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Licença ambiental é um dos gargalos do segmento petrolífero

Sedberg e Carvalho mostraram importância da agilidade (Foto: Divulgação)
Sedberg e Carvalho mostraram importância da agilidade (Foto: Divulgação)

A lentidão no licenciamento ambiental voltou ao centro do debate no 10º Mossoró Oil & Gas Energy. Empresas e entidades do onshore potiguar reforçaram que a falta de agilidade no processo é hoje um dos maiores entraves ao avanço do setor no Rio Grande do Norte. O evento começou terça-feira (25), sendo concluído nessa terça-feira, 2)7), na arena de eventos do Partage Mossoró.

Para os participantes, um modelo de licenças mais simples, previsível e eficiente é condição básica para atrair investimentos e manter um ambiente de negócios moderno e colaborativo.

Embora nenhuma atividade petrolífera possa funcionar sem licença ambiental válida, representantes do onshore apontam que, no RN, o processo tem sido excessivamente demorado.

Na conferência “Perspectivas da produção de óleo e gás no RN”, o CEO da Azevedo & Travassos Energia, Ivan Carvalho, destacou que a concessão pode levar cerca de sete meses, prazo que considera incompatível com a dinâmica da indústria. Segundo ele, o setor busca acelerar o trâmite sem flexibilizar normas ambientais.

“Não queremos fugir da responsabilidade. Queremos um processo mais simples, que gere agilidade. A burocracia trava uma atividade que movimenta a economia de forma singular”, afirmou.

Ônus e impacto

Levantamento do Observatório da Indústria Mais RN, da Fiern, mostra a dimensão do problema: licenciar no Estado pode custar até quatro vezes mais que em outros polos produtores e exigir até sete licenças por poço. Para o presidente da entidade, Roberto Serquiz, a palavra-chave é previsibilidade. Ele defende a conclusão da revisão da lei ambiental nº 272, em análise pelo Governo do Estado.

Avanços e perspectiva

A Associação Redepetro RN reconhece esforços do Idema para cumprir metas, mas avalia que ainda há espaço para ganhos de eficiência. “A velocidade do licenciamento pode gerar ainda mais prosperidade”, afirmou o presidente José Nilo dos Santos Júnior.

Apesar dos gargalos, o sentimento geral é de otimismo. O gerente de reservatórios onshore da Brava Energia, Frode Sedberg, vê grande potencial no Estado. “Precisamos de diálogo e de um ambiente competitivo, de ganha-ganha. acreditamos no Rio Grande do Norte e vamos permanecer aqui por muitos anos”, disse.

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Mossoró Oil & Gas terá também papel beneficente

Parceria com Ufersa faz parte do Moge 2024 (Foto: divulgação)
Parceria com Ufersa faz parte do Moge 2024 (Foto: divulgação)

Maior evento do setor de petróleo e gás onshore (em terra) do Brasil, a edição 2024 do Mossoró Oil & Gas Energy (MOGE) terá, também, caráter social.

A Redepetro RN, que realiza a feira ao lado do Sebrae no Rio Grande do Norte, firmou parceria com a campanha “Natal Sem Fome”, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), e doará, a cada inscrição efetuada para o Moge, R$ 1 à iniciativa beneficente.

Os valores arrecadados serão revertidos na compra de alimentos, que serão doados a instituições de caridade de Mossoró.

O apoio ao Natal Sem Fome marca a responsabilidade social do Mossoró Oil & Gas Energy, que será realizado de 26 e 28 deste mês, no Expocenter da Ufersa.

No ano passado, o Moge registrou mais de 5 mil inscritos para os três dias de evento, o que renderia R$ 5 mil à campanha. Esse valor, porém, pode ser maior em 2024, haja vista a expectativa da organização de superar os inscritos de 2023 este ano.

De acordo com o vice-presidente da Redepetro RN, Ubiratan dos Santos, a ideia é fortalecer a campanha Natal Sem Fome e contribuir para que mais pessoas carentes sejam beneficiadas pela campanha da Ufersa. “O evento já mantém uma parceria muito forte com a Ufersa e, na edição deste ano, entendemos que poderíamos ir além. Através da parceria com a campanha Natal Sem Fome, também vamos ajudar pessoas carentes, revertendo uma proporção de inscrições em doações”, explica.

Em Mossoró, além do Lar da Criança Pobre, serão beneficiados com a campanha Natal Sem Fome o Instituto Amantino Câmara e a Liga de Mossoró de Estudos e Combate ao Câncer.

Inscrições

As inscrições para o Mossoró Oil & Gas Energy podem ser feitas no site mossorooilgas.com.br.

Realizado pela Redepetro RN e Sebrae no Rio Grande do Norte, o Mossoró Oil & Gas Energy é focado na indústria onshore brasileira e reúne profissionais e empresas do segmento de exploração e produção de petróleo, gás e energias renováveis.

Ao longo dos três dias de programação, promove debates sobre tecnologia, sustentabilidade e inovação. A feira, que neste ano tem como tema “Integração energética: numa terra de negócios e mar de oportunidades”, se consolida como um fórum essencial para o desenvolvimento energético no Brasil.

Gasoduto da Potigás é apresentado; segmento da Redepetro aplaude

Apresentação de projeto foi no auditório do Sebrae Mossoró (Foto: Luciano Lellys)
Apresentação de projeto foi no auditório do Sebrae Mossoró (Foto: Luciano Lellys)

A Redepetro RN está otimista com a instalação do Polo Gás Sal, gasoduto que será construído entre os municípios de Mossoró e Areia Branca para fornecimento de gás natural. Segundo o presidente da entidade, Gutemberg Dias, a obra tem como foco principal beneficiar a indústria salineira da Costa Branca Potiguar.

Para ele, o empreendimento terá impacto direto em negócios de empresas associadas à Redepetro.

Em sua fala, durante o lançamento do projeto na noite desta quinta-feira (28), no auditório do Sebrae Mossoró, Dias lembrou que a ampliação na rede de atendimento através do Polo Gás Sal resultará no aumento da demanda de produção, fato que favorecerá empreendimentos locais do setor de petróleo e gás.

Obras em 2024

A construção do Polo Gás Sal é uma iniciativa do Governo do Estado, por meio da Companhia Potiguar de Gás (POTIGÁS). A instalação dos 46 quilômetros que interligarão os municípios de Mossoró e Areia Branca, por meio da rede de gás, terá aporte de R$ 26 milhões. A previsão é de que as obras, divididas em três fases, tenham início em 2024. Além da indústria salineira, a rede atenderá postos de combustíveis, comércios e residências ao longo da BR-110.

Para a governadora Fátima Bezerra (PT), que participou da cerimônia, o investimento fomentará a indústria salineira que precisa do gás em sua produção.

“Através dessa obra, estamos desenvolvendo a cadeia do sal, que é tão importante para o nosso estado porque somos o maior produto do Brasil. E assim, estamos atraindo mais investimentos para gerar emprego e renda para o povo potiguar”, declarou.

“O gasoduto vai potencializar a economia local, no sentido de que outros negócios, além do sal, também serão impulsionados pela rede de gás. Isso também faz uma conexão direta com a produção de petróleo e gás aqui no estado, porque o gás utilizado pela Potigás é extraído dos poços de petróleo da nossa região e isso faz com que aumente a demanda de gás dentro da nossa cadeia produtiva. Com certeza, vai gerar emprego, renda e negócios para as empresas associadas à Redepetro e para a região como um todo”, celebra Gutemberg Dias.

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Maior evento do onshore no país acontecerá em novembro

Evento este ano terá maior número de estandes (Foto: Arquivo)
Evento este ano terá maior número de estandes (Foto: Arquivo)

Considerado o maior evento do setor de petróleo e gás onshore (em terra) do Brasil, e edição 2023 do Mossoró Oil & Gas Expo (MOGE) já tem data para acontecer. Será entre os dias 21 e 23 de novembro, no Centro de Exposição de Exposições e Eventos Enéas Negreiros (Expocenter), na Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), em Mossoró.

Uma das novidades da feira para este ano será a ampliação no número de estandes, que saltará de 90 para 130 espaços para exposição.

O Mossoró Oil & Gas Expo é realizado pela Redepetro RN e Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Norte (SEBRAE/RN). Será a oitava edição do evento, responsável por reunir em Mossoró os principais atores da cadeia produtiva do petróleo e gás onshore do país.

Com o tema “Sustentabilidade socioambiental do onshore brasileiro“, o Mossoró Oil & Gas terá como foco as discussões voltadas às áreas ambiental, social e de governança (da sigla em inglês ESG) dentro do cenário da produção e exploração do petróleo e gás no país.

De acordo com o presidente da Redepetro/RN, Gutemberg Dias, a ideia é “ampliar a discussão sobre a necessidade de conciliar o aumento de produção e investimento no setor com as boas práticas de regulação ambiental, governança e ações melhoramento socioeconômicos, principalmente, das regiões onde as operações acontecem”.

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Empresários do RN buscam expansão de negócios na Bahia

Empresários do setor de petróleo e gás de Mossoró e região participam de hoje (quarta-feira, 24) até à próxima sexta-feira (26), da primeira edição da Bahia Oil & Gas Energy, no Centro de Convenções de Salvador. Eles integram missão empresarial liderada pela Redepetro RN e buscam, no evento, abrir o mercado para novas operações e expandir os negócios já existentes na região, que é detentora da quarta bacia mais produtora de petróleo e gás do país.

Evento é aproveitado para divulgação do Moge 2023 (Foto: cedida)
Evento é aproveitado para divulgação do Moge 2023 (Foto: cedida)

A delegação potiguar conta com 18 representantes de 10 empresas das mais variadas áreas de atuação no segmento de petróleo, gás e energia. O empresário Joaquim Patrício, diretor de Operações da J. Patrício Metais, é um dos integrantes da missão. Fornecedor de produtos e serviços voltados a atender grandes players que operam na cadeia produtiva, ele acredita que a feira ampliará o leque de possibilidades para novos negócios.

O presidente da Redepetro RN, Gutemberg Dias, está otimista com a participação dos empresários potiguares no evento. Segundo ele, a feira estimula a aproximação entre as empresas e, consequentemente, eleva as oportunidades de novos negócios dentro da cadeia produtiva do petróleo, gás e energias.

“Acredito que será um grande evento e que poderá render bons frutos ao empresariado potiguar”, destaca.

Mossoró Oil & Gas Expo 

Além de fortalecer e prospectar novos negócios, a Redepetro RN aproveitará os três dias da Bahia Oil, Gas & Energy para divulgar a edição 2023 do Mossoró Oil & Gas Expo (MOGE), considerado o maior evento onshore do Brasil.

Em um stand montado em local estratégico do evento baiano, a Redepetro RN expõe aos visitantes vídeo institucional do Moge, que acontecerá no mês de novembro, em Mossoró.

A ação, de acordo com o Gutemberg Dias, faz parte das estratégias para mobilizar toda a cadeia produtiva e “fortalecer, ainda mais, o Mossoró Oil & Gas Expo, que neste ano será ainda maior”, conclui.

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Redepetro sugere criação de Secretaria de Energias no RN

A Redepetro RN, associação que congrega empresas fornecedoras da cadeia de petróleo e gás, propôs a criação de uma Secretaria de Energias no Rio Grande do Norte. A proposta, segundo o presidente da entidade, Gutemberg Dias, ampliaria a capacidade de diálogo entre o segmento e o Governo do Estado, dada a importância do setor energético para a economia potiguar.

Dias deu entrevista a Carol Ribeiro e Vonúvio Praxedes (Foto: Redepetro)
Dias deu entrevista a Carol Ribeiro e Vonúvio Praxedes (Foto: Redepetro)

Ele renovou ideia nessa quarta-feira (8), durante entrevista ao Meio-dia Mossoró, jornalístico da FM 95 de Mossoró.

Atualmente, o Governo Estadual mantém uma coordenação para assuntos energéticos, subordinada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico. Mas, na visão de Dias, a elevada quantidade de demandas da pasta, que atende centenas de setores, dificulta o foco no segmento de energia.

“O Governo do Estado precisa pensar a partir de agora, com esse novo cenário das energias, numa secretaria própria de energia, como nós tivemos lá atrás, no governo de Wilma de Faria. Precisamos ter um diálogo mais focado do governo com essa indústria do petróleo, das renováveis e de outras que possam vir, como a do hidrogênio verde, por exemplo. Pela importância que tem a energia para o estado do Rio Grande do Norte, já deveria existir uma secretaria para fazer esse diálogo mais próximo com essa indústria”, defendeu o presidente da Redepetro.

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Crescimento do ‘onshore’ provoca retorno de empresas ao setor

A combinação entre perspectiva de crescimento da produção de petróleo e gás em terra (onshore) no país – que segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) deve alcançar 134 mil barris ao dia até 2032 – e a geração de novas oportunidades de negócios, atrai de volta empresas que deixaram o segmento no auge do declínio da produção, em 2015. No Rio Grande do Norte, maior produtor do onshore brasileiro, o cenário é constatado pela Associação Redepetro/RN.

Gutemberg fez exposição em evento do Sebrae em Brasília (Foto: divulgação)
Gutemberg fez exposição em evento do Sebrae em Brasília (Foto: divulgação)

A entidade que congrega fornecedores de bens e serviços do setor saltou de 13 para 52 associados, no período compreendido entre 2015 e julho deste ano. Os dados são do presidente da entidade, Gutemberg Dias. Ele apresentou palestra em Brasília nessa quarta-feira (10), no evento Energia 50 + 50, promovida pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE).

Para ele, os números otimistas previstos para o setor alavancam toda a cadeia produtiva do onshore. Atualmente, o Rio Grande do Norte produz, 40,6 mil Barris de Óleo Equivalente (BOE) por dia.

oram para um outro ambiente de negócio para poder sobreviver e agora fazem o caminho de volta”, revelou.

Parceria

Na palestra, Gutemberg Dias destacou, ainda, o papel decisivo do Sebrae para o fortalecimento da cadeia produtiva do petróleo e gás, não só no Rio Grande do Norte, mas no Brasil.

“A Redepetro nasceu com o Sebrae, que muito contribuiu e contribui para fortalecer os pequenos negócios do setor, para torná-los mais competitivos e qualificados para enfrentar o mercado e aproveitar as oportunidades,” destacou.

Leia também: Ex-coordenador da Petrobras na Bacia Potiguar volta à atividade na região.

O evento Energia 50+50 Sebrae faz parte da programação que celebra o cinquentenário de criação do Sebrae e debateu, nos dias 9 e 10, os cenários e oportunidades da matriz energética brasileira, na perspectiva de gestão da energia e geração de negócios no país.

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Mossoró Oil & Gas começa com perspectiva bilionária de investimento

Na abertura do Mossoró Oil & Gas (MOGE) 2022, na tarde desta terça-feira (5), no Expocenter, o representante do Ministério de Minas e Energia (MME), Guilherme Eduardo Zerbinatti, destacou a perspectiva do investimento no RN. Destacou que os números chegariam a R$ 9 bilhões em ativos de Petróleo e Gás nos próximos anos, segundo associação de produtores independentes.

Presidente da Redepetro, Gutemberg Dias, discursa em abertura (Foto: Luciano Lellys)
Presidente da Redepetro, Gutemberg Dias, discursa em abertura (Foto: Luciano Lellys)

“Com as medidas do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) de estímulo ao desenvolvimento e produção de campos e acumulações de petróleo e gás natural, que apresentam economicidade marginal, a expectativa é de investimentos maiores, para a consolidação de um ambiente de negócios favorável aos investimentos no Brasil”, disse.

O presidente da Associação Redepetro RN, Gutemberg Dias, frisou que o onshore brasileiro vive um momento histórico. “A retomada do setor, tendo o Rio Grande do Norte como protagonista, é uma realidade. Passou de perspectiva a algo concreto nos últimos anos, e o Mossoró Oil & Gas acompanhou essa evolução do setor de exploração e produção em terra”, observou.

Em seis anos, segundo ele, o evento evoluiu de 10 estandes e pouco mais de 50 pessoas para 90 estandes e expectativa de cerca de 3.000 participantes. “A atual edição ganhou caráter internacional, com parceria firmada com o consulado do Canadá no Brasil, com alguns empresários canadenses, com quem pretendemos estreitar laços”, anunciou.

Nova fase

A governadora Fátima Bezerra (PT) destacou o novo ciclo de investimento no onshore potiguar, através da chegada de novos operadores, e a importância de Mossoró para o setor de petróleo e gás. Lembrou o município ser reconhecido como Capital do Onshore, de acordo com lei estadual por ela sancionada em novembro de 2021.

A chefe do Executivo também ressaltou no novo marco regulatório do gás natural do Estado, através da Lei Estadual nº 11.190, que ela sancionou ontem. “O Rio Grande do Norte agora dispõe de legislação mais moderna e atrativa sobre uso do gás. Queremos tornar nosso estado ainda mais competitivo e atrair novos investimentos do setor”, frisou a governadora.

Ao final do pronunciamento, Fátima Bezerra assinou protocolo de intenções com a empresa 3R Petroleum. “É o Governo do Estado junto do setor produtivo, de mãos dadas com iniciativa privada, para promover desenvolvimento de acordo com as novas exigências do mercado, de forma convergente”, acrescentou.

Inclusão

O diretor técnico do Sebrae RN, João Hélio Cavalcante, defendeu o compromisso do Sebrae de incluir pequenos negócios no novo momento do setor de petróleo e gás no Rio Grande do Norte. Segundo ele, o início dessa nova fase representa oportunidade valiosa para inserção de microempreendedores e surgimento de novos negócios. O Sebrae é parceiro da Redepetro na organização do Moge.

Representante da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), Rodolfo Sabóia (ANP) informou que o Rio Grande do Norte reponde hoje por 40% da produção nacional de petróleo, com cerca de 30 mil barris/dia. “Porém, essa produção já foi de mais 80 mil/dia, final anos 90, o que mostra a importância histórica do Estado para o onshore”, destacou

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN), Amaro Sales, frisou a parceria da entidade com o Governo do Estado para fortalecer a cadeia de petróleo e gás, e o deputado estadual Hermano Morais (PV), representante da Assembleia Legislativa, destacou a sanção da nova lei do gás, aprovada na Casa.

Também participaram da abertura do Mossoró Oil & Gas 2022 o vice-governador Antenor Roberto; secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Sílvio Torquato Fernandes; presidente da Potigás, Marina Melo Alves Siqueira, secretário de Desenvolvimento Econômico de Mossoró, Franklin Filgueira; representantes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), Universidade Federal Rural do Semi-árido (Ufersa) e de outras organizações.

O Mossoró Oil & Gas segue até quinta-feira (7), com programação técnica e científica, mostra de produtos e serviços e outras atrações. Programação completa aqui: //mossorooilgas.com.br/#programacao

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Mossoró Oil & Gas está com inscrições abertas na Internet

Maior evento do onshore (produção em terra) do Brasil, o Mossoró Oil&Gas (MOGE) está com inscrições para palestras e rodadas de negócio. A edição deste ano, de 5 a 7 de julho, terá programação 100% presencial e manterá o formato do evento de 2019, com painéis (arenas Petróleo e Gás e Inovação), estandes, rodada de negócios e mostra científica.

Evento será no início de julho (Foto: Redepetro)
Evento será no início de julho (Foto: Redepetro)

O Moge será realizado no Expocenter, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), em Mossoró.

Para se inscrever, o interessado deve acessar o site institucional do evento //mossorooilgas.com.br/ e preencher o formulário disponível na aba “inscrições”. O período de inscrição pela internet segue até o dia 3 de julho.

Considerada a capital do onshore brasileiro, o município de Mossoró reunirá, durante o Moge, os principais atores da cadeia produtiva do petróleo e gás do país. Estarão presentes nas discussões entidades como a Associação Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Ministério de Minas e Energias, Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Associação Brasileira de Produtores Independentes de Petróleo (ABPIP), entre outras. Também participam as maiores operadoras de petróleo e gás do país.

Programação

Na Arena Petróleo e Gás, os painéis serão compostos por discussões técnicas e mercadológicas, com ênfase no cenário atual e nas tendências do onshore brasileiro. As apresentações serão feitas por especialistas do setor, oriundos do Brasil e do exterior. A ideia é de que as discussões em torno do cenário de oportunidades das atividades de petróleo e gás em terra do país sejam ampliadas.

Entre as temáticas abordadas ao longo dos três dias de evento estão: caminhos para um marco regulatório; midstream/downstream – oportunidades do onshore brasileiro; empoderamento feminino no onshore brasileiro; tecnologias aplicadas à recuperação em campos maduros, além de novas fronteiras de óleo e gás, perspectivas do mercado do gás no onshore e poço transparente – desafios técnicos e regulatórios.

Já na Arena Inovação, haverá discussões voltadas à tecnologia e inovação no segmento onshore, oficina para projetos de P, D & I para óleo e gás, além do Demoday Mossoró Oil & Gás (Pitch de startups selecionadas para empresas de óleo e gás convidadas).

Paralelamente, ocorrerá a programação acadêmica, no Simpósio de Petróleo e Gás do Onshore Brasileiro, em parceria com a Ufersa. E também a rodada de negócios – encontro que reúne empresas ofertantes e grandes operadoras.

O evento

O Mossoro Oil & Gas surgiu em 2016, como Fórum Onshore Potiguar. Em seis anos, evoluiu de 10 estandes e 100 pessoas para 80 estandes e mais de 2.000 participantes.

É realizado pela Redepetro RN e Sebrae RN, com apoio de ABPIP, FIERN, Governo do Estado, Prefeitura de Mossoró, patrocinadores e outros parceiros. Reafirma Mossoró como capital do onshore brasileiro em fase otimista do setor.

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Redepetro prevê aumento de 30% na produção onshore potiguar

A conclusão da venda de ativos da Petrobras no Rio Grande do Norte, com a compra de 22 concessões na Bacia Potiguar pela 3R Potiguar S/A, eleva as expectativas de reaquecimento do onshore (produção em terra) no Estado. Segundo a Redepetro RN, entidade que congrega empresas fornecedoras de bens e serviços do setor, a operação pode significar acréscimo de até 30% na produção de petróleo no estado, a médio e longo prazos. Atualmente, são produzidos cerca de 23 mil barris/dia.

Clara Camarão faz parte do negócio bilionário no setor petrolífero (Foto: Petrobras)
Clara Camarão faz parte do negócio bilionário no setor petrolífero (Foto: Petrobras)

A expectativa, segundo o presidente da Redepetro RN, Gutemberg Dias, tem como base a reativação dos poços paralisados e a manutenção dos demais. Ele lembra ainda que também devem ser levadas em consideração experiências exitosas em outros campos já repassados à iniciativa privada pela Petrobras, como Riacho da Forquilha (Região Oeste), onde, em apenas dois anos de operação, a Potiguar E&P elevou em 70% a produção.

“Pela experiência dos campos vendidos, é possível ampliar a produção, sim. Particularmente, acredito que, só reativando os poços paralisados e feita manutenção nos demais, a produção tende a aumentar em 30%. Claro que isso não ocorrerá da noite para o dia. Só vamos conseguir ter uma real noção da negociação seis meses depois de os novos operadores assumirem. Mas estamos otimistas. Há anos, a Petrobras vinha desinvestindo no RN, e a negociação é muito positiva para a cadeia produtiva”, analisa.

Negócio bilionário

A área vendida pela Petrobras a 3R Potiguar, subsidiária integral da 3R Petroleum Óleo e Gás S/A, denominada de Polo Potiguar, comporta os campos de Canto do Amaro, Estreito, Alto do Rodrigues, além da Refinaria Clara Camarão, Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) de Guamaré, Termoaçu e todas as linhas de dutos dentro desses ativos. O valor da negociação, concluída nesta sexta-feira, 28, é de US$ 1,38 bilhão de dólares.

A produção de petróleo em campos maduros por operadores independentes, no Rio Grande do Norte, registra tendência de crescimento, especialmente a partir de 2019.

Em dois anos, a produção de petróleo no segmento aumentou 300%, segundo o Ministério de Minas e Energia (MME). Os chamados produtores independentes, que hoje operam campos maduros comprados da Petrobras, já respondem por mais de 40% da produção do Estado.

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RN vira referência em revitalização da indústria petrolífera

Os resultados exitosos na transferência dos campos maduros à iniciativa privada, na Bacia Potiguar, elevam o Rio Grande do Norte à condição de exemplo no Brasil quando o assunto é a revitalização da produção de petróleo em terra (onshore) no país. A análise é de Márcio Félix, vice-presidente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP).

Evento em ambiente virtual vê consenso em aposta da iniciativa privada do RN no onshore (Foto: cedida)

A entidade promove nesta quarta e quinta-feira (22 e 23), o Circuito Brasil de Óleo e Gás. O evento online trata do atual cenário da produção e exploração de petróleo no Rio Grande do Norte. Ocorre em parceria com a Associação Brasileira de Produtores Independentes (ABPIP), e tem como objetivo integrar os diferentes atores do mercado do petróleo e gás em torno de pautas relativas ao setor.

O destaque, segundo Félix, fica para a Região Oeste, mais especificamente Mossoró, onde está instalado o Polo Riacho da Forquilha. Também Macau e Areia Branca, onde recentemente foi concluída a transferência de campos maduros aos produtores independentes 3R Petroleum e Central Resources, respectivamente.

Novos atores

Outros campos devem ser negociados este ano, em leilão da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP).

“A atividade de produção e exploração terrestre no estado, especialmente na região Oeste, no entorno do município de Mossoró, é um exemplo para o Brasil nessa revitalização do onshore brasileiro. A transição, com o cenário da saída da Petrobras e a chegada de novos atores, está aumentando a produção e gerando mais royalties, o que é muito importante”, observa.

O presidente da Redepetro-RN, Gutemberg Dias, que também participa do Circuito Brasil de Óleo e Gás, etapa potiguar, enxerga na operação dos produtores independentes nova chance ao onshore potiguar. Ele lembra que a entidade sempre apoiou a chegada das novas operações, mesmo diante do cenário de incertezas com o desinvestimento da Petrobras.

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Redepetro/RN revela preocupação com cenário do petróleo

Gutemberg Dias vê cenário preocupante (Foto: arquivo)

Presidente da Associação Redepetro/RN, que agrega a cadeia produtiva de petróleo e gás no RN, o empresário e professor Gutemberg Dias comenta que “a hibernação (suspensão de atividades) das plataformas de produção dos campos offshore (no mar) da Bacia Potiguar começa a impactar a economia do RN em várias frentes”. O setor está preocupado.

“Temos um declínio ano a ano da produção total de petróleo no RN e essa crise passa a impactar sobremaneira a produção e, consequentemente, a arrecadação de impostos e royalties. Sem contar a desmobilização de mão-de-obra própria e terceirizada”.

No último dia 8, a Petrobras comunicou oficialmente ao Sindicato dos Petroleiros do RN (SINDIPETRO/RN), a decisão de hibernar plataformas no estado. Mas seu alcance chega a 62 plataformas em campos de águas rasas nas bacias de Campos, Sergipe, Potiguar e Ceará.

“A indústria do petróleo vive a pior crise nos últimos 100 anos. É uma combinação de queda acentuada no valor do brent, de forte diminuição de demanda e de excedente de produtos no mercado. As consequências já estão ocorrendo e são drásticas”, disse a Petrobras, através de Marta Regina Dal Cere Garcia, gerente de Relações Sindicais da estatal.

Mercado

No mercado do petróleo, o barril do WTI teve nova queda durante a madrugada, na ordem dos 20%, enquanto o Brent também recuou, embora bem menos.

Na manhã de ontem (terça-feira, 28), por exemplo, o Brent subia 3,3%, para US$ 20,65 o barril. A consultoria internacional Kpler relatou que “a demanda por combustíveis apresenta queda de 30% globalmente, enquanto os espaços de estoque estão se tornando algo precioso, com praticamente 85% do armazenamento onshore do mundo preenchido até a semana passada”.

Satélites dão localização de petroleiros no mundo com produto estocado, a custo médio de 30.000 dólares/dia por embarcação

Em termos de atividade onshore (em terra), Gutemberg Dias que o investimento do setor privado em campos maduros a partir do ano passado, passou a ser um alento e com bons números à indústria. Mas “a média da redução dos dois primeiros meses de 2020 em relação a Jan/Fev de 2019 chega a 11,71%”, comenta.

* O petróleo Brent é comercializado na Bolsa Londres, tendo como referência tanto o petróleo extraído no Mar do Norte como no Oriente Médio.

Com informações adicionais do Financial Times, Valor Econômico e G1.

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Redepetro tenta abrir mercado internacional para empresas

A internacionalização de empresas do setor de petróleo e gás no Rio Grande do Norte foi tema de reunião entre a Associação Redepetro RN e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), nesta quarta-feira (11), na sede da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP), no Rio de Janeiro (RJ).

Gutemberg e o analista de investimento da Apex Brasil, Carlos Padilha, conversaram no RJ (Foto: Redepetro/RN)

O presidente da Redepetro, Gutemberg Dias, e o analista de investimento da Apex Brasil, Carlos Padilha, trataram de missão de empresários potiguares ao evento Global Energy Show (GES), de 9 a 11 de junho de 2020, em Calgary, Canadá. A reunião também contou com a presença de representantes do Consulado do Canadá no Brasil.

“Estamos avançando nos contatos para conectar as empresas da Redepetro no mercado internacional de petróleo e gás, por meio de missões prospectivas e outras ações. Além da visita ao Canadá, também discutimos com a Apex Brasil alternativas para atrair investimentos para o Brasil, a partir das empresas congregadas na Redepetro”, diz Gutemberg Dias.

Diálogo internacional

A Apex-Brasil atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. A agência realiza ações de promoção comercial, a fim de valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior. Isto é, faz a ponte entre o empresariado brasileiro e o mercado internacional.

Uma das oportunidades para isso, segundo Gutemberg Dias, é o Global Energy Show – evento líder em energia na América do Norte, que atrai mais de 53mil executivos internacionais e nacionais de petróleo e gás de mais de 22 mil empresas, além de mais de 170 especialistas do setor. “Excelente oportunidade para prospectarmos negócios”, observa.

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Redepetro/RN mostra números da retomada do emprego

Após registrar o primeiro saldo positivo de empregos em três anos no Rio Grande do Norte, o setor de petróleo deve obter desempenho ainda melhor em 2020. A expectativa foi apresentada pela Redepetro RN, no evento denominado de 38º Seminário Motores do Desenvolvimento, nesta quarta-feira (18), em Natal, na Casa da Indústria.

Gutemberg falou que há um efeito multiplicador com empregos indiretos (Foto: divulgação)

Soma-se ao saldo de 104 empregos entre janeiro e julho no Estado – e perspectiva de ampliação no fechamento de 2019 –1.116 contratações no onshore brasileiro (produção em terra) este ano, conforme consulta da Redepetro em 48 empresas associadas no RN e outros Estados.

Os dados foram compartilhados pelo presidente da Redepetro, Gutemberg Dias, no painel “Novas Perspectivas da cadeia produtiva de petróleo e gás no Rio Grande do Norte”, que dissecou o momento considerado histórico de abertura do mercado de petróleo e gás no RN.

“É fundamental atenção máxima no Rio Grande do Norte à cadeia de petróleo e gás, a qual pode gerar até oito empregos indiretos para cada emprego direto”, reforça o presidente da Redepetro – associação que congrega empresas de bens e serviços do segmento no Estado.

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Empresas arrematam novos blocos de petróleo no estado do RN

A retomada da produção de petróleo no Rio Grande do Norte, pela iniciativa privada, avançou ainda nessa terça-feira (10), no 1º Leilão de Oferta Permanente de Petróleo e Gás. O Oeste Potiguar foi destaque no certame, realizado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Leilão foi considerado um sucesso, proporcionando novo avanço na retomada dos investimentos (Foto: ANP)

Mais da metade dos blocos arrematados (57%) ficam na região – 19 dos 33 blocos adquiridos por quatro empresas.

A compra das áreas se soma à aquisição de outros dois campos vendidos pela Petrobras na Bacia Potiguar, este ano: o Polo Riacho da Forquilha, também na Região Oeste, adquirido pela Potiguar E&P dia 31 de maio, e o Polo Macau, adquirido pela SPE 3R Petroleum, dia 9 de agosto.

Empresas

Três das quatro empresas que arremataram os blocos potiguares (Phoenix, Geopark e Imetame) já atuam no Rio Grande do Norte. A quarta (Petro-Victory), que comprou maior número de blocos, deverá se instalar na região de Mossoró nos próximos meses.

O leilão da ANP movimentou mais de R$ 22 milhões e estima investimentos em mais de R$ 320 milhões.

“Na prática, isso representará o reaquecimento do setor petrolífero potiguar, seguindo a retomada do petróleo onshore (em terra) não só no Rio Grande do Norte, mas em outros Estados por empresas privadas, em substituição à Petrobras”, comenta o presidente da Redepetro RN, que congrega empresas da cadeia de petróleo e gás.

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Setor de petróleo e gás revela otimismo com campos maduros

Dias fez exposição sobre potencial do RN (Foto: cedida)

Lideranças nacionais do petróleo e gás conheceram nessa quinta-feira (8), o cenário apontado como “promissor”, do segmento na região de Mossoró, com iminente exploração de campos maduros da Petrobras pela iniciativa privada. Esse panorama otimista foi apresentado em café da manhã, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN).

O encontro, organizado pela Associação Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP), lançou o Mossoró Oil & Gas Expo, que será realizado de 26 a 28 de novembro, no Expocenter Mossoró. Faz parte de uma série de reuniões e programa que aposta no soerguimento da produção de petróleo em terra (onshore) no Rio Grande do Norte e país.

O evento é uma parceria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE),  com a Associação Redepetro RN.

Participante ao lançamento, o presidente da Redepetro, Gutemberg Dias, conta que a reunião na Firjan colocou o Mossoró Oil & Gas Expo no radar de expoentes da cadeia petrolífera do Rio de Janeiro, gigante nacional em matéria de petróleo e gás. “Foi um gol de placa. Acredito que muita gente do Estado irá a Mossoró participar do evento”, comenta.

Leia também: Mossoró sediará reunião nacional sobre petróleo e gás.

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Mossoró sediará reunião nacional sobre petróleo e gás

Mossoró vai sediar importante ciclo de atividades do petróleo e gás brasileiros este ano. Será em torno do programa de Revitalização da Atividade de Exploração e Produção de Petróleo Terrestre (REATE), lançado no final de janeiro de 2017 pelo Governo Federal, através da Secretaria de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia (MME).O projeto “2020 – O ano da virada do onshore” terá uma série de reuniões para construção e consolidação do Plano de Ação Integrada do Reate, para voltar a fomentar a produção terrestre brasileira. O primeira reunião será em Brasília entre os dias 22 e 23 deste mês.

Em Mossoró, haverá o encontro final com a apresentação dessa planificação. Ocorrerá entre os dias 25 e 26 de novembro deste ano, dentro do evento denominado de Mossoró  Oil & Gas Expor, no Centro de Exposição e Eventos Enéas Negreiros (Expocenter).

Integrante desse grupo de trabalho, a Associação Redepetro/RN que reúne a cadeia produtiva do petróleo e gás no RN, tem participação direta nesse planejamento e iniciativa.

Depois traremos mais detalhes.

Leia também: Produção de petróleo em terra cai 50%;

Leia também: O futuro econômico de Mossoró ainda passa pelo petróleo.

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Governo promete ação para fortalecer setor de petróleo e gás

Integrantes da diretoria da Associação Redepetro/RN saíram otimista de audiência nessa tarde de quinta-feira (28), em Natal, na Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (SEDEC), com o titular da pasta, Jaime Calado.

Reunião da Redepetro e representantes da Sedec do RN aconteceu nessa quinta-feira (Foto: cedida)

Governo sinalizou presença em missão empresarial nos EUA em maio próximo, a feira de petróleo OTC – Offshore Technology Conference em Houston. Também assegurou apoio ao IV Fórum Onshore Potiguar que vai acontecer em Novembro deste ano em Mossoró, promovido pela Redepetro/RN e outras entidades.

A Redepetro/RN, presidida pelo professor e empresário Gutemberg Dias, recebeu pedido para que entidade que congrega a cadeia produtiva do petróleo e gás no estado, apresente um plano de ação que contemple intervenção do Governo Fátima Bezerra (PT) para o fortalecimento do segmento.

O setor é responsável por algo próximo de 30% do Produto Interno Bruto PIB industrial do RN.

Participaram ainda da reunião, o vice-governador Antenor Roberto (PCdoB), Pedro Lima (assessor técnico da Sedec), Silvio Torquato (Adjunto da Sedec). Pela Redepetro/RN, além de Gutemberg Dias, Costa Barros e Daniel Silva.

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Redepetro/RN quer participação direta do governo no setor

A Associação Redepetro RN terá audiência com o Secretário de Desenvolvimento Econômico do RN, Jaime Calado, para tratar das demandas da cadeia de fornecedores do setor de Petróleo e Gás no âmbito do estado. A audiência está marcada para esta quinta-feira (28/02), às 15h no Centro Administrativo em Natal.

Para o presidente da Redepetro RN, Gutemberg Dias, a conversa com o governo do estado faz parte das ações da entidade para o ano de 2019 e tem o objetivo de dar continuidade as discussões que foram iniciadas com o governo anterior.

PIB

“Vamos retomar o diálogo com o Governo do Estado do RN objetivando a manutenção da pauta de discussão que iniciamos com o governo anterior. Queremos que o governo entre de cabeça na discussão do setor de petrolífero, haja vista que ele representa algo próximo de 30% do PIB industrial do RN e ainda temos grandes perspectivas nesse segmento”, afirma Gutemberg Dias.

Na pauta da audiência estará ainda o convite ao governo do RN para participar de missão empresarial aos EUA, no mês de maio, onde a delegação norte-riograndense participara da feira de petróleo OTC – Offshore Technology Conference em Houston e, também, conhecerá a experiência de regulação e produção de petróleo focada no pequeno produtor no estado de Oklahoma.

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Empresa desiste de campos maduros milionários no RN

Confirmada a desistência do Polo de Riacho da Forquilha, no Rio Grande do Norte, pela empresa 3R Petroleum. O valor informado da transação à época do arremate (ano passado) e endossado pelo Conselho de Administração da Petrobras no dia 27 de novembro de 2018 (veja AQUI) foi de US$ 453,1 milhões, envolvendo uma área com produção diária de 6 mil barris. Ainda não foi esclarecido o porquê do recuo da arrematante.

O secretário da Associação Brasileira de Produtores Independentes de Petróleo e Gás (ABPIP), Anabal Júnior, confirmou a informação. Quem reitera a notícia ao Blog Carlos Santos é o professor Gutemberg Dias, presidente da Associação Redepetro/RN, entidade que congrega segmento do petróleo e gás no Rio Grande do Norte.

Os campos maduros desse setor estão em produção há mais de 40 anos, com ampla dispersão geográfica. Estão localizados a cerca de 40 km ao sul da cidade de Mossoró-RN. Foram reunidos em um único pacote denominado Polo Riacho da Forquilha.

O valor da negociação à época causou bastante polêmica. Ficou bem acima, quase o dobro do VLP (Valor mínimo de referência) para o lance mínimo nessa área a ser explorada. Também foi questionada a capacidade da própria empresa brasileira 3R Petroleum de assumir negócios de tamanho vulto (veja AQUI).

Segundo o especialista em energia e economista Jean-Paul Prates (PT), hoje senador da República pelo RN, a Petrobras fez negócio com uma empresa “sem qualquer histórico de operações, reativada meses atrás”. Uma microempresa, como denunciou o Sindicato dos Petroleiros (SINDIPETRO/RN).

Segunda colocada

A segunda colocada, a Petrorecôncavo, deverá ser chamada a confirmar proposta. Ela propôs 350 milhões de dólares. Muito alto, por sinal. O polo estaria com um valor mais realista em torno de de 200 milhões de dólares.

Se houver nova desistência, a terceira será chamada, no caso, a Geopark, que apresentou a proposta vista como mais coerente, em torno de 200 milhões de dólares, que fica entre o mínimo do *Bid e o *VPL do campo, em torno de 240 milhões de dólares.

* VLP – O valor presente líquido, é a fórmula matemático-financeira capaz de determinar o valor presente de pagamentos futuros descontados a uma taxa de juros apropriada, menos o custo do investimento inicial. Basicamente, é o calculo de quanto os futuros pagamentos somados a um custo inicial estariam valendo atualmente.

BID – Valor mínimo de referência, ou seja, abaixo do lance mínimo, o que leva a Petrobras a não vender o campo.

* Campos Maduros – São aqueles que se encontram naturalmente em queda de produtividade rumo à exaustão de sua reserva recuperável. Todo o campo de petróleo em um determinado tempo de sua vida produtiva tem um declínio de produção, porém continua a ser interessante economicamente.

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Terceiro Fórum Onshore Potiguar acontecerá este mês

Evento tem foco em indústria do petróleo (Foto: Arquivo)

Evento regional com foco no setor de petróleo e gás das regiões Norte e Nordeste do Brasil, o III Fórum Onshore Potiguar é realizado a partir da parceria entre a Associação Redepetro/RN e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), de 27 a 29 de novembro, no Garbos Recepções e Eventos.

Trazendo nesta terceira edição um apanhado dos acontecimentos do setor no interregno do fórum, o evento será uma oportunidade de manter a discussão sobre as novas fronteiras do onshore brasileiro e a extração em terra e águas rasas, bem como a cadeia produtiva e os fornecedores de bens e serviços do segmento.

Expositores

O fórum apresenta um público alvo amplo, alcançando desde as empresas concessionárias de blocos exploratórios ou campos produtores até as universidades, centros de pesquisa, sem se esquecer também dos Governos Federal e Estaduais.

Na programação do evento, esperam-se mais de 40 expositores na mostra de empresas, painéis e palestras apresentados com direcionamento para a área de Petróleo e Gás, energias renováveis e inovação e ainda o tradicional encontro de negócios.

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Terceiro Fórum Onshore Potiguar terá participação ainda maior

II Fórum Onshore Potiguar ocorreu em 2017 (Foto: arquivo)

O III Fórum Onshore Potiguar está confirmado para ocorrer em Mossoró entre os dias 27 e 29 deste mês, no Garbos Recepções e Eventos. O Encontro de Negócios promoverá intercâmbios comerciais entre empresas compradoras e empresas fornecedoras do setor, tanto no segmento de exploração e produção quanto no de refino e transporte.

A expectativa é de que 250 empresas participem da rodada de negócios. No ano anterior, durante o mesmo fórum, participaram 36 empresas ofertantes e oito âncoras, o que resultou em 155 reuniões de negócio.

Mais participantes

Espera-se que nessa edição o número de agendamentos seja ainda maior, já que terá um número mais expressivos de participantes.

A iniciativa é Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e Associação RedepetroRN.

O Fórum vai discutir as fronteiras da produção terrestre de petróleo no Brasil e terá na programação conferências, palestras, painéis técnicos, visitas a empresas referências e uma mostra de empresas operadoras e fornecedoras do setor, além do encontro de negócio.

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