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Walter anuncia que será candidato a estadual e MDB apoiará Allyson

Ex-senador Garibaldi Filho, Allyson e Walter Alves: MDB fechado (Foto: Arquivo/Potiguar News)
Ex-senador Garibaldi Filho, Allyson e Walter Alves: MDB fechado (Foto: Arquivo/Potiguar News)

Agora é oficial: o vice-governador Walter Alves (MDB) não assumirá o Governo do Estado, em caso de possível renúncia da governadora Fátima Bezerra (PT). Além disso, será candidato a deputado estadual e vai integrar com seu partido a aliança com a Federação União Brasil-Progressistas e o PSD, que deverá ter o prefeito mossoroense Allyson Bezerra (UB) como candidato a governador.

Walter emitiu Nota à Imprensa agora à tarde, após reunião com a governadora Fátima Bezerra, nesta segunda-feira (19). No comunicado, também deixa claro que os rumos partidários foram antecipadamente discutido internamente no MDB, bem como assinala que segue o apoio à reeleição do presidente Lula da Silva (PT).

Veja íntegra abaixo:

Nota à Imprensa

Estive reunido com a governadora Fátima Bezerra (PT) na manhã desta segunda-feira, dia 19 de janeiro.

Comuniquei que não assumirei o cargo de governador, com a possível renúncia dela. Também adiantei que sou pré-candidato a deputado estadual.

Ainda sobre as Eleições 2026, ratifiquei o posicionamento já alinhado com o presidente nacional do MDB, deputado federal Baleia Rossi, e com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, de apoiar a reeleição do presidente Lula (PT).

Sobre a sucessão estadual, cientifiquei a governadora que a posição do MDB-RN é de caminhar com os partidos Federação União Progressista (União Brasil e PP) e PSD. Decisão tomada após consulta aos correligionários.

Walter Alves

Presidente do MDB-RN

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Deputado governista antecipou à Fátima seu apoio a Allyson

Deputado Kleber Rodrigues mostra importância do documento (Foto: ALRN)
Deputado Kleber Rodrigues  é da bancada de Fátima Bezerra na ALRN (Foto: ALRN)

O deputado estadual Kleber Rodrigues (PSDB) teve um papo reto na sexta-feira (09), com a governadora Fátima Bezerra (PT).

Sem rodeios, qualquer tipo de chantagem ou subterfúgio, ele foi direto ao ponto quanto às suas escolhas e caminhos no ano eleitoral de 2026.

O que Rodrigues anunciou publicamente ontem (segunda-feira, 12) em Natal, em reunião com aliados de todo o RN, a governadora já sabia antecipadamente: não foi surpreendida.

Kleber apoiará o prefeito mossoroense Allyson Bezerra (UB) ao governo, que é oposição a governante. Em relação ao Senado, as escolhas ficam pela própria Fátima Bezerra e senadora Zenaide Maia (PSD) – veja AQUI.

Na Assembleia Legislativa do RN (ALRN), o deputado compõe a bancada governista.

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Oposição a Allyson encolhe mais ainda com saída de vereador

Heliane Duarte, Allyson, Isaac e Álvaro: Republicanos no governismo local (Foto: Redes socais)
Heliane Duarte, Allyson, Isaac e Álvaro: Republicanos no governismo local (Foto: Redes socais)

O vereador Isaac da Casca (MDB) sinalizou em nova direção na política de Mossoró. Retorna à bancada governista, à composição no grupo do prefeito Allyson Bezerra (UB).

Na convenção partidária que oficializou a chapa Allyson Bezerra-Marcos Medeiros (PSD) nesse sábado (3) – veja AQUI, Isaac prestigiou evento e a homologação do nome de sua mãe, Heliane Duarte, como candidata à vereança pelo Republicanos.

Vestido com camisa azul, padrão de identidade visual de Allyson Bezerra, o vereador posou ao lado dele, de Heliane e do prefeito natalense Álvaro Dias, presidente estadual do Republicanos.

Isaac não será candidato à reeleição este ano, passando o bastão para sua mãe, que é irmã do ex-vereador Ediondas Duarte (Edinho dos Rolamentos).

Seu encaixe na bancada governista é um retorno à base. Ele esteve no governismo nos primeiros meses da gestão Allyson Bezerra.

Agora, dos 23 vereadores na atual legislatura, a oposição tem apenas Marleide Cunha (PT), Tony Fernandes (Avante), Pablo Aires (PV), Omar Nogueira (PV), Lawrence Amorm (PSDB) e Carmem Júlia. A propósito, Tony e Pablo não serão candidatos à reeleição ou a qualquer cargo eletivo este ano. Já Carmem Júlia é vice na chapa à Prefeitura do vereador Lawrence Amorim, presidente do legislativo.

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Federação Rede/Psol diverge sobre aliança e mexe com nominata

Sandro e João falam sobre aspectos do formalismo da federação (Fotomontagem do BCS/Foto de Sandro da AL e de João de Edilberto Barros)
Sandro e João falam sobre aspectos do formalismo da federação (Fotomontagem do BCS/Foto de Sandro da AL e de João de Edilberto Barros/Arquivo)

Por Carol Ribeiro (Do jornal Diário do RN)

A Rede Sustentabilidade em Mossoró, apesar de integrar federação com o PSOL, buscou rumos próprios na formação da nominata a vereador e se encaminha para gerar um embate interno na definição dos apoios a prefeito. Os nomes que compõem o grupo de pré-candidatos a vereador são todos da base do prefeito Allyson Bezerra (União Brasil), nome que diverge ideologicamente dos princípios do PSOL/Rede.

A transferência destes nomes para a Rede ocorreu de forma emergencial, durante as últimas horas do prazo de filiações partidárias, na semana passada. Após a reviravolta que ocorreu no PSB, a saída de Rafael Mota com a definição nacional de aliança com o PT nos municípios do Rio Grande do Norte, em Mossoró, a nominata, que até então estava na base de Allyson, foi desfeita.

Em busca de abrigo partidário, os pré-candidatos foram alocados na Rede Sustentabilidade, numa articulação, nos bastidores, de Allyson Bezerra com o presidente da Rede RN, João Gentil.

Acontece que a Rede não pode tomar decisões unilaterais, sem que seja acertada com o PSOL. Do ponto de vista jurídico, a Federação funciona como um só partido e as siglas que a compõem não tomam decisões em separado. A decisão também pode descumprir resolução nº 07/2024, da Federação, que disciplina as coligações e a formação de lista de candidatos nas eleições majoritárias e proporcionais na eleição deste ano.

Apesar disso, o presidente da Rede Sustentabilidade garante à reportagem do Diário do RN que “a probabilidade de conflito com o PSOL é zero”. João Gentil informa que, mesmo tendo uma nominata formada por nomes ligados à Allyson Bezerra, não existe apoio firmado à majoritária ainda e que o assunto precisa ser debatido com a Federação através de plenárias e da convenção eleitoral.

Ele garante ainda que todos os nomes que estão lá são pessoas que “se identificam com a ideologia da Rede”.

“A (resolução da) Federação Rede-PSOL diz que a cidade que teve mais votos na eleição passada é quem vai deliberar sobre os rumos do processo eleitoral. Natal o PSOL teve mais voto do que Mossoró para vereador, então em Natal a Rede vai seguir com o PSOL. Mossoró a Rede teve mais voto que o PSOL. Então nós vamos discutir. Lógico que nós vamos decidir junto com eles, mas essa decisão de Mossoró é da Rede”, descreve Gentil se referindo ao artigo 6º da resolução.

O trecho diz que “na definição do quantitativo de vagas das chapas proporcionais será observada a votação obtida pelos partidos federados na disputa pela câmara de vereadores na eleição 2020”.

No entanto, o presidente estadual do PSOL, Sandro Pimentel, observa à reportagem que “na federação quem tem maioria na decisão é o PSOL, então a decisão de aliança passa também pelo PSOL. Isso ocorre nacionalmente, entendeu? Não é uma questão local ou regional”, diz.

Ele chama a atenção para o fato de que a mesma resolução “proíbe aliança com partidos que estiveram no apoio ao governo Bolsonaro”, o que inclui o União Brasil, de Allyson Bezerra.

A resolução nº 07/2024 especifica que “estão autorizadas alianças eleitorais majoritárias e a formação de coligações com os partidos da Federação Brasil da Esperança (PT, PC do B e PV), PSB e PDT, PCB e UP”. Ainda segundo o texto, alianças com o partido que não estejam autorizadas são vedadas e a autorização cabe à direção nacional e avaliação política local.

Na avaliação de Pimentel, o fato dos pré-candidatos a vereador da Rede terem vindo do PSB é “ok”, mas a aliança majoritária é outra discussão.

De um lado, João Gentil se mostra confiante que uma deliberação nacional sobre esta situação nunca vai ocorrer, por que “tudo vai ser conversado”.

Do outro, Pimentel lembra: “Se eram do PSB, eram. A partir do momento que decidiram se filiar ao PSOL ou Rede, sabem muito bem ou deveriam saber as decisões das nossas instâncias. Não poderão estar no palanque de nenhum candidato de direita, sob pena das punições internas”, afirma.

A resolução diz que a “inobservância de tais regras poderá levar à anulação das deliberações tomadas pela federação na circunscrição eleitoral, pela direção estadual ou nacional da federação, conforme o caso”.

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