Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS
Participo de um experimento banal, mas que tem sido libertador. É fruto de escolha autônoma e particular. Veio a partir da percepção de que precisava cuidar mais de mim, para saborear melhor o privilégio de ser parte desse mundão. É saúde mental, é relaxamento físico. É paz.
A opção por viver e não apenas sobreviver tangido, é a essência da mudança. Livre para desfrutar do simples, pois quero ter um monte de coisas para não fazer.
Os primeiros resultados são empolgantes.
Há pelo menos seis meses comecei a combater uma rotina doentia. O indivíduo plugado, conectado, cibernético, mantido vivo por “aparelhos”, ingressou em novo ritmo: a ordem e a marcha são de desaceleração e continuada distância do celular. Um passo para trás, para poder seguir em frente.
O costume de acordar e ter como segundo movimento físico, depois de abrir os olhos, o braço esticado para pegá-lo sobre o criado-mudo ou debaixo da rede, tem sido o primeiro combate diário. Sem pressa, sem ansiedade alguma, deixo essa maravilha tecnológica ‘descansar’ bem mais do que eu. Estou no comando, não o inverso.
Meu domínio sobre um dos maiores vícios da modernidade resgata-me para o controle da própria vida. Avanço, mas não é uma vitória suprema e irreversível. Cada dia é um dia de batalha árdua. E tudo me faz lembrar o hábito da bebida, período em que consumia a “víbora” em escala industrial; ciclo vencido com dores, renúncias e perdas.
Poder passar horas e horas com a leveza de outras escolhas, da leitura de um livro físico ao bate-papo de corpo presente, sem checar tela por dezenas de vezes, é uma conquista. Uh-huuu! Mas, desconfio sempre de mim mesmo. Não baixo a guarda. Posso fraquejar.
Digo-lhe: essa não é uma relação que abomino e tento exorcizar. Muito pelo contrário. Não é um caso de ingratidão ou repulsa gratuita. O celular e a Internet revolucionaram minhas apostas profissionais e relação com o mundo.
Mesmo agora quando mais preciso, é imprescindível estabelecer limites. Proponho-me a recuperar o máximo de senso de controle em meio ao caos.
Para nosso bem, é melhor assim.
Com licença… modo avião. ✈️
Carlos Santos é criador e editor do Blog Carlos Santos – BCS
Celular e volante, uma ‘parceria’ de alto risco (Foto ilustrativa)
“Para ter o que chamamos de consciência básica é preciso ter sentimentos. Isto é, é preciso que o cérebro seja capaz de representar aquilo que se passa no corpo.” – António Damásio
No cenário atual do trânsito, um dos perigos mais insidiosos e, paradoxalmente, mais aceitos, é o uso do telefone celular ao volante. Apesar das campanhas de conscientização e das penalidades legais, muitos motoristas ainda se arriscam a manusear seus aparelhos enquanto dirigem, seja para atender a uma ligação, responder a uma mensagem ou simplesmente verificar as redes sociais. As consequências são trágicas e bem documentadas: acidentes, feridos e mortes.
Mas o que leva a essa persistência em um comportamento tão arriscado? A resposta pode estar mais profunda do que imaginamos, enraizada na forma como nosso cérebro interage com essa tecnologia que se tornou uma extensão de nós mesmos. Este artigo explora a fascinante e perigosa correlação entre a neurociência e o uso do celular na condução veicular, revelando como a percepção neuronal do aparelho pode nos enganar e colocar vidas em risco.
O Cérebro e o Celular: Uma Nova Extensão Corporal?
A neuroplasticidade, ou plasticidade cerebral, é a notável capacidade do nosso sistema nervoso de se adaptar e reorganizar sua estrutura e função em resposta a novas experiências, aprendizados e até mesmo lesões [1]. É por meio dela que aprendemos novas habilidades, nos recuperamos de traumas e nos adaptamos a diferentes ambientes. No contexto da tecnologia, essa capacidade do cérebro assume um papel crucial na forma como interagimos com dispositivos como o smartphone.
Com o uso contínuo e onipresente do celular, nosso cérebro começa a incorporá-lo em nosso esquema corporal, tratando-o quase como uma parte de nós mesmos. Não é apenas uma ferramenta externa que usamos; ele se torna uma extensão de nossa mente e corpo, um repositório de memórias, contatos e informações que antes residiam exclusivamente em nosso cérebro [2]. Essa integração é tão profunda que, para muitos, a ausência do aparelho pode gerar uma sensação de desconforto ou até mesmo ansiedade, como se algo fundamental estivesse faltando. A neuroplasticidade permite que o cérebro crie novas conexões neurais que facilitam essa interação, tornando o ato de utilizar o celular um padrão comportamental “normal” e quase instintivo.
Essa percepção do celular como uma extensão do corpo não é apenas uma metáfora. Estudos e observações sugerem que o cérebro pode, de fato, recalibrar sua representação espacial para incluir ferramentas que usamos frequentemente. Pense em um músico que sente seu instrumento como parte de si, ou um cirurgião que manipula seus instrumentos com a mesma precisão e intuição com que usa as próprias mãos. O celular, para muitos, atingiu um nível semelhante de integração, tornando-se uma prótese digital que amplia nossas capacidades de comunicação e acesso à informação.
Membro Fantasma Digital: A Síndrome da Vibração Fantasma
O conceito de “membro fantasma” é um fenômeno neurológico fascinante e, por vezes, doloroso, no qual indivíduos que sofreram a amputação de um membro continuam a sentir sua presença, dor ou outras sensações, como se ele ainda estivesse lá [3]. Isso ocorre porque o cérebro mantém uma representação neural daquele membro, e a ausência física não apaga essa representação cerebral. Essa persistência da percepção sensorial, mesmo na ausência do estímulo físico, oferece uma poderosa analogia para entender nossa relação com o celular.
No contexto do uso de smartphones, um fenômeno análogo tem sido amplamente documentado: a “Síndrome da Vibração Fantasma” ou “Síndrome do Toque Fantasma”. Quantas vezes você já sentiu seu celular vibrar ou tocar no bolso, apenas para pegá-lo e descobrir que não havia notificação alguma? [4] Essa experiência, comum entre usuários assíduos de smartphones, é um exemplo claro de como nosso cérebro se adapta e, por vezes, se confunde, com a constante expectativa de interação com o aparelho. O cérebro, acostumado a receber estímulos do celular, passa a antecipá-los, criando sensações que não correspondem à realidade física.
Essa síndrome não é uma doença, mas um indicativo da profunda integração do celular em nossa percepção corporal. Assim como o cérebro de um amputado continua a “sentir” um membro que não existe mais, o cérebro de um usuário de smartphone pode “sentir” um aparelho que não está vibrando, porque ele se tornou uma extensão tão intrínseca de nossa experiência diária. Essa “integração” pode ter implicações significativas para o comportamento e a atenção, especialmente em situações que exigem foco total, como a condução veicular.
A condução veicular é uma atividade complexa que exige a plena atenção do motorista. Essa atenção pode ser dividida em três tipos principais: visual (manter os olhos na estrada), manual (manter as mãos no volante) e cognitiva (manter a mente focada na tarefa de dirigir) [5]. O uso do celular ao volante compromete todas essas dimensões da atenção, transformando o ato de dirigir em uma roleta russa.
Quando um motorista interage com o celular, seja para digitar uma mensagem, verificar uma notificação ou até mesmo falar no viva-voz, sua atenção é fragmentada. O olhar desvia da via, as mãos se afastam do volante e, o mais perigoso, a mente se ocupa com a tarefa secundária, perdendo o foco na condução. Essa distração cognitiva é particularmente insidiosa, pois mesmo que o motorista pareça estar olhando para a estrada, sua capacidade de processar informações e reagir a imprevistos está severamente comprometida.
Estatísticas alarmantes corroboram o perigo. O uso do celular ao dirigir aumenta o tempo de reação do motorista em até 50%, e a probabilidade de acidentes pode crescer em até 400%, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) [6]. A perda da visão panorâmica, a dificuldade em manter a faixa e a incapacidade de reagir a situações de emergência são consequências diretas dessa distração. No Brasil, a legislação de trânsito classifica o uso do celular ao volante como infração gravíssima, justamente pelos riscos que representa à segurança de todos [7].
A ilusão da multitarefa é um dos maiores vilões. Nosso cérebro não foi projetado para realizar múltiplas tarefas complexas simultaneamente com a mesma eficiência. O que percebemos como multitarefa é, na verdade, uma rápida alternância entre tarefas, o que gera uma perda de tempo e eficiência, além de aumentar a probabilidade de erros. Ao volante, essa alternância pode ser fatal. A cada vez que o motorista desvia a atenção para o celular, ele está, na prática, dirigindo às cegas por alguns segundos cruciais.
O Que Fazer? Desconecte-se para Conectar-se com a Segurança
Diante da profunda integração do celular em nossas vidas e da forma como nosso cérebro o percebe, a conscientização é o primeiro passo. Entender que o uso do celular ao volante não é apenas uma distração, mas uma desconexão perigosa com a realidade da estrada, é fundamental. Não se trata de uma simples infração, mas de um risco real à vida – a sua e a de outros.
Para combater essa epidemia de distração, algumas medidas simples e eficazes podem ser adotadas:
Ative o Modo “Não Perturbe” ou “Modo Carro”: Muitos smartphones oferecem essa funcionalidade, que silencia notificações e chamadas enquanto você está dirigindo. Configure-o para ativar automaticamente ao detectar movimento ou ao se conectar ao Bluetooth do veículo.
Guarde o Aparelho Longe do Alcance: Se a tentação for grande, coloque o celular no porta-luvas, no banco de trás ou em qualquer lugar onde não seja facilmente acessível. Longe da vista, longe da mente.
Avise que Está Dirigindo: Se estiver esperando uma ligação ou mensagem importante, avise a pessoa que você estará dirigindo e não poderá responder imediatamente. A maioria das pessoas entenderá.
Use Aplicativos de Bloqueio: Existem aplicativos que bloqueiam o uso do celular enquanto o veículo está em movimento, incentivando a direção segura.
Peça Ajuda: Se houver um passageiro, peça para que ele gerencie suas chamadas e mensagens. Delegar essa tarefa pode salvar vidas.
Lembre-se: nenhuma mensagem, ligação ou notificação é mais importante do que a sua vida e a vida das pessoas ao seu redor. A cada vez que você resiste à tentação de pegar o celular ao volante, você está fazendo uma escolha consciente pela segurança, pela vida e pela responsabilidade.
Conclusão
O telefone celular, uma ferramenta que revolucionou a comunicação e o acesso à informação, tornou-se, para muitos, uma extensão inseparável do corpo e da mente. A neuroplasticidade do nosso cérebro, que nos permite adaptar e integrar novas ferramentas em nossa percepção corporal, explica em parte a dificuldade de nos desvencilharmos do aparelho, mesmo em situações de risco. A “Síndrome da Vibração Fantasma” é um testemunho dessa profunda integração, onde o cérebro antecipa estímulos do celular, tratando-o como um membro fantasma digital.
No entanto, essa “normalização” do uso do celular se torna mortal quando combinada com a condução veicular. A atenção, um recurso precioso e escasso, é fragmentada em suas dimensões visual, manual e cognitiva, transformando o ato de dirigir em uma atividade de alto risco. As estatísticas são claras: o celular ao volante mata.
É hora de reconhecer que, embora nosso cérebro possa percebê-lo como uma extensão, o celular não pertence ao volante. A segurança no trânsito é uma responsabilidade coletiva, e cada motorista tem o poder de fazer a diferença. Desconecte-se do celular para se conectar com a segurança. Sua vida e a vida de outros dependem disso.
Luís Correia é agente de Trânsito, diretor de Mobilidade do Município de Mossoró, membro da Câmara Temática de Saúde para o Transito (CTST) do Contran e do Conselho Estadual de Trânsito
Carlos Júnior deveria ter uns dez anos e insistia em ganhar um celular.
“Não”, eu descartava.
“Você é uma criança ainda. Não há necessidade!” – dizia o porquê.
Sitiado por tanta insistência, fiz-lhe um desafio: teria que me convencer com uma ‘Exposição de Motivos’ em dez pontos, que seria justificável à aquisição desse aparelho, um Nokya lanterninha, algo bem aquém da modernidade de hoje que os smartphones estampam.
Em poucas horas, atendo ligação com um interlocutor-mirim ansioso do outro lado: “Painho, está pronta a Exposição de Motivos. Venha logo ver”.
“Vixe! Já?”
No trabalho, em meio às tarefas diárias e inadiáveis, pondero que depois passaria para receber oficialmente o documento, submetendo-o à minuciosa análise. A decisão sairia posteriormente, estabeleço sem cientificá-lo àquele momento.
“Tenha calma. Amanhã eu vejo” – tento adiar, sob pressão psicológica.
“Quando eu sair do trabalho à noite a gente conversa” – acerto, mas sem me livrar do cerco…
“Vai demorar?” – sou acossado por mais uma ligação.
Sem ter como postergar mais, vou ao seu encontro. Em mãos, sob um olhar atento que esperava endosso imediato, leio (e disfarço minhas lágrimas). “Amanhã eu dou uma resposta”, estabeleço com ar durão. Apesar de decepcionado e enfezado, aquiesce (forçosamente).
No dia seguinte, mostro o conteúdo à equipe na redação do Jornal de Fato, do qual era um dos sócios-fundadores. Leio em voz alta para uma plateia atenta que me ajudaria a decidir. Quando começo a comentar e questionar alguns pontos do texto, recebo logo instantânea pressão para adquirir o equipamento.
Colunista e professora de português, Marilene Paiva é quem mais advoga a tese na redação. “Ele merece”, brada. “Você tem que dar esse celular”, fuzilou.
Acabei cedendo.
Passados tantos anos, com o ‘documento’ original em mãos, lembro do episódio e o porquê da provocação: queria instigar o raciocínio lógico, o poder de argumentação daquela criança.
Também era mais uma oportunidade de fazê-lo entender que qualquer conquista deve ser resultado de esforço e mérito.
Acho que acertei.
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Para o “New York Times”, o digital é o futuro. Mas seu diretor executivo, Mark Thompson, afirma que “não vai desistir do impresso”. Após divulgar os resultados do “NYT” no primeiro trimestre, Thompson afirmou em entrevista à agência de notícias Reuters que o jornal vai se dedicar a “ilhas de crescimento” na sua versão impressa.
Operador da Bolsa de Nova York lê jornal durante o pregão - Andrew Harrer / Bloomberg News
O jornal teve um prejuízo de US$ 14 milhões no primeiro trimestre, puxado por gastos extraordinários com uma ação na Justiça e por uma queda no lucrativo segmento de publicidade impressa. O resultado operacional melhorou e ficou em US$ 59 milhões, contra US$ 57 milhões em igual período do ano passado.
— O digital é a principal área de crescimento. Mas onde podemos investir no que chamamos de “ilhas de crescimento” na versão impressa, nós investiremos — explica o executivo.
A circulação digital média do NYT cresceu 14,2%, para 1,55 milhão. A circulação digital do domingo subiu 10,7%, para 1,48 milhão. No impresso, a média de circulação de segunda-feira a sexta-feira caiu 6,8%, para 625.951; aos domingos, caiu 5,2%, para 1,15 milhão. O número de assinantes digitais subiu 20%, para 957 mil.
Segundo o executivo, o jornal mantém seus planos de cobrar assinatura no seu aplicativo para celulares e tablets, hoje gratuito, a partir de maio.
A versão em papel do jornal ainda representa mais de dois terços da receita total de publicidade. No impresso, a seção Casa e Automóveis foi descontinuada recentemente.
Mas nasceu a seção mensal “Men’s Style”, focada em moda e estilo de vida para homens, no mês passado. Em fevereiro, o NYT relançou a “New York Times Magazine”. A revista e a “T: The New York Times Style Magazine”, vêm ampliando receita, afirmou Thompson.
— Estamos determinados a fazer tudo o que podemos para preservar a publicidade impressa — disse Thompson.
O “NYT”, como outros jornais, vem sofrendo pressão para encontrar novas vias de crescimento num momento em que a receita da propaganda impressa está encolhendo e se desloca em direção aos anúncios digitais, que custam menos e oferecem retorno rápido e mensurável.
A receita com a venda de anúncios impressos caiu 11% no período, enquanto a do digital subiu 10,7%. No total, a receita com publicidade recuou 5,8%.
Celulares e Tablets
O estudo “State of the News Media”, divulgado nesta quarta-feira pelo Pew Research Center, traz um retrato do mercado de mídia dos Estados Unidos. Com dados da Nielsen, o relatório aponta que 56% dos consumidores que leem um jornal fazem a leitura dessa publicação exclusivamente no papel, contra 55% em 2013. Outros 11% também a leem em computadores; 5% também acessam esse noticiário apenas por dispositivos móveis; e 11% o leem em todas as plataformas.
Por outro lado, o relatório aponta que cada vez mais americanos estão usando celulares e tablets para se manterem informados. Dos 50 maiores sites jornalísticos do país, 39 recebem mais tráfego via dispositivos móveis que por computadores, segundo dados de janeiro da comScore. Entre os sites de jornais, o fenômeno é ainda mais claro: dos 25 maiores, o tráfego mobile supera o gerado por desktops em 19, em cinco há um empate e em apenas um, o “Houston Chronicle”, as visitas por computadores superam as geradas por dispositivos móveis.
Para os grandes jornais, aponta o relatório, a audiência digital ultrapassa de longe a circulação. O “New York Times”, por exemplo, registrou circulação média da versão impressa de 650 mil em setembro de 2014. Por outro lado, ele possui 1,4 milhão de assinantes digitais e, em janeiro deste ano, o site e seus aplicativos receberam 54 milhões de visitantes únicos.
Esse dado aparentemente contradiz o estudo da Nielsen, que aponta que a leitura de jornais se dá predominantemente no impresso. Para os pesquisadores do Pew, a resposta está no tipo de uso de cada mídia.
“O visitante chega por um link visto em uma rede social ou recebido por e-mail, e, por isso, pode não considerar a experiência como ‘ler um jornal’, mas apenas navegar por um artigo on-line”, afirma o estudo.
Publicidade em alta
Atrás dos leitores, vai a publicidade. No ano passado, foram investidos US$ 19 bilhões em anúncios móveis, alta de 78% em relação a 2013, de um total de US$ 50,7 bilhões gastos em publicidade digital, mas a maior parte deste montante fica com companhias de tecnologia. Apenas o Google abocanha 38% do total.
Os jornais impressos ainda se recuperam da crise do fim da década passada e disputam o mercado de publicidade digital. No ano passado, a receita com anúncios em sites e aplicativos cresceu 3% em relação a 2013.
Contudo, o resultado não foi suficiente para compensar a queda de 5% na publicidade impressa. Ao todo, o setor faturou US$ 16,4 bilhões com anúncios, queda de 4% frente a 2013.
A circulação das versões impressas interrompeu a trajetória de alta dos últimos três anos e registrou queda de 4% em 2014 na média semanal, após registrar alta de 22% entre 2012 e 2013; e de 3% entre 2013 e 2014.
Tive meus chips OI e TIM “desaparecidos” da Lojas Americanas do Centro de Mossoró.
Agora estou praticamente incomunicável. Preciso trabalhar, viajar, atender a compromissos inadiáveis etc., mas não sei por onde começar, sem minhas agendas.
Reclamar a quem? Ao bispo? Não, Dom Mariana Manzana, por favor continue com suas tarefas eclesiásticas. Não o importunarei.
A gerência da loja avaliou que não tem responsabilidade alguma pelo sumiço de algo deixado sobre uma mesa, no interior desse endereço mercantil. “Já houve coisa pior”, argumentou pateticamente.
– Já sumiram máquinas fotográficas, telefones celulares… – listou ela.
As câmeras internas da loja não podem ter suas imagens resgatadas pelo consumidor prejudicado. A empresa não permite. Nem informou se existe algum tipo de gravação.
Mereço.
Entrei para comprar um celular supostamente melhor, que me daria melhores condições de comunicação, mas saí com um aparelho zerinho-zerinho e sem nenhum contato com o mundo do lado de lá. Vazio.