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Sessão solene marca os 25 anos da liga de Mossoró

Reprodução de convite
Reprodução de convite

A Câmara Municipal de Mossoró realiza Sessão Solene em homenagem aos 25 anos de atuação da Liga de Mossoró – Estudos e Combate ao Câncer, na próxima quinta-feira (12), às 09h. Foi uma proposição do vereador João Marcelo (PSD), aprovada por unanimidade.

A Liga de Mossoró, fundada em 22 de maio de 2000, tem relevante trabalho no tratamento e prevenção do câncer em Mossoró e outros 85 municípios das regiões Central, Oeste e Alto Oeste do Rio Grande do Norte.

No ano passado foram mais de 170 mil atendimentos realizados, entre consultas, cirurgias e tratamentos de quimioterapia e radioterapia, mostrando cada vez mais a importância da instituição para a saúde do Estado.

Durante a Sessão Solene serão homenageadas pessoas e colaboradores que fizeram e fazem muito pela instituição. Segundo o chanceler  da entidade, médico Cure de Medeiros “Essa Sessão Solene é, antes de tudo, um reconhecimento das sras. e srs. Vereadores ao trabalho desenvolvido pela Liga de Mossoró durante todos esses anos,” assinala.

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Estado e Prefeitura prejudicam tratamento contra câncer

Os serviços em oncologia estão novamente paralisados em Mossoró. O permanente atraso no repasse de verbas do Sistema Único de Saúde (SUS) compromete o atendimento aos pacientes com câncer e agrava a crise financeira do hospital.

As dívidas acumuladas do município e estado com o Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM) já ultrapassam R$ 1,5 milhão. A pendência maior é da Prefeitura Municipal, que deixou de pagar ao COHM a produção dos meses de junho e julho.

Em valores exatos, o montante da dívida acumulada da Prefeitura com o Centro de Oncologia é de R$ 831.096,41. Do total, cerca de R$ 70 mil são de despesas com médicos e R$ 761 mil de serviços hospitalares. As dificuldades não param por aí.

Se não bastassem as pendências da Prefeitura, o COHM sofre também com o atraso no recebimento de dinheiro do SUS por parte do Estado. O governo deve ao hospital o faturamento do mês de julho. Em números precisos, o total é de R$ 702.353,19.

Salários em atraso

Além desse valor, o Estado ainda deve ao Centro de Oncologia R$ 116 mil de produção de 2015. São recursos de despesas com quimioterapia e exames.

Sem a verba, o atendimento à população fica comprometido e o tratamento do câncer prejudicado.

“Mais uma vez, consultas, cirurgias e a até a quimioterapia estão sendo paralisados. Não temos como manter a regularidade nos serviços, se chega a faltar dinheiro para comprar medicamentos e pagar funcionários, que estão com seus salários com dois meses de atraso”, diz o médico José Cure de Medeiros, diretor-técnico do hospital.

Para se ter ideia do cenário real, desde maio o hospital não consegue mais pagar regularmente os plantões dos médicos. “Somente com esses profissionais, há uma dívida de R$ 480 mil”, diz Cure, além de R$ 600 mil com folha de pessoal. A dívida do hospital já supera R$ 1 milhão.

Plus

A situação financeira do hospital agrava-se ainda mais, segundo Cure, por causa da falta do pagamento do “plus” (complementação da tabela do SUS) pelo Governo do Estado, como é feito em Natal e Parnamirim. Lá, o Estado paga 150% de adicional, em todos os serviços médicos, sobre a tabela SUS.

Ademais, o Estado paga R$ 1.500,00 por uma diária de UTI em Natal, quando em Mossoró o valor não ultrapassa R$ 500,00 pelo mesmo tipo de atendimento. “Não temos mais como bancar esses custos”, garante Cure, lamentando que a falta de compromisso das autoridades públicas, prejudique os pacientes.

Outras informações COHM: (84) 9.8117-3053/9.9984-9338.

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Vereadora agradece apoio após passar mal em campanha

Izabel: tudo bem (Foto: Arquivo)

Tudo bem. A vereadora Izabel Montenegro (PMDB), que é candidata à reeleição em Mossoró na Coligação Força do Povo, está bem e em recuperação, do  mal-estar sofrido nesse sábado (3), em plena movimentação política (veja AQUI).

Aos amigos e correligionários ela emitiu mensagem os tranquilizando e de agradecimento a pessoas que a ajudaram nesse sobressalto delicado.

Utilizou endereços em redes sociais para esses fins:

Caros amigos e amigas,

Ontem no final da nossa concentração politica eu passei mal, tive uma forte dor no peito, cheguei a desmair, fui socorrida e levada ao Hospital Wilson Rosado, onde fui prontamente atendida, fiquei em observação, fiz alguns exames e recebi alta hoje à tarde.

Quero agradecer a todos que me prestaram socorro, principalmente à e-Deputada  Sandra Rosado (PSB), ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSB), Talizy Tomás (filha do vereador Tomaz Neto-PDT), Priscila Barbalho, Miguel Filho e outros que não lembro, devido o meu estado.

As visitas da ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP), vereador Lucélio Guilherme (PTB), Dilma Soares, e seu esposo Severino Almeida, Júnior Rebouças e sua esposa Sandra Pinheiro, amiga Rose Cantídio, deputado Beto Rosado (PP), candidata a vice-prefeito Nayara Gadelha (PP), colega economiário Alcimar Morais.

Agradeço ainda à equipe médica Dr. Jonatas Carvalho, Dr. Alectsando Fernandes e Dr Luiz Gomes, e a todas as enfermeiras.

Recebi na minha residência a visita do meu amigo Dr Cure de Medeiros e através do telefone e redes sociais inúmeras manifestações de solidariedade.

Obrigada a todos e a cada um de vocês!

Izabel Montenegro.

Nota do Blog – Saúde, vereadora. Cuide-se.

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Oncologia pode parar todos os serviços até segunda-feira

A Prefeitura de Mossoró e o Governo do Estado devem ao Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM) mais de R$ 1 milhão 700 mil, referentes a serviços e procedimentos médicos realizados nos meses de fevereiro e março de 2016. Com a retenção dos recursos do Sistema Único de Saúde, o hospital enfrenta enormes dificuldades para manter os serviços de tratamento do câncer.

Pronto-socorro deve ser paralisado amanhã e todos os serviços a partir de segunda-feira (11).,

“Começa a faltar medicamentos e os salários dos funcionários já estão atrasados dois três”, conta o médico José Cure de Medeiros, diretor do COHM. Segundo ele, a dívida da Prefeitura com o Centro de Oncologia é superior a R$ 800 mil. Do total, R$ 505 mil são dos serviços, médico e hospital, prestados nos meses de janeiro e fevereiro de 2016, e R$ 300 mil parcelas de acordo judicial, em aberto.

O acordo, explica Cure de Medeiros, refere-se à quitação pela Prefeitura de débitos com o hospital relativos a 2014. Se não bastasse o atraso da Prefeitura, o Governo do Estado segue a mesma linha, atrasando repasses do SUS. “A dívida do Estado já é de R$ 900 mil”, enumera Cure, destacando que R$ 808 mil são verbas do  para pagar os serviços de quimio e radioterapia, nos meses de janeiro de fevereiro.

Robinson Faria

O Estado deve ao COHM R$ 391 mil de janeiro, R$ 417 mil de fevereiro e R$ 100 mil referente à produtividade de dezembro de 2015, retida em 15%. Em que pese à orientação dada pelo governador Robinson Faria (PSD), o secretário estadual da Saúde, Ricardo Lagreca, tem ignorado a crise na oncologia de Mossoró e evitado a regularização das pendências financeiras do governo com o Centro de Oncologia.

Fechamento

Diante do cenário, o COHM fecha o seu Pronto-Socorro, já a partir desta quinta-feira, 7 de abril. “Estamos sem condições de atender a população, sem receber os recursos do SUS”, anuncia Cure.

A situação, porém, poderá se agravar ainda mais, porque o hospital poderá paralisar todos os serviços já na próxima segunda-feira,11. O serviço de radioterapia também poderá fechar.

“A situação está insustentável. Além do atraso nos pagamentos, ainda convivemos com outras distorções, como o não pagamento do plus aos médicos de Mossoró. Todos os meses, o Governo do Estado repassa à Prefeitura de Natal R$ 6 milhões de plus, adicional de 150% sobre os valores pagos pelos SUS aos médicos, sem falar na diária de UTI de R$ 1.500,00, em Natal, contra a de R$ 450,00 em Mossoró. Chegamos ao limite. Só nos resta parar nossas atividades”, reitera Cure Medeiros.

Com informações do COHM.

Audiência sobre oncologia aponta para união e não disputa

A Câmara Municipal de Mossoró realizou nesta sexta-feira, 26, audiência pública que debateu a situação da Oncologia da cidade. As discussões iniciadas às 15h avançaram pela noite, em face da importância da temática.

Izabel presidiu, com Tomaz, a audiência (Foto: CMM)

Proposta pelos vereadores Izabel Montenegro (PMDB) e Tomaz Neto (PDT), a audiência teve o intuito de institucionalizar a criação da Frente Parlamentar de Estudos e Combate ao Câncer no Município de Mossoró.

A vereadora Izabel Montenegro ressaltou a dificuldade dos pacientes em conseguir uma cirurgia ou um tratamento custeado pelo SUS.

“É necessário destacar a situação periclitante que vivem as pessoas acometidas com essa doença em nossa cidade. Conseguir uma cirurgia ou um tratamento custeado pelo SUS transformou-se em uma verdadeira via crúcis, o que coloca os doentes em situação de risco de morte”, disse Izabel.

Já o vereador Tomaz Neto questionou a aplicação dos recursos públicos do Governo Federal, Estadual e Municipal.

“Hoje não sabemos a realidade da aplicação dos recursos públicos do Governo Federal, Estadual e Municipal, as parcerias, convênios e outros instrumentos de cooperação na área”, falou Tomaz.

Crise sem precedentes

Quanto à Frente Parlamentar, para os edis ela deverá lutar pelo acesso digno aos serviços de saúde por parte da população acometida com a doença.

“Precisamos empreender formas de combater o descaso das autoridades no trato com esse problema que já beira uma crise sem precedentes”, afirmaram.

Em outro momento da audiência, os convidados se pronunciaram. Hematologista Cure Medeiros detalhou o trabalho do Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM), que ele dirige.

“Já passaram-se 20 anos de serviços prestados a população de Mossoró e Região. Desde 1995 quando o serviço era isolado em Quimioterapia, o objetivo sempre foi o de prover à população carente de um serviço de qualidade, mais próximo de sua casa e de sua família”, disse Cure.

Em seguida, o médico Bernardo Rosado apresentou números do Hospital Wilson Rosado (HWR), e explicou que em nenhum momento o Hospital tentou monopolizar os serviços de saúde em Mossoró.

“Nunca pensamos em monopolizar os serviços de saúde da cidade. Nosso objetivo é somar, disponibilizando o serviço à população”, ressaltou Bernardo.

George Antunes, do Instituto do Coração, defendeu a união de todos em favor de um serviço de suma importância para a população. Em sua ótica, uma competição no setor é prejudicial a quem mais precisa: o paciente. Também assinalou que os serviços cobrados por UTI´s em Mossoró estão defasados, num comparativo com a capital, onde se cobra em média “R$ 1,5” por diária.

Ronaldo Fixina, representante dos anestesiologistas, elogiou estrutura do HWR e do COHM, assegurando que têm ótimas condições para que os profissionais trabalhem. Cobrou priorização da Saúde e criticou incapacidade dos gestores públicos em todas as esferas, de investirem na Saúde.

Participaram da audiência presidida pela vereadora Izabel Montenegro: Dr. Cure Medeiros, Diretor Técnico do Centro de Oncologia de Mossoró; Dr. Bernardo Rosado, Diretor do Hospital Wilson Rosado; Leodise Cruz, Secretária de Saúde de Mossoró; Aécio Mares Tarouco, representante do Ministério Público Federal (MPF); Sávio Bastos, Promotor de Justiça; Fábio Bezerra, Prefeito de Serra do Mel; Diego Tobias, representante da OAB; Gilberto Pedro, Presidente do Conselho Municipal de Saúde; Ronaldo Fixina, Anestesiologista; Paulo Mendes, Coordenador da Auditoria do Sistema Municipal de Saúde de Mossoró; Thiago Demetrio, representante da UERN; e Andrea Taborda, representante da UFERSA.

Além dos propositores da audiência, Izabel Montenegro e Tomaz Neto, estiveram presentes os vereadores: Jório Nogueira (PSD), Alex Moacir (PMDB), Francisco Carlos (PV), Vingt-un Neto (PSB), Genilson Alves (PTN), Nacízio Silva (PTN), Flávio Tácito (DEM), Genivan Vale (PROS) e Alex do Frango (PV).

Conflito na oncologia tem forte odor da morte

Como as entidades médicas de Mossoró e do RN vêem a crise na oncologia na cidade? Há um silêncio assustador.

Existe um conflito aberto entre o Hospital Wilson Rosado (HWR) e o Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM).

Os médicos Bernardo Rosado (WHR) e Cure de Medeiros (COHM) disputam o mercado.

No meio deles, milhares de pessoas – entre crianças e adultos – que querem apenas viver.

Tudo tem um forte odor da morte.

E do azinhavre.

Pobre Mossoró!

Médico considera “levianas” declarações de vereadora

Do jornal O Mossoroense

O médico Bernardo Rosado, dirigente do Hospital Wilson Rosado (HWR), de Mossoró, classificou como levianas as declarações da vereadora Izabel Montenegro (PMDB) de que ele estaria querendo monopolizar os serviços de saúde em Mossoró.

Bernardo: choque com Cure (Foto: Web)

“O que ela falou foi de uma leviandade imensurável, porque ela me coloca como uma pessoal que está prejudicando um serviço sem dizer como. Adiante, ela diz que o problema é que estou cobrando preços mais baratos para inviabilizar outro serviço”, disse.

 

O médico declarou estar sendo perseguido pela atual administração municipal. “No Wilson Rosado a oncologia é tratada de maneira desigual em relação ao serviço de doutor Cure de Medeiros (Hospital do Câncer). Quando nós fomos fazer esse credenciamento ao SUS só assinamos contrato com a Prefeitura de Mossoró uns seis, sete meses depois.Durante esse período a Prefeitura recebeu o dinheiro e não nos credenciou. A alegativa era que precisava passar por uma nova portaria em uma determinação do Ministério da Saúde para todos os estados”, frisou.

Ele disse ainda que não recebe plus que outros hospitais recebem. “Quando fomos assinar os contratos, a secretária Leodise Cruz exigiu que nós apresentássemos um contrato com os anestesiologistas e com os cirurgiões com o plus sendo pago pelo Wilson Rosado. Questionamos porque ela não estava exigindo isso para os outros serviços. Um tem plus e o outro não. Isso é ilegal”, acrescentou.

Para o médico Bernardo Rosado, Izabel Montenegro deveria direcionar o discurso para a Prefeitura de Mossoró. “Do que é que Izabel está reclamando? Se eu estou sendo massacrado. Ela deveria reclamar da Prefeitura. Há uma reclamação de doutor Cure porque um paciente de câncer aqui faz a cirurgia sem esperar mais do que 15 dias. Fico inconformado com esse tipo de agressão”, disse.

Veja AQUI declarações de Izabel Montenegro.

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Prefeitura anuncia acerto com oncologia

O Município de Mossoró garantiu a continuidade dos serviços de oncologia oferecidos pelo Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM). O acordo foi feito na manhã desta terça-feira, 24, entre o diretor do hospital, Cure de Medeiros, e o secretário de Planejamento, Josivan Barbosa.

Na negociação, ficou assegurado o repasse e a solução de dívidas anteriores, de maneira a garantir a manutenção dos serviços de relevância para Mossoró e região.

Recentemente, o município também realizou o contrato com os anestesiologistas e garantiu a retomada das cirurgias oncológicas e eletivas, que deverão ser iniciadas já na próxima segunda-feira, 2?

Com informações da Prefeitura de Mossoró.

Estado e Prefeitura devem R$ 3,5 milhões à Oncologia

A Prefeitura de Mossoró e o Governo do Estado já acumulam dívidas de R$ 3,5 milhões com o Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM) e o Hospital da Solidariedade (Hospital do Câncer) referente a procedimentos feitos pelo SUS. As dívidas comprometem serviços e prejudicam diretamente a população que busca atendimento público nos hospitais.

Cure: "insustentável" (Foto: extraída da Web, sem identificação)

De acordo com o médico José Cure de Medeiros, a dívida da Prefeitura com o Centro de Oncologia ultrapassa os R$ 2 milhões. “Sem esses recursos, não temos como atender dignamente a população e vamos ter que paralisar serviços”, diz ele. A dívida vai do pagamento a médicos à quitação de despesas com a manutenção da UTI.

A partir dessa quarta-feira (25), caso a Prefeitura não resolva o impasse, o Centro de Oncologia vai paralisar o atendimento pelo SUS. Os pacientes já vinham sendo prejudicados por causa do impasse entre a Prefeitura Municipal e os anestesiologistas, tal pendência já equacionada com um contrato entre as partes.

Situação “insustentável”

“Resolveram o problema dos anestesiologistas, mas estamos esperando que a Prefeitura atualize os repasses ao Centro de Oncologia, para que possamos pagar médicos e funcionários, e custeio, para que a população possa ser atendida”, explica Cure, citando que a situação financeira do COHM “está insustentável” no momento.

Segundo ele, o Centro não suporta trabalhar sem receber pelos serviços prestados. “Vamos chegar ao ponto de transferir pacientes”, sinaliza. A Prefeitura também vem retardando a assinatura do convênio com o Centro de Oncologia, necessário ao credenciamento do hospital do Sistema Único de Saúde pública.

A direção do Centro de Oncologia já se reuniu com a secretária de saúde da Prefeitura, Leodise Cruz, que sinalizou em sanar o impasse financeiro, garantindo o pleno funcionamento do COHM com as cirurgias oncológicas, atividades de UTI e serviços ambulatoriais. “Acreditamos que tudo será resolvido logo”, espera Cure.

Estado

A dívida do Estado com o Hospital da Solidariedade é de R$ 1,5 milhão, e se refere à produtividade dos meses de novembro e dezembro de 2014. Credenciado na União como unidade de alta complexidade oncológica, o pagamento dos serviços realizados no hospital é processado através do governo estadual.

O secretário estadual da saúde, Ricardo Lagreca, prometeu liberar parte dos recursos pendentes ainda esta semana, a fim de evitar a descontinuidade na assistência aos pacientes que fazem tratamento de quimioterapia e radioterapia no hospital. A unidade é vinculada à Liga do Câncer e também passa por uma grave crise financeira.

Com informações da Assessoria de Imprensa do COHM e Hospital do Câncer.

 

Unificação de tratamento contra o câncer é discutida

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB), e o ministro da Saúde, Arthur Chioro, discutiram com o presidente da Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC), Francisco Curie, a unificação das unidades de tratamento do câncer, em Mossoró. Tudo definido para ser uma instituição filantrópica única.

Cure (à esquerda) disserta sobre situação (Foto: J. Batista)

O ministro assegurou que a prioridade dos recursos do SUS, após os investimentos em hospitais públicos, é para as instituições filantrópicas. O encontro foi nessa terça-feira (27).

Henrique Alves disse que a reivindicação de Mossoró está na linha das prioridades do Ministério da Saúde.

A estrutura existente em Mossoró, com duas unidades em funcionamento e outra em construção, é suficiente para atender à demanda por cirurgias oncológicas na região. Mas, segundo o médico Francisco Curie, os recursos conveniados com o SUS não cobrem as necessidades e nem os atuais serviços prestados pela Liga Mossoroense Contra o Câncer.

Atualmente, são realizadas 4 mil atendimentos por mês e mais de 100 cirurgias oncológicas pela Liga Mossoroense, mas a demanda reprimida é de 400 cirurgias por mês. Além da ampliação do teto para cirurgias na região, o deputado endossou o pleito da direção da Liga para aquisição de uma nova máquina de radioterapia. Por sugestão do ministro, o valor do equipamento de R$ 6 milhões poderá ser assegurado através de uma emenda de bancada ao Orçamento Geral da União (OGU).

Ampliação de hospitais

Na mesma visita do ministro da Saúde ao presidente da Câmara dos Deputados foram apresentados pelo deputado Nelter Queiroz os projetos de ampliação e reforma dos hospitais municipais de Jucurutu e Santana do Matos. Cada proposta está avaliada em torno de um milhão de reais com recursos de emendas parlamentares de Henrique Alves e do senador Paulo Davim.

Já o diretor do Hospital e Maternidade de Alexandria, Napoleão de Paiva, pediu a renovação do certificado de instituição filantrópica para a principal unidade de saúde do município.

O hospital Guiomar Fernandes é referência estatual em cirurgias de varises e só poder ser conveniado ao SUS com o certificado de filantropia atualizado.

O deputado Henrique Alves destinou uma emenda parlamentar de R$ 450 mil para a compra de novos equipamentos para o hospital de Alexandria.

Com informações da Assessoria de Imprensa de Henrique Alves.

Cure de Medeiros é nome do PMDB para chapa em Mossoró

O médico hematologista Cure de Medeiros é novamente tentado a entrar na política, como candidato a cargo eletivo. “Escapou” ano passado, em 2014 – talvez não.

Cure: de novo cogitado

Numa provável eleição suplementar a prefeito e vice de Mossoró (inicialmente marcada para 2 de fevereiro de 2014), ele é  o preferido do deputado federal Henrique Alves (PMDB) para candidatura própria a prefeito pelo PMDB. Ao mesmo tempo, opção para vice numa chapa com outro partido.

Cure é o principal dirigente do Hospital da Solidariedade (Hospital do Câncer) e da Liga Contra o Câncer de Mossoró.

Ano passado, Henrique pressionou-o a aceitar ser vice em chapa encabeçada pela então vereadora Cláudia Regina (DEM). O médico resistiu e não aceitou.

Desconhecido

Terminou sendo um dos principais endossantes da postulação do desconhecido Wellington Filho (PMDB), advogado e filho da ex-vereadora Gilvanda Peixoto (DEM).

Com a presidente municipal do partido, Izabel Montenegro (hoje vereadora), apontou Wellington como opção.

O próprio Henrique não sabia quem era Wellington. Porém acatou a sugestão, depois de consultar o senador Garibaldi Alves (pai do também senador Garibaldi Filho-PMDB).

O senador deu boas referências familiares do advogado, como base à aprovação dele como candidato a vice. A conversa entre Henrique e Garibaldi pai foi por telefone, quando o deputado estava cumprindo agenda política no Vale do Açu.

Chapa

Cláudia e Wellington: chapa sob consulta (Foto Carlos Costa)

Em seguida, a ex-vereadora Gilvanda foi consultada. Demonstrou desinteresse pela indicação em conversa com Izabel Montenegro e Rose  Cantídio, nome histórico do peemedebismo em Mossoró. Mas o Wellington, não. De chofre, avisou que aceitava.

Daí, houve a aquiescência da mãe.

Assim foi fechada a chapa Cláudia-Wellington Filho ano passado.

Hoje, enfrentam uma enxurrada de demandas na Justiça Eleitoral por diversos crimes, como abuso do poder econômico, uso ostensivo da mídia e utilização de estrutura pública à eleição.

Ministério Público Eleitoral (MPE) e  adversários levaram ambos a onze condenações e três afastamentos do cargo em primeiro grau, além de cinco cassações e um afastamento em segundo grau.

Continuam fora do poder, além de condenados à inelegibilidade por oito anos e várias multas pecuniárias.

Como nenhum processo está transitado em julgado (quando não tem mais direito a qualquer recurso), continuam com esperança de retorno em definitivo aos respectivos cargos.

Henrique tenta viabilizar mais recursos contra o câncer

O presidente da Câmara dos deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB), busca uma solução para ampliar o número de cirurgias oncológicas em Mossoró. O Hospital do Câncer já acumula um crédito de R$ 500 mil e tem uma fila de 400 pacientes aguardando a vez de submeterem a uma cirurgia.

Henrique recebeu Cure e Izabel hoje

Os dados já foram apresentados ao secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães, para analisar a proposta.

O assunto foi discutido nesta terça-feira (3), em Brasília, durante audiência com o diretor do hospital, Cure de Medeiros, e a vereadora mossoroense Izabel Montenegro (PMDB). O encontro foi no gabinete da presidência da Câmara.

Henrique Alves também conversou, por telefone, com o secretário de saúde do Rio Grande do Norte, Luiz Roberto Fonseca, que confirmou a necessidade de mais recursos para cirurgias oncológicas em Mossoró e região. O processo já foi aprovado por todas as instâncias do SUS municipal e estadual.

Cirurgias

O Hospital da Solidariedade (Hospital do Câncer) e o Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM) atendem, em média, 4 mil paciente por mês. Cerca de 500 estão em tratamento quimioterápico. Outros 100 fazem radioterapia.

São realizadas 300 cirurgias por mês.

“A cidade precisa desse serviço ampliado e prestando cada vez mais um bom atendimento a população”, disse Henrique Alves, reafirmando o compromisso dele com o Hospital do Câncer e a população dos 62 municípios da região atendida em Mossoró.

A prefeitura de Mossoró dispõe de um teto de R$ 175 mil para cirurgias de alta complexidade. A Liga Contra o Câncer tem estrutura para produzir atualmente R$ 700 mil por mês. A instituição também pleiteia uma residência médica para Mossoró e já submeteu o processo ao Ministério da Educação.

Oncologia tem aumento de teto, mas Estado evita “plus

O Ministério da Saúde (MS) aprovou o aumento do teto financeiro destinado ao Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM) para realização de procedimentos oncológicos. A solicitação de ampliação do teto foi aprovada pelos técnicos do Ministério da Saúde, e a definição de valores depende apenas um estudo de orçamentário do órgão.

A aprovação deve ser publicada na próxima semana, no Diário Oficial da União (DOU). Então, a partir daí será anunciado o valor do novo limite financeiro.

O valor solicitado é de R$ 12 milhões, tendo sido encaminhado pela Prefeitura Municipal, com a interveniência do Governo do Estado. O valor será aplicado ao longo de doze meses.

A única pendência, de momento, diz respeito à complementação de 150% sobre a tabela do SUS, para os cirurgiões oncológicos – denominada de “plus”. O pleito da categoria já foi rejeitado pelo Governo do Estado, que faz esse complemento em Natal, mas se recusou a dar tratamento igual à situação em Mossoró, em reunião ocorrida na última quinta-feira (Veja AQUI).

De acordo com o médico José Cure de Medeiros, diretor do COHM, com a aprovação do teto financeiro, não deve mais haver interrupção na liberação de recursos para procedimentos cirúrgicos. O teto atual, de R$ 393 mil, não vem sendo suficiente para atender o frequente crescimento da demanda dos serviços oncológicos no COHM.

Isso porque, segundo José Cure, como Mossoró se transformou em polo da oncologia, e o Centro de Oncologia uma referência nesse tratamento, a procura pelos serviços cresceu muito nos últimos tempos, necessitando, assim, do aumento do teto financeiro, já que o valor inicialmente fixando, era sempre ultrapassado pelo hospital.

De janeiro a junho desde ano, com o crescimento da demanda pelos serviços, o Centro de Oncologia diagnosticou 412 novos casos de câncer em Mossoró e na região.

Com informações adicionais do COHM.

 

Acordo garante tratamento contra câncer em Mossoró

Finalmente o bom senso prevaleceu. As cirurgias oncológicas (contra o câncer) vão ser retomadas nesta sexta-feira (25), em Mossoró. Quem adianta a boa nova é o vereador Genivan Vale (PROS).

Ele participou hoje de reunião na Secretaria de Planejamento da Prefeitura Municipal de Mossoró para resolver o impasse entre o Hospital do Câncer de Mossoró (Hospital da Solidariedade), Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM) e a Prefeitura de Mossoró. Chegou-se a um consenso.

Genivan Vale representou a Câmara Municipal e a Comissão de Saúde da Câmara e afirma que as cirurgias oncológicas “voltam a ser realizadas nesta quarta-feira”.

O débito de 508 mil reais da Prefeitura para com o Hospital, também foi negociado e será pago em três parcelas.

Além do vereador Genivan estiveram na reunião Flávio Côrte (Promotor/Ministério Público); Rafaela Bularmaqui (Procuradora do Município); Jaqueline Amaral (Secretária de Saúde); Fátima Marques (Controladoria do Município) e os médicos Cure de Medeiros, Ivan Brasil e Jorge Moura.

Cerca de 300 cirurgias/mês e outros procedimentos oncológicos estavam paralisados, com sério comprometimento da saúde dos pacientes. Os médicos cobravam pagamento de um “plus” à tabela do Sus e a prefeitura judicializou a relação, afirmando que estava em seu limite e dentro do já acordado.

Nova reunião será realizada na próxima segunda-feira para decidir sobre a realização de demais procedimentos em Mossoró.

Também deverá ser desencadeada luta para que o Estado dê em Mossoró o mesmo tipo de apoio a serviços similares na capital. Ao mesmo tempo, não deve ser esquecido o papel da União, haja vista que os trabalhos de alta complexidade possuem valores extremamente defasados.

Com informações da Assessoria de Imprensa de Genivan Vale e outras fontes.

Cirurgias contra câncer serão suspensas; falta pagamento

A partir desta quarta-feira (24), o Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM) suspenderá as cirurgias oncológicas dos pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O teto financeiro fixado pela Secretaria Municipal da Saúde para a oncologia, que hoje é de R$ 393 mil mensais, vem sendo ultrapassado nos últimos meses. Porém, a diferença da produtividade não está sendo repassada pela municipalidade.

O valor acumulado, nos últimos dois meses, é na ordem de R$ 500 mil. Como não estão recebendo o valor da produção integral, os cirurgiões lotados no COHM decidiram  paralisar as cirurgias, até a resolução do impasse financeiro junto ao gestor da saúde. O médico José Cure de Medeiros explica que os gastos com as cirurgias e o custo fixo do serviço são elevados, e não há mais condições de serem bancadas pela unidade hospitalar.

Centenas de vítimas…

Para o diretor do Centro de Oncologia, a reivindicação dos cirurgiões, para atualização do teto financeiro, é “mais que justo”. O impasse prejudicará centenas de pacientes oncológicos que aguardam por cirurgias no SUS.

Segundo Cure, cerca de 120 cirurgias deixarão de ser feitas por semana. “E isso, ocasionará uma perda enorme no tratamento dessas pessoas que correm contra o tempo, para combater o câncer”, alerta.

Os cirurgiões oncológicos também reivindicam benefício dado aos médicos de Natal, e depois estendido aos anestesistas de Mossoró, referente à suplementação da Tabela SUS, já que estão se sentindo discriminados pelos gestores da saúde pública. Médicos e anestesistas recebem um adicional de 150% sobre os valores pagos pelo Sistema Único de Saúde, a mesma vantagem pleiteada pela equipe de cirurgiões.

Com informações do COHM.

Nota do Blog – Sem palavras…

Cirurgias contra câncer voltarão a ser realizadas

A greve dos cirurgiões que trabalham no Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM) chega ao fim e o serviço será retomado já a partir da próxima segunda-feira, 2 de setembro. A informação é dada pelo diretor da unidade hospitalar, o médico José Cure de Medeiros.

Segundo ele, a paralisação dos cirurgiões se devia a um impasse com a Prefeitura Municipal, em que os profissionais reivindicavam o pagamento do “plus” sobre a tabela do SUS.

A Secretaria Municipal da Saúde excluiu o COMH na renovação dos contratos com os hospitais da cidade, em que a municipalidade pagará um adicional sobre o valor fixado na tabela pelo Sistema Único de Saúde aos médicos. Ao longo do impasse, a Prefeitura acumula uma dívida de R$ 700 mil com os cirurgiões, referente à produtividade dos profissionais.

O fim da greve ocorreu porque a Prefeitura, com intermediação do vice-prefeito Wellington Filho (PMDB), assumiu o compromisso de agendar uma reunião entre a municipalidade e os cirurgiões, já na próxima semana, para discutir o repasse devido. Assim, os pacientes que tinham consultadas agendadas com esses profissionais, poderão remarcá-las segunda-feira, no COHM, antiga Casa de Saúde Santa Luzia.

Henrique

Além do vice-prefeito Wellington, o fim do impasse entre a Prefeitura e os cirurgiões teve ainda a interveniência do deputado e presidente da Câmara Federal, Henrique Eduardo Alves, interlocutor do acordo. Durante o período da greve, cerca de 100 cirurgias oncológicas deixaram de ser realizadas no Centro de Oncologia.

A Prefeitura, além de abrir negociação com os cirurgiões, também sinaliza com o repasse de R$ 125 mil para o Hospital da Solidariedade, conforme convênio assinado entre as partes ainda no ano de 2012.

O dinheiro é necessário à manutenção do serviço de radioterapia, que corre um sério risco de ser fechado por escassez de recursos.

O hospital só não fechou as portas esta semana, porque recebeu de um empresário local, a doação de R$ 10 mil.

Governo deixa de pagar quase R$ 1 milhão contra câncer

O médico Cure de Medeiros esteve ontem reunido com o vereadores que compõem a bancada de oposição à gestão municipal na Câmara, composta pelos vereadores Lahyrinho Rosado (PSB), Genivan Vale (PR), Vingt-Un Neto (PSB),  Soldado Jadson (PT do B), Luiz Carlos (PT), Tomaz Neto (PDT)  Jório Nogueira (PSD).

Cure (de vermelho) e vereadores conversaram sobre problema

O encontro serviu para ele explicar a real situação relativa aos projetos que prestam serviço à população com câncer em Mossoró e região. Sua luta é por apoio da população e classe política.

Cure relatou que a Prefeitura de Mossoró renovou todos os contratos existentes com os demais hospitais e clínicas em Mossoró e a única exceção foi o Centro de Oncologia de Mossoró (COHM), que realiza as cirurgias oncológicas. Além de não ter feito a renovação dos contratos do “plus” (adicional financeiro), o médico apresentou documentos que mostram que a Prefeitura mantêm em atraso dois meses de produção deste hospital, gerando um déficit de aproximadamente 800 mil reais.

Doações

E esse não é o único débito: Um repasse de 125 mil reais – que deveria ter sido pago ao Hospital do Câncer (Hospital da Solidariedade), pelo executivo, em cinco parcelas de 25 mil – desde o dia primeiro de setembro do ano passado, quando venceu a primeira parcela do acordo, não teve qualquer pagamento.

Quase 1 milhão de reais que afetam diretamente milhares de pessoas, correligionárias ou não da prefeita Cláudia Regina (DEM).

“Esta situação vem comprometendo seriamente os serviços aos pacientes de câncer e tem levado o Hospital da Solidariedade a depender ainda mais das doações da população”, ressalta Genivan Vale.

Inconformado com o que foi exposto e com o descaso com a saúde no município, diariamente denunciada pela população, o vereador Genivan Vale dedicou sua fala a expor essa realidade em plenário durante o pequeno expediente da sessão desta terça-feira (27).  “O câncer não pode esperar”, alertou ele.

Nenhum vereador governista pronunciou-se durante intervenção do vereador.

À semana passada, o vice-prefeito Wellington Filho (PMDB) falou sobre o assunto (veja AQUI).

Veja mais detalhes e documentos oficiais clicando AQUI.

Vice-prefeito admite impasse para apoio contra câncer

O vice-prefeito mossoroense Wellington Filho (PMDB) admitiu agora há pouco, ao programa “Cenário Político” da TV Cabo Mossoró (TCM), interesse da prefeitura em continuar parceira do Hospital da Solidariedade (Hospital do Câncer).

Mas ponderou que tudo deveria ser “dentro da legalidade”, mesmo reconhecendo a importância do trabalho da entidade e a Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC). Ele disse, que o diretor dessas organizações de saúde, hematologista Cure de Medeiros, tem ciência disso.

Wellington alertou que a prefeitura tem muitas e novas obrigações na Saúde. Precisa estar dentro da lei e respeitando aspectos financeiro-orçamentários.

Garantiu que não há nenhum retaliação contra Cure. Destacou ainda sua relação de amizade e ligação partidária com o médico e afirmou que o governo tem interesse em continuar parceria, com apoio ao hospital e liga.

Quanto à afirmação de Cure de Medeiros – dada ontem ao programa – de que fora pressionado a não divulgar à imprensa o suposto atraso em repasses da prefeitura, Wellington refutou-o. Comentou que não testemunhou nada dessa ordem. Mediu a acusação de Cure como “um absurdo”.

Veja posição de Cure de Medeiros, exposta ontem na TCM, clicando AQUI.

Quebra de compromisso afeta tratamento contra câncer

Agrava-se a crise na oncologia em Mossoró. A revelação foi feita pelo médico José Cure de Medeiros, diretor do Centro de Oncologia de Mossoró (COHM), em entrevista concedida ao programa Cenário Político, da TV Cabo Mossoró (TCM), nesta quinta-feira (22).

Solidariedade na propaganda é a mesma da vida real?

Segundo ele, a Prefeitura Municipal quebra contratos com o Centro e deixa de repassar recursos contratados para o pagamento das cirurgias, já havendo pendência superior a R$ 200 mil.

Para agravar ainda mais a situação, a Prefeitura, ainda segundo José Cure, desconsiderou o contrato que garantia ao Centro de Oncologia o pagamento de um “plus” (adicional) de 150% para as cirurgias oncológicas, a título de complementação da Tabela SUS. Todavia, o adicional continua a ser pago a outros hospitais. Diante disso, os cirurgiões vão paralisar as cirurgias a partir de segunda-feira, dia 26.

“Se pensam que estão fazendo algo contra mim, é um erro, porque quem sofre com as consequências são os pacientes, que precisam de cirurgias para se curar do câncer”, afirmou Cure de Medeiros, antecipando que, em média, são feitas 20 cirurgias oncológicas, por dia, no COHM. Dessa forma, cerca de 400 pacientes, que esperam pelas cirurgias, deixarão de ser operados, porque os cirurgiões vão parar o atendimento.

A crise na oncologia, todavia, não se limita ao COHM.

Quadro pior

O serviço de radioterapia, da Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC), também poderá ser paralisado, já na próxima semana, pelo mesmo motivo: falta de recursos para se manter. “O dinheiro doado pela sociedade, já não cobre mais as despesas da Liga, elevadas com a implantação da radioterapia”, revelou Cure, na entrevista para TCM.

A Liga aguarda, deste 2012, o repasse de R$ 125 mil para a manutenção do hospital. Os recursos, porém, ainda não foram liberados pela municipalidade. “Esse dinheiro é fundamental para o serviço continuar funcionando, e salvando vidas, como é o seu propósito”, comentou o médico.

De acordo com ele, a radioterapia poderá fechar as postas, já na próxima segunda-feira, 26.

Com informações do COHM.

Nota do Blog – Diante dessa situação, comentar o quê?

 

Hospital da Solidariedade tem garantia de atendimento

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assinou nesta terça-feira, dia 13, a documentação que permite o primeiro repasse de recursos do SUS para o Hospital da Solidariedade (mais conhecido por Hospital do Câncer) de Mossoró realizar atendimento radiológico.

O ato foi realizado no gabinete do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB). Teve a presença da governadora do RN, Rosalba Ciarlini (DEM), da deputada Sandra Rosado (PSB), do chefe da Casa Civil, Carlos Augusto Rosado (DEM), da vereadora licenciada e secretária de Desenvolvimento Econômico de Mossoró, Izabel Montenegro (PMDB), e do médico Cure de Medeiros, diretor do hospital.

De acordo com Cure, com o credenciamento do seu serviço de radiologia pelo SUS, o Hospital da Solidariedade de Mossoró está apto a atender não apenas a população de Mossoró, mas também de toda região Oeste do RN e parte do Ceará, totalizando mais de 800 mil habitantes

Ele e a governadora Rosalba Ciarlini fizeram questão de agradecer as gestões desenvolvidas junto ao ministro pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves.

– Henrique foi, sem dúvida, nosso grande advogado – disse a governadora, que aproveitou para reivindicar ao ministro Alexandre Padilha um aumento da dotação destinada ao financiamento de cirurgias oncológicas no Rio Grande do Norte.

O ministro garantiu que, para o tratamento de câncer, não faltarão recursos. No caso específico dos serviços de radiologia a serem desenvolvidos pelo Hospital da Solidariedade de Mossoró estão assegurados, este ano, 1 milhão e 100 mil reais.

Henrique recebe dirigente do PMDB e Cure de Medeiros

A secretária municipal do Desenvolvimento Econômico de Mossoró e vereadora licenciada, Izabel Montenegro (PMDB), está em Brasília.

Com ela, o médico e diretor do Hospital da Solidariedade, hematologista Cure de Medeiros.

Os dois têm reunião com o presidente da Câmara Federal, Henrique Alves (PMDB).

A pauta de ambos é “oficialmente” administrativa.

Oficialmente.

Nada mais posso adiantar, apesar da vontade.

Izabel, dirigente do PMDB em Mossoró, tem muito o que conversar sobre o partido, seu fortalecimento e conjecturas sobre eleições suplementares à prefeitura.

PMDB projeta nome de médico à nova eleição mossoroense

O nome do médico hematologista Cure de Medeiros não sai da cabeça do deputado federal Henrique Alves (PMDB), para empreitada político-eleitoral em Mossoró.

Cure: nome já sondado em 2012 (Jornal de Fato)

Ele era seu nome preferido a vice de Cláudia Regina (DEM) em 2012 (veja AQUI). O parlamentar frustrou-se com a recusa do médico em estrear na política.

O lugar caiu do céu para o advogado Wellington Filho (PMDB), sem qualquer expressão política e escassa relação com o próprio partido. O advogado foi apresentado pela presidente local da sigla – Izabel Montenegro – como uma das opções e terminou sendo aceito por Henrique.

Com a possibilidade iminente de uma eleição suplementar à Prefeitura de Mossoró, Henrique volta a ter o nome de Cure à mesa. Dessa feita, com um degrau acima dos planos anteriores: nome a prefeito.

Por seu perfil novo, como homem empreendedor e devotado à luta contra o câncer (inaugurou recentemente o Hospital da Solidariedade, em Mossoró), sem a pecha de ser um “político profissional”, Cure seria a pessoa certa para o momento atual.

Numa conjuntura conturbada, com lideranças locais fragilizadas ou impedidas de participação direta no pleito, o médico pode se encaixar no projeto do PMDB.

Penduricalho

São esses raciocínios que passeiam na cabeça de Henrique Alves.

Há décadas o PMDB deixou de ser um partido de proa para representar mero penduricalho de facções do rosadismo.

Henrique Alves – presidente da Câmara Federal –  e o seu primo Garibaldi Filho (PMDB), ministro da Previdência Social e senador licenciado, querem mudar esse destino. Por isso a relutância em passar outra vez a direção partidária para outro membro do clã Rosado ou apontar algum novo vice que seja representante dessa oligarquia local.

A hipótese de outra eleição municipal que se desenha, é uma chance que “cai do céu” para o partido ser protagonista e não apenas caudatário de projetos alheios.

Henrique: PMDB como protagonista

Nos bastidores, a vereadora licenciada e secretária municipal do Desenvolvimento Econômico, Izabel Montenegro, tem adiantado disposição de ser candidata a prefeito. O partido não mais faria composição como vice em outra disputa eleitoral.

Reengenharia

Contudo é pouco provável que ela seja içada pelo comando partidário estadual para esse patamar. O que não a impede de se mexer e costurar meios para se viabilizar como uma peça de substituição a Wellington, numa nova coligação DEM-PMDB. Ela, agora, seria a vice.

Na articulação pré-eleitoral de 2012, Izabel foi praticamente perfeita. Tirou do caminho nomes com maior capital eleitoral a vice, ligados ao esquema da então prefeita de fato Fafá Rosado (DEM) e conseguiu plantar Wellington, filho da ex-vereadora Gilvanda Peixoto (DEM), na chapa.

Em contrapartida, teve da ex-vereadora – historicamente ligada à governadora Rosalba Ciarlini (DEM) – um apoio para poder novamente ser eleita a vereadora.

Com uma eleição suplementar a prefeito, a reengenharia é mais complexa.

O PMDB quer ter mais peso, poder de influência e capacidade de despontar com candidato próprio.

A última vez que isso aconteceu, sem a impressão digital dos Rosado, foi em 1982, quando apostou na chapa João Batista Xavier-Rogério Dias a prefeito e vice, derrotada por Dix-huit Rosado-Sílvio Mendes.

Eleições de 1982 (Fonte: Agência Herzog/Blog Carlos Santos):

– Dix-huit Rosado (PDS) – 21.510 (41,68%);
– João Batista Xavier (PMDB) – 15.466 (29,97%);
– Canindé Queiroz (PDS) – 4.388 (8,50%);
– Mário Fernandes (PT) – 428 (0,83%);
– Paulo R. Oliveira (PTB) – 48 (0,09%);
– Brancos – 8.145 (15,79%);
– Nulos – 1.621 (3,14%);
– Maioria Pró-Dix-huit – 6.044 (11,71%).

Entretanto, essa eleição também foi marcada por situações inusitadas, que obrigaram a própria cúpula estadual do partido a não estimular a vitória de sua chapa, em Mossoró, no que ficou conhecido como “voto cinturão”. Foi um gesto de gratidão do líder peemedebista Aluízio Alves ao deputado federal Vingt Rosado (PDS)

Aluízio era candidato a governador, retornando de período de cassação de mais de dez anos. A legislação eleitoral desenhada pelo regime militar impôs o “voto vinculado”: eleitor só podia votar em candidatos do mesmo partido – de cima a baixo (governador, deputado federal, deputado estadual, senador, prefeito e vereador), nas eleições gerais que ocorriam na mesma data.

Aluízio: "Cinturão" por "Camarão"

Rompido com o grupo do primo Tarcísio Maia, ex-governador, Vingt negou-se a endossar candidatura ao Governo do Estado do engenheiro e ex-prefeito natalense José Agripino (hoje senador, filho de Tarcísio).

O líder Rosado optou por se reaproximar de Aluízio após décadas de conflitos e muito radicalismo bilateral.

O parlamentar pediu o “voto camarão” (cortando a cabeça da chapa, ou seja, a governador), enquanto Aluízio defendeu o “voto cinturão” (seus eleitores deixavam em branco o voto a prefeito de Mossoró).

Aluízio perdeu as eleições para o Governo do Estado por mais de 107 mil votos de maioria pró-José Agripino e Dix-huit elegeu-se pela segunda vez à Prefeitura de Mossoró.

Em meados de 1985, o PMDB passou a ser a “casa” do grupo Rosado, cedido pelos Alves em composição ampla que causou desapontamento em muitos peemedebistas históricos.

Em 2005, o rosadismo largou o PMDB, após cerca de 20 anos de ocupação.

P.S – Se estivesse vivo, Aluízio Alves estaria completando 92 anos de idade hoje. Faleceu em 6 de maio de 2006.