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Indústria salineira do RN tem vitória impactante no STJ

Setor salineiro está asfixiado (Foto: Anderson Barbosa)
Setor salineiro é beneficiado por ação da Socel (Foto: Anderson Barbosa/Arquivo)

Esta semana, a indústria salineira do RN começou a ver restabelecida a verdade e aliviar-se do risco de ser inviabilizada por multas do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). As sanções, somadas, poderiam chegar a mais de 600 milhões de reais. Publicação no Diário de Justiça Eletrônico Nacional (DJEN) dessa segunda-feira (19) veio com decisão impactante.

Aconteceu no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, o julgamento do primeiro processo em que houve a análise de mérito da acusação feita pelo Cade, autarquia federal vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, de formação de cartel no setor salineiro. O entendimento do STJ é impactante para o setor que no país, em território potiguar, detém mais de 95% da produção de sal marinho.

Em voto do ministro Gurgel de Faria, o STJ rejeitou um recurso do Cade e anulou multa aplicada à Sociedade Oeste Ltda. (SOCEL), empresa industrial sediada em Mossoró.

A decisão confirmou entendimento do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), que concluiu não haver provas de que a empresa e as demais congêneres tenham participado de cartel ou prejudicado a concorrência no mercado.

interpretações genéricas 

Segundo o STJ, a punição aplicada pelo Cade não poderia se sustentar apenas em suposições. Um laudo técnico independente, produzido durante o processo judicial, apontou que não houve combinação de preços nem prejuízo ao mercado consumidor.

Com isso, nesse caso, foi cancelada multa superior a R$ 5,9 milhões, além das penalidades impostas aos sócios da empresa.

De acordo com o advogado Marcos Araújo, que atuou na defesa da Socel, a decisão “reforça que acusações graves como a de cartel precisam estar baseadas em provas concretas, e não apenas em interpretações genéricas do comportamento do mercado”.

Este julgamento implicará na fixação de parâmetros para desconstituição das multas aplicadas às demais indústrias salineiras do Estado do RN.

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Walter Nunes tomará posse como desembargador federal do TRF5

Walter Nunes é originário de Natal e atuava na Justiça Federal no RN (Foto: divulgação)
Walter Nunes é originário de Natal e atuava na Justiça Federal no RN (Foto: divulgação)

O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) realizará, no próximo dia 1º de setembro, a posse solene do desembargador federal Walter Nunes da Silva Júnior. Ele foi nomeado pela Presidência da República, no dia 2 de junho, pelo critério de antiguidade, para ocupar a vaga deixada com a aposentadoria do desembargador federal Vladimir Carvalho.

A solenidade ocorrerá no auditório do Pleno, no 1º andar do edifício-sede do TRF5 (Edf. Ministro Djaci Falcão, Av. Cais do Apolo, s/n, Recife/PE), às 17h, com transmissão ao vivo pelo canal do Tribunal no YouTube.

A cerimônia será conduzida pelo presidente do TRF5, desembargador federal Roberto Machado. Em nome da Corte, a desembargadora federal Cibele Benevides fará a saudação ao novo integrante do Colegiado. Nunes receberá os cumprimentos no Salão do Pleno.

A posse administrativa do desembargador foi realizada no dia 4 de junho, perante o Pleno da Corte.

Perfil

Natural de Natal (RN), Walter Nunes é graduado em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), com mestrado e doutorado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). É titular da 2ª Vara da Justiça Federal no Rio Grande do Norte (JFRN), onde construiu trajetória marcada pela atuação em casos de grande repercussão.

Foi corregedor da Penitenciária Federal em Mossoró (RN), coordenador-geral do Fórum Permanente do Sistema Penitenciário Federal e membro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Também presidiu a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e atuou como juiz auxiliar da Presidência e da Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ). É membro titular do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP).

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Juiz Walter Nunes da Silva Jr. é nomeado desembargador federal

Juiz federal Walter Nunes da Silva Júnior tem trajetória que impressiona Foto: JFRN)
Juiz federal Walter Nunes da Silva Júnior tem trajetória que impressiona Foto: JFRN)

O juiz federal Walter Nunes da Silva Júnior, titular da 2ª Vara Federal do Rio Grande do Norte, foi nomeado desembargador federal do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), pelo presidente Lula da Silva (PT). O potiguar Walter Nunes da Silva Júnior escreve uma longa e respeitada história no Direito do Brasil.

Ele foi promotor de Justiça, juiz de direito e procurador da República. É membro da Academia de Letras Jurídicas do Rio Grande do Norte (ALEJURN).

O magistrado desempenha atualmente  as funções de Corregedor do Presídio Federal em Mossoró/RN, Coordenador-Geral do Fórum Permanente do Sistema Penitenciário Federal da Corregedoria-Geral da Justiça Federal e Coordenador do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Penitenciário Federal do Tribunal Regional Federal da 5ª Região.

Além disso, Walter Nunes é membro efetivo do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP).

O magistrado também atua como docente. Na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) é professor da graduação e pós-graduação.

Além disso, é professor titular da Escola da Magistratura do Rio Grande do Norte (ESMARN), da Escola de Magistratura do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (ESMAFE) e da Escola Nacional de Magistratura (ENFAM).

Autor de quatro livros, é organizador e autor de capítulos de outras oito obras.

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Acordo será assinado para integrar repressão à criminalidade

Monitoramento terá aplicativo (Foto: ilustrativa)
Videomonitoramento integrado e compartilhamento de dados fortalecem trabalho (Foto: ilustrativa)

Um importante acordo de cooperação será assinado amanhã (quarta-feira, 28) em Natal envolvendo o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT/RN)), Tribunal de Justiça do RN (TJRN), Polícia Federal (PF) e o Governo do Estado do Rio Grande do Norte. O grande objetivo é criar uma rede colaborativa denominada Cercamento Digital de Segurança Pública, com o programa Jud Seguro.

O acordo implementa um sistema integrado de videomonitoramento e compartilhamento de dados entre os Tribunais, a PF e o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública. O grande objetivo é a prevenção, controle e repressão de ilícitos penais.

As instituições estarão conectadas por fibra ótica à rede do Estado.

O acordo será firmado durante abertura do Fórum de Juízes Criminais da 5ª Região, que acontecerá no auditório da Justiça Federal do Rio Grande do Norte. Estarão assinando o acordo o presidente do TRF5, Desembargador Federal Francisco Roberto Machado, o Presidente do TRT21, Desembargador Eduardo Serrano da Rocha, o Presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, Desembargador Ibanez Monteiro, a superintendente da Polícia Federal, Delegada da PF Larissa Freitas Carlos Perdigão, e a governadora do Estado Fátima Bezerra.

O corregedor do Tribunal Regional Federal da 5ª Região Leonardo Resende, o Diretor do Foro da JFRN, magistrado Hallison Bezerra, e o Juiz Federal convocado Walter Nunes da Silva Júnior, coordenador do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema da JFRN também assinarão o acordo.  Inclusive, foi do GMF do Judiciário Federal potiguar a iniciativa do Jud Seguro.

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Juiz federal Walter Nunes Jr. é eleito desembargador do TRF 5

Walter Nunes foi eleito pelo plenário nessa quarta-feira, em Recife (Foto: TRF5)
Walter Nunes foi eleito pelo plenário nessa quarta-feira, em Recife (Foto: TRF5)

O juiz federal Walter Nunes da Silva Júnior, titular da 2ª Vara da Justiça Federal no Rio Grande do Norte (JFRN), será o novo desembargador federal do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5). O nome do magistrado foi aprovado, por unanimidade, na Sessão do Pleno desta quarta-feira (02), na sede desse colegiado, em Recife-PE.

Ele ocupará, pelo critério de antiguidade, a vaga deixada pelo desembargador federal Vladimir Carvalho. Desde o dia 15, Walter Nunes já vem atuando como desembargador federal convocado, em substituição ao próprio Vladimir Carvalho.

A indicação segue agora para nomeação pelo presidente da República.

Nunes é, também, corregedor da Penitenciária Federal em Mossoró (RN) e coordenador-geral do Fórum Permanente do Sistema Penitenciário Federal, além de ter sido membro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (AJUFE) e juiz auxiliar da Presidência e da Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Ele é graduado em Direito, pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), e mestre e doutor em Direito, pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

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Cooperativa dos Anestesiologistas do RN tem importante vitória

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O Supremo Tribunal Federal (STF) manteve íntegra a decisão do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) favorável à Cooperativa dos Anestesiologistas do Rio Grande do Norte (COOPANEST-RN), que concluiu pela inexistência de infrações aos princípios da livre concorrência e da livre iniciativa, afastando também a acusação de formação de cartel.

A decisão foi proferida em Ação Civil Pública movida contra a Coopanest-RN no ano de 2008 e garante que a eventual uniformização dos preços praticados pela cooperativa não caracteriza irregularidade. Assim, prevalece o entendimento do TRF5, que já havia descartado a necessidade de cisão da cooperativa e afastado a obrigação de pagamento de indenização por dano moral coletivo. A defesa foi feita pelo escritório Mendes Cunha Advogados.

Para o presidente da cooperativa, Vinicius Luz, a decisão representa uma vitória do cooperativismo e reforça a importância da união da categoria. “Sempre tivemos a convicção de que nossa atuação está dentro dos princípios legais e éticos. Essa decisão do STF reafirma a legitimidade do nosso trabalho e nos dá ainda mais segurança para continuar oferecendo anestesiologia de excelência à população do Rio Grande do Norte”, destacou.

Em nota, a Coopanest-RN “reafirma o compromisso com a qualidade da anestesiologia no estado e celebra a decisão como um marco para a segurança jurídica do setor e para o fortalecimento das cooperativas médicas.”

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Inscrição para Concurso do TRF5 será encerrada dia 27

TRF5 receberá duas desembargadoras nessa leva de posses (Foto: divulgação)
TRF5 é sediado em Recife-PE (Foto: divulgação)

Os candidatos interessados em participar do concurso público do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) têm até o dia 27 de agosto de 2024 para se inscrever. O certame é organizado pelo Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC).

Contempla oportunidades para vários cargos de Técnico e Analista Judiciário, com lotação prevista para as Seções Judiciárias dos Estados de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.

O TRF5 tem sede em Recife, Pernambuco e as inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site da banca organizadora, por meio do link: //concursos.ibfc.org.br/informacoes/466/

As remunerações iniciais para os cargos variam de R$ 8.046,84 para Técnico Judiciário a até R$ 13.994,78, para Analista Judiciário, conforme a especialidade. Além disso, os nomeados terão direito a benefícios como auxílio-alimentação e auxílio pré-escolar.

A prova objetiva está prevista para ser realizada em 13 de outubro de 2024 e incluirá disciplinas como Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico, Noções de Informática, Noções de Direito Constitucional, Noções de Direito Administrativo e Conhecimentos Específicos de cada área. Além das provas objetivas e discursivas, algumas especialidades, como Técnico Judiciário – Agente da Polícia Judicial, terão um Teste de Aptidão Física (TAF).

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TRF5 mantém absolvição do ex-senador José Agripino

MPF teve sua denúncia, contra Agripino, rejeitada novamente (Foto: Arquivo)
MPF teve sua denúncia, contra Agripino, rejeitada novamente (Foto: Arquivo)

Por unanimidade de votos, a 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) manteve a decisão do juiz federal Francisco Eduardo, da 14ª Vara Federal do Rio Grande do Norte, de absolvição do ex-senador José Agripino Maia (UB). Foi denunciado por supostamente manter em seu gabinete no Senado um funcionário fantasma.

O TRF5 negou provimento à apelação do Ministério Público Federal (MPF), interposta contra decisão do juiz, ratificando que as provas trazidas aos autos pela defesa do senador permitem concluir que o referido funcionário “teria exercido atividades típicas de assessor parlamentar”, sendo certo que “o Ministério Público Federal, por sua vez, não conseguiu desconstituir tais provas colhidas na audiência de instrução e julgamento”.

De acordo com o advogado do ex-senador, Fabrízio Feliciano, “a decisão representa o encerramento de uma acusação injusta e restaura a paz para alguém que dedicou mais de quarenta anos à vida pública, tendo sido prefeito de Natal, governador do RN por duas vezes e Senador da República por quatro mandatos, sem jamais sofrido qualquer condenação por improbidade”.

Todos os réus do processo também foram absolvidos da acusação do Ministério Público Federal.

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Juristas do RN serão homenageados pelo Tribunal Regional Federal

O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) realiza no próximo dia 08/02, a cerimônia de outorga da Medalha Pontes de Miranda, a mais alta condecoração concedida pela Corte. A solenidade será realizada no Plenário do TRF5, a partir das 16h. Este ano, serão homenageados o desembargador federal Vladimir Souza Carvalho e os professores Ivan Maciel de Andrade e Carlos Roberto de Miranda Gomes.

Pontes de Miranda produziu livro jurídico ainda como estudante (Foto: reprodução
Pontes de Miranda produziu livro jurídico ainda como estudante (Foto: reprodução

Natural de Itabaiana (SE), Vladimir Souza Carvalho é desembargador federal do TRF5 desde 2008, tendo sido promovido pelo critério de antiguidade. Exerceu a presidência da Corte durante o biênio 2019-2021 e, atualmente, preside a Segunda Seção e a Quarta Turma de Julgamento. Autor de diversas obras literárias, Carvalho também é membro da Academia Sergipana de Letras.

Ivan Maciel de Andrade nasceu no Rio Grande do Norte. É procurador de Justiça, escritor e professor aposentado da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). É membro da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras.

Carlos Roberto de Miranda Gomes também é potiguar e professor emérito da UFRN. Presidiu a Seccional do Rio Grande do Norte da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RN), tonando-se membro honorário vitalício da instituição.

A Medalha Pontes de Miranda foi criada pela Resolução nº 9/90 e tem como patrono o jurista alagoano Francisco Cavalcanti Pontes de Miranda. Nascido em 23 de abril de 1892, em Maceió/AL, graduou-se em direito pela Faculdade de Direito do Recife (FDR/UFPE) com apenas 19 anos de idade. Também era filósofo, matemático, advogado, sociólogo, professor universitário e diplomata brasileiro.

Faleceu em 22 de dezembro de 1979.

Até hoje, 63 personalidades jurídicas foram agraciadas com a Medalha.

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Procuradora da República do RN é nomeada desembargadora federal

Por Eliana Lima (BZN Notícias)

Procuradora da República no Rio Grande do Norte, Cibele Benevides foi a escolhida da lista tríplice pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) para o cargo de desembargadora do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), atualmente presidido pelo também potiguar Edilson Nobre.

Procuradora da República no Rio Grande do Norte, Cibele Benevides, a nomeada (Foto: Instagram)
Procuradora da República no Rio Grande do Norte, Cibele Benevides, a nomeada (Foto: Instagram)

A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União.

A lista tríplice foi eleita pelo Plenário do TRF5 para a vaga destinada a integrante do Ministério Público Federal (MPF), pelo quinto constitucional, previsto no artigo 94 da Constituição Federal. 

Cibele Benevides (RN) concorreu com Lívia Nascimento Tinôco (SE) e Andréa Walmsley Soares Carneiro (PE). As três foram as mais votadas na lista sêxtupla formada em eleição interna no MPF. 

A relação de seis nomes trazia o também norte-rio-grandense Marcelo Alves Dias, que atua na Procuradoria Regional da República da 5ª Região, com sede no Recife. 

Com a posse de Cibele, o TRF5 passará a ter três mulheres em sua composição, em companhia a Germana Moraes e Joana Carolina, juízas federais promovidas, respectivamente, por antiguidade e merecimento. 

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TRF5 realizará cerimônia de posse de 8 desembargadores federais

O Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 dará posse a oito novos desembargadores federais que foram nomeados para integrar o colegiado da Corte. A solenidade festiva será realizada na segunda-feira (17/10), às 16h, no Plenário do edifício-sede do Tribunal, em Recife-PE

TRF5 receberá duas desembargadoras nessa leva de posses (Foto: divulgação)
TRF5 receberá duas desembargadoras nessa leva de posses (Foto: divulgação)

Tomarão posse como desembargadores e desembargadoras federais Francisco Alves, Sebastião Vasques, Germana Moraes, Joana Carolina, Leonardo Resende, Frederico Dantas, Leonardo Coutinho e Rodrigo Tenório. Os três primeiros foram nomeados pelo critério de antiguidade.

Joana Carolina, Leonardo Resende, Frederico Dantas e Leonardo Coutinho passarão a integrar o TRF5 pelo critério de merecimento.

Já Rodrigo Tenório ocupará a vaga destinada ao Ministério Público Federal (MPF), pelo quinto constitucional.

A posse das desembargadoras federais Germana Moraes e Joana Carolina representa um marco na história do TRF5: é a primeira vez em que duas magistradas de carreira assumem o cargo de desembargadora federal na Corte. Até então, somente a desembargadora federal emérita Margarida Cantarelli havia integrado o colegiado do Tribunal, oriunda da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em vaga garantida pelo quinto constitucional.

Ela atuou na Corte entre os anos de 1999 e 2014.

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Procuradora-chefe é premiada por boas práticas em equidade de gênero

A procuradora-chefe da Procuradoria da República no RN (PR/RN), Cibele Benevides, foi uma dos vencedores do Prêmio Margarida de Boas Práticas em Equidade de Gênero, concedido pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5). Ela foi escolhida na categoria “Boas práticas de equidade de gênero no Sistema de Justiça” e irá receber sua premiação no próximo dia 13, em Recife.

Cibele Benevides: premiação dia 13 em Recife (Foto: PR/RN)
Cibele Benevides: premiação dia 13 em Recife (Foto: PR/RN)

O prêmio veio em função do projeto “Plena igualdade de gênero nos contratos administrativos do Ministério Público Federal do RN”, que buscou incentivar o equilíbrio entre homens e mulheres nas contratações de terceirizados, preservando o mínimo de 50% de pessoas do gênero feminino. Atualmente, a instituição conta com 13 colaboradoras do gênero feminino e 11 colaboradores do gênero masculino, distribuídos entre os contratos de vigilância, auxiliar administrativo, limpeza, copeiragem, carrego e descarrego, prestando serviços para a sede, em Natal.

Reconhecimento

“É na verdade um reconhecimento a todos que fazem a Procuradoria da República no Rio Grande do Norte. Essa iniciativa não teria sido levada à frente sem o esforço de vários servidores, sobretudo aqueles que tratam diretamente dos contratos, como os da Seção de Contratações e Gestão Contratual e da Secretaria Estadual. Espero que essa honraria, além de coroar esse projeto específico, contribua para que mais e mais projetos do tipo sejam adotados, dentro ou fora do MPF”, destacou Cibele Benevides.

A inscrição para o prêmio, inclusive, foi feita pela procuradora-chefe, incluindo ainda a participação do procurador-chefe substituto, Victor Mariz, e dos servidores Talita Bulhões, Henrique Cortês, Valdirécia Taveira, Claudiomar Maia, Luís Cláudio Ferreira, Ana Isabella Silva e Eduardo Ferreira Júnior, equipe que, unida, priorizou a efetivação da igualdade de gênero nas contratações.

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Juiz move mandado de segurança para Bolsonaro cumprir Constituição

Do Tribuna do Norte

Foi protocolado na noite de segunda-feira, 22, o Mandado de Segurança em nome do juiz federal Ivan Lira de Carvalho – e outros –  contra o presidente da república,  Jair Bolsonaro (PL).

Lira tinha nomeação certa, com base constitucional, mas foi preterido (Foto: arquivo)
Lira tinha nomeação certa, com base constitucional, mas foi preterido (Foto: arquivo)

O advogado de Lira é Marcio Montalvão Machado, um dos sócios do escritório do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ayres Britto.

Na semana passada, o magistrado da Justiça Federal do Rio Grande do Norte (JFRN) foi excluído da lista de nomeação de oito novos desembargadores federais. Ele seria para o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5). Bolsonaro descartou Ivan Lira, mesmo ele já tendo integrado três listas tríplices, o que tornava compulsória sua nomeação, como prevê a Constituição.

Precedente

Em setembro de 2012, o STF derrubou indicação feita pela então presidente Dilma Rousseff, que nomeou o juiz federal Marcelo Pereira Silva para o TRF da 2ª Região (Rio de Janeiro/Espírito Santo) em detrimento do juiz Aluísio Gonçalves de Castro Mendes. Na época, ele já havia sido incluído em três listas tríplices para promoção por merecimento e aparecia em primeiro lugar na lista então formulada pelo TRF2.

É caso semelhante ao de Ivan Lira.

O STF acolheu mandado de segurança da Associação dos Juízes Federais (AJUFE) e da Ajufe do RJ e ES, além da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), que alegaram ter o decreto presidencial desrespeitado o  preceito constitucional.

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Presidente nega nomeação de juiz do RN

Por Ney Lopes

O presidente Bolsonaro gerou uma polêmica com o judiciário potiguar, ao afastar da lista por merecimento o juiz federal Dr. Ivan Lira de Carvalho, que deveria ter sido nomeado desembargador do TRF da 5ª região, que abrange o Nordeste.

Foto ilustrativa (Web)
Foto ilustrativa (Web)

O ato presidencial, optando por outro nome, feriu o artigo 93 da Constituição, que é claríssimo, não comporta dúvidas, ao determinar a nomeação do juiz que aparecer três vezes consecutivas na lista encaminhada à presidência da República (letra “a” do artigo citado).

Esse é o caso do juiz Ivan Carvalho

Mesmo assim, o presidente negou a nomeação e deixou de fora o RN.

Fato semelhante já ocorreu, quando presidente a senhora Dilma Rousseff.

Ela negou a nomeação do juiz Aluísio Gonçalves de Castro Mendes, indicado para o Tribunal Regional Federal da 2ª Região, que havia sido incluído pela terceira vez em lista tríplice para promoção por merecimento.

Impetrada a ação mandamental no STF, por unanimidade, o ato da presidente Dilma foi anulado e concedida a segurança, por tratar-se de proteção a direito líquido e certo.

Na ocasião, o ministro Ayres Britto defendeu, que o nome de um magistrado figurando pela terceira vez consecutiva na relação de indicados, caberia não enviar a lista tríplice ao Executivo, mas sim a efetivação pelo presidente da nomeação automática.

Até hoje, em situações idênticas a do juiz Ivan Carvalho prevalece o entendimento, de que, em função do princípio da harmonia dos poderes, na hipótese do artigo 93 da Constituição, o Executivo é obrigado a nomear um único nome para respeitar a independência do Judiciário.

Diante do fato consumado da inexplicável recusa do presidente Bolsonaro em nomear o Juiz Ivan Carvalho, o caso será certamente submetido ao crivo do Judiciário.

Depois do julgamento, com a inevitável anulação do ato questionado, os “fanáticos bolsonaristas” dirão que o STF interferiu nos poderes do Presidente da República.

Mas, ao contrário, terá sido apenas a a correção de mais um erro do Executivo.

Cabe, ainda observar, que a nomeação do juiz Ivan Lira de Carvalho para o TRF da 5ª região, significará ato de justiça, considerando tratar-se de um magistrado admirado e aplaudido, pelo exercício ético e competente das suas funções.

Ney Lopes é jornalista, advogado e ex-deputado federal

Bolsonaro ignora Constituição e não nomeia juiz federal Ivan Lira

Por Laurita Arruda (Do Território Livre)

A edição extra do Diário Oficial de ontem trouxe as nomeações do  presidente Jair Bolsonaro para os cargos dos oito novos desembargadores para o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), ou seja, o Tribunal Federal que contempla os estados do Nordeste.

Ivan Lira é mais uma vítima do obscurantismo governista (Foto: arquivo)
Ivan Lira é mais uma vítima do obscurantismo governista (Foto: arquivo)

As listas foram elaboradas em julho último pelo Tribunal, que encaminhou as listas tríplices para o presidente da República nomear um de cada categoria; merecimento, antiguidade e na vaga do Ministério Público.

Ivan  Lira de Carvalho, juiz federal do Rio Grande do Norte, integrava a primeira lista e sua indicação era dada como certa por todos do meio jurídico, vez que existe um dispositivo na Constituição Federal que prevê a nomeação “automática” do magistrado que concorre por merecimento em três vezes anteriores.

Era o caso de Lira!

A própria Justiça Federal do RN explicou e deu a nomeação como certa em suas redes sociais na ocasião:

Na edição de ontem o Rio Grande do Norte ficou de fora e o magistrado Ivan Lira de Carvalho também.

Dizem na rádio corredor que o entendimento do Palácio do Planalto para priorizar outros critérios, que não a Constituição, foi a de  que a escolha era de uma lista sêxtupla e não de duas tríplices. Por ter sido em votações numa mesma sessão.

Um entendimento um tanto elástico, digamos.

A Justiça Federal do RN ainda não se manifestou, nem o magistrado preterido da nomeação.

Há quem veja que a judicialização será o caminho. Até em defesa da Carta Maior do país.

Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – Será que foram soprar no ouvido de Bolsonaro que o magistrado Ivan Lira é “comunista”? Essa neura é justificativa para todo tipo de aberração palaciana.

O obscurantismo virou regra e política doutrinária de governo. Francamente!

Leia também: Juiz Ivan Lira será o próximo desembargador do TRF5.

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Candidatura no MDB é mantida em decisão liminar no TRF 5

Nesta quinta-feira (11), o desembargador federal Paulo Cordeiro, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), em Recife, acatou pedido de liminar do advogado Fábio Sena em favor do ex-prefeito de Luís Gomes (RN) – Doutor Pio X Fernandes (MDB).

Garibaldi, Pio e Walter: aposta numa disputa bastante concorrida (Foto: divulgação/arquivo)
Garibaldi, Pio e Walter: aposta numa disputa bastante concorrida (Foto: divulgação/arquivo)

A candidatura de Doutor Pio a deputado federal, na nominata do MDB, sustenta-se por essa antecipação de tutela. É uma decisão provisória e monocrática. Contudo, de acordo advogado Fábio Sena, a elegibilidade no momento do registro da candidatura garante a candidatura e o cumprimento do mandato. “Ele tem que estar na condição de elegível no ato do registro de candidatura” explicou.

O ex-prefeito foi denunciado por irregularidades em gestão municipal pelo Ministério Público Federal (MPF).

No último dia 8, essa página noticiou em primeira mão que a candidatura de Pio estava a perigo: Candidato a deputado federal deve ter problema de inelegibilidade.

A nominata do MDB à Câmara dos Deputados foi montada por seu presidente, deputado federal e candidato a vice-governador Walter Alves. A aposta é que possa viabilizar a eleição do ex-senador Garibaldi Filho, seu pai. A presença de Dr. Pio como candidato é imprescindível para alcance dessa meta.

Leia também: MDB faz as contas e espera pelo menos 50 mil votos de duas ‘esteiras’.

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Juiz federal Ivan Lira será o próximo desembargador do TRF5

Muitos aplausos para o juiz federal Ivan Lira de Carvalho, também professor, escritor e integrante da Academia Norte-rio-grandense de Letras (ANRL), da Academia de Letras Jurídicas do RN, do Conselho Estadual de Cultura do RN e do Instituto Histórico e Geográfico do RN (IHGRN).

Ivan Lira, judicante culto e sem afetação, agora desembargador (Foto: arquivo)
Ivan Lira, judicante culto e sem afetação, agora desembargador (Foto: arquivo)

Titular da 5ªVara da Justiça Federal em Natal, ele será nomeado para ser o mais novo desembargador do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), com sede em Recife-PE.

Paraibano de Cuité, Ivan Lira é um magistrado sem pompa e um intelectual de verdade, inclusive sem qualquer afetação ou rompante de cultura (que verdadeiramente possui).

Tudo isso, sem deixar de ser gente, de gostos que podem ir do requinte ao populacho, sorvendo uma boa cachaça ou cantando, dançando, em algum salão.

Parabéns, Ivan (sem o ‘doutor’).

Você merece demais.

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Justiça mantém condenação de filho de ex-governadora do RN

Do Portal Jurídico

Ao julgar recursos de condenados na Operação Higia, ocorrida em 2008 para apurar desvios na saúde pública no Rio Grande do Norte, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) manteve a condenação por tráfico de influência a Lauro Maia, filho de Wilma de Faria, falecida em 2017 e governadora quando da operação.

Lauro Maia teria papel preponderante nos desvios, segundo os autos (Foto: Marcelo Barroso/TN/Arquivo)
Lauro Maia teria papel preponderante nos desvios, segundo os autos (Foto: Marcelo Barroso/TN/Arquivo)

Por outro lado, a Justiça Federal absolveu Maia de outros crimes pelos quais havia sido condenado: formação de quadrilha e corrupção passiva. Também manteve a condenação por estelionato de outro envolvido na operação Higia, Herbert Florentino Gabriel. Mas o absolveu dos demais crimes: formação de quadrilha, corrupção ativa e fraude ao caráter competitivo do procedimento licitatório, segundo o portal Justiça Potiguar.

Em 2013, na primeira instância, a Justiça Federal condenou, além de Lauro Maia e Herbert Florentino, Edmilson Pereira de Assis, Francisco Alves de Sousa Filho, Rosa Maria D’Apresentação Figueiredo Caldas, Ulisses Fernandes de Barros e Jane Alves de Oliveira a vários crimes relacionados à fraude a licitações e desvio de recursos públicos na Secretaria de Estado de Saúde.

Porém, agora o Tribunal Regional Federal declarou intempestiva a apelação do Ministério Público e, quanto à apelação dos réus, absolveu Edmilson Pereira, Rosa Maria, Ulisses Fernandes e outros.

A Operação Higia foi deflagrada para combater esquema de desvio de verbas públicas para firmar e prorrogar contratos na área de limpeza hospitalar e locação de mão-de-obra. Os condenados recorreram em liberdade à sentença do juiz Federal Mário Azevedo Jambo, da 2ª Vara Federal.

‘Homem bomba’

Fato relacionado ao caso que chamou atenção foi o assassinato do delator do esquema que culminou com a operação Higia, o advogado Anderson Miguel da Silva, dia 1º de junho de 2011, dentro do seu próprio escritório, no bairro de Lagoa Nova, na zona Sul de Natal. Um homem entrou na sala dele e disparou várias vezes. As imagens do suspeito, monitoradas por um circuito interno de câmeras, não foram gravadas pelo equipamento.

Anderson Miguel ficou conhecido em todo o Rio Grande do Norte como o ‘homem-bomba’ da operação Higia. Foi ele o responsável por delatar, em depoimentos prestados à Justiça Federal, um suposto esquema de corrupção dentro da Secretaria de Saúde no então governo Wilma de Faria.

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MPF recorre para que Caixa reforce fiscalização de obras públicas

MPF recorre a segundo grau sobre decisão judicial (Foto ilustrativa)
MPF recorre a segundo grau sobre decisão judicial (Foto ilustrativa)

O Ministério Público Federal (MPF) recorreu da decisão que indeferiu os pedidos feitos em uma ação civil pública (ACP) movida contra a Caixa Econômica Federal (CEF) e a União. Nessa ACP, o MPF cobra a devida fiscalização das obras realizadas com recursos públicos no estado do Rio Grande do Norte, cujos contratos tenham sido intermediados pelo banco. Falhas nessa vistoria vêm permitindo o desvio de verbas e servindo de argumento para a defesa de maus gestores, já que a CEF acaba atestando obras superfaturadas, incompletas e até mesmo serviços que não foram executados.

O recurso do MPF deverá ser analisado pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) e reforça que aproximadamente 15% dos procedimentos que apuravam possíveis casos de corrupção – entre os que tramitavam na Procuradoria da República no Rio Grande do Norte em 2020 – estão relacionados a contratos nos quais a Caixa é interveniente e tutora e que, se somados, representam milhões de reais em recursos públicos.

Ao negar os pedidos do MPF em primeira instância, o magistrado entendeu que “não compete ao Judiciário definir a forma como os órgãos públicos devem proceder à fiscalização dos recursos que eles destinam para outros órgãos públicos ou a pessoas jurídicas de direito privado para a consecução de obras públicas”.

CGU

Servidores da Controladoria-Geral da União (CGU) reforçaram à Justiça os prejuízos causados pela fiscalização ineficiente. Eles alertam que diversos gestores usam os dados superficiais da fiscalização da Caixa para rebater os relatórios da CGU.

O Relatório de Acompanhamento de Empreendimento – RAE – usado pelo banco, descreveram os representantes da controladoria, é “apenas uma folha onde se marca ‘x’ e diz se a obra está atrasada, uma análise bem superficial (…) não há fotos, laudos, pareceres, só o RAE e por ele não tem como ter ideia se vistoria atendeu aos requisitos; (…) esse método favorece o desvio de recursos”.

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MPF recorre contra reitora Ludimilla; juiz vê “patrulhamento ideológico”

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou recurso para pedir a condenação da reitora da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), Ludimilla de Oliveira, pelos crime de ameaça à aluna Ana Flávia de Lira, além de prevaricação. O pedido deve ser apreciado pelo Tribunal Regional Federal da 5a Região (TRF5).

Ludimilla foi absolvida em sentença da 8a Vara da Justiça Federal no Rio Grande do Norte (JFRN).

Juiz Orlan Donato rejeitou ação contra Ludimilla, mas procurador Emanuel usa recurso no TRF (Fotomontagem BCS)
Juiz Orlan Donato rejeitou ação contra Ludimilla, mas procurador Emanuel faz recurso ao TRF (Fotomontagem BCS)

Segundo o autor do recurso, o procurador da República Emanuel de Melo Ferreira, Ludimilla proferiu grave ameaça à aluna Ana Flávia de Lira ao mencionar a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) em resposta a comentário crítico da estudante em uma rede social.

A ação é baseada em precedente do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu grave desvio de finalidade das atividades de inteligência, mediante a utilização do aparato estatal para produzir relatórios e dossiês de pessoas identificadas como sendo antifascistas, em ato de perseguição política e ideológica (ADPF 722). O recurso ressalta que “a ameaça em torno da utilização da Abin era algo real e não meramente imaginário, com potencialidade lesiva. O mal injusto e grave consiste, precisamente, na busca pelo silenciamento no debate público a partir da possível elaboração de dossiês que poderiam ser compartilhados por todos os órgãos da Administração Pública que compõem o sistema de inteligência, como reconhecido pelo STF”.

Juiz vê “patrulhamento ideológico” do MPF

Na decisão de primeiro grau, o titular da 8ª Vara, com sede em Mossoró, Orlan Donato Rocha, destacou que “a presente ação penal, como um todo, retrata muito mais um patrulhamento ideológico sobre a ré do que um efetivo exercício de fiscalização da lei por parte do parquet denunciante, o que não é admissível e foge à competência do Poder Judiciário”.

O mesmo magistrado também exumou que “a questão do posicionamento ideológico em ações judiciais quanto ao membro do MPF denunciante, inclusive, está sob investigação dentro do âmbito do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP)”.

O procurador também reforça que a reitora cometeu o crime de prevaricação ao adiar a colação de grau da Ufersa, em janeiro de 2020, com o objetivo de evitar protestos, alegando ser uma medida de prevenção à covid-19. A cerimônia já seria realizada virtualmente, pelo YouTube, e a reitora chegou a publicar uma portaria proibindo qualquer protesto de estudantes no chat da plataforma.

Somente quando uma decisão judicial acatou pedido da Defensoria Pública da União e anulou a portaria pela clara violação à liberdade de expressão, a reitora decidiu cancelar o evento e a colação de grau foi realizada posteriormente sem cerimônia.

Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – O procurador da República Emanuel Ferreira é um dos autores da polêmica Ação Civil Pública (ACP) contra a União “por danos morais coletivos causados pela atuação antidemocrática do ex-juiz Sérgio Fernando Moro na condução da chamada Operação Lava Jato” (veja AQUI). O assunto ganhou notoriedade nacional.

Ele também  foi coautor – ao lado de outros seis procuradores – de outra ACP, em 2019, contra o então ministro da Educação, Abraham Weintraub e a União, por supostos danos morais coletivos causados à honra e à imagem de alunos e professores das instituições públicas federais de ensino. Weintraub, entre outras declarações, disse à imprensa que as universidades deveriam “melhorar desempenho acadêmico”, em vez de fazerem “balbúrdia”.

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Justiça Federal fará cerca de 200 audiências de conciliação

semana de conciliacaoA Justiça Federal no Rio Grande do Norte (JFRN), no período de 08 a 12 de novembro, promoverá uma Semana Nacional de Conciliação inédita. Nesta edição 2021,  a grande novidade fica por conta da realização de todas as audiências de conciliação – cerca de 200 – através da plataforma digital Mediações Online (MOL), parceira do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5).

É a inovação tecnológica se colocando como importante aliada para a solução consensual de conflitos, ao possibilitar a realização de mutirões de audiências virtuais num momento em que persistem as medidas de biossegurança para enfrentamento da propagação da Covid-19.

O mutirão virtual de audiências no Judiciário Federal potiguar  contará com processos envolvendo a Caixa Econômica Federal (CEF), especialmente ações de expurgos inflacionários sobre saldos de cadernetas de poupança, além de cobranças pré-processuais do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia, do Conselho Regional  de Corretores de Imóveis da 17a Região, do Conselho Regional de Representantes Comerciais, do Conselho Regional de Contabilidade e do Conselho Regional de Medicina Veterinária.

Quem têm pendências jurídicas com a CAIXA, o CREA, o CRECI17, o CORE, o CRC e o CRMV, que fiquem atentos aos seus e-mails para confirmação do recebimento daquele enviado pela MOL, em nome do TRF5, acessando os dados relativos à data, hora e link de participação na audiência de conciliação.

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Juiz federal Fábio Bezerra é convocado para o TRF5

Juiz federal Fábio Luiz de Oliveira Bezerra: Recife (Foto: JFRN)
Juiz federal Fábio Luiz de Oliveira Bezerra: Recife (Foto: JFRN)

O juiz federal Fábio Luiz de Oliveira Bezerra, vice-diretor do Foro e titular da 7ª Vara Federal do Rio Grande do Norte, foi convocado para atuar em auxílio nas funções jurisdicionais no gabinete do desembargador federal Roberto Wanderley Nogueira.

Estará nesse trabalho no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) no período desta quinta-feira (12 de agosto) até o dia 9 de novembro.

O TRF 5 é sediado em Recife – Pernambuco.

Com isso, o magistrado irá se afastar temporariamente das funções da 7ª Vara Federal, que estará com a juíza federal Janine Bezerra.

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