A diretoria do Potiguar de Mossoró apresentou de forma oficial nas redes sociais e também no Site Oficial do clube, nessa terça-feira (31), o local onde será construído o Centro de Treinamento (CT) do alvirrubro mossoroense. O CT alvirrubro será construído em uma área de 2 (dois) hectares e fica localizada próximo à Av. Jerônimo Dix-Neuf Rosado (Leste-Oeste), próximo ao centro de Mossoró.

O presidente Executivo do Potiguar, Djalma Freire Júnior, falou sobre essa conquista tão sonhada por clube e torcedores. “Em primeiro lugar quero agradecer, em nome de todos que fizeram e fazem parte da vitoriosa história do Potiguar, aos irmãos Gregório Jales Rosado, Andréa Jales Rosado e Frediano Jales Rosado pela doação do terreno para a construção do nosso CT. É um marco muito grande dentro da história do nosso querido clube”, disse.
Já o presidente do Conselho Deliberativo do Potiguar e da Associação Clube dos Desportistas Potiguares, Gregório Jales Rosado, projetou o que esse momento tão especial vai significar adiante:
– “Quero comunicar com enorme satisfação e alegria a doação, por parte da minha família, do terreno para a construção do Centro de Treinamento do Potiguar. Temos total convicção que esse momento fará o Potiguar e sua torcida ficarem ainda mais fortes e unidos. O time começa a criar sua identidade com seu local de treinamento. Sabemos da grandiosidade da torcida do Potiguar e esse momento é mais um divisor de águas para o nosso clube. Convoco desde já toda a torcida do Potiguar para contribuir com as ações que serão divulgadas para a construção do CT”, comentou.
CT Manoel Barreto Filho
No dia 16 de dezembro de 2012, o Potiguar fez lançamento da “Vila do Príncipe”, Centro de Treinamento Manoel Barreto Filho, no Alto do Sumaré. Homenageava seu presidente mais notável. A obra começou com fôlego e animadora, mas não se transformou em realidade.

Planejamento e projeto apontavam à construção de dois campos de futebol em dimensões oficiais com grama do mesmo padrão que seria utilizado no Arena das Dunas (Natal), além de instalações para acomodação de atletas e vários departamentos.
A estrutura ensejaria fixação do Potiguar num seleto grupo de clubes, no Brasil, em condições de formalizar parcerias e negócios para fortalecimento da marca do chamado “Time Macho”.
Toda a aposta acabou definhando, porque não se conseguiu garantia de irrigação para os campos, após várias tentativas de perfuração de poços.
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