“Só há um caminho para a felicidade: é renunciar às coisas que não dependem da nossa vontade.”
Epíteto
“Só há um caminho para a felicidade: é renunciar às coisas que não dependem da nossa vontade.”
Epíteto
“Nenhum homem que não domine a si mesmo é livre.”
Epiteto
“Primeiro aprenda o significado do que você diz, e depois diga.”
Epíteto
“Nenhum homem que não domine a si mesmo é livre.”
Epiteto
“Qualquer pessoa capaz de irritá-lo se torna teu mestre; consegue te irritar somente porque você se permite ser perturbado por ela.”
Epiteto
Quase sempre fechadão, de escassos sorrisos e sem muito jogo de cintura, o candidato a prefeito de Natal, ex-prefeito Carlos Eduardo (PSD), está com filmete viralizando nas redes sociais.
Nele, Carlos Eduardo aceita, brinca e faz do limão uma limonada, ou seja, não encuca com o apelido de “Cabeção.” E olhando direitinho… nem podia.
O Cabeção, digo, o candidato a prefeito, usa um velho estratagema de campanhas políticas desse mundão de meu Deus: transforma o escárnio, o deboche, a provocação, numa arma a favor.
Foi assim com seu tio Aluízio Alves (in memoriam), por exemplo: ridicularizado por adversários com epíteto de “Cigano Feiticeiro”, fez dele um símbolo há mais de 60 anos, ganhando o governo estadual.
Geraldo Melo, baixinho no tamanho, foi o “Tamborete” que se agigantou na campanha vitoriosa ao governo do RN em 1986.
Gostei, Cabeção; digo, Carlos Eduardo.
Assinado: Boca de Caçapa das Canelas de Talo de Coentro.
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“Qualquer pessoa capaz de te irritar se torna teu mestre; ela consegue te irritar somente quando você se permite ser perturbado por ela.”
Epiteto

Habituado a adesivar apelido em qualquer um, seja aliado ou adversário político, o ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado coleciona essa modalidade de troça há décadas. Inocentemente, alguns ‘homenageados’ até pensam que é uma deferência ou afago.
Não mesmo.
A ex-deputada federal Sandra Rosado (PSDB), prima e por muito tempo adversária política, para ele é “A poderosa.” No seu íntimo, claro que não. O todo-poderoso é ele mesmo.
O bancário aposentado Pedro Moura é “Ministro,” na definição de Carlos Augusto. Pedro foi um conselheiro herdado dos tempos do rosadismo, grupo liderado pelo ex-deputado federal Vingt Rosado – tio do ex-deputado.
O jornalista Canindé Queiroz (in memoriam) era saudado como “Miséria.” Por trás, na frente, em qualquer lugar, qualquer conversa. Era Miséria aqui e acolá.
Canindé Miséria dava uma baforada no cigarro, cofiava a barba e ria. Sabia bem o significado do tratamento pessoal. A-do-ra-va, que se diga. Contudo, não dava o troco. O tratava pelo prenome mesmo: Carlos.
Eu também não escapei do xará. Dos tempos de redação do extinto jornal Gazeta do Oeste, o codinome ‘nobre’ que me aplicou foi o de “Príncipe.” Plebeu, isso sim.
Para me ‘vingar’, sem querer ficar por baixo, atrevidamente revidava. A cada contato pessoal ou por telefone com o deputado, a saudação era uma só: “Diga, Vereador.”
Meu interlocutor não se incomodava. Sempre via tudo do alto, com olhos de enquadramento cinematográfico plongée (ângulo de cima para baixo), com todos a seus pés).
Sua mulher Rosalba Ciarlini Rosado tem um para deixá-la toda dengosa, ganho ainda nos tempos de namoro: “Mãinha.” Entretanto, se ele está num daqueles dias de erupção, indócil… esqueça. Não cabe espalhar. Coisa de casal.
Nosso personagem também foi vítima do seu próprio veneno. Dos adversários, em tom provocativo, ganhou o epíteto de “Ravengar.” Era alusão ao personagem maquiavélico interpretado pelo ator Antônio Abujamra, na novela histriônica e satírica “Que rei sou eu?” (1989) – da Rede Globo de Televisão.
Mas, não pense você que isso lhe fez ou faz mal. Nadica de nada.
Carlos Augusto adora ser ele mesmo: Ravengar.
Vereador? Não. Esqueça essa minha bobagem.
Ravengar está de bom tamanho.
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“É impossível para um homem aprender aquilo que ele acha que já sabe.”
Epiteto
A vereadora e sindicalista Marleide Cunha (PT), que é pré-candidata à reeleição, mas ainda enxerga possibilidade de disputar a Prefeitura de Mossoró, incorporou ao seu acervo um novo apelido para o prefeito Allyson Bezerra (União Brasil). Agora ele é o “Fantoche Bolsonarista,” como classificou no fim de semana em redes sociais.
Na sua relação já constavam “Destruidor da Educação”, “Traidor”, “Mentiroso”, “Prefeito da Mídia” e “Moleque.”
A novidade maior nos últimos meses, entretanto, foi “JudAllyson,” nome de batismo de um boneco com o qual ela perambulou pela cidade sobre um reboque de som, em carreata político-sindical, satirizando o prefeito. Mas, essa relação ficou até traumática adiante.
Na versão 2 de JudAllyson, lançada em pleno “Pingo da Mei Dia”, evento que abriu o Mossoró Cidade Junina 2023, o boneco usado para debochar do prefeito apareceu sem cabeça. A vereadora e sindicalista, em tom de revolta e desespero, denunciou que teria ocorrido furto da peça (veja AQUI). O caso não foi esclarecido ainda e ganhou tom de pilhéria na política partidária local.
Até a campanha 2024, Marleide Cunha terá tempo e imaginação para ampliar o repertório e até lançar “JudAllyson 3 – A Missão.” Se finalmente conseguir polarizar com Allyson, verdadeiro, pode inclusive se credenciar a enfrentá-lo nas urnas.
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“É impossível para um homem aprender aquilo que ele acha que já sabe.”
Epiteto
“Temos dois ouvidos e uma boca para que possamos ouvir duas vezes mais do que falamos.”
Epiteto