Professora Dorinha (blusa da escola), com irmãs dirigentes do CSCM e os padres Flávio Augusto e Charles Lamartine (Foto: CSCM/16-09-2025)
O Colégio Sagrado Coração de Maria (CSCM) de Mossoró comunica nesta sexta-feira (17), o falecimento de Maria das Dores Lopes de Paiva, “nossa querida Dorinha, Diretora Pedagógica, que dedicou sua vida à educação com amor, sabedoria e compromisso com a formação humana e cristã de tantas gerações.”
Em nota, salienta: “Diante desta perda irreparável, decretamos luto oficial por três dias, com retorno das atividades na terça-feira, dia 21 de outubro.”
Amanhã (sábado, 18), a partir das 6 horas o seu corpo será velado na quadra de esportes da escola, o tradicional “Colégio das Irmãs.”
Às 9 horas, momentos de oração com padre Flávio Augusto Forte Melo.
Às 15h, celebração das exéquias no mesmo local e cortejo até o Memorial Jardim das Palmeiras, onde será sepultada.
Nota do BCS – As melhores lembranças dessa senhora sempre gentil, educada e muito querida por pais e alunos.
Falo em nome de Carlos Júnior e Lívia, que foram estudantes do CSCM.
E assim caminha a humanidade potiguar (Foto ilustrativa)
Vozes quase inaudíveis da política do RN comentam nos intramuros da Assembleia Legislativa e fora dela, que as duas CPI’s que ocorrem nesse poder – tratando de investigações distintas – ‘se comunicam’.
Mais do que isso: completam-se.
É mais ou menos assim: salve os meus que eu salvo os seus.
Nenhum peixe graúdo será punido ou minimamente incomodado.
À mostra, apenas algumas escaramuças e os faz de conta.
Aqui e ali chiliques midiáticos, nada mais do que isso.
E assim caminha a humanidade potiguar.
As CPI’s da Covid-19 e Arena das Dunas vão morrer sem direito a exéquias.
No dia 7 de maio de 2015, ano passado (2015), uma quinta-feira, atendi convite da produção do programa “Cenário Político” da TV Cabo Mossoró (TCM). Falaríamos sobre política, evidentemente.
O editor deste Blog, Marcello e Carol há quase um ano e quatro meses: "Ele mesmo" (Foto: reprodução)
Os jornalistas Carol Ribeiro e Marcello Benévolo, seus âncoras, pautaram temas relacionados à política de Mossoró, estado e nacional para papearmos.
E assim transcorreu o programa.
Uma pergunta de Carol relacionada ao futuro, no tocante à então distante campanha sucessória municipal de Mossoró em 2016, foi-me particularmente interessante.
Hoje, em setembro de 2016, os fatos dizem por que.
– Carlos Santos, qual o maior adversário do prefeito Francisco José Júnior (PSD) a prefeito em 2016?
Fui lacônico:
– “Ele mesmo” (veja AQUI postagem da época, sob o título “Inimigo eu“).
Na próxima quarta-feira (7 de Setembro de 2016), essa declaração ao Cenário Político estará completando exatamente um ano e quatro meses. Vale lembrar, que estamos a menos de um mês das eleições municipais.
Eu não errei. Os fatos que se formam estão plasmando aquela assertiva.
Noutra entrevista no mesmo programa no dia 4 de setembro de 2015, admito que falhei num prognóstico que eu tinha também muita segurança.
Um erro de avaliação
Afirmei categoricamente não acreditar que ele, o prefeito, tivesse coragem de ser candidato à reeleição. Não via condições mínimas para isso.
Errei. Foi um erro de avaliação.
Mas o maior erro o próprio “Francisco” cometeu. Maior do que o meu.
Teimou em ser candidato quando nada, absolutamente nada indicava que devesse apostar na empreitada.
Eu errei porque preconizei o óbvio, sem atentar para um detalhe: a vaidade doentia e o deslumbramento poderiam embaciar sua capacidade de autocrítica.
Um ano depois, Francisco marcha para uma derrota acachapante e humilhante. Será o inverso do nirvana vivenciado por ele no dia 4 de maio de 2014, quando foi eleito à Prefeitura em disputa suplementar (veja AQUI), mas não parou para analisar o que a vitória representava.
O desabafo de sua mulher hoje (veja AQUI), utilizando-se do velho “complexo de transferência de culpa”, é a antecipação do ocaso. Expôs o que não é possível disfarçar com propaganda e movimentação artificial de rua.
Fechou o caixão!
Começaram as exéquias.
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