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Dilma tem 36%, Aécio, 20%, e Campos, 8%, diz o Datafolha

Do portal G1

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (17) mostra Dilma Rousseff (PT) com 36% das intenções de voto para presidente, seguida de Aécio Neves (PSDB), com 20%, e Eduardo Campos (PSB), com 8%. No levantamento anterior do Datafolha, realizado nos últimos dias 1º e 2, Dilma tinha 38%, Aécio, 20%, e Eduardo Campos, 9%.

Somados, os adversários de Dilma acumulam 36%, mesmo percentual da presidente, que tenta a reeleição. Um candidato vence a eleição no primeiro turno se consegue mais votos que a soma de todos os rivais.

A pesquisa é a primeira realizada após o início oficial da campanha eleitoral, no último dia 6. Desde essa data, candidatos têm autorização da Justiça Eleitoral para realizar comícios, propaganda na rua e na internet, entre outras atividades de campanha. O horário eleitoral gratuito no rádio e na TV começa em 19 de agosto.

O percentual de entrevistados que disseram não saber em quem votar ou que não responderam passou de 11% no começo do mês para 14% agora. Brancos e nulos eram 13%, percentual que se manteve. O quarto colocado na pesquisa, pastor Everaldo (PSC), aparece com 3% das intenções de voto; no levantamento anterior, tinha 4%.

Veja os números do Datafolha para a pesquisa estimulada (em que a relação dos candidatos é apresentada ao entrevistado):

– Dilma Rousseff (PT): 36%
– Aécio Neves (PSDB): 20%
– Eduardo Campos (PSB): 8%
– Pastor Everaldo (PSC): 3%
– José Maria (PSTU): 1%
– Eduardo Jorge (PV): 1%
– Luciana Genro (PSOL): 1%
– Rui Costa Pimenta (PCO): 1%
– Eymael (PSDC): 1%
– Levy Fidelix (PRTB): 0%
– Mauro Iasi (PCB): 0%
– Brancos/nulos/nenhum: 13%
– Não sabe: 14%.

Segundo turno

Nas simulações de segundo turno, o Datafolha avaliou os seguintes cenários:

– Dilma Rousseff: 44%
– Aécio Neves: 40%
– Brancos ou nulos: 10%
– Não sabem: 5%

– Dilma Rousseff: 45%
– Eduardo Campos: 38%
– Brancos ou nulos: 11%
– Não sabem: 6%

Rejeição

A presidente Dilma tem a maior taxa de rejeição (percentual dos que disseram que não votam em um candidato de jeito nenhum). Confira abaixo:

– Dilma Roussef: 35%
– Pastor Everaldo: 18%
– Aécio Neves: 17%
– Zé Maria: 16%
– Eymael e Levy Fidelix: 14%
– Eduardo Campos e Rui Costa: 12%
– Luciana Genro, Mauro Iasi e Eduardo Jorge: 11%
– Não rejeitam ninguém: 11%
– Rejeitam todos: 6%
– Não sabem: 11%

O levantamento foi encomendado pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”. O Datafolha ouviu 5.377 eleitores em 223 municípios na terça (15) e na quarta (16).

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso quer dizer que o instituto tem 95% de certeza de que os resultados obtidos estão dentro da margem de erro.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR00219/2014.

Veja matéria completa AQUI.

 

Henrique diz que não haverá conflito sobre chapa presidencial

O candidato a  governador pela Coligação União pela Mudança, presidente da Câmara Federal, Henrique Alves (PMDB), garantiu que a sua campanha não terá conflito com adversários no estado, em relação à disputa presidencial. “Será de equilíbrio”, garantiu.

Henrique esteve fazendo corpo a corpo em Currais Novos (Foto: Divulgação)

Ele foi entrevistado pela Rádio Cabugi do Seridó nesse sábado (12), durante corpo a corpo na feirinha de Currais Novos, na festa da padroeira Sant´Anna,

Veja seu bate-papo com o repórter José Wilson:

– Qual sua expectativa em relação à corrida presidencial no Rio Grande do Norte, já que seu palanque e do adversário Robinson Faria (PSD) possuem a presidente Dilma Rousseff (PT) como candidata comum à Presidência?

Henrique Alves – Já que tem dois candidatos que fazem parte da sua base política partidária, o candidato ao PSD ligado ao ex-prefeito paulistano Gilberto Kassab, que apóia a presidente Dilma e a nossa participação clara, por termos na chapa o vice presidente do PMDB, Michel Temer, a posição é que será de equilíbrio e que vamos respeitar.

– Que sentimento e como o senhor avalia essa sua primeira disputa ao Governo do Estado?

Henrique Alves – Estamos começando ainda, acabando a Copa do Mundo com Brasil, não conseguindo o resultado que se esperava, então estamos aproveitando esses dias para contato político, para preparar programa de governo, ouvindo a sociedade, os segmentos da economia do estado, trabalhadores e diversas categorias. A partir da próxima semana, aí sim, com o time definido, nós podemos ir ao encontro das ruas para ouvirmos mais ainda o povo do RN.

– Chegando ao Governo, quais as suas principais prioridades considerando o caos administrativo na Segurança e Saúde?

Henrique Alves – Vai ter tempo pra isso, tem toda uma campanha. Teremos mitos debates. Estamos discutindo com vários segmentos ouvindo o povo para sugestões de ponto de vista do estado, de regiões e dos municípios. Mas, sem dúvidas a segurança é hoje o maior problema que aflige o povo norte-rio-grandense. Sempre a saúde presente, porque como direito do cidadão é necessário uma saúde básica e de qualidade. Mas, a segurança hoje se torna a coisa mais aflitiva, essa sistema hoje estamos estudando e ouvindo todo o povo do RN.

– Surpreende-o o apoio declarado anunciado em sua passagem pelo  Rio Grande do Norte, do presidenciável Eduardo Campos (PSB)?

Henrique Alves – Não.  É natural, na hora em que o PSB se alia a ao PMDB aqui com Wilma de Faria ao senado. Respeitando, democrata como ele é, Eduardo Campos nos trouxe seu apoio, que agradeci ontem (sexta-feira, 11), por telefone, em conversa rápida que tivemos. Agradeci pela maneira correta como se portou e com todos nós potiguares.

“Ninguém fará ataques, vamos mostrar a verdade da política”

Em campanha nesse sábado (12), em Currais Novos, região Seridó, o candidato a governador pela Coligação Liderados pelo Povo, vice-governador dissidente Robinson Faria (PSD), foi entrevistado pelo repórter José Wilson, da Rádio Cabugi do Seridó.

Robinson esteve na feirinha de Sant´Anna, em Currais Novos (Foto: divulgação)

Veja o teor desse bate-papo, em que Robinson avisa que sua campanha não está baseada em ataques, como também critica o presidenciável Eduardo Campos (PSB), por não conhecer a realidade política e o sentimento do povo do Rio Grande do Norte:

– Como o senhor está avaliando a campanha em sua tentativa de chegar ao Governo do Estado?

Robinson Faria – Sou uma pessoa que tem na essência a motivação. Muitos não acreditariam que chegasse a esse dia de candidato a governador. Uma caminhada de ousadia de sonho e coragem. E agora estou aqui na condição de candidato a governador. Minha caminhada tem sido de torcida, porque nasceu dessas que faço aqui hoje (na feirinha de Sant´Anna, em Currais Novos). Passei quatro anos visitando as pessoas, os hospitais, as feiras livres etc.  Fui subestimado e até me disseram que não chegaria a lugar nenhum, que não viria a ser candidato a governador e que era um candidato sozinho.

Adiante, ainda destacou: “Hoje, temos uma aliança muito boa, que dá oportunidade a quem mora no Seridó e no estado a uma eleição que tenha um debate., que possa ter uma disputa democrática. Na oportunidade de cada cidade escolher seu palanque, escolher sua aliança e o RN também. Fico feliz de está dando a oportunidade ao meu estado, depois de ter sido deputado estadual por seis vezes, ter sido o deputado mais votado da história do RN.

– O candidato a presidente da República, Eduardo Campos, disse em Natal que no Rio Grande do Norte não existe “acordão”, mas uma frente de partidos para tentar tirar o estado do caos. Como o senhor avaliar essa declaração?

Robinson Faria – Eduardo Campos chegou ao RN e não conversou com a população. Não ouviu o grito do povo e só ficou com a cúpula. Só conversou com o acordão, foi dar uma entrevista se equivocou porque não teve o cuidado de ouvir às pessoas.  As pessoas estão contra o acordão, não gostaram do acordão. Ele dizer que não tem acordão está contrariando o sentimento das pessoas do RN.

O vice-governador também deixou clara, as diferenças entre os palanques: “Eduardo Campos deu uma entrevista equivocado; nossa caminhada é a caminhada da convicção contra a do acordão da conveniência. Tanto é que o palanque que ele defende não tem só ele. Tem ele, Aécio Neves (PSDB), Lula e Dilma (PT). Agora nosso palanque só tem um candidato à presidência, que é Dilma Rousseff. O outro é um palanque de gregos e  troianos onde um dia recebem Aécio e outro recebem Eduardo.

– Sua campanha é baseada em ataques ou o caminho é a união de todos em esforços contra as dificuldades?

Robinson Faria – Ninguém fará ataques, vamos apenas mostrar a verdade da política, o povo não suporta mais ataques. Mas, a verdade dessa coerência ou incoerência, leal ou deslealdade, gratidão ou ingratidão, quem esteve presente nos governos que ao longo dos anos se sucederam, quem aderiu à Micarla de Sousa (ex-prefeita do Natal) e à Rosalba Ciarlini (DEM). Esta avaliação quem fará é o povo. Isto não é ataque é você prestar contas da sua caminhada política.

Ele garantiu que sua campanha “será construtiva, propositiva e do diálogo. A grande obra do nosso governo será começar pelo diálogo, o governo para o cidadão”.

Aproveitou, para repetir um bate-papo que teria ocorrido com ele: “Perguntaram-me outro dia ‘Qual sua maior obra como governador?’ Respondi: ‘Fazer o estado funcionar e fazer o governo ser eficiente em tudo’. Um governo que tenha corpo, alma e coração, ao contrário, de uma máquina fria e distante do povo.”

– Que prioridades seu governo estabelecerá, caso o senhor seja eleito?

Robinson Faria – Será governar com a sociedade, um orçamento que você estabeleça quais são as suas políticas públicas. O povo clama por segurança, estudo segurança pública há mais de dez anos, tenho projetos revolucionários para devolver a segurança ao povo do RN.  Devolver a dignidade na saúde, implantar a carreira médica.  Pra nunca mais faltar médico nos hospitais. Isso é uma vergonha a falta de médico nos hospitais. Antes de pensar em fazer grandes viadutos vamos fazer obras humanitárias. Povo quer é uma saúde e uma educação de qualidade. Será o governo do diálogo praticando a maior obra que será o nascimento do estado.

* Aguarde ainda hoje, neste Blog, entrevista com o também candidato ao Governo do Estado, Henrique Alves (PMDB), da Coligação União pela Mudança.

Presidenciável diz que aliança no RN é para enfrentar caos

Presidente do PSB e candidato à Presidência do Brasil, o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, desembarcou hoje no Rio Grande do Norte. Logo cedo, por volta das 7h30, concedeu entrevista à Rádio Cidade de Natal.

Wilma, Nevaldo e Campos: em campanha

“Do ponto de vista administrativo e político que o Rio Grande do Norte chegou, precisou se criar uma frente ampla para enfrentar o caos. Meu partido no RN convenceu o diretório nacional de que precisava participar deste momento de união pelo bem do estado”.

E acrescentou:

– A governadora Wilma de Faria será uma grande senadora e fará uma excelente atuação para ajudar o governo do RN e também nossa base de governo.

Para ele, essa frente “acontece como nas nossas famílias, quando temos que nos ajudar. Eles entenderam que é hora de todo muito se unir para melhorar o RN”. Endossou candidatura ao Governo, do presidente da Câmara Federal, Henrique Alves (PMDB).

O presidenciável também falou sobre suas ideias para melhorar o Brasil. Explicou sobre o Programa Pacto Pela Vida, que implantou em Pernambuco enquanto governador, e que fez com que fosse o único estado brasileiro a reduzir durante sete anos os índices de violência, fazendo com que recebessem prêmio da ONU.

“Pernambuco era um dos mais violentos do país. Estudei todas as experiências que tiveram êxito no Brasil e mundo e fizemos um programa observando a prevenção e repressão. Todo o aparelho do estado se reunia e fazia um balanço semanal, com nossa presença, observando área a área, para que tomássemos providências. Essa experiência que quero levar para o Brasil”.

Boatos

Eduardo Campos desmentiu ainda boatos de que ele e Marina Silva, candidata à vice-presidente, querem acabar com programas sociais do atual governo, como o “Bolsa Família”, “Minha Casa, Minha Vida” e “ProUni”. Destaca que foram ministros da presidente Dilma, mas apresentam candidatura porque o país parou de avançar.

“Fazem terorrismo político porque sabem que temos condições de melhorar o Brasil e mostrar isso às pessoas. Temos o compromisso de ampliar e manter esses programas sociais. O que quero acabar mesmo é essa política econômica ruim, a corrupção”, salientou.

“Dilma teve chance e quem deu fomos nós do nordeste. Mas, infelizmente, o Brasil parou de melhorar. Ela é a primeira presidente que entregará o país pior do que recebeu. Hoje é pior do que no tempo de Lula”, afirmou.

Para Campos, o mesmo povo que bota os políticos no poder, tira. E ele acredita que o brasileiro quer colocar quem sabe fazer as políticas públicas chegar aos que mais precisam. “Sou o único candidato nordestino. A nossa candidata a vice (Marina Silva) é da região norte e todos do país conhecem seus compromissos com as causas sociais. Enfrentaremos a agenda social que o povo quer que seja tocada”, ressaltou.

O candidato concedeu entrevista coletiva, participou de corpo a corpo em ruas de Natal e cumpriu compromissos de visitas, como ao empresário Nevaldo Rocha (Grupo Riachuelo).

Com informações do PSB.

Disputa estadual como universo local

O presidenciável Eduardo Campos (PSB) desponta hoje no Rio Grande do Norte, precisamente em Natal. Cumpre agenda de campanha.

Nas pesquisas no Rio Grande do Norte, ele tem aparecido em terceiro lugar, atrás de Aécio Neves (PSDB) e de Dilma Rousseff (PT).

Não creio que esse quadro de colocações se altere ao longo da corrida eleitoral.

Será mínima, residual mesmo, o influência da campanha presidencial na disputa estadual que começamos a testemunhas.

“A vida é um fato local”, conceito que o grande ator, diretor, humorista, produtor e roteirista de cinema Charles Chaplin imprimiu, continua valendo.

Na política, raramente fugimos dessa realidade também.

Presidenciável cancela campanha em Mossoró

O candidato à Presidência da República pelo PSB, Eduardo Campos, não virá mais a Mossoró nesta sexta-feira (11). Cumprindo agenda extensa no Maranhão nesta quinta-feira (10), a coordenação da campanha achou por bem ir ao município do Oeste potiguar em outro momento.

Desta maneira, a programação do ex-governador de Pernambuco sofre alteração principalmente com relação ao horário da coletiva de imprensa na capital, que muda da tarde para o período da manhã.

Ao lado da presidente do PSB/RN, a candidata ao Senado, Wilma de Faria, Campos concederá a coletiva amanhã às 10h30.

Ficam mantidos, contudo, os horários das demais entrevistas em estúdios, o encontro com o Arcebispo Dom Jaime Vieira Rocha, além do ato público no centro da capital.

Eduardo Campos fará campanha em Mossoró e Natal

O candidato a presidente da República Eduardo Campos (PSB) cumprirá agenda de campanha em Mossoró, sexta-feira (11).

Às 7h, visitará a feira da Cobal e, às 8h, caminhará no Centro, da Rua Mário Negócio ao Mercado Central. Na Praça da Independência (mercado), participará de ato político; às 9h, concederá entrevista coletiva, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e, às 10h, participará do programa Observador Político (TV Mossoró/FM 93).

Prestigiarão a agenda a deputada federal Sandra Rosado, deputada estadual Larissa Rosado, candidatas à reeleição; presidente do PSB de Mossoró, vereador Lahyre Rosado Neto, candidata ao Senado Wilma de Faria e outras lideranças.

No final da manhã, Eduardo Campos seguirá para Natal, onde visitará o arcebispo metropolitano, dom Jaime Viera Rocha, concederá entrevistas e participará de caminhada, no final da tarde, da Rua Ulisses Caldas ao Café São Luiz.

Com informações da Assessoria de Imprensa do PSB.

Dilma leva vantagem em disputa no Rio Grande do Norte

Na primeira pesquisa eleitoral deste ano, judicialmente formalizada, a presidente Dilma Rousseff (PT) sobra em relação aos seus adversários, no Rio Grande do Norte.

A sondagem do Instituto Consult, sob encomenda da FM 96, foi divulgada hoje à noite (veja primeira postagem mais abaixo), pelo “Jornal das 6”, da FM 96 de Natal.

Veja os números da luta presidencial:

Dilma Rousseff (PT) – 49,59
Aécio Neves (PSDB) – 10,41%
Eduardo Campos – 12,76%
Nenhum – 15,18%
Não sabe – 12,06%.

Henrique desmitifica “acordão” e cobra debate elevado

Alex e Henrique conversam no estúdio da FM 94 (Natal)

O pré-candidato a governador Henrique Alves (PMDB) foi inquirido hoje pela manhã, sobre a pecha de “acordão”, que adversários tatuam na aliança que ele forma. Evitou rodeios.

Deu entrevista ao jornalista Alex Viana, no programa “Jornal da Cidade”, na FM 94 (Natal).

Lembrou que é imprescindível a costura de base de apoio para administrar, sendo próprio da política a união.

Citou – por exemplo – que a presidente Dilma Rousseff (PT) deverá ter cerca de 14 partidos dos mais variados matizes, em torno de si, no projeto de reeleição. Mesma situação para a sucessão em Pernambuco, do substituto do presidenciável Eduardo Campos (PSB) – João Lyra Neto (PSB). Um cenário que se repete por todo o país, frisou.

Mossoró

Henrique recorreu até a um caso mais próximo. Em Mossoró, em recente eleição suplementar, o candidato eleito – Francisco José Júnior (PSD) – contou com o PT, PSDB e o deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM) no palanque.

Por lá, lembrou o pré-candidato, não se falou em acordão.

Em sua ótica, esse discurso desvirtua o debate e impede que questões realmente relevantes para o povo e o Rio Grande do Norte sejam focados.

– Acreditamos que radicalismo não é o caminho. Isso não faço e não farei – assinalou.

Também ponderou que é fundamental a quebra de barreiras que levem a política e os políticos ao radicalismo. Sua experiência na presidência da Câmara Federal, disse, é a prova de que é possível unir os contrários:

– Eu acho que aprendi na minha vida publica a ouvir. Naquela Casa (Câmara Federal) temos 22 partidos e é ouvindo que se constrói caminhos.

Posição em relação à Rosalba “é muito clara”, é de oposição

Presidente da Câmara Federal e pré-candidato a governador pelo PMDB, numa costura política que promete juntar a maior força  interpartidária que já se teve notícia na política do Rio Grande do Norte, Henrique Alves foi entrevistado nessa sexta-feira (23)  pela Rádio Cabugi do Seridó, em sua estada em Currais Novos, onde cumpriu agenda político-administrativa.

Henrique acha que isolamento de Rosalba foi provocado por ela mesma (Foto: divulgação)

O repórter José Wilson ouviu-o sobre diversas questões, como conflitos entre PMDB e PDT, relações políticas com o presidenciável Eduardo Campos do PSB, hipotética candidatura da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) ao Governo do Estado e outros pontos.

Veja abaixo, uma síntese desse bate-papo.

Foram superados os problemas que segundo a imprensa estava acontecendo entre o PMDB e o PDT?

HA – Isso é natural em um processo como esse, complexo. Na candidatura de governador, vice-governador, federal, estadual, então é natural que aqui acolá tenha ajustes e adequações. Eu nem consideraria problema. É importantíssimo o apoio do prefeito Carlos Eduardo, deputado Agnelo Alves e todo PDT. Acho que é um apoio muito importante pelo trabalho que o prefeito vem fazendo reconhecido pelo povo de Natal e que nós estamos em parceria ajudando a sua administração. Então, acho que vamos fazer com o PDT uma parceria importante para Natal, para o RN e definindo as candidaturas diante da justiça eleitoral no prazo de 7 de Julho.

O seu encontro ontem com o presidenciável Eduardo Campos (PSB), o mesmo externou boa vontade em relação ao apoio do PSB à sua candidatura ao governo e de Wilma de Faria ao senado?

HA – É natural que todo partido quer está na majoritária, não é só o PSB é o PMDB, mas todos. Não tem condições de ter candidatos a governador em todos os estados. É natural que PSB sobre tudo, tendo o candidato á presidência da republica, queira ter candidato a governador em todos os estados do Brasil. É a realidade regionais, estaduais e municipais que impuseram ao PSB uma alternativa diferente. Eu agradeço ao governador Eduardo Campos a sua compreensão e do seu partido e estaremos juntos pós-convenções estaduais, na hora que assumirmos perante a justiça eleitoral a nossa candidatura e de nossos candidatos e agradeço a confiança nessa aliança que faremos entre outros com o PSB do RN.

Embora adversário, qual sua expectativa em relação a definição ou não da candidatura da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) à reeleição, em reunião programada para as próximas horas com o senador José Agripino?

HA – Eu soube que já aconteceu a reunião, soube que ela foi muito amistosa, muito respeitosa, como deve ser toda reunião partidária. Essa questão interna do DEM, que quero respeitar inteiramente, portanto, não quero dar nenhuma opinião que possa interferir na decisão, abordar a definição interna do partido. Enfim, vamos deixar que o DEM resolva qual seu projeto, qual seu destino e a partir daí, esperar os acontecimentos.

No caso de permanecer o propósito do senador José Agripino de se aliar ao PMDB visando à chapa proporcional do DEM, o senhor tentará o apoio da governadora Rosalba Ciarlini, à sua candidatura ao governo?

HA – Não, a posição da governadora é muito clara, nós nos afastamos do seu governo. Tentei colaborar e quando vimos que não dava mais, por que não abria, não compartilhava, ela por si só se isolou muito, deixou de reunir, de conversar. Enfim, nos afastamos do seu governo e não temos nenhuma ligação política.  Embora, sempre conversemos nas passagens por Brasília, no Ministério da Saúde, somando forças para o RN. Politicamente a governadora tem um rumo e nós temos outros.

Rosalba tem recebido apoio, lembra Henrique (Foto: divulgação)

O ex-deputado Álvaro Dias candidato a deputado estadual, segundo a imprensa, tem divulgado que existe a possibilidade de desistir da sua candidatura a deputado estadual dependendo de uma conversa com o senhor amanhã. Há algum fundamento nesta informação?

HA – É, vamos conversar amanhã com ele em Caicó e posteriormente, como também com nosso companheiro Antônio Petrônio, para que Álvaro decida qual dos dois permanecerá com a candidatura. Há um entendimento entre eles e também comigo há algum tempo, para que ou um ou o outro venha, portanto a ser candidato representando tão bem o Seridó e o RN. Por que a principio, as duas candidaturas somadas a Nelter, e outros do Seridó, podem comprometer a eleição de dois ou três deputados pela divisão desses votos. Então, Dr. Antônio Petrônio, com Álvaro Dias em Caicó cheguem com um entendimento para que um dos dois seja o representante do PMDB do Seridó nas próximas eleições.

* O Blog Carlos Santos agradece ao repórter José Wilson e à emissora pela cessão da entrevista, à publicação em nosso espaço.

Coletiva com Eduardo Campos acontecerá às 9h de hoje

O ex-governador pernambucano Eduardo Campos (PSB), pré-candidato à Presidência da República, participa de entrevista coletiva hoje em Natal. Será a partir das 9h no Ocean Palace, na Via Costeira.

Eduardo Campos estará no Rio Grande do Norte dentro de agenda pelo Nordeste, que inclui visitas à Bahia e Paraíba.

Programação de Eduardo Campos:

9h

Coletiva no Ocean Palace

10h45

Visita ao Hospital Varela Santiago

11h30

Saída de Natal para Santa Cruz

12h45

Visita ao Santuário Santa Rita de Cássia

13h50

Reunião na Residência de Iberê – Fazenda Riacho do Feijão

16h

Igreja Matriz de Santa Rita de Cássia

 

Eduardo Campos cumprirá agenda política no RN

A presidente do PSB/RN, Wilma de Faria, organiza convocação à imprensa potiguar para entrevista coletiva com o dirigente nacional do seu partido, o ex-governador Eduardo Campos, pré-candidato à Presidência da República. Será realizada às 9h30 desta quinta-feira (22) no Ocean Palace, na Via Costeira, em Natal.

Eduardo Campos estará no Rio Grande do Norte dentro de agenda pelo Nordeste, que inclui visita à Bahia e Paraíba. Ele participará de um dos maiores eventos religiosos do estado e da região, a Festa da Padroeira do município de Santa Cruz, Santa Rita de Cássia, que espera reunir mais de 70 mil fieis vindos de todo o país em procissão na tarde da quinta.

Santa Rita

Mas, antes, se reúne em Natal com a imprensa potiguar, além de visitar uma unidade que compõe o SUS (Sistema único de Saúde) no RN. O presidente nacional do PSB vai ao Hospital Infantil Varela Santiago (filantrópico), dentro de programação de analisar a rede pública de saúde para elaboração de seu plano de governo.

Campos deve viajar para o município de Santa Cruz por volta das 11h. Lá, visitará inicialmente o Santuário de Santa Rita de Cássia, depois participa de reunião na residência do ex-governador Iberê Ferreira (PSB), com presenças das lideranças locais: o deputado estadual Tomba Farias (PSB) e a prefeita da cidade, Fernanda Farias (PMDB), além de deputados, dirigentes de partido, prefeitos, presidentes de Câmaras, vereadores. E então segue para a procissão em homenagem à Santa.

Com informações da Assessoria de Imprensa de Wilma de Faria.

Larissa ganha reforço de marketing pernambucano

A campanha da deputada estadual Larissa Rosado (PSB) a prefeito de Mossoró conta, novamente, com reforço importado de Pernambuco.

Equipe de marketing e produção de programas de rádio e TV começa a chegar à cidade.

Entre os componentes, o marqueteiro “Baé”.

Ele é da equipe do marqueteiro argentino Diego Brandy, espécie de guru político do presidenciável Eduardo Campos (PSB).

Na campanha municipal de 2012, Larissa já tinha obtido esse apoio, com numerosa equipe de trabalho enviada por Campos.

No RN, Henrique se alia a PSB e PSDB

Por Josias de Souza (UOL)

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, anunciará nesta sexta-feira (28) sua candidatura ao governo do Rio Grande do Norte. Filiado ao PMDB, amigo do vice-presidente Michel Temer e defensor da reeleição de Dilma Rousseff, Henrique monta uma megacoligação que inclui até as legendas dos principais antagonistas da presidente: o PSB de Eduardo Campos e o PSDB de Aécio Neves.

Paradoxalmente, a coligação exclui o PT.

Henrique: mistura (Foto: André Borges)

Ao divulgar suas pretensões para 2014, Henrique posará para fotos ao lado da futura candidatura ao Senado na sua chapa: a ex-governadora Wilma Faria, do PSB. No sábado (5) da semana que vem, em novo ato político, ele anunciará o nome do seu candidato a vice: o deputado João Maia, do PR.

Até o final de maio, Henrique deseja elaborar e registrar em cartório um programa de governo. A peça será rubricada pelos dirigentes dos partidos que o apoiarão. Umas 14 legendas, ele diz.

O PT não terá candidato ao governo potiguar. Mas apresentará ao eleitor uma postulante ao Senado: a deputada Fátima Bezerra. Refugada pelo PMDB, ela negocia sua presença na chapa que será encabeçada pelo atual vice-governador do Estado, Robinson Faria, do PSD de Gilberto Kassab.

Henrique pretende procurar Dilma e Lula para dizer-lhes que seus arranjos estaduais não alteram seu apoio à reeleição de Dilma no plano federal. Para ele, as duas estrelas do PT não deveriam subir em nenhum palanque no Rio Grande do Norte, já os dois principais candidatos são fliados a legendas que o Planalto em Brasília.

De resto, o amigo de Michel Temer não cogita franquear seu palanque nem a Campos nem a Aécio.

O acerto que negociou prevê que cada partido cuida do presidenciável de sua predileção. Ah, Bom!

 

Presidenciável deixa Wilma para decidir próprio destino

Durante evento do PSB em Salvador-BA, no final de semana, o presidenciável Eduardo Campos (PSB) voltou a sitiar Wilma de Faria (PSB) para ser candidata a governador.

Não foi convincente.

Mas deixou claro que não criaria óbice a seu projeto de disputa ao Senado.

Ela voltou ao Rio Grande do Norte com essa certeza.

Se vai mudar de ideia… Só os próximos dias dirão.

P.S – Hoje, em Recife, Wilma e outras lideranças estaduais do PSB no RN terão reunião em particular com Eduardo Campos.

Wilma conversa com presidenciável Eduardo Campos

Do Blog Panorama Político

A vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria, embarca hoje para Salvador. Na capital baiana, ela participará de um evento promovido pelo PSB.

Mas o principal objetivo de Wilma de Faria em Salvador é mesmo conversar com Eduardo Campos, presidente nacional do PSB, sobre o pleito potiguar.

A tendência é que ela comunique a decisão de disputar o cargo de senadora da República, mas ente os wilmistas muitos apostam que ela ainda poderá entrar na disputa para o Governo.

 

Wilma afirma que Eduardo Campos “não impõe nada”

“Meu partido não impõe nada”. Com essa frase contundente, proferida hoje à tarde em Caicó, em entrevista ao repórter José Wilson, da Rádio Cabugi do Seridó, a vice-prefeita natalense e ex-governadora Wilma de Faria (PSB) rebateu versão de que está sendo levada a ser candidata a governador.

Wilma e Campos: linguagem democrática

O noticiário sobre o assunto, pulverizado na imprensa e redes sociais nos últimos dias, indicava que ela seria levada a ser novamente candidata a governador, como parte de estratégia nacional do seu partido, dentro do projeto presidencial deste ano.

Wilma deixou claro à emissora, que o presidenciável “Eduardo Campos (governador do Pernambuco, pelo PSB), “é um homem democrático” e há vários meses havia “proposto” que ela fosse candidata ao Governo do Estado. Em momento algum, transformou essa ideia numa força compulsória.

Carlos Eduardo Alves

A ex-governante salientou que “só o povo pode impor”. Até abril, garantiu, “a gente decide”.

Reiterou que tem seu nome bem-avaliado para governador e ao Senado, mas prioriza o contato com as bases do PSB, o diálogo com outros  partidos e “ouvindo a população” para traçar política de alianças e formatar candidatura.

Wilma de Faria também deixou claro que está descartada a hipótese de candidatura do prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT), à sucessão da governadora Rosalba Ciarlini (DEM). “Seria um excelente governador, mas ele tem compromisso com Natal, como prometeu em campanha”, apontou.

Versões, aventuras e desejos na política e no jornalismo

Corre pela Internet, em pleno Carnaval, a notícia de que o presidenciável Eduardo Campos (PSB-PE), atual governador pernambucano, pressiona a ex-governadora Wilma de Faria (PSB) a concorrer ao Governo do Estado.

Normal, se realmente houver essa pressão.

Campos e Wilma: perigo de puxar para baixo

Em Mossoró, em sua passagem ano passado pela cidade, Campos disse diferente.

Deixava a ex-governadora e vice-prefeita do Natal à vontade para fazer alianças com autonomia.

Mudou, mudou o cenário?

Tudo bem.

Mas não conheço Wilma de Faria como burra, para se meter numa aventura.

De aventura basta a que empreendeu em 2002, com raro senso de oportunismo. Saiu da Prefeitura do Natal para ser governadora, quando quase ninguém acreditava no feito.

Em 2014, não é impossível nova jornada, porém é pouco provável.

Ela  não deseja. Sua entourage e bases, sim, de olho no poder do Estado. Wilma prefere o Senado, com razão. “É o céu”.

Certamente, não serão apenas os belos olhos de Eduardo Campos que a farão mudar de foco e companhias na campanha deste ano. O sacrifício valeria, se ele fosse na atualidade um candidato a um passo do Palácio do Planalto.

O próprio presidenciável não demonstra fôlego e musculatura suficientes para chegar à presidência. Essa associação direta pode levá-lo a puxar Wilma para baixo, nacionalizando a campanha no estado.

PMDB e  PSB devem marchar unidos no Rio Grande do Norte, no mesmo palanque.

Da mesma forma que é desatino se imaginar que esse embaraço possa fazer Rosalba Ciarlini (DEM) inflar candidatura, de modo a se reeleger. Muito malabarismo verbal e engenhosidade politica para se fabricar versão tão descabida, como testemunhamos por aí.

No papel e na Net cabem tudo. Na Net, mais ainda: tudo é mesmo virtual.

Como sempre, parte do jornalismo que trata da política no Rio Grande do Norte esquece de falar com o povo, identificando o que ele pensa e aspira hoje.

A  “massa-gente”, como diria o falecido ex-senador Darcy RIbeiro (PDT-RJ), é solenemente ignorada.

Conchavos, arrumações, acordões, composições e  alianças acontecem com parte considerável da mídia sendo instrumento cego dessas manobras do generalato político. Apenas reproduz o que eles querem que seja reproduzido.

O falecido jornalista Nilo Santos, certamente daria ótima gargalhada e identificaria que boa parte do noticiário é fruto do “jornalismo desejoso”. Há desejos e aspirações de uns e de outros protagonistas ou segmentos da imprensa, mas muito distantes da realidade dos fatos.

Temos aí os “spin doctors” (jargão inglês que significa pessoa especialistas em distorcer fatos, alterar rotações dos acontecimentos políticos, para favorecimento de algum candidato) que em nada contribuem à melhoria da política potiguar.

Lembram o velho comunicador de rádio e televisão, Chacrinha, que soltava com maior ênfase um bordão bem atual: “Eu vim para confundir e não para explicar”.

Sendo assim, perfeito.

Dilma-Temer perde no sudeste para Eduardo-Marina

Por Fernando Rodrigues (Folha On Line)

A notícia principal na pesquisa Datafolha realizada na sexta-feira (11.out.2013) é que Dilma Rousseff (PT) seria reeleita hoje no primeiro turno se os candidatos fossem apenas Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB).

A petista teria 42% contra 21% do tucano Aécio e 15% do socialista Eduardo. Ou seja, 42% X 36%. Como a margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, a fatura estaria liquidada e Dilma passaria mais 4 anos no Palácio do Planalto.

Mas há outros aspectos que devem ser considerados numa análise neste momento, quando ainda falta 1 ano para a eleição. O levantamento do Datafolha mostra fragilidades presentes em todas as pré-candidaturas consideradas.

Segundo Turno

Um dos aspectos mais relevantes trata de uma simulação qualificada de um eventual segundo turno.

O Datafolha indagou aos eleitores em quem votariam se a disputa final ficasse entre as chapas de Dilma Rousseff (PT) + Michel Temer (PMDB) contra Marina Silva + Eduardo Campos (PSB). Nesse caso, o resultado muda de figura. A petista fica em situação de empate técnico no país (44% X 42%) e perde no Sudeste (40% X 44%).

Uma má notícia para Eduardo Campos é que quando ele é o candidato a presidente (e Marina Silva ocupa a vaga de vice), a vitória da dupla Dilma-Temer seria certa se a eleição fosse hoje: 46% X 37%.

Mas há aí também um sinal de alerta para Dilma Rousseff. Mesmo com Eduardo Campos sendo o cabeça de chapa, a petista passa um aperto no Sudeste. Ela e Temer ficariam com 41% contra 40% da dupla Eduardo-Marina. Ou seja, empate técnico.

Veja matéria completa AQUI.

 

 

PT nega autoria de provocações e lamenta seu uso indevido

O Diretório Municipal do PT de Mossoró emite Nota de Esclarecimento, refutando autoria de manifestação contra presença do governador pernambucano e presidenciável Eduardo Campos (PSB), ontem (sexta-feira, 11), em Mossoró. “(…) Houve uso indevido do nome, dos sinais e da logomarca do PT, por algumas pessoas cujas identidades carecem de confirmação”.

E mais: “Nenhum dos manifestantes pertence ao quadro de filiação do nosso diretório”.

Acrescenta ainda: “Inexistem motivos para que o Partido dos Trabalhadores venha empreender qualquer ato inóspito ou de rejeição à presença de Eduardo Campos, bem como, de qualquer outro membro do referido partido ou de outras legendas.”

 

Uma das faixas usadas pelos "manifestantes" ontem em Mossoró (Foto Blog Carlos Costa)

Veja abaixo o conteúdo, na íntegra, da Nota de Esclarecimento:

O Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores de Mossoró vem a público esclarecer que a utilização de faixas usadas por manifestantes na manhã de sexta-feira, dia 11, em razão da presença do Governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) na Câmara Municipal desta cidade, em nenhum momento, foi autorizada pelo presidente do PT local, Sr. Valdomiro Morais, nem tão pouco, partiu da presidência ou da Executiva do diretório supramencionado qualquer iniciativa permissiva de ofensas, provocação e agravos contra autoridades que cumpriam agenda política neste município.

O fato é que todos nós que legalmente e publicamente fazemos parte dos quadros do PT, fomos pegos de surpresa pelo ocorrido, ao ponto de alguns dos nossos filiados terem, por conta própria empreendido uma ação de reconhecimento em meio aqueles e aquelas que estavam fazendo parte do protesto.  A conclusão a qual essa ação resultou foi a de que nenhum dos manifestantes pertence ao quadro de filiação do nosso diretório.

Vale ressaltar, então, que houve uso indevido do nome, dos sinais e da logomarca do Partido dos Trabalhadores por algumas pessoas cujas identidades carecem de confirmação, o que será de maneira correta e hábil averiguado pelas autoridades competentes. Destarte, o PT de Mossoró preza pelo respeito mútuo entre os partidos e, em especial, destaca a longa parceria e o estreito e saudável relacionamento que manteve com o Partido Socialista Brasileiro (PSB) ao longo de uma década.

Impende dizer, que respeitamos a decisão do PSB de partir para uma rota própria, algo amplamente anunciado pelos veículos de comunicação de todo o Brasil, tendo em vista o respeito à autonomia partidária que tanto defendemos. Recentemente o fim da parceria que estava em vigor com o nosso Governo desde os tempos do Ex-Presidente Lula, colocou em caminhos contrários PT e PSB, mas em política rompimentos podem sempre ocorrer sem que, necessariamente, as rupturas possam ser transformadas em instrumentos de afronta, injúria e ultraje a quem quer que seja, cidadão ou partido.

Desta feita, afirmamos que inexistem motivos para que o Partido dos Trabalhadores venha empreender qualquer ato inóspito ou de rejeição à presença de Eduardo Campos, bem como, de qualquer outro membro do referido partido ou de outras legendas. Nossa história na política mossoroense comprova uma convivência exemplar com o contraditório, justamente por entendermos em nível de partido, que a verdadeira Democracia se faz com pluralidades, liberdades e respeito.

Em nível municipal, O PT está mais do que reconhecido pela população em geral pela forma com que vem conduzindo um mandato no Poder Legislativo direcionado pela linha da chamada “Oposição Responsável”, portanto, não seria agora contra um ex-aliado histórico que o PT iria prestar-se ao papel de apoiador de uma manifestação como a que foi realizada no dia 11 deste mês de outubro.

Primando pela verdade dos fatos, nos colocamos à disposição de todos e de todas para quaisquer esclarecimentos.

Nota do Blog – Esta página matou a “charada” ainda ontem, em postagem esclarecedora (veja AQUI).

Infelizmente, a politicalha continha sendo um exercício comum na urbe, sem limites ou escrúpulos. Os organizadores e financiadores do suposto “protesto” são os mesmos que estavam por trás do lamentável “Caso do Capitão 40”, ocorrido na campanha eleitoral municipal de 2004.

Houve comprovação no campo judicial de manipulação de gravações para imputar crime de compra de votos a adversários do governo municipal.

Como não foram punidos, continuam promovendo seus desatinos, rindo da Justiça e ameaçando até com outros crimes pessoas e a ordem pública.

Lamentável.

O PT deve pedir apuração do caso, para pelo menos expor publicamente a identidade dos “bacanas” que usaram essa pobre gente, pagando alguns tostões (R$ 40,00 por cabeça, segundo versão que corre no submundo do bairro Paredões).