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Disputa por Detran segue concorrida e sem anúncio

A disputa pelo comando do Departamento de Trânsito do RN (DETRAN) no Governo Fátima Bezerra  (PT) está renhida.

A propósito, não está fechado o nome até aqui para a sua Direção Geral.

Autarquia de densa arrecadação, o Detran também aqui e acolá aparece no noticiário com algum escândalo.

Aguardemos, pois.

A nomeação, claro.

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Fundação ligada à Assembleia Legislativa pode ter novidades

Criada sob a Lei Nº 8.356 de 25 de julho de 2003, a Fundação Djalma Marinho, entidade que é mantida com dotações próprias consignadas no orçamento da Assembléia Legislativa e outras fontes financeiras, talvez passe por um pente fino mais adiante.

A instituição não está fora de questionamentos que começam a se aprofundar quanto a gastos superlativos desse poder.

Desde 2015 que não param de pipocar escândalos e mais escândalos na Assembleia Legislativa, sempre com valores financeiros milionários.

Nada mais posso adiantar, apesar da vontade.

Ouvido ao chão, como bom índio Sioux, Cheyenne, Cherokee, Navajo, Apache ou Comanche.

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Eleições 2016 serão fortemente impactadas por escândalos

Por Carlos Santos

As eleições municipais do RN vão ser duramente impactadas pelos ecos de Brasília e Curitiba.

Escândalos, escândalos, escândalos!

Refaçamos nossas análises, estejamos mais atentos: o oráculo é outro.

Certos modelos e fórmulas que sempre funcionaram de uma forma ou de outra, precisarão ser revistos.

Ninguém espere uma reviravolta, como se déssemos uma pirueta de 180 graus.

Menos. Devagar.

Teremos bem menos dinheiro em jogo. Para os que nunca tiveram, não chega a ser um problema.

Como as lideranças mais tradicionais vão trabalhar, sob essas condições, é que serão “outros quinhentos”. Dirá muito do que as urnas refletirão.

Várias dessas lideranças buscam apenas uma sobrevida; outras tantas devem ser banidas por incapacidade de adaptação à nova realidade.

A força econômica reduzida e a máquina pública muito vigiada, além de sucateada, vão testar o poder desses líderes.

Ao mesmo tempo, temos a oportunidade para surgimento de novos nomes ou alguns exumação de esquecidos anteriormente.

Podem prevalecer algumas novidades, mas elas precisarão  ir além da ideia do novo, do alternativo e que seja aparentemente asséptico.

De modo quase generalizado, o povão está ressabiado, cansado da velharia e desconfiado do que se propõe a diferente.

Que discurso deverá prevalecer?

Em tempos de crise, os messiânicos sempre se aproveitam e costumam despontar. Enganar à massa-gente é sempre mais fácil do que ludibriar uma só pessoa.

O ambiente é propício para charlatões, também, que se diga.

Entretanto mesmo esses ilusionistas já não enganam tanto, a tantos, como sempre o fizeram.

Enfim… os tempos são outros, mesmo que nem tudo mude.

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Temer atraiu problemas para si com nomeação de amigos

Michel Temer (PMDB) poderia ter evitado tanto desgaste.

Bastava não ter nomeado Romero Jucá (PMDB) e Henrique Alves (PMDB), por exemplo.

Erro de origem.

Valeu o compadrio, em vez do uso da experiência política.

Mais do que juízo de valor pessoal sobre ambos, faltou o bom senso.

Mais do que a necessidade de se cercar de amigos, a sensatez de não repetir Dilma Rousseff (PT).

Repetiu.

As consequências não poderiam ser outras.

E pode piorar mais.

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