Quem esteve em Natal-RN nesse fim de semana, em agenda ‘não oficial’, foi o governador Elmano de Freitas (PT), (PT), do Ceará. Visitou o presidente da Petrobras, ex-senador Jean-Paul Prates (PT).
Prates recebeu Elmano em sua casa em Natal (Foto: divulgação)
Prosa com agenda de trabalho sobre projetos da estatal em relação a energias no Ceará.
“Conversamos longa e detalhadamente sobre os projetos futuros e as operações atuais da Petrobras no Ceará. Na pauta: eólicas offshore, hidrogênio, biorefino, biodiesel, gás, blocos exploratórios marítimos e a revitalização de ativos no Estado”, mostrou Prates.
“Falamos também de juntar esforços pela duplicação da nossa BR-304 (Natal-Mossoró-Divisa RN/CE)”, salientou.
O governador esteve acompanhado do secretário de Desenvolvimento Econômico, Salmito Filho, e do presidente do Complexo Portuário de Pecém, Hugo Figueirêdo.
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O que falta acontecer neste país brutalizado, estuprado e descido à condição de submundo do crime oficial. Crimes de Estado. Após chacina em favela do Rio, com aplausos de Bolsonaro, esse genocida cotidiano, acontece algo que nem a ficção pensaria.
Policiais prendem homem no camburão e gás faz o resto do “serviço” cruel (Foto: reprodução)
Uma radiopatrulha da Polícia Rodoviária Federal, nova menina dos olhos do genocida, numa cidade interiorana de Sergipe, aborda um jovem negro que nenhuma reação esboçou. O rapaz, sob tratamento psiquiátrico, entregou documentos e receitas das suas medicações.
Os presentes informavam que o rapaz era doente. Nada adiantou. Amarraram pernas e braços do rapaz. Parou aí? Não. Jogaram o rapaz no camburão do veículo, baixaram a tampa, deixando de fora as pernas do pobre coitado. Dos lados da tampa fechada, empurrada pelos policiais bandidos, pressionando as pernas do preso, saía uma fumaça branca, que cobria todo o veículo. Uma câmara de gás instalada no camburão (veja AQUI).
Qualquer semelhança com as câmaras dos campos de concentração nazistas não é mera coincidência. Varia de tamanho e operacionalidade, mas o espírito da brutalidade, da desumanidade é o mesmo.
A população da cidade está passada de revolta (veja AQUI). É essa polícia que Bolsonaro está equipando, de material e espírito, para transformar o Brasil num gueto de repressão, tortura e morte. Tudo para preservar a liberdade deles. Eles, família e quadrilha, falsos militares fardados e milicianos a paisana.
A revolta dos habitantes de Sergipe há de ser uma revolta nacional. Não para responder com violência, mas com denúncia e protesto. E depois desalojar, pelo voto,esses bandidos que assumiram o poder democraticamente com o fim de matar a Democracia. O mesmo que os arquétipos da Alemanha e Itália fizeram nos anos Trinta do Século passado.
Nota do Canal BCS – Blog Carlos Santos – Vi essa cena de terror e logo minha memória foi remetida a documentário sobre a “solução final” do nazismo, com carros/furgões fechados e o gás da combustão sendo jogado para o seu interior, matando homens, mulheres, crianças, idosos. Não consegui ver o vídeo por inteiro e me pergunto o que pode levar “homens da lei” à tanta crueldade.
E o que fariam se não estivessem sendo filmados?
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O Mossoró Oil & Gas Expo (MOGE), maior evento do onshore brasileiro, já tem data definida para a edição 2022. A feira de exposição, debates e negócios do setor de petróleo e gás em terra acontecerá entre os dias 5 e 7 de julho, no Expocenter, em Mossoró – capital do onshore brasileiro.
Evento presencial ocorreu a última vez em 2019 (Foto: Redepetro)
Realizado pela Associação Redepetro RN e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE/RN), o Moge volta a ser 100% presencial após dois anos. Vai enfocar as discussões em torno do novo ciclo de exploração e produção onshore nacional, marcado pelas oportunidades geradas pelo ingresso de produtores independentes em campos outrora operados pela Petrobras.
Nesse ano, o Mossoró Oil & Gas contará com número maior de estandes. Passará dos 80 da edição anterior para 90 espaços de exposição. O formato da grade de programação está mantido, com paineis apresentados nas duas arenas, Inovação e Petróleo e Gás, além de exposições em estandes, encontros de negócios e mostra científica (Simpósio de Petróleo e Gás), realizada pela Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA).
Novo cenário
O Mossoró Oil & Gas reúne os principais atores do segmento de petróleo, gás e energia do país para debater e apresentar alternativas para o futuro do setor. Participam do evento o Governo do Estado, Ministério de Minas e Energias, Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo (ABPIP), entre outros.
A ideia, conforme a organização, é aproveitar o novo cenário de exploração e produção de petróleo e gás onshore, que vive a expectativa de consolidação da retomada, para aquecer toda a cadeia produtiva no Rio Grande do Norte. A Redepetro RN enxerga que a atuação dos operadores independentes na Bacia Potiguar incremente, também, os pequenos negócios ligados ao setor.
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A obra física da Enfermaria do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), com 36 leitos, está concluída até mesmo com estrutura de energia, água e esgoto.
Estaria pronta para ser usada, mas o Governo do Estado ainda não fez redes de gás, oxigênio e ar comprimido.
Todas essas obras – suplementares – estão sendo bancadas também por movimento da Maçonaria de Mossoró. Ano passado, abraçou essa causa e entrou com cobertura de custo de outros serviços e produtos, fora o que tinha planejado e se comprometido, porque a gestão estadual não deu nada em contrapartida.
Nadica de nada.
A Maçonaria levantou R$ 180 mil através de uma rifa, mas empresas diversas fizeram doação de material e financeira, suplementando o custo.
A obra física seria de 300 mil. Já passou disso, indo bem além.
O Estado – repito – de novo não cumpriu seu compromisso basilar. Mais recursos foram e estão sendo empregados por essa benemerência e cidadania.
No dia 21 de abril às 9h, a Maçonaria de Mossoró estará entregando esse feito magnânimo (o adjetivo é este mesmo, superlativo à altura) à população.
“A gente está fazendo além do prometido, para não deixar a obra sem utilização, mas esperamos que ela seja realmente aproveitada, com o Estado cumprindo pelo menos esse seu papel”, comentou uma fonte da Maçonaria local.
Torçamos que o Governo do Estado pelo menos consiga botar pessoal para trabalhar. É o mínimo que se espera, ante tamanha omissão.
Ufa!
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