejeitados pela municipalidade.

Resumo dessa decisão está no Jornal Oficial do Município de número 540-a (16/12/2019).

Empresa a ser contratada terá contrato superior a R$ 8,2 milhões a partir do próximo ano.

Serão contratados trabalhadores para atividades de auxiliar de serviços gerais, contínuo, cozinheiro, digitador, recepcionista, condutor de veículos e supervisor.

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Terceirizados e seus dependentes, uma força eleitoral invisível

A empresa que vai vencer a licitação do próximo dia 2 de janeiro, às 8h, para prestação de serviço terceirizado à Prefeitura Municipal de Mossoró, já sabe: os contratados prioritariamente precisam ser ‘provedores familiares’, homens e mulheres arrimos de família.

A aposta nesse perfil social não atende a qualquer exigência técnica do edital, mas a um propósito político-eleitoral.

O governismo precisa de gente para influir no voto dos demais membros da família: os dependentes.

Serão contratados trabalhadores para atividades de auxiliar de serviços gerais, contínuo, cozinheiro, digitador, recepcionista, condutor de veículos e supervisor.

Quanto maior a família, melhor. Mais votos.

O contrato vai passar dos R$ 8,2 milhões (veja AQUI).

Elementar, meu caro Watson.

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Município prepara outra contratação em massa de terceirizados

O Jornal Oficial do Município (JOM) da Prefeitura de Mossoró publica mais um edital sobre licitação para contratação de empresa terceirizada.

O pregão vai acontecer no dia 2 de janeiro de 2020, às 8 horas, na sede da Diretoria de Licitações, Contratos e Compras da municipalidade.

O JOM de número 532-b, de 9 de dezembro formaliza o processo 370/2019, no valor de R$ 8.215.450,44.

Serão contratados trabalhadores para atividades de auxiliar de serviços gerais, contínuo, cozinheiro, digitador, recepcionista, condutor de veículos e supervisor.

Leia também: Prefeitura não para de receber ‘caras novas’, apesar da crise.

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Prefeitura não paga atrasados e terceirizada segue parada

Veículos seguem parados (Foto: cedida)

A empresa Eurorent Locadora de Veículos Ltda. e a Prefeitura Municipal de Mossoró não se entenderam.

Veículos que prestam serviços à Secretaria Municipal de Saúde da municipalidade continuam parados.

Ao contrário do que oficialmente a gestão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) divulgou – veja AQUI – o impasse continua.

O transporte de pacientes e pessoal de trabalho que era feito pela Eurorent é improvisado com remanejamentos de outros setores da prefeitura.

Segue a dificuldade e em aberto débitos de vários meses.  Sem pagamento, essa terceirizada segue parada.

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Locadora recolhe veículos por falta de pagamento

Mais um problema seriíssimo na Saúde Municipal em Mossoró.

A empresa terceirizada Eurorent Locadora de Veículos Ltda. recolheu todos os veículos cedidos à Prefeitura Municipal de Mossoró.

Veículos estão parados em frente à empresa, à espera de pagamento de débitos (Foto: cedida)

Chegou ao seu limite quanto ao atraso no pagamento por seus serviços.

A gestão Rosalba Ciarlini (PP) deve oito meses de cobertura pelo locação de diversos veículos.

Os vereadores Genilson Alves (PMN), Ozaniel Mesquita (PL), Petras Vinícius e Raério Araújo (sem partido) procuraram representantes da empresa em Mossoró.

Foram comunicados que a Eurorent aguarda a solução do débito.

“Muitas pessoas estão prejudicados, gente que faz hemodiálise, por exemplo”, disse Ozaniel Mesquita ao Blog Carlos Santos.

– Mais um serviço parado por descompromisso e descaso da prefeitura. Acorda, Mossoró”, disparou Raério Araújo.

Nota do Blog – Fomos informados que pelo menos mais duas empresas podem tomar igual medida, pelo mesmo motivo, afetando outros setores da municipalidade na cidade e na zona rural. Anote, por favor.

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Terceirizada dá aviso prévio devendo folha de pessoal

A Troia Assessoria e Serviços Técnicos LTDA. (ou Troia Serviços Ltda.-ME), com sede em Fortaleza/CE, coloca sob aviso prévio dezenas de empregados que prestam serviço à Prefeitura Municipal de Mossoró.

A informação tem como fonte o Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio Conservação Higienização e Limpeza do Rio Grande do Norte (SINDLIMP/RN). Acrescenta, que até o momento os terceirizados não receberam o sequer mês de setembro.

O contrato em vigor tem duração de apenas 6 meses – com custo de R$ 2.561.381,88.

Foi feito com dispensa de licitação (claro), “em razão da inviabilidade da paralisação das atividades da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Juventude”.

Sempre sem licitação, claro

A vigência compreende o dia 2 de maio deste ano ao próximo dia 29.

Esse é mais um contrato da empresa na gestão Rosalba Ciarlini (PP), sem licitação. Antes da campanha do ano passado (veja AQUI), já tinha emplacado outro. O contrato atual recebeu aumento de R$ 606.038,10, que representa um reajuste de quase 31% de um ano para o outro.

Um dado interessante: a Troia Serviços Ltda. (ou Troia Assessoria e Serviços Técnicos LTDA.) foi oficialmente criada em Fortaleza-CE no dia 19 de outubro de 2016, apenas 17 dias após as eleições municipais daquele ano em que a prefeita Rosalba Ciarlini foi eleita.

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Diretor do Tarcísio Maia ameniza crise e garante avanços

Laurindo: providências (Foto: TCM)

Em contraponto à postagem sob o título Tarcísio Maia “falta de tudo” e salários estão em atraso, o diretor geral do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), médico Eliezer Laurindo, pronuncia-se.

Ele rebate o webleitor-médico que criticou através desta página o atraso salarial e grave escassez de insumos básicos nesse equipamento de saúde.

Leia abaixo o que escreve o diretor geral:

Ao jornalista Carlos Santos.

Prezado.

Tendo em vista a divulgação no seu conceituado blog do texto TARCÍSIO MAIA ‘“FALTA TUDO” E SALÁRIOS ESTÃO EM ATRASOS, de leitor não identificado que relata situação de faltas generalizadas e atraso de salários no Hospital Tarcísio Maia, a Direção Geral do Hospital, vem esclarecer o seguinte:

Os profissionais médicos que prestam serviços ao Hospital Tarcísio Maia, a exemplo de outras unidades hospitalares integrantes da Secretaria Estadual de Saúde – SESAP são regidos, em sua maioria, por relação contratual, com direitos e deveres inerentes a contratante e contratada.

Os recursos financeiros correspondentes aos salários dos serviços médicos são liberados mediante a conclusão da devida tramitação processual, que depende em parte da data em que as cooperativas emitem notas fiscais dos serviços. Por razão de mudança de fonte para custeio da despesa e bloqueio do orçamento geral do Estado por conta do final do exercício de 2018, todos os pagamentos sofreram atrasos nestes dois meses, o que ao nosso ver não gerou descumprimento as obrigações contratuais com as cooperativas médicas, organizações com as quais o hospital mantém permanente diálogo quanto ao ordenamento dos serviços e demais obrigações ao devido cumprimento dos termos contratuais.

No texto acima mencionado quando diz que FALTA TUDO, parece querer corresponder a uma situação de crise generalizada, o que consideramos injusta e inverídica dado não se ter no âmbito hospitalar descontinuidade dos serviços, mesmo com o problema técnico no tomógrafo já em processo avançado de resolução, e faltas pontuais de medicamentos e material por conta de atrasos de pagamentos aos fornecedores conforme já exposto pela gestão central da Secretaria.

Nestas circunstâncias que os processos de pagamento às cooperativas médicas dos meses de janeiro e fevereiro estão conclusos administrativamente, juntamente com outros processos para cobertura contratual de serviços de manutenção de equipamentos, aquisição de material de consumo e regulação da porta de entrada  de modo a atender  situações  de emergência/urgências, articulada aos serviços de baixa complexidade efetivamente garantidos  pela rede de assistência, estaremos dando significativo avanço na melhoria da assistência aos usuários e usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS).

Mossoró, 22 de março de 2019

Eliezer Laurindo – Diretor Geral

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“Fantástico” denuncia esquema de fraudes com terceirizadas

Terceirizada relatou esquema (Foto: Giovani Grizotti/RBS TV)

Empresas terceirizadas são usadas como cabide de emprego. Pagando propina ou com licitações fraudadas, órgãos públicos contratam essas empresas para atuar em serviços em áreas como saúde, segurança ou limpeza.

Em vez de escolherem os funcionários levando em conta a sua qualificação, o que vale mesmo é o famoso QI: quem indica. Prefeitos, secretários e vereadores são os donos das vagas e indicam quem eles bem entendem: cabos eleitorais, parentes e amigos.

Quem paga a conta? Os cofres dos municípios. Um tipo de corrupção que se espalhou pelo Brasil.

Veja matéria completa veiculada no programa “Fantástico” da Rede Globo, veiculada nesse domingo (17), clicando AQUI.

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Terceirizada que administra aeroporto recebe pagamento

Apesar do atraso, o governo estadual efetuou pagamento da primeira parcela do contrato de terceirização à empresa que passou a administrar o Aeroporto Dix-sept Rosado em Mossoró.

O “Contrato de Prestação de Serviços n.º 002/2017-PJ, em caráter emergencial visando a administração aeroportuária, do Aeroporto Dix-Sept-Rosado em Mossoró,” foi publicado no dia 4 do mês passado – com valor de R$ 900 mil para atuação em 180 dias (seis meses).

A terceirizada é a empresa Consultear Consultoria e Administração Aeroportuária Eireli-ME.

Teve o crédito de R$ 150 mil.

É praticamente impossível que este ano o aeroporto tenha retomado ciclo de voos comerciais e até mesmo pousos e decolagens noturnos, haja vista problemas com furtos de luminárias de sinalização da pista.

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Natal infeliz e a tornozeleira eletrônica que não vem…

Por Carlos Duarte

Enquanto aguardava para resolver um procedimento burocrático numa das secretarias da Prefeitura de Mossoró, dirigi-me à copa em busca de água para beber. Fui gentilmente atendido por uma senhora, de compleição frágil, que, acanhada, disse-me que não havia água, café e sequer copos descartáveis.

Isso é até compreensível e esperado, diante da situação de crise por que passam as prefeituras de todo o País.

Mas, o que não é compreensível e nem tolerável, é o desabafo revelado por essa senhora, que trabalha numa das empresas terceirizadas pela PMM:

“Meu salário está atrasado há oito meses…, luz e água cortadas, dois filhos pequenos para criar; …faltam três dias para o Natal e ninguém, ainda, me disse quando vou receber o décimo terceiro salário. Não sei o que vou dizer aos meus filhos”, completou com os olhos marejados.

A constatação desse fato nos mostra que o problema é bem maior do que os percalços técnicos decorrentes da incompetência de gestores públicos inescrupulosos – que, além de empalmarem o dinheiro público, roubam também a esperança dos menos favorecidos. A grande maioria desses (des)ordenadores do dinheiro público age com uma espécie de padrão preestabelecido: insensibilidade, covardia, dissimulação e frieza, entre outras estratégias de perfis psicopatas.

Enquanto os bacanas ostentam ceias requintadas e presentes caros, em ambientes luxuosos, neste natal, como está sendo o natal dessa humilde servidora terceirizada e de outros milhares de pessoas atingidas pelo descaso com o dinheiro público?

Pode-se imaginar tudo…

Por outra via, sem quaisquer dramas de consciências, nas redes sociais, os abastados viralizam mensagens de solidariedades, esperanças, amor, paz, reconstrução e prosperidade, entre outros falsos incentivos.

Aproveitam-se da fragilidade e ingenuidade de muitas pessoas, neste clima fraternidade cristã, para mais uma tentativa de divulgação de suas “imagens positivas”.

Que em 2017, Papai Noel fique mais atento e não acredite mais em corruptos.

Eles não foram bons meninos.

Presentei-os, no máximo, com tornozeleiras eletrônicas.

SECOS E MOLHADOS

Piora – Na comparação com a média do País, o Nordeste é a região que apresenta piora mais acentuada em seus principais indicadores econômicos. É o efeito da combinação de renda mais baixa que a média nacional, alta dependência por verbas públicas, congelamento do Bolsa Família (desde 2015) que, entre outros fatores, eleva o desemprego na região para 14,1% e faz a economia cair 6% no acumulado dos últimos doze meses (fontes:IBGE/Banco Central). Como o foco da crise é fiscal, a dependência das políticas exageradas de aumento de renda, sem levar em conta a competitividade, não poderia produzir resultados diferentes neste cenário.

Presente – A Prefeitura de Mossoró dá mais um presente natalino à sociedade. Na véspera de Natal não houve coleta de lixo em vários bairros da cidade. O jeito foi receber os convidados para ceia com o lixo exposto nas calçadas, praças e logradouros. Triste fim de governo. Muito lamentável, mesmo.

Vergonha – Os marginais nunca estiveram tão à vontade em Mossoró e em todo o RN. Estão cada vez mais ousados e violentos. Na última semana, uma vítima – que localizou sua moto roubada – teve que negociar diretamente com o bandido a sua liberação. Achou mais prático e ágil. Sequer apareceu nas estatísticas de roubo. Pagou R$ 600,00 aos “mano” e a recuperou. Isso evidencia a incapacidade do Estado em manter minimamente a ordem pública e a segurança dos cidadãos. Imagine se a segurança pública não tivesse sido a “prioridade” de campanha do governador Robinson Faria (PSD).

(IN)segurança – Continuamos entregues à própria sorte, em Mossoró. Roubos, assaltos, arrastões, assassinatos, arrombamentos, ameaças, extorsões… . O portfólio da bandidagem se amplia e as ações marginais se tornam mais intensas, em todos os quadrantes da cidade. Falta de policiamento ostensivo, ruas escuras e mal iluminadas, impunidade e esgarçamento econômico-social são vetores de fomento ao crime. Com o bandido armado, o cidadão de bem, sem proteção, vive acuado, amedrontado e sem sossego. Não se enxergam medidas concretas (nem de curto, médio ou longo prazo) capazes de, pelo menos, minimizarem os problemas mais evidentes. Ao contrário, o que está ruim vai ficar ainda pior com esse governo medíocre.

Atraso – O Governo do Estado vai entrar 2017 com a folha de dezembro pendente. Até agora, não anunciou sequer o cronograma de pagamento. As projeções apontam que, se não houver uma mudança muito séria na condução das finanças do RN, o governo Robinson Faria poderá conviver com o ano de 2018 com, pelo menos, quatro folhas de pagamento em aberto.

Vulcano – O Ministério Público do RN (MPRN) denunciou à Justiça o presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Jório Nogueira (PSD), e o prefeito Francisco José da Silveira Junior (PSD), na Operação Vulcano, deflagrada em 2012. Sem o manto dos poderes constituídos, ambos vão ter sérias dificuldades. Mas, outras investigações seguem o curso com foco na Câmara e, mesmo com efeito retardado, trarão complicações para muita gente que se considera inatingível.

Secretariado – O secretariado que será anunciado pela prefeita eleita Rosalba Ciarlini (PP), nos próximos dias, não deverá conter grandes surpresas. O núcleo duro do governo já está definido e o resto da composição deverá ser mera acomodação político-partidária. O que se espera da equipe são correções de rumo para o enfrentamento da crise. Tais condutas devem ter estratégias eficazes e de impacto, com transparência, que restabeleçam os níveis de confiança da população. Aguardemos.

* Veja AQUI a coluna anterior.

Carlos Duarte é economista, consultor Ambiental e de Negócios, além de ex-editor e diretor do jornal Página Certa

Divídas de Prefeitura e Estado comprometem terceirizadas

As empresas prestadoras de serviços terceirizados têm amargado sérios prejuízos nos últimos meses devido à falta de repasse de verbas dos governos municipal e estadual e ao grande número de ações sem acordos por parte de alguns membros do Ministério Público do Trabalho (MPT).

O setor que emprega cerca de 20 mil pessoas no estado, pode sofrer grandes perdas nos próximos meses.

A empresa Safe, por exemplo, já estuda iniciar a demissão de parte do seu quadro de funcionários diante dos atrasos nos pagamentos e das constantes solicitações de bloqueios de recursos por alguns integrantes do MPT.

A Safe emprega mais de dois mil funcionários em todo o Estado.

Pelos levantamentos do Sindicato das Empresas Prestadoras de Serviços e de Locação de Mão de Obra (Sindprest), as dívidas da Prefeitura do Natal e Governo do Estado já ultrapassam a cifra de R$ 50 milhões.