Por Walter Gomes

Preso em Curitiba, onde cumpre pena por condenação em segunda instância – corrupção passiva e derivados –, ex-presidente Lula da Silva é referência eleitoral na campanha deste ano, mas não como seus aliados esperavam.
Fernando Henrique Cardoso, personagem que governou o Brasil e citado com destaque nos veículos de comunicação, não conseguiu evitar eliminação de Geraldo Alckmin, seu candidato, no primeiro turno do pleito para o Planalto.
José Sarney acompanhou, sem condições de reverter, a derrota prevista de dois filhos. Roseana caiu na primeira fase do embate para voltar ao governo do Maranhão e o deputado Zequinha foi derrotado nas urnas para o Senado.
Dilma Rousseff, governante cassada pelo Legislativo com aquiescência do Judiciário, foi massacrada no pleito em que buscava uma das duas vagas para o Senado. Ficou em quarto lugar com baixo índice de apoio dos conterrâneos mineiros.
Fernando Collor, outro com passagem no poder nacional, renunciou ao mandato presidencial para evitar o impeachment anunciado. Desistiu de tentar o retorno ao governo de Alagoas, por subnutrição eleitoral. Continua senador até janeiro de 2023.
(*) Texto da coluna ‘Fatos e bastidores’.
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