Produto tem abertura de mercado importante (Foto: Idiarn)
O Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do Rio Grande do Norte (IDIARN) recebeu sinal verde do governo chileno, com o parecer favorável para exportação de frutos frescos de mamão (Carica papaya) produzidos em solo potiguar.
O trabalho desenvolvido é realizado em parceria com a Superintendência Federal da Agricultura (SFA)/Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e as exigências fitossanitárias chilenas foram aprovadas por meio da Resolución Exenta n˚ 5759/2023.
O Ministério da Agricultura apresentou orientações para a execução do acordo fitossanitário com o Chile com Procedimentos para o cumprimento dos requisitos para exportação de frutos de mamão, principalmente quanto ao monitoramento das moscas das frutas (Anastrepha fraterculus, Bactrocera carambolae e Ceratitis capitata), que serão executadas pelos produtores/exportadores interessados, fiscalizadas pelo Idiarn e supervisionada pela SFA-RN.
O Diretor-geral do IDIARN, Mário Manso, falou sobre o novo acerto firmado:
“É uma alegria para a gente, o RN já tem outros acordos firmados com o Chile e agora fechamos também a exportação de mamão. É gratificante não só para nós, mas também para toda a equipe técnica do órgão, além de toda a cadeia de fruticultura do estado. Em breve teremos a primeira carga de mamão papaya indo para o território chileno”.
O Rio Grande do Norte já possui acordos para exportação de outros frutos firmados com União Europeia, China, Chile, Estados Unidos, Argentina, Holanda, Portugal, Dubai, Itália, Egito, entre outros.
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Cerca de 17% dos municípios brasileiros, onde vivem 44,6 milhões de pessoas, se inscreveram na Caixa Econômica Federal (CEF) no mês passado para obterem apoio na estruturação de parcerias com empresas privadas na área de iluminação pública.
Foto ilustrativa
O exemplo mais próximo é o do município de Crato na região do Cariri cearense que é administrada pelo PT. O município já tem uma bem-sucedida concessão de saneamento básico e lidera um consórcio de nove municípios que está leiloando a concessão à iniciativa privada do serviço de gestão de resíduos sólidos.
A Caixa dá apoio a prefeituras e governos estaduais numa etapa essencial das concessões e Parcerias Público- Privadas (PPPs): a estruturação de projetos. Os técnicos do banco ajudam a modelar como vai funcionar a parceria com a iniciativa privada em diferentes tipos de empreendimentos.
O banco administra um fundo criado em 2017 para financiar esse trabalho técnico. Iniciativa semelhante existe no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Atualmente, a carteira da Caixa possui 57 projetos em cinco áreas: iluminação pública, saneamento, empreendimentos socioeducativos, educação e habitação.
Há 12 leilões programados para 2023, com investimentos totais previstos de R$ 9,98 bilhões.
Projetos de iluminação
Os projetos de iluminação são mais numerosos e a Caixa desenvolveu expertise para estruturá-los mais rapidamente. Inicialmente, levavam-se dois anos. O de Itanhaém (SP), que vai a leilão no próximo dia 21, foi estruturado em 12 meses.
Enquanto as PPPs de iluminação são financiadas com a cobrança de uma taxa específica incluída na conta de luz, os consórcios de gestão de resíduos sólidos cobram uma taxa na conta de água. Nos municípios cearenses que integram o consórcio Comares, o pioneiro dessa modalidade, essa taxa varia de R$ 0,97 a R$ 4,37 por mês.
Economia do futebol em números
Em época de Copa do Mundo é bom lembrar dos números da economia do nosso futebol. Salários astronômicos do futebol atraem muita gente e são o sonho de jovens que buscam no esporte uma forma de ascensão social. Jogar uma Copa do Mundo, o auge da carreira, porém, é um sonho para poucos. Os 26 convocados pelo técnico Tite para disputar o mundial deste ano no Catar representam apenas 0,2% dos jogadores profissionais do Brasil.
O país tem mais de 10 mil atletas profissionais no futebol, segundo dados da Federação Internacional de Futebol (Fifa). E a realidade é que apenas uma fração deles consegue salários milionários.
Se o clube sai prematuramente de uma competição, dependendo da divisão que dispute e da projeção, o atleta fica literalmente sem ter o que fazer – e perde o emprego.
É muito difícil o atleta conseguir emprego durante 12 meses do ano. Em geral, resume-se a apenas 4 – 5 meses de contrato, apesar de existirem 656 clubes de futebol registrados na FIFA. Dificilmente o salário ultrapassa 1.500 reais.
O caso de Neymar é um ponto fora da curva e representa um ciclo virtuoso do futebol. Mas. Em geral, o ciclo é vicioso. Os clubes grandes reclamam porque jogam demais e os pequenos porque jogam pouco. Ou seja, um calendário esdrúxulo.
Mercado global de manga neste final de ano
Como a manga é um dos principais frutos exportados pelo Semiarido Nordestino e nessa região concentra-se mais de 90% das empresas produtoras e exportadoras, é importante conhecermos esse mercado nesta época do ano.
Fruta tem mercado garantido e os preços estão altos nessa época do ano (Foto: cedida)
Os preços da manga são altos nesta época do ano, sobretudo na Europa. Os bloqueios das rodovias após o segundo turno das eleições presidenciais no Brasil prejudicaram o fornecimento do Brasil para a Europa. Houve também problemas de chuvas nas regiões produtoras.
A Osteen é a principal variedade fornecida pela Espanha.
O Peru está convivendo com altos custos do frete marítimo da manga que é enviada para a Europa, com um aumento de 100% no valor em relação à safra passada.
A manga do Peru possui autorização fitossanitária para exportar para 63 países, apesar dos principais destinos serem Europa e EUA.
Os mercados dos países baixos e da Bélgica estão convivendo com baixa oferta o que favorece o preço do manga.
Na Alemanha os preços são normais e a oferta é razoável. O mercado prefere a manga Kent que tem pouca fibra.
Depois da manga Mexicana, os Estados Unidos estão recebendo manga do Brasil e do Equador, sendo as variedades principais a Tommy Atkins e a Ataulfo, respectivamente.
A manga peruana ingressará no mercado americano a partir do final de novembro e início de dezembro e atingirá o pico no final de janeiro e início de fevereiro, quando novamente a manga mexicana Ataulfo retorna ao mercado americano e depois as variedades rochas.
A África do Sul tende a produzir 10% a menos do que na safra passada em função das ondas de calor.
A China importa mais manga do que exporta. Os principais países exportadores de manga para a China são: Vietnã, Tailândia, Austrália, Peru e Equador.
Beto (gravata vermelha) em audiência em fevereiro (Foto Vanessa d’Oliviêr)
O Ministério da Agricultura publicou hoje, (27/04), a Portaria Nº 277 que revalida o reconhecimento da Área Livre de mosca-das-frutas no Estado do Rio Grande do Norte, com a manutenção dos municípios que já integravam e inclusão de novos municípios potiguares.
A medida atende a um pleito do deputado federal Beto Rosado (Progressistas) que esteve no dia 25 de fevereiro em Brasília com o prefeito de Caraúbas, Juninho Alves (PSDB), onde se reuniram com o Diretor de Sanidade Vegetal, Carlos Goulart. O deputado e o prefeito levaram essa demanda de diversos produtores do Estado para a ampliação dos municípios que integravam a área livre da praga mosca-das-frutas (anastrepha grandis).
China
Com a portaria publicada, a área passa a compreender os municípios de Mossoró, Tibau, Grossos, Areia Branca, Serra do Mel, Baraúna, Assú, Afonso Bezerra, Alto do Rodrigues, Ipanguaçu, Porto do Mangue e Upanema, Apodi, Gov. Dix-Sept Rosado, Felipe Guerra, Caraúbas, Macau, Pendências, Jandaíra e Pedro Avelino.
Para o deputado Beto, essa medida atende uma demanda dos produtores potiguares e que vai permitir mais municípios a exportarem frutas para o mercado internacional, principalmente, para a China.
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A cadeia produtiva do melão no Polo de Agricultura Irrigada RN- CE vive uma nova realidade. Aos poucos, as bases de pesquisa das multinacionais de sementes de hortaliças estão deixando a região ou o país. As duas últimas décadas foram marcadas pela instalação na região de diversas bases de pesquisa como a BASF, Nunhems, Sakata, Agristar, Singenta, Rijk Zwaan, Bayer, entre outras.A partir dos últimos três anos verifica-se um novo posicionamento dessas multinacionais. Várias empresas já fecharam as suas instalações e passaram a trabalhar no formato das décadas de 80 e 90, quando usavam as instalações das empresas produtoras de melão como parceiras nas pesquisas de melhoramento.
Em geral, as multinacionais de sementes de hortaliças contam com profissionais especializados em reunir os recursos globais de conhecimento científico em benefício dos agricultores. As empresas oferecem produtos resistentes contra pragas e doenças, alta produtividade, uniformidade e tecnologia em cada semente resultando em alimentos com valor nutricional, sabor, aroma e aparência atraentes.
Os programas globais dessas empresas de melhoramento genético buscam criar produtos inovadores utilizando tecnologias de ponta como biologia celular, marcador molecular e seleção assistida.
Melão para o Japão
O Brasil apontou questões específicas na relação comercial, como subsídios e proteções fornecidas por Tóquio em patamares muito mais elevados do que em outros países desenvolvidos. De maneira que é particularmente prejudicial aos interesses de exportadores como o Brasil.
Além disso, persistem restrições japonesas à entrada de carne bovina termoprocessada, apesar de o produto ter entrado no país livremente antes de 2012.
O Brasil também quer exportar melão para o mercado japonês e apresentou um plano nesse sentido ao parceiro em 2016. Tóquio apresentou diversas demandas técnicas, respondidas em 2017.
EUA, Índia e vários outros parceiros também reclamaram de barreiras na entrada de produtos agrícolas no Japão. A Índia exemplificou que os japoneses impõem sobre alguns produtos tarifas de importação de até 500% e cotas (volume limitado de importação), medidas que prejudicam o fluxo do comércio.
Cajucultura
Durante a semana conversei com Antônio Tertulino, consultor da cadeia produtiva do caju no Semiárido e produtor de mudas certificadas na região compreendida entre os municípios de Taboleiro do Norte e Alto Santo (CE) e Itaú, Rodolfo Fernandes, Severiano Melo e Apodi (RN) sobre os gargalos do setor.
De acordo com Tertulino e analisando os dados do IBGE para esses municípios, estima-se que a área plantada com cajueiro já ultrapassa 20 mil hectares.
O principal gargalo da cadeia produtiva é a falta de crédito ocasionada pela não regularização da posse da terra pelos pequenos produtores. Na análise de Tertulino, o pequeno produtor não quer nada a mais do setor público a não ser a desburocratização do processo de posse da terra.
As quatro principais cultivares são a ´Fraga 11` (destinada a amêndoa), BRS 226 e o CCP 76 (caju de mesa – falso fruto e amêndoa) e o Embrapa 51.
Desemprego muito preocupante
Os brasileiros que não buscaram emprego por conta da pandemia no mês passado somaram 17,8 milhões. Esse número é menor que o de pessoas nessa mesma situação em maio, 18,4 milhões. Se somarmos isso com os 11,8 milhões desocupados, temos aí uma subutilização de 38,5 milhões de pessoas.
Desde o início da crise, especialistas em mercado de trabalho têm alertado sobre a transferência automática dos previamente desocupados ou dos demitidos na crise para fora da força de trabalho, o que atenua os números oficiais do desemprego.
Repondo a verdade sobre a Ufersa
Apesar da falta de ética da atual gestão ao esconder a nossa atuação no processo de transformação da Escola Superior de Agricultura (ESAM) em Universidade Federal do Semi-árido (UFERSA), vejam abaixo parte do documento que se encontra na página oficial da instituição na Internet:
História dos 15 anos da Ufersa é antecedida por período em que tinha a denominação de Esam (Foto: arquivo)
Em fevereiro 2004, o novo diretor da ESAM, professor Josivan Barbosa, articula a classe política do Rio Grande do Norte, em especial a Governadora do RN, Vilma Faria, os Deputados Federais Betinho Rosado, Sandra Rosado e Fátima Bezerra para apoio ao Projeto de transformação da ESAM em Universidade Federal Rural do Semi-Árido;
• Em março de 2004, a Câmara Municipal de Mossoró realiza Audiência Pública em apoio ao Projeto de transformação da ESAM em Universidade;
• Em abril de 2004, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte, através de proposição da Deputada Estadual Larissa Rosado, realiza Audiência Pública, em apoio ao Projeto de transformação da ESAM em Universidade;
• Em junho de 2004, através dos apoios políticos ao Diretor da ESAM, prof. Josivan Barbosa, é reiniciado com o Ministro Tarso Genro, o processo de análise do Projeto Institucional, que estava paralisado em face da reforma ministerial do governo federal;
• Em junho de 2004, o diretor da ESAM, prof. Josivan Barbosa e o ex-diretor Marcelo Pedrosa fazem contatos com os parlamentares: Senadores Garibaldi Alves Filho e Fernando Bezerra e os Deputados Federais Henrique Eduardo Alves, Múcio Sá, Roberto Pessoa (coordenador da Bancada do Nordeste na Câmara dos Deputados), Ney Lopes, Álvaro Dias, Iberê Ferreira e a Governadora Vilma Faria para apoio ao projeto e participação na audiência com Ministro da Educação Tarso Genro;
• Em junho 2004, na audiência com o Ministro Tarso Genro, estiveram presentes, além
do Diretor da ESAM, prof. Josivan Barbosa, Deputado FederaL Roberto Pessoa (coordenador da bancada do Nordeste na Câmara dos Deputados ) que entregou um documento ao Ministro mostrando a importância do Projeto de transformação para o semi-árido, Deputada Federal Sandra Rosado, Deputada Federal Fátima Bezerra, Deputado Federal Betinho Rosado na função de Secretário de Estado de Educação , é representado pelo Secretário Adjunto Sr. Oberi Rodrigues Júnior, Deputada Estadual Larissa Rosado (representando a Assembléia Legislativa que entregou ao Ministro um documento assinado por todos os deputados estaduais do RN em apoio a ESAM), Profª Isaura Amélia (representando a Governadora do RN), empresário Nilson Brasil (presidente da Associação Comercial e Industrial de Mossoró – ACIM), e o Vice-Prefeito de Mossoró, Antonio Capistrano, representando a Prefeita de Mossoró, Dra.
Rosalba Ciarline;
• Em junho de 2004, o Ministro da Educação, Tarso Fernando Herz Genro, encaminha Projeto de Lei que transforma a ESAM em UFERSA, para apreciação do Senhor Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva;
• Em junho de 2004, o Ministro da Educação, Tarso Fernando Herz Genro, encaminha Projeto de Lei que transforma a ESAM em UFERSA, para apreciação do Senhor Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva;
• De julho a dezembro de 2004, o Projeto Técnico da ESAM é apreciado pelos Ministérios da Educação e do Planejamento, recebendo treze pareceres favoráveis das áreas competentes desses Ministérios;
• Em outubro de 2004, o Senador Garibaldi Alves Filho faz pronunciamento no Senado em favor da transformação da ESAM em Universidade Especializada;
• Em dezembro de 2004, o diretor da ESAM, prof. Josivan Barbosa e o prof. Francisco Bezerra Neto, Coordenador da Pós-graduação da ESAM, conseguem a aprovação pela CAPES, do primeiro curso de doutorado da Instituição, extremamente necessário para a transformação da ESAM em Universidade Especializada;
• Em janeiro de 2005, o subchefe da Casa Civil emite parecer desfavorável, devolvendo ao Ministério da Educação o Projeto de transformação da ESAM em Universidade Especializada;
• Em fevereiro de 2005, a pedido do Diretor da ESAM, Prof. Josivan Barbosa Menezes, a Governadora do Rio Grande do Norte, Vilma Maria de Faria, intervém junto a Casa Civil da Presidência da República e consegue reverter para parecer favorável o Projeto de transformação da ESAM em Universidade Federal Rural do Semi-Árido;
• Em fevereiro de 2005, Requerimento do Vereador Renato Fernandes, aprova por unanimidade dos edis Moção de Aplauso pelo mudança do parecer da Casa Civil da Presidência da República;
• Em fevereiro de 2005, após a tramitação do Projeto Institucional, pelos Ministérios da Educação, Planejamento e Casa Civil, o Poder Executivo, através do Excelentíssimo Senhor Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, encaminha o PROJETO DE LEI Nº 4.819/05 ao Congresso Nacional que dispõe sobre a transformação da ESAM em Universidade Federal Rural do Semi-Árido -UFERSA;
• Em fevereiro de 2005, a Câmara Municipal de Mossoró, reitera o apoio a transformação da ESAM em universidade especializada, através de ofício encaminhado ao Ministro da Educação, Tarso Genro;
• Em março de 2005, na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara Federal, presidida pelo Deputado Henrique Eduardo Alves, dá total apoio ao projeto da ESAM e convoca reunião extraordinária da Comissão para agilizar a tramitação do projeto. O Relator do Projeto, Deputado Carlos Alberto Leréia consegue aprovação, por unanimidade da Comissão, ao Projeto do Deputado Betinho Rosado e mantém apensado o projeto original do Governo Federal;
• Nessa Comissão o pronunciamento do Deputado Vicentinho, Norteriograndense (Acari), foi muito importante, como também, da Deputada Fátima Bezerra, e de outros parlamentares como: Deputado Ênio Tático, de Goiás, Deputado Isaías Silvestres, de Minas Gerais e Deputado Walter Barelli, de São Paulo. O parecer do Relator é acompanhado por unanimidade pela Comissão;
• Em abril de 2005, a Deputada Federal Fátima Bezerra, apresenta Requerimento à
Mesa da Câmara solicitando urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 4819 de
2005, de autoria do Executivo, que dispõe sobre a transformação da ESAM em Universidade Federal Rural do Semi-Árido;
• Em abril de 2005, na Comissão de Educação e Cultura, tendo como Relatora do Projeto, a Deputada Fátima Bezerra, o parecer da Relatora é aprovado por unanimidade pela Comissão;
• Em maio de 2005, na Comissão de Finanças e Tributação, tendo como Relator o Deputado Federal Gonzaga Mota, o parecer do Relator é aprovado por unanimidade pela Comissão, tendo o ex-diretor Pedro Almeida articulado junto ao Relator para o seu parecer favorável;
• Em junho de 2005, na Comissão de Constituição e Justiça e Cidania, tendo como Relatora a Deputado Federal, Sandra Rosado, o parecer da Relatora é aprovado por unanimidade, mantendo-se o Projeto do Poder Executivo. A articulação da Deputada
para obtenção do quorum necessário a instalação da Comissão, foi fundamental para a tramitação na Câmara Federal;
• Em julho de 2005, o Projeto de Lei do Poder Executivo é aprovado pela Câmara Federal e encaminhado ao Plenário do Senado Federal. Nesta ocasião a articulação das Deputadas Sandra Rosado e Fátima Bezerra, junto ao líder do governo na Câmara Federal, Deputado Professor Luizinho, foi importantes no sentido de priorizar a apreciação do projeto, no plenário da Câmara;
• Em 13 de julho de 2005, o Senado Federal aprova o PROJETO DE LEI que transforma a ESAM em Universidade Federal Rural do Semi-árido – UFERSA, tendo como Relator o Senador Garibaldi Alves Filho. As deputadas Sandra Rosado e Fátima Bezerra fazem gestão junto ao Senador Aloísio Mercadante, líder do governo no senado, para incluir em regime de urgência, o projeto da ESAM, junto com as outras quatro instituições contempladas;
• O Deputado Federal Betinho Rosado, professor da ESAM e incansável defensor do Projeto de transformação da ESAM em Universidade, num gesto de grandeza, retira a sua proposição de vistas ao projeto, cuja decisão foi fundamental e viabilizou a aprovação do Projeto de Lei, no Senado Federal.
• EM 29 DE JULHO DE 2005, O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, SANCIONA A LEI Nº 11.155 QUE CRIA A UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMIÁRIDO – UFERSA;
• A LEI Nº 11.155, DE 29 DE JULHO DE 2005 É PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO NO DIA 01 DE AGOSTO DE 2005, NA SEÇÃO 1, Nº 146. O PARECER QUE PASSA PARA A HISTÓRIA DA ESAM
Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (8) na Grande Natal, a Operação Sukkar, que tem como finalidade apurar delitos contra a ordem tributária, apropriação indébita previdenciária, evasão de divisas e lavagem de dinheiro, condutas essas atribuídas aos sócios e administradores de indústria de alimentos com sede neste Estado.
Estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em empresas e endereços residenciais.
Segundo as investigações, iniciadas há um ano, foi constituído um pool de empresas, pertencentes a familiares dos investigados, tudo para movimentar recursos não contabilizados pela indústria investigada, em prejuízo ao Erário.
Existem fortes indícios de que as exportações realizadas são subfaturadas e que parte do pagamento é feito em conta bancária mantida clandestinamente no exterior e sem o conhecimento das autoridades brasileiras.
Durante as investigações, verificou-se ainda uma série de atos de transferência e aquisição patrimonial em nome de terceiros, numa clara indicativa de lavagem de dinheiro proveniente dos valores sonegados pela empresa.
Ao todo, estão sendo utilizados nesta operação, cerca de 20 policiais federais, além de auditores da Receita Federal, que apoiam o trabalho investigativo.
(*) O nome Sukkar (açúcar em árabe) faz alusão ao ramo de atividade da empresa investigada.
Com informações da Polícia Federal no Rio Grande do Norte.
O município de Apodi, na região Oeste, vai ganhar a implantação de 2 mil hectares para produção de frutas que vai gerar 2 mil novos empregos diretos. A iniciativa tem o apoio do Governo do Estado que está agilizando os trâmites legais exigidos, processos de autorização ambiental e melhorias nos acessos para transporte de pessoal, insumos e escoamento da produção.
Governador recebeu prefeito e representantes de empresa (Foto: Rayane Mainara)
O Governador Robinson Faria (PSD) explicou nesta sexta-feira (3), ao receber em audiência o presidente da Agrícola Famosa, Luiz Roberto Barcelos que a administração tem o firme propósito de apoiar os empreendimentos que geram empregos, produção e renda.
“O Governo trabalha para desenvolver a atividade econômica, estamos imprimindo uma nova dinâmica que destrava processos administrativos e burocráticos.
No Idema, por exemplo, apenas nestes primeiros meses de administração concedemos duas mil licenças ambientais para implantação e regularização de empreendimentos. Isto significa mais circulação de mercadorias e produtos, mais empregos, mais renda e mais impostos”, afirmou Robinson Faria.
A Agrícola Famosa já produz melão, melancia, manga, mamão e aspargos nos municípios de Baraúna, Tibau em Mossoró.
Exportação
Em Apodi, numa área de 3,5 mil hectares a empresa vai irrigar dois mil hectares para produzir melão e melancia para exportação. Inglaterra, Espanha e Holanda são os maiores clientes da produção de frutas da Famosa.
Com o início da produção em Apodi, serão criados dois mil novos empregos diretos, com salário médio de R$ 1 mil.
Presente à reunião do Governador com o presidente da Agrícola Famosa, o prefeito de Apodi, Flaviano Monteiro (PCdoB), destacou a importância da instalação da empresa no município vez que além de gerar empregos, vai movimentar toda a economia local.