Rodrigo Forte entra em substituição a Paulo Linhares (Foto: PMM/Arquivo)
Do Blog da Chris
Rodrigo Salim Melo Cavalcante Forte é o novo presidente do Instituto Municipal de Previdência Social dos
Servidores de Mossoró (PREVI-Mossoró). A nomeação para o novo cargo saiu no Diário Oficial do Município (DOM) da terça-feira (11).
O advogado e professor Rodrigo Forte ocupava o cargo de consultor-geral do Município.
Ele ocupará vaga deixada pelo advogado e também professor Paulo Afonso Linhares (PSD), que pediu exoneração no último dia 05 de junho, com pretensão de ocupar a vaga de vice na chapa encabeçada por Allyson Bezerra (UB).
Rodrigo Forte recebeu representantes em seu gabinete (Foto: Sindiserpum)
Na tarde desta segunda-feira (12), diretores dos quatro sindicatos de servidores públicos de Mossoró se reuniram com o consultor-geral do Município, Rodrigo Forte. Durante a conversa, as diretorias sindicais apresentaram ao representante do Executivo os principais pontos de projetos de lei complementar da Prefeitura que entendem prejudicar os servidores municipais.
Alguns deles afetam diretamente direitos conquistados há décadas, como o Adicional por Tempo de Serviço. Pelo projeto da Prefeitura de Mossoró, os novos profissionais que ingressarem no serviço público não teriam mais esse direito constitucional e, além disso, o texto construído gera dúvida quanto à continuidade de pagamento aos que já estão na ativa, interpretam as entidades.
Problemas
De acordo com os quatro sindicatos, vários problemas de redação foram identificados, tornando os projetos passíveis de mais de uma interpretação, o que ocasiona grandes riscos para os servidores. As matérias foram retiradas de pauta da Câmara Municipal semana passada, após movimento de sindicatos que mobilizaram servidores.
Outro ponto questionado foi sobre o direito a 90 dias que o servidor tem para tratamento de familiar enfermo, podendo ser prorrogado por igual período mediante necessidade comprovada. O texto enviado à Câmara diminuía esse direito para 60 dias, sem remuneração em caso de necessidade de renovação do período.
Já sobre o direito a atestado médico por enfermidade, no qual o servidor pode gozar de até 30 dias sem precisar ir para junta, a Prefeitura pretendia implantar um modelo no qual qualquer atestado com mais de 3 dias precisaria passar por uma junta biopsicossocial. Essa junta, porém, seria composta por vários profissionais, inclusive alguns que não são médicos, o que causa preocupação aos servidores, pois não ficou claro no texto como seria a atuação dessa equipe nem quais parâmetros seriam seguidos.
Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), Sindicato dos Servidores da Saúde de Mossoró (SINDSSAM), Sindicato de Guardas Municipais do Estado do Rio Grande do Norte (SINDGUARDAS/RN) e Sindicato dos Agentes de Transito e Transportes Públicos de Mossoró (SINDATRAN) participaram da reunião.
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Rodrigo (cabeceira da mesa), discutiu projetos, mas diálogo virou confronto à sua fala na TV (Foto: Edilberto Barros)
O consultor-geral do município, professor e advogado Rodrigo Forte, foi emparedado por sindicalistas e vereadores em reunião fechado na Câmara Municipal de Mossoró, quando sessão foi suspensa (veja AQUI) nesta sexta-feira (9).
Na oposição, vereadores cobraram uma retratação do consultor às palavras ditas por ele em entrevista ao Cenário Político, programa da TV Cabo Mossoró (TCM), na defesa de projetos da municipalidade que provocaram a ira oposicionista e sindical.
Em entrevista ele censurou a vereadora petista e sindicalista Marleide Cunha: “Essa afirmação da vereadora é tão verdadeira quanto o fato da terra ser plana.” Acrecentou ainda: “O texto é claro (…). Para Forte, a postura da parlamentar “é terrorismo midiático (…). A obrigação dela é informar e não desinformar,” apontou.
Os projetos polêmicos foram retirados de pauta para maior discussão.
Nota do Canal BCS – Não entendi o porquê da retratação. Vereador pode tratar outra autoridade por “moleque”, “bandido”, “mentiroso” e “criminoso” e o consultor não pode emitir uma reflexão sobre a atuação parlamentar de alguém? A linguagem chula e agressiva servem muito mais à lacração do que ao debate. Vamos melhorar. Os dois lados.
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Forte é professor e advogado e está lotado no Previ (Foto: redes sociais)
Rodrigo Salim Melo Cavalcante Forte será o futuro consultor-geral do município de Mossoró. A confirmação foi feita pelo próprio prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade), em entrevista ao repórter João Marciliano, o “Joãozinho GPS” da Rádio Difusora de Mossoró, à tarde desta terça-feira (3).
O advogado e professor Rodrigo Forte está lotado atualmente na Procuradoria do Município, devendo ser deslocado para esse cargo.
Ele ocupará vaga deixada pelo ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subsecção de Mossoró, Humberto Fernandes, que pediu exoneração em outubro do ano passado (veja AQUI).
Veja AQUI outras modificações que vão acontecer na equipe do prefeito.
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Ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subsecção de Mossoró, atual titular da Consultoria-Geral do Município de Mossoró, o advogado Humberto Fernandes ensarilha armas provisoriamente.
Testou positivo para Covid-19.
Recolhe-se à sua casa para cuidados especiais, sobretudo repouso.
Vacinado, ele tem apenas quadro leve da doença, semelhança a resfriado.
Saúde, meu caro.
Estamos cá no seu aguardo para botar prosa em dia, regada a um bom cafezinho.
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A Câmara Municipal de Mossoró aprovou por unanimidade nesta quarta-feira (6), em sessão extraordinária, acordo ao Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) do magistério. A nova redação foi dada pelo Projeto de Lei de Complementar (PLC) 3/2022.
O legislativo formalizou entendimento já firmado entre o governo municipal e o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), dia passado (veja AQUI). Pela manhã, mais cedo, o Sindiserpum realizou assembleia geral com professorado, aprovando o PCL 3/2022.
Havia indicativo de greve aprovado, com movimento podendo ser deflagrado hoje.
Dois incisos (4º e 8º) do artigo 6º do PCCR (Lei Complementar nº 70/2012) ganharam a seguinte redação: “O vencimento da Classe 10, do nível II, será 40% superior ao da classe 10, nível I”; e “O vencimento correspondente a cada Classe, compreendida no mesmo Nível, a partir do Nível II, é de 5% superior ao da classe imediatamente anterior”.
Compreensão
A compreensão de prefeitura e sindicato – com intervenção de auxiliares jurídicos de parte à parte – é que com essa redação fica mais clara a garantia de direito nas respectivas classes e níveis funcionais. “Nenhum direito foi retirado, todos foram garantidos“, afirmara o consultor-geral do município, Humberto Fernandes.
Eliete Vieira, presidente do Sindiserpum, salientou em assembleia geral que a luta era para esse fim, contestando ter sido político-eleitoral o movimento que caminhava para uma greve.
Se faltava algo para amarrar de vez, sem restar dúvidas, os envolvidos encontraram. Ponto final.
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A Prefeitura de Mossoró realiza nesta segunda-feira (4), a partir das 10h, coletiva de imprensa para apresentar em detalhes esclarecimentos sobre o projeto de lei aprovado na Câmara Municipal que concede reajuste salarial de 33,67% para os professores de Mossoró.
A coletiva acontecerá no Centro Administrativo Prefeito Alcides Belo, no bairro Aeroporto.
Na oportunidade, a equipe jurídica, através do consultor-geral do município Humberto Fernandes, trará esclarecimento sobre o tema.
Também participará da coletiva a secretária de Educação Hubeônia Alencar e outros membros da equipe da municipalidade.
O outro lado
Já o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) aprovou indicativo de greve no fim de semana e faz campanha escola a escola e redes sociais, pregando que o prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) descumpriu acordo firmado com professorado, lhe causando prejuízos.
Em assembleia geral na quinta-feira (31) – veja AQUI, o prefeito chegou a ser tachado de “maquiavélico, covarde, imoral e mentiroso” pela vereadora Marleide Cunha (PT), que também é dirigente sindical.
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Apesar de negociarem pontos legais, financeiros e orçamentários em relação à lei de fixação do piso do magistério, governo municipal e Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) falam línguas distintas. Temos, de início, uma crise babélica.
A gestão apresentou parecer sobre a questão do piso em reunião nessa quinta-feira (3), mostrando que já contempla o professorado com o que é fixado como ‘piso’, até ultrapassando os valores.
Raul Santos e Humberto Fernandes são dois dos representantes do governo e mostram argumentos técnicos (Fotomontagem Diário Político)
Nas redes sociais e imprensa, mesmo antes de mais uma rodada de negociação, o brado sindical e político partidário deixou de lado a discussão técnica, sem contraponto ao que foi apresentado pela prefeitura. Convoca-se para a guerra.
O tom virou-se pro campo pessoal, com ataques principalmente ao procurador-geral do município, advogado Raul Santos, que conduz reuniões com o sindicato. Memes, achincalhes e insultos a ele fazem parte da catilinária.
Também, claro, sobra para o prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade). A vereadora e sindicalista Marleide Cunha (PT), por exemplo, já o tatuou como “destruidor” da educação.
O sindicato precisará se manifestar com um contra-arrazoado, mesmo que não largue a retórica apocalíptica. Enquanto não o faz, a gestão municipal apresenta seu cipoal de argumentos. E tudo indica: teremos um embate que vai descampar para o nível judicial, com possível greve – na trilha do que já acontece em relação ao governo estadual.
O que diz o governo
Portaria nº 67, de 4 de fevereiro de 2022 – Ministério da Educação, trata de piso para os profissionais de 30h/semanais, aplicando-se a proporcionalidade estabelecida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em R$ 2.884,22 (dois mil, oitocentos e oitenta e quatro reais e vinte e dois centavos).
O piso de entrada do magistério no Município de Mossoró é, atualmente, R$ 435,12 (quatrocentos e trinta e cinco e doze centavos) acima do piso nacional. Está em R$ 3.319,34.
Quanto ao vencimento inicial dos professores de nível superior, com carga horária de 30h/semanais, encontra-se estabilizado no Nível II, Classe I, da carreira, sendo seu salário base fixado em R$ 2.995,51 (dois mil, novecentos e noventa e cinco reais e cinquenta e um centavos). Fazendo-se, portanto, o emparelhamento com o piso nacional, o Município paga, a mais, R$ 111,29 (cento e onze mil e vinte e nove centavos), cumprindo, portando, o que impõe a Lei nº 11.738, de 2008.
Em parecer da Consultoria-Geral do Município, que tem como titular o ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB Mossoró) Humberto Fernandes, ele defende: “Quanto à jornada de 40h/semanais, a Portaria nº 67, de 4 de fevereiro de 2022 – Ministério da Educação, fixou o piso nacional em R$ 3.845,63 (três mil, oitocentos e quarenta e cinco reais e sessenta e três centavos). No Município, o piso para os profissionais sob o regime da Lei nº 11.738, de 2012, é de R$ 3.994,03 (três mil, novecentos e noventa e quatro reais e três centavos), ultrapassando o piso nacional em R$ 148,40 (cento e quarenta e oito mil e quarenta centavos).”
Ele salienta também, que “considerando a legislação municipal sobre a carreira do magistério público, ou seja, a LC nº 070, de 2012, com as alterações da LC nº 72, de 2012, caso houvesse necessidade de incremento do Município para atingir o piso nacional do magistério, haveria gatilho para os níveis superiores, uma vez que a estrutura jurídica em vigor escalona as carreiras respectivas a partir de percentuais incidentes dos níveis inferiores para os níveis superiores”.
Veja abaixo a conclusão do parecer apresentado:
ANTE O EXPOSTO, o presente parecer fixa, como resposta aos quesitos apresentados, as seguintes conclusões:
I – quem são os profissionais da educação que fazem jus ao piso nacional do magistério público da educação básica, instituído pela Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008?
Resposta: aqueles que desempenham as atividades de docência ou as de suporte pedagógico à docência, isto é, direção ou administração, planejamento, inspeção, supervisão, orientação e coordenação educacionais e que tem a formação estabelecida pelo art. 61 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 – Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional;
II – como deve ser compreendido o regime jurídico da Lei nº 11.738, de 2008, quanto à sua aplicação, a partir dos quesitos seguintes:
a) o piso é uma garantia para o início da carreira do profissional da educação (nível inicial) ou deve ser aplicado a todos os níveis superiores da carreira do magistério público?
b) o piso deve utilizar a carga horária de 40h semanais como paradigma de proporcionalidade para o cálculo da jornada efetiva do profissional da educação ou deve ser aplicado de forma simétrica, independente da carga horária efetiva do profissional do magistério regulado pelo regime jurídico da Lei nº 11.738, de 2008?
Resposta: a) o que define a aplicação do piso, como obrigação imposta pelo regime jurídico da Lei nº 11.738, de 2008, é o nível inicial da carreira do profissional do magistério, não se aplicando o gatilho aos níveis superiores, salvo se houver legislação do Ente Federado regulando a matéria;
Resposta: b) a jornada de trabalho de 40 horas será o paradigma para estabelecer a proporcionalidade do piso, de modo que, quem cumprir 20h ou 30h/semanais deverá receber o piso proporcional à respectiva jornada.
III – qual a situação do piso dos profissionais da educação do Município de Mossoró, diante da legislação local:
a) o piso salarial dos profissionais da educação do Município de Mossoró, atualmente, é inferior ao piso nacional fixado pela Portaria nº 67, de 4 de fevereiro de 2022 – Ministério da Educação? Se sim, como deve ser equalizada essa diferença?
b) a legislação do Município prevê gatilho do piso para os níveis superiores do plano de carreira do magistério municipal? Resposta: a) o piso salarial dos profissionais da educação em Mossoró, seja o dos profissionais de 30h ou os de 40h semanais é superior ao piso nacional do magistério;
Resposta: b) o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração do magistério municipal prevê gatilho do piso para os níveis superiores da carreira.
Esse é o parecer, s.m.j. Mossoró/RN, 24 de fevereiro de 2022.
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O coordenador de transição da equipe da prefeita Rosalba Ciarlini (Progressistas), consultor geral do município Anselmo Carvalho, antecipou os documentos que serão entregues à equipe do prefeito eleito Allyson Bezerra (Solidariedade) na próxima quinta-feira (10).
“O que tiver pronto e for possível até lá [dia 10], a gente vai entregar, como o resultado da dotação orçamentária até o quinto bimestre, os detalhamentos sobre execução orçamentária, relatórios sobre pessoal, além de informações sobre restos a pagar e saldos de contrato”, explicou, durante entrevista no Jornal da Tarde (Rádio Rural de Mossoró) desta terça-feira.
Anselmo vê politização de equipe do prefeito eleito (Foto: BSV)
Questionado sobre senhas dos sistemas da Prefeitura, Anselmo disse, sem citar detalhes, que “ainda serão elaborados os perfis dos sistemas que serão entregues e senhas”. Disse que isso ocorrerá “num segundo momento”.
Na segunda-feira passada (7), o advogado Raul Santos, que é coordenador da equipe de transição de Allyson, criticou (veja AQUI) a demora na entrega da documentação e destacou que vai entrar com representação no Ministério Público do RN contra a prefeita em exercício devido à morosidade na entrega desses documentos de transição.
Anselmo rebateu-o e disse que a equipe de Allyson “quer politizar a situação sem necessidade”.
A próxima reunião entre as equipes de Allyson e de Rosalba será no próximo dia 14, sendo a entrega de documentos no dia 10.
Anselmo Carvalho, consultor geral do município de Mossoró, afirma que ainda não há condição de se fazer um cronograma para o pagamento das pendências de dezembro, que depende do fluxo de recursos para o erário da Prefeitura.
Carvalho: prioridade é folha (Foto: arquivo)
“Só vamos assumir qualquer tipo de responsabilidade que possa ser cumprida. Garantimos que a prioridade é o pagamento dos servidores”, reforçou Anselmo Carvalho em reunião com outros secretários e dirigentes do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), dia passado.
Às 9 horas de hoje no Auditório do Hotel VillaOeste, o Sindiserpum fará assembleia geral para repasse do conteúdo da reunião da qual a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) não participou.
A audiência com a prefeitura foi terrível!!! – reprovou Marleide Cunha, presidente da entidade.
“Rosalba Ciarlini não quer que se repita o atraso dos salários”, ressaltou ele.
A principal pauta de discussão entre as partes na sede da prefeitura foi o pagamento de pendências do mês de dezembro de 2016, incluindo os salários, o 13° de parte dos servidores e o repasse do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ). Apenas um terço dos servidores não recebeu dezembro.
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