Nuno Jorge é estudioso de grutas turísticas (Foto: Divulgação)
O vice-presidente da Associação Internacional de Grutas Turísticas, Nuno Jorge, será entrevistado nesta terça-feira (14), às 10h30, no programa Manhã TCM, Canal 10, do Grupo TCM Telecom. O português é diretor técnico das Grutas de Mira de Aire em Portugal, além de ser bacharelado em Turismo no ramo de Marketing pela Universidade do Algarve (Portugal).
Nuno Jorge é um dos palestrantes do Workshop “É Preciso Ousar Para Crescer”, que estará acontecendo nesta quarta-feira (15), na cidade de Felipe Guerra, região Oeste Potiguar do estado do Rio Grande do Norte. Ele abordará na entrevista o tema da sua palestra: “Grutas de Mira de Aire (Portugal), a evolução de uma vila, do têxtil ao turismo.”
Mira de Aire é uma pequena Vila no Concelho de Porto de Mós, Distrito de Leiria em Portugal. Tem atualmente uma população de 3775 habitantes, mas devido à ousadia das suas gentes cresceu nos últimos 50 anos com a abertura das suas grutas. Descobertas em 1947 e abertas ao público em 1974, receberam até hoje mais de 8 milhões de visitantes, tornando-se de vital importância para o desenvolvimento econômico da região portuguesa.
O Rio Grande do Norte tem imenso potencial para as práticas de ecoturismo, turismo de aventura, de serras e de montanhas. O que pouca gente sabe, no entanto, é que o RN é o quarto estado do Brasil em quantidade de cavernas, possuindo também imenso potencial espeleoturístico. O município de Felipe Guerra, com menos de 6 mil habitantes, localizado na região Oeste Potiguar e próximo da segunda maior cidade do estado, Mossoró, concentra a maior quantidade de cavernas em terras potiguares.
COM 454 CAVERNAS, denominada anteriormente como “Pedra de Abelhas”, Felipe Guerra terá o privilégio de reunir em um dia grandes nomes para debater quatro principais temas que estão ligados diretamente ao progresso para a geração de empregos, renda e o desenvolvimento sustentável de uma maneira mais ampla. Como aproveitar tamanho potencial turístico, também preservando natureza e formando gerações que zelem esse patrimônio? Eis algumas das questões em pauta.
Com início às 09h30 de amanhã, quarta-feira (15), no auditório da Secretaria Municipal de Assistência Social do Município de Felipe Guerra/RN, o Workshop “É Preciso Ousar Para Crescer” contará com a presença das maiores autoridades em suas respectivas áreas e repassará aprendizados e os seus maiores cases de sucesso. Serão emitidos certificados aos Participantes e aos Palestrantes, com descrição das temáticas abordadas e carga horária.
Objetivando apresentar soluções e caminhos para uma nova era, o evento apresentará ao público participante as temáticas do Turismo, Desenvolvimento Econômico, Empreendedorismo e Sustentabilidade.
A realização do Workshop É Preciso Ousar Para Crescer é do Projeto Lajedo do Rosário contando com o patrocínio das empresas do Grupo Ster Bom, Grupo TCM Telecom, tendo o apoio da Fecomércio/RN, Senac/RN, Governo Municipal de Felipe Guerra, ICMbio/Cecav, Aguas Club (Felipe Guerra/RN), Top Impress (Apodi/RN), Sebrae/RN e Pousada Recanto Alto da Serra (Portalegre/RN).
Os serviços da obra da estrada da serra de João do Vale em Jucurutu-RN (286km de Natal e 132 de Mossoró) foram iniciados em setembro último pela construtora CLPT e seguem obedecendo o cronograma com trechos já bem avançados. Inicialmente um trecho de 5 km receberá pavimentação completa, de um total de 19km que devem ser concluídos em etapas subsequentes.
A fase 1ª da obra tem previsão de conclusão em agosto de 2023, com valor orçado em R$ 7.719.933,45 mil.
Obras seguem sequência normal e terão mais máquinas à disposição (Foto: Tárcio Araújo)
A construção da estrada da serra de João do Vale é de responsabilidade do Governo Federal, sob a gestão da Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco e Parnaíba (CODEVASF). O empreendimento sai a partir de diligências do então ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho (PL), eleito ao Senado este ano.
A construtora CLPT informou que nesta etapa são 15 máquinas e 30 homens trabalhando no canteiro de obras, e novos equipamentos devem chegar nas próximas semanas. Os serviços abrangem implosão de rochas para abertura de novos acessos de subida, alargamento da via e terraplenagem.
Turismo
A pavimentação asfáltica da estrada da serra de João do Vale é um sonho antigo da comunidade. A aposta de moradores e investidores locais é de que o novo acesso melhore a qualidade de vida das pessoas e impulsione o turismo serrano como nova atividade econômica da região, uma vez que o platô serrano tem altitude de 750m com clima agradável e paisagens de mirantes naturais propícios à visitação e descanso.
Turismo de aventura, clima, ecoturismo e história (veja AQUI) formam um cabedal de atrações para fomento econômico da área, num impulso semelhante ao que ocorreu com outros endereços serranos do RN, como Serra de São Bento, Martins e a crescente Portalegre.
A Prefeitura Municipal de Jucurutu, na região Seridó do RN, começou trabalhos para asfaltamento de via de de acesso à Serra de João do Vale. São R$ 7.719,933, 45 em investimentos federais. Ordem de serviço foi assinada dia 9 de janeiro deste ano (veja AQUI).
Máquinas estão no município. Meta é entregar primeiro trecho até agosto de 2023 (Foto: PMJ)
A pavimentação em TSD (aplicação de ligantes asfálticos) é resultado de recursos através da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), executora do empreendimento. Não existe contrapartida municipal. Os serviços de engenharia têm o prazo de agosto de 2023 para serem integralmente executados, se não houver problemas com chuvas, principalmente.
A obra esperada há décadas, entretanto, não contempla o acesso por inteiro. Essa etapa atende a cerca de 6 quilômetros, nascendo de iniciativa do então ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho (PL). A expectativa é de que se consiga mais volume de recursos federais para complementação da via que chega a 11 quilômetros.
Aposta turística
A serra está situada entre os municípios de Jucurutu, Campo Grande e Triunfo Potiguar no Rio Grande do Norte, além de Belém do Brejo do Cruz na Paraíba, a 286km de Natal e 132km de Mossoró. Com topo em 747 metros de altitude, é vista como grande aposta turística de circuito serrano no RN e com influência no sertão paraibano.
Natureza exuberante, clima e tranquilidade revelam potencial turístico do lugar (Fotos: Francinildo Silva)
Leia série de reportagens especiais sobre a serra de João do Vale clicando AQUI, em reportagem do jornalista Tárcio Araújo.
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Evento gastronômico e cultural potencializou mais ainda Martins como polo turístico (Foto: C.S)
Estive em Martins (RN) – região Oeste do RN – nesse último fim de semana, em período de realização do XIV Festival Gastronômico e Cultural do município, organizado pela gestão da prefeita Maria José Costa (Mazé, do UB).
Impecável em praticamente tudo. Como já tinha ido em outras edições, vi e colhi muitas opiniões similares às minhas: o maior já realizado, tanto pela organização, como pela diversidade de atrações e quantitativo de público.
Mas, particularmente, uma grata surpresa foi poder testemunhar profundo avanço em termos de estrutura e preparo humano à conversão de um lugar tão bonito e de povo amável, em polo turístico.
Cidade muito limpa, praticamente sem pedintes, diversos e numerosos hotéis e pousadas, restaurantes com cardápio variado, bons preços, atendimento em franca profissionalização e tranquilidade também em termos de segurança. A temperatura diferenciada é outro chamariz.
Opções ainda com museus, barzinhos, música ao vivo, arquitetura, ecoturismo etc.
O acesso pela BR-405 é o mais recomendado com pouco mais de 140 quilômetros de distância até à sua entrada urbana. Viajar pela RN-117 (Rodovia Milton Marques de Medeiros) é sofrível e perigoso em vários trechos.
Paisagem do alto da serra, a partir do Mirante do Canto, em Martins (Foto: C.S)
Enfim, como é bom a gente descobrir avanços dessa ordem em pleno sertão. Oportunidade para reencontrarmos tanta gente querida que não víamos há tempos, ensejando a boa prosa (sem a toxidade da politicalha que assola o país), abraçando e olhando cada um nos olhos.
Bom demais.
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Apesar de promessas públicas da Prefeitura Municipal de Jucurutu e até de assinatura de ordem serviço para obra do Governo Federal, a pavimentação de cerca de 19km entre a sede desse município e o topo da Serra de João do Vale, não passa de sonho. Ou pesadelo.
O tráfego segue sendo um martírio para quem precisa e uma aventura para quem pensa em transformar o lugar em novo destino turístico. Apenas 8 km estão asfaltados na parte baixa do percurso.
A prefeitura alega que não pode colocar calçamento antes da obra federal, que seria através da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF).
Em reportagem do jornalista Tárcio Araújo para a TV Cabo Mossoró (TCM Telecom), esse cenário fica muito claro em imagens e depoimentos diversos.
A Serra de João do Vale está situada entre os municípios de Jucurutu, Campo Grande e Triunfo Potiguar no Rio Grande do Norte, além de Belém do Brejo do Cruz na Paraíba. Fica distante 286km de Natal e 132km de Mossoró, com altitude de 747 metros.
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Durante a agenda oficial do presidente Jair Bolsonaro (PL) no Rio Grande do Norte, nessa quarta-feira (9), ele formalizou uma importante obra para o turismo-economia regional. Na verdade, uma obra esperada há décadas.
Natureza exuberante, clima e tranquilidade revelam potencial turístico do lugar (Fotos: Francinildo Silva)
Foi assinada ordem de serviço para a segunda etapa da obra de pavimentação em Jucurutu que interliga a sede do município ao distrito de Serra de João do Vale.
Com investimentos de R$ 6,9 milhões, serão executados serviços de terraplanagem, drenagem e obras de sinalização, pavimentação e interseção do centro da cidade com a BR-226.
O Canal BCS – Blog Carlos Santos – já fez diversas matérias sobre o assunto, assinalando que a Serra de João do Vale, com essa estrada, passa a ser uma das grandes apostas do turismo de aventura, turismo serrano e ecoturismo no Rio Grande do Norte (veja AQUI).
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Imagine um lugar onde os seus moradores ainda conservam costumes sociais como sentar todas as tardes e noites no alpendre para prosear; contar histórias, onde a carne de sol é batida no pilão e o almoço preparado na panela de barro em fogo à lenha.
Ecoturismo, contato direto com vegetação preservada e imagens idílicas, revelam potencial da serra (Foto: Francinildo Silva)
Um lugar de religiosidade forte, onde se reza as novenas, tradição que lembra os tempos dos nossos avós e antepassados até mais longínquos. Um lugar onde a natureza ainda dar o tom de verde com árvores nativas que já não vimos mais no sertão catingueiro; onde o canto dos pássaros é a sinfonia que ecoa pelo a brisa úmida das manhãs, com temperaturas que chegam até 14° em alguns meses do ano.
Um lugar onde as pessoas vivem muito tempo; alguns com mais de cem anos. O segredo de tanta longevidade talvez seja o leite e o queijo feitos lá mesmo. Talvez seja a fava sem amargo que brota dos terrenos arenosos, ou quem sabe o clima temperado que predomina durante o ano. E talvez seja o conjunto de todas estas coisas juntas, onde o tempo parece passar em marcha lenta.
Esse é o cenário da Serra de João do Vale, a cerca de 730m de altitude, estendida por 277km² entre os municípios de Jucurutu, Campo Grande e Triunfo Potiguar no Rio Grande do Norte e Belém do Brejo do Cruz na Paraíba. Fica a 130 quilômetros de Mossoró e 275 de Natal.
Até hoje sem pavimentação ou asfalto que leve os visitantes até o seu platô, o acesso é feito por estrada carroçável, tanto por Jucurutu quanto por Triunfo potiguar. Em tempos de chuva, esse acesso fica ainda mais difícil, recomendado apenas para veículos 4×4.
A REGIÃO tem sido explorada pelos amantes de todo terreno, o off-road (veja AQUI, AQUI e AQUI). Muitos se aventuram em eventos já reconhecidos e existem aqueles que fazem sua própria rota ou enveredam pela “Trilha do Pacifico”, considerada a mais íngreme e acidenta do Rio Grande do Norte.
Jipieiro desafia a Trilha do Pacífico na Serra de João do Vale (Foto: arquivo/2019)
É somente o barulho dos motores em dias de aventura, que quebra o silencio da localidade. A dificuldade de acesso talvez tenha sido o fator primordial para a preservação dos costumes e da natureza em seu entorno. Um ponto positivo!
Seus primeiros moradores foram os índios Pegas que a denominavam de “Pepetama”. Os Tapuias (Janduís) a conheciam por “Pookiciabo” (informações do livro “Os índios Tapuias do RN”, de Valdeci dos Santos Júnior)..
Depois os holandeses penetraram seus sertões quando da ocupação batava no território potiguar entre 1630 a 1654. Até hoje há vestígios da passagem holandesa.
A partir do domínio português, após a “Guerra dos Bárbaros”, em 1713 a serra ganhou a alcunha de Cepilhada e em 1761 é adquirida em leilão pelo Capitão-Mor João do Vale Bezerra. Seu dono virou topônimo preservado até hoje.
Mortes e abandono
De lá pra cá, a serra teve uma ocupação lenta e foi sempre ignorada pelas autoridades públicas. No final do século XIX, por muito pouco um movimento messiânico liderado pelo religioso Joaquim Ramalho não ganhou contornos de uma versão potiguar do que foi Canudos na Bahia. Esse fato foi registrado pelo escritor Câmara Cascudo.
No século XX, o algodão foi a primeira grande cultura agrária do povoamento. Depois vieram o caju e a fava como fontes de produção e sustento de sua população nativa.
Antonio Francisco da Silva ( sêo Virô) 92, um dos moradores mais antigos. aprendeu a ler e escrever com o Mobral. Sua vó participou do movimento messianico do beato joaquim Ramalho em 1899. (Foto: Francinildo Silva)
Isolados durante séculos, sem acesso e sem estradas, os moradores padeceram de assistência. O lugar é marcado por um passado de mortandade de crianças e de mulheres grávidas que sem atendimento agonizavam até a morte, no parto. Lembranças tristes que permeiam até hoje a memória da comunidade; histórias passadas pela cultura oral de pai para filho, de pai para filho…
No final da década de 70 do século XX, o Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL) foi o divisor de águas à sua gente. Visto como um programa educacional federal fracassado, no propósito de tirar milhões de adultos do analfabetismo, ao ser extinto em 1985 deixou alguns legados na serra. Muitos aprenderam além do beabá, moradias ganharam melhorias estruturais e sanitárias.
Foi também por meio dessa iniciativa, que foi construída a primeira estrada da comunidade, por volta de 1980. Ligava-a ao que é hoje o município de Triunfo Potiguar.
Atualmente, quase 2.000 mil pessoas moram no alto da serra, distribuídas por 05 comunidades chamadas de “Chãs”. As condições de hoje são melhores do que no passado, com energia elétrica, unidades de saúde e escola para as crianças. No entanto o abastecimento d’água ainda é precário.
Pavimentação
Um outro gargalo é a falta de pavimentação dos 19 km até Jucurutu. É um um pleito da comunidade que já perdura há mais de quatro décadas. Seu custo é estimado em cerca de R$ 25 milhões. Noutra frente, há um acesso por Triunfo Potiguar com cerca de 17 quilômetros, com cerca de um terço tendo pavimentação deteriorada a paralelepípedo.
O futuro que se avizinha é de expectativa para o desenvolvimento do turismo serrano com seu vasto potencial climático e paisagístico. Mas para isso, a construção da estrada é o primeiro grande desafio a ser superado.
Natureza exuberante, clima e tranquilidade revelam potencial turístico do lugar (Fotos: Francinildo Silva)
Em outra frente, há estudos e experimentos para instalação de unidades de energia eólica na área, aproveitamento do ecoturismo e do turismo de aventura. Belezas exuberantes não faltam.
Nesta série de 05 reportagens (Especial Serra de João do Vale), vamos trazer as histórias de um lugar rico em cultura e tradições, de personagens reais e de belezas naturais pouco conhecidas. Um cantinho do estado do RN que até parece não existir. Enfim, não existe mesmo no mapa das autoridades e para a enorme maioria dos norte-riograndenses, sequer para aposta num turismo doméstico.
Mas não se engane: a Serra de João do Vale vai ser um destino no roteiro de muita gente que ama a natureza. Quando? Esperamos que não dure mais umas quatro décadas. Todos temos pressa em usufruir, de forma sustentável, desse paraíso em pleno sertão nordestino (veja vídeo abaixo com o amanhecer na serra).
Seja bem-vindo ao Especial Serra de João do Vale. Aguarde as próximas reportagens.
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Dias 07 (sábado) e 08 (domingo) de março o maciço serrano da Serra João do Vale, situado entre os municípios de Triunfo Potiguar e Jucurutu, recebe a II Eco Trilha. O evento reunirá jipeiros e motociclistas principalmente do Rio Grande do Norte e Paraiba.
A programação prevê cobertura de trilha com 70 km de percurso, distribuídos entre a cidade de Jucurutu, barragem de Oiticica e a Serra de João do Vale.
Serão percorridos cerca de 70 quilômetros numa região ainda pouco explorada pelo turismo (Foto: cedida)
A expectativa do organizador do evento, empresário Januncio Tavares, é de uma boa participação: “Já temos confirmados cerca de 30 jipeiros e mais de 40 motociclistas de várias regiões como Seridó, Natal, Mossoró e também de algumas cidades da Paraíba”, anima-se.
O evento terá início no sábado dia 07 com recepção e café da manhã na Praça Neuma Queiroz, centro de Jucurutu. Em seguida os jipeiros e motociclistas farão visita à barragem de Oiticica e partirão de lá com destino a Serra de João do Vale, principal cartão postal da região, a 750m de altitude.
“Após a trilha na serra, teremos uma feijoada dançante no restaurante Serrano, para encerrar o circuito do Sábado”, acrescenta Janúncio.
Pontos turísticos
No domingo dia 08, os participantes percorrerão 05 comunidades no platô da serra com visitação aos principais pontos turísticos que inclui a gruta de pedra, tanques naturais que se formaram após as chuvas e os mirantes da serra.
Mirante Colinas na Serra de João do Vale (Foto: cedida)
De acordo com o organizador, o objetivo é promover a divulgação da Serra de João do Vale e incentivar os investimentos no Turismo local, uma vez que a localidade é rica em atrativos e ainda preserva flora natural e clima agradável.
“A gente pensa em tornar a serra cada vez mais conhecida e aproveitar esse grande potencial que temos para o turismo de aventura e ecológico. Estamos de braços abertos para acolher a todos, é um prazer divulgar nossa terra”, ressalta Janúncio.
Inscrições e outras informações sobre a II Eco Trilha Serra de João do Vale podem ser tratadas com Janúncio Tavares pelo telefone (84) – 9 9980-7902.
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