Com 3.313 vagas no Rio Grande do Norte, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lança hoje os editais dos Processos Seletivos Simplificados para as funções de recenseador e para agente censitário municipal e agente censitário supervisor. Os trabalhadores temporários colocarão em operação o Censo Demográfico 2021 no estado.
Todos os municípios do Rio Grande do Norte têm vagas de recenseador, que coletará informações em todas as casas do estado. A duração prevista do contrato do recenseador é de três meses e sua remuneração será baseada na produção.
Os municípios maiores têm também agentes censitários municipais e agentes censitários supervisores. A remuneração do agente censitário municipal é de R$ 2.100. Essa função é responsável pelo posto de coleta, a base das equipes do Censo nos municípios.
Com remuneração de R$ 1.700, o agente censitário supervisor orienta diretamente o recenseador. A duração prevista do contrato dos agentes censitários é de cinco meses. As contratações temporárias são regidas pela lei federal 8.745/93.
Inscrições e provas
As inscrições no processo seletivo para agentes censitários começam em 19 de fevereiro e terminam em 15 de março. Para recenseador, o período é de 23 de fevereiro a 19 de março.
O comércio varejista potiguar teve redução de 2,9% no volume de vendas em dezembro. Nesse mesmo sentido, houve uma retração de 3,2% no acumulado do ano. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) de dezembro de 2020.
A redução de 2,9% em dezembro foi a segunda menor do Nordeste. Apenas o Piauí (- 1,6%) teve uma diminuição menos acentuada na região, atesta esse trabalho realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Apesar do resultado negativo, o desempenho do comércio varejista potiguar foi superior à média do Brasil (- 6,1%) no último mês do ano. Mais 24 unidades da federação também tiveram um volume de vendas menor em dezembro frente o mês anterior.
Somente o Amapá (0%) apresentou estabilidade.
Dois anos sem crescimento
Pelo segundo ano consecutivo, o volume de vendas do comércio varejista do Rio Grande do Norte não cresce. No acumulado do ano de 2020, a queda de 3,2% é a quinta maior entre as 27 unidades da federação no ano.
Em contraste, a variação do comércio brasileiro (1,2%) em 2020 foi positiva. Na comparação de toda a série histórica do Rio Grande do Norte na PMC, 2020 teve oquarto menor resultado. Só em 2003 (- 8,3%), 2015 (-3,8%) e 2016 (- 9,1%) houve quedas maiores.
Em 2019, o acumulado do ano registrou 0% em relação ao anterior.
Varejo ampliado
O varejo ampliado do Rio Grande do Norte reduziu em 2,7% o volume de vendas em dezembro na comparação com novembro. Esse recuo foi menor que do Brasil (- 3,7%). No acumulado de 2020, a queda de 4,2% foi a quinta maior entre todas as unidades da federação.
O varejo ampliado compreende o comércio varejista acrescido de material de construção e “veículos, motocicletas, partes e peças”.
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No Rio Grande do Norte, 13,3% da população realizou algum teste para saber se estava infectada por covid-19 desde o início da pandemia. Isso representa 471 mil pessoas.
Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), através da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) COVID-19.
Em outubro, eram 419 mil, o que equivalia a 11,8% dos norte-rio-grandenses. Com esse resultado, o estado potiguar tem o terceiro maior percentual do Nordeste ao lado da Bahia (13,3%) e Paraíba (13,4%).
Somente Piauí (20,6%) e Sergipe (14,7%) possuem percentual de testagem mais altos na região.
No Brasil, a média de testagem da população é de 13,5%.
A pesquisa conta com testagens de qualquer origem, seja ela em rede pública, instituição privada ou de iniciativa individual.
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IBGE fez pesquisa sobre empregabilidade (Foto ilustrativa)
A taxa de desocupação no Rio Grande do Norte alcançou, em agosto, o maior percentual desde maio: 17%. Isso significa que 235 mil pessoas estão em busca de trabalho no Rio Grande do Norte. Com o resultado, o estado tem uma das cinco maiores taxas de desocupação do Brasil.
Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Covid19 de agosto.
No início da pesquisa, em maio deste ano, a taxa de 12,3% representava 173 mil pessoas desocupadas no Rio Grande do Norte. Portanto, 62 mil potiguares a mais passaram a pressionar o mercado de trabalho ao longo desse período. No Nordeste, Bahia (18%) e Maranhão (18%) superam o estado potiguar e lideram o ranking nacional.
Enquanto a taxa de desocupação cresce mensalmente, o número de pessoas que não procuram trabalho “em razão da pandemia ou porque não havia trabalho na localidade, mas gostariam de trabalhar” diminui. Em julho, eram 449 mil pessoas; em agosto, a quantidade de pessoas nessa situação diminui para 404 mil. Essas pessoas compõem um dos grupos que estão fora da força de trabalho, porque não têm ocupação nem tomaram providência efetiva para retornar ao mercado.
Afastamento
O número de pessoas ocupadas e afastadas do trabalho em razão do distanciamento social teve uma queda de 40% no Rio Grande do Norte.
Em julho, eram 140 mil trabalhadores, mas agosto esse número chegou ao menor nível desde o início da pesquisa: 84 mil. Isso corresponde a 7,4% da população ocupada.
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A Câmara Municipal de Mossoró aprovou hoje (1º), em primeiro turno, ampliação de 21 para 23 vagas na Casa. Por unanimidade, o plenário foi favorável emenda à Lei Orgânica do Município (01/2020), que adéqua a composição do Legislativo à nova faixa populacional de Mossoró.
Segundo turno da votação acontecerá no próximo dia 14, formalizando adaptação (Foto: Edilberto Barros)
O município, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), atingiu 300.618 habitantes. Com isso, conquistou o direito a 23 vagas na Câmara, conforme o artigo 29 da Constituição Federal. As 21 vagas eram baseadas na população até 2019: 297.378 habitantes.
A Carta Magna de 1988 estabelece 21 vagas para municípios entre 160 mil e 300 mil habitantes e 23 cadeiras nas cidades de mais de 300 mil até 450 habitantes – atual perfil de Mossoró. O IBGE divulgou oficialmente a nova estimativa populacional de Mossoró, quinta-feira (27).
Procedimento
A segunda votação da emenda à Lei Orgânica está prevista para próximo dia 14. Entre os primeiro e segundo turnos de votação, há necessidade de dez dias de interstício. Concluída até o prazo final para as convenções partidárias (dia 16), a mudança valerá para a eleição de 2020.
Ou seja, no pleito de 15 de novembro, o eleitor mossoroense elegerá 23 parlamentares, que assumirão o mandato na Câmara em 1º de janeiro de 2021. Após a segunda votação, a emenda será imediatamente enviada para publicação no Jornal Oficial de Mossoró (JOM).
Nota do Blog – Importante decisão. Aumenta representatividade popular sem ampliar os gastos.
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta quinta-feira (27), as estimativas das populações residentes nos municípios brasileiros, com data de referência em 1º de julho de 2020.
A população do Brasil chegou a 211,8 milhões de habitantes, crescendo 0,77% em relação a 2019. No caso do Rio Grande do Norte, ocorreu um aumento 27.312 pessoas, fato que representou 1,7% de crescimento de sua população – superior à média nacional.
Ao todo, segundo os dados do IBGE, o estado potiguar contabiliza 3.534.165 habitantes, ocupando a 16ª colocação, dentre os demais estados do país, em número de habitantes. Especificando por cidades, os dados mostraram também que quatro municípios se destacaram com crescimento de 2%, são eles: Parnamirim, Tibau do Sul, Galinhos e Guamaré.
Natal e Mossoró
Outro ponto é que 50% dos municípios potiguares apresentaram crescimento de 1%, incluindo Natal, a capital do RN, com um total de 890.480 habitantes e crescimento de 6.358 pessoas); e Mossoró com 300.618 habitantes e crescimento de 3.240 pessoas.
“Nesta divulgação, observa-se que 64 municípios tiveram crescimento populacional inferior a 1% ou não apresentaram expansão populacional. Esses têm em comum a localização não litorânea, fato que pode estar relacionado a processos migratórios identificados nos censos anteriores, nos quais modelo matemático foi aplicado, reproduzindo uma tendência”, explicou.
Além da estimativa populacional ser parâmetro para o Tribunal de Contas da União (TCU) distribuir o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), os dados servem para o cálculo de indicadores econômicos e sócio demográficos nos períodos intercensitários.
Veja a população de cada município do RN clicando AQUI.
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Município será coberto até fim de semana (Foto ilustrativa)
A cidade de Alexandria, região do Alto Oeste do Rio Grande do Norte, realiza testagem em massa contra a Covid-19 nessa quarta-feira (12). São 12 mil testes rápidos que serão aplicados até o fim de semana no campo e zona urbana.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município tem habitantes (13.577).
Na zona urbana, o Clube da Arca é o local escolhido para a testagem das 7h às 11h e das 13h às 17h.
Na zona rural, hoje é no Sítio Casteliano; na quinta-feira (13) será no Sítio Carnaubal e na sexta-feira (14) alcançará moradores do Sítio Mata Pasto e adjacências.
Município já registrou 4 óbitos pela doença e 64 casos confirmados.
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje os resultados estaduais da “Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Covid-19”. O levantamento desenha um quadro do trabalho e saúde do brasileiro e do potiguar. No Rio Grande do Norte, 29% das pessoas não ocupadas não procuraram trabalho por conta da pandemia ou por falta de trabalho na localidade onde moram. Esse percentual representa 420 mil norte-rio-grandenses.
Entre os estados do Nordeste, essa é a segunda menor proporção. Só a Paraíba (27%) tem um percentual menor.
No contexto de pandemia e isolamento social,o dado das pessoas impedidas de procurar trabalho por medo de contaminação ou por não encontrarem vagas na localidade onde moram é até mais importante que a taxa de desocupação. Isso porque essa taxa considera apenas aqueles que procuram efetivamente trabalho.
Informalidade
No Rio Grande do Norte, a taxa de desocupação foi de 12,3% em maio, a terceira maior do Nordeste e sexta maior do Brasil. São 173 mil potiguares em busca de trabalho formal ou informal.
O Rio Grande do Norte tem a menor taxa de informalidade do Norte e Nordeste: 39,2%. Em números absolutos, são 483 mil informais.
“O baixo índice de informalidade, nesse caso, não significa crescimento do mercado formal no período de pandemia, mas pode representar consequência da saída de muitas pessoas do trabalho informal da força de trabalho, ou seja, simplesmente pararam de trabalhar ou procurar trabalho no mês de maio”, ressalta Flávio Queiroz, Supervisor de Disseminação de Informações do IBGE no Rio Grande do Norte.
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Em meio a milhares de mortes Brasil afora causadas pela Covid-19, Florianópolis tem se destacado como exemplo positivo no controle de casos. Favorecida geograficamente, com acesso principal por uma ponte que a liga ao continente, a capital catarinense foi uma das primeiras a criar restrições para conter o avanço do coronavírus. Junto com investimentos, tanto em ações básicas como outras inovadoras, as medidas deram resultado: por mais de três semanas, desde 4 de maio, o número de mortes permanece estável em um total de 7.
Florianópolis, que tem população estimada de 500 mil pessoas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tem até a tarde desta quinta-feira (28) um acumulado de 691 casos confirmados, dos quais 12 internados, 92 com o vírus ativo e sob acompanhamento, 7 mortos e 592 recuperados. Havia ainda outros 1.540 casos em análise. Esse número elevado revela uma estratégia que o Brasil não conseguiu executar: testagem em massa.
Avenida Paulo Fontes, Largo da Alfândega e Mercado Público em Florianópolis (Foto Cristiano Andujar)
“Desde o começo adotamos testes em massa. Enquanto na maioria dos locais só se testavam pessoas em situação grave, sempre testamos os contaminados, suspeitos e contatos. Isso nos permitiu ter todos os casos diagnosticados e determinar o isolamento”, afirmou o secretário municipal de Saúde de Florianópolis, Carlos Alberto Justo da Silva.
Segundo ele, inicialmente eram feitos testes moleculares (PCR-RT) pelo Laboratório Central (LACEN) de Santa Catarina. Em abril, foram adquiridos 30 mil testes. “Seguimos o modelo da Coreia. Fizemos teste PCR para todo suspeito caso estivesse entre um a sete dias do início dos sintomas; se os sintomas tivessem aparecido antes, fazíamos o teste rápido, e com todos os contatos que o caso suspeito teve”, acrescentou.
Com essa estratégia, Florianópolis tem até 28 de maio um total de 5.463 casos notificados, dos quais 3.232 mil descartados. Foram feitos testes no aeroporto e rodoviária. Nos supermercados, foi exigida a aferição de temperatura dos clientes a partir de 27 de abril.
Isolamento para conter a Covid-19
Outro fator do sucesso foi o isolamento precoce, diz Justo da Silva. Os primeiros casos confirmados em Florianópolis foram divulgados em 12 de março.
No dia seguinte, a prefeitura já baixou determinações contra aglomerações, proibindo o uso de ar condicionado em escolas e no transporte coletivo, e determinando disponibilização de álcool em gel em estabelecimentos, ventilação adequada e distanciamento de 1,5 m entre as mesas de restaurante. A suspensão das aulas ocorreu em 19 de março, mas com faltas abonadas desde o dia 17. No dia 18, o governo de Santa Catarina determinou o fechamento de todo o comércio do estado.
AÇÃO RÁPIDA – “Não aguardamos nem governo federal nem estadual. A prefeitura usou recursos próprios para enfrentar uma batalha. Nosso trabalho de flexibilização não pode ser sem controle. É assim que trabalhamos aqui. Uso da ciência e da técnica, preservando vidas. Flexibilizando, mas se voltar a crescer os casos, agimos”, disse o prefeito Gean Loureiro (DEM) à rede CNN, nesse sábado (30).
Loureiro agiu rápido, sem esperar recursos (Foto: reprodução BCS)
Com essas medidas, o índice de isolamento em Florianópolis, medido pela empresa de tecnologia In Loco a partir de dados de celulares, chegou a 55% em 19 de março, bem acima do que outras capitais registraram na mesma data: em Curitiba, esse índice foi de 38%; em Porto Alegre, 42%; em São Paulo, 39%; e no Rio de Janeiro, 44%.
Com a circulação reduzida de pessoas, o município conseguiu organizar sua rede de atendimento básico e especializado, conta Justo da Silva. Tal como muitas cidades, o município lançou um serviço de teleatendimento, o Alô Saúde, para prestar orientações de forma remota e reduzir o fluxo em unidades de saúde. “É um atendimento pré-clínico funcionando 24 horas por dia com enfermeiros e médicos orientando pessoas e encaminhando para testes”, explica.
Ao mesmo tempo, o secretário conta que a cidade aprimorou os contatos feitos via equipes de Saúde da Família: “A cada 3 mil habitantes há uma equipe responsável, e a população tem um número de telefone para falar com essa equipe, ou pode ainda buscar o Alô Saúde”.
Há um esforço para monitoramento constante de portadores de doenças crônicas, gestantes e idosos. “Pelo temor de sair de casa, muitos deles deixam de se cuidar, mas é preciso continuar a realizar exames ou outros procedimentos, verificar se estão indo buscar os remédios já prescritos. Estamos cuidando para não haver uma nova onda de contaminação, e para que mantenham a saúde. Caso contrário poderão ter complicações e ocupar leitos que são importantes no combate à Covid”, relatou o secretário.
População carente atendida e alertas geolocalizados
Os efeitos do contingenciamento são bem visíveis agora, quando se completam três meses desde a confirmação do primeiro caso de Covid-19 no Brasil. Conforme levantamento infográfico da Gazeta do Povo, em 27 de maio Florianópolis tinha taxa de 14 mortes por milhão de habitantes; Curitiba, 19 por milhão; Porto Alegre, 22 por milhão; São Paulo, 290 por milhão. O Rio de Janeiro tem proporção de 421 mortes por milhão de habitantes.
Um dos obstáculos para frear a contaminação pelo novo coronavírus é a realidade socioeconômica dos brasileiros. Para evitar proliferação entre famílias e comunidades que não têm cômodos suficientes para isolamento, a prefeitura de Florianópolis está pagando estadia em hotel para aqueles que testarem positivo para a doença.
“Por enquanto é só uma sugestão, um convite para a pessoa poder fazer o isolamento da melhor forma possível, que vale para todo a população carente, como morador de rua. Estamos fazendo todo o possível para impedir a circulação viral pela cidade”, relatou o secretário, que é médico, com experiência na gestão do Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde também foi vice-reitor.
Cidade também trabalha a comunicação de casos à população
Noticiando a geolocalização dos casos confirmados de Covid-19 por bairros desde o início da pandemia, a prefeitura de Florianópolis adotou um sistema de alerta: um SMS é enviado a cada morador para avisar sobre a existência de infectados em um raio de 200 metros nas proximidades. “Com isso a pessoa pode redobrar a atenção com medidas de higiene, uso de máscaras e conveniência de sair de casa. Para cada situação confirmada, é emitido um alerta”, destacou.
Comércio ativo e Covid-19 controladaCom casos sob controle, Florianópolis autorizou a reabertura do comércio de rua em 20 de abril. O governo de Santa Catarina permitiu o retorno de shoppings, academias, restaurantes e atividades religiosas em 22 de abril. Desde o começo, o uso de máscaras já era obrigatório dentro dos estabelecimentos.
O índice de isolamento da cidade nos dias úteis caiu de 55% no início das medidas restritivas para em torno de 42% nos últimos dias. Mesmo assim, não houve incremento no número de casos. “Todo esse conjunto de fatores do qual falei nos deixou tranquilos para a reabertura do comércio, que segue portarias rigorosas de controle no número de clientes e higienização. Com o distanciamento social, não fomos surpreendidos com aumento de casos”, relatou Justo da Silva.
Próximos passos
Justo da Silva, que é nascido em Curitiba, observa que a capital paranaense já superou uma fase ainda não vivenciada em Florianópolis, que é a volta da circulação do transporte coletivo. Até o fechamento desta edição, a prefeitura local não tinha decidido como faria. Mas, mesmo sem ônibus, a população local está saindo de casa: o índice de isolamento social nos dias úteis ficou em torno de 44% a 47% no fim de abril, caindo para em torno de 42% em maio, segundo dados da In Loco.
De todo modo, por meio de uma ferramenta batizada Covidômetro, o município pretende mapear potenciais fatores de risco que levem a um aumento de casos. “Estamos dando transparência ao que dá para abrir e o que precisa fechar Há quatro variáveis importantes. Epidemia vai continuar. A sociedade tem que entender. Se cair muito a taxa de isolamento, pode voltar a fechar.
Deixa de haver uma pressão unilateral e passa a ser uma decisão muito transparente”, definiu o médico. Para ele, a epidemia vai durar um longo período, e é preciso colaboração da sociedade para entender as medidas restritivas, quando necessário.
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No Rio Grande do Norte, 46 mil pessoas tornaram-se desocupadas (sem emprego formal nem informal) no início de 2020. Esse é o maior crescimento no estado, para um primeiro trimestre, desde que a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) foi criada em 2012. Os dados foram divulgados hoje (15) pelo IBGE.
Desemprego é crescente (Foto ilustrativa)
No total, o estado potiguar registrou 237 mil desocupados no primeiro trimestre de 2020, enquanto que no último trimestre de 2019 havia 191 mil. Em relação a todos os outros trimestres, o crescimento é o terceiro maior da série histórica do RN.
A alta de 24% de desocupados nesse período também é a quinta maior entre as unidades da federação. Apenas Mato Grosso (34,4%), Maranhão (32%), Alagoas (25%) e Tocantins (24,6%) superam o estado potiguar. No Brasil, 12 unidades da federação cresceram neste aspecto.
O número de desocupados no trimestre de janeiro a março de 2020 representa 15,4% das pessoas que estão na força de trabalho no RN. Também é a terceira vez que a desocupação ultrapassa o nível de 15% no estado.
Do total de 237 mil pessoas desocupadas, 110 mil moram na Região Metropolitana de Natal e 62 mil no município capital. A taxa de desocupação da Grande Natal foi de 14,4%, e da capital, 13,8%.
A taxa de desocupação dos jovens potiguares, de 18 a 24 anos, chegou a nível recorde: 36%, o maior desde 2012. Nesse grupo, a taxa era 30% no último trimestre de 2019. A quantidade de desocupados nessa faixa de idade variou de 61 mil, no final de 2019, para 81 mil nos primeiros três meses de 2020.
No RN, 45% dos trabalhadores estão na informalidade, a menor taxa do Nordeste. Esse percentual representa 586 mil pessoas. Pernambuco (48%) tem a segunda menor taxa da região. Na liderança da informalidade está o Maranhão (61,2%).
São considerados trabalhadores informais aqueles que atuam no setor privado e não possuem carteira assinada; empregado doméstico sem carteira de trabalho assinada; empregador sem CNPJ; trabalhador por conta própria sem CNPJ; e trabalhador familiar auxiliar.
Sem carteira
RN tem segunda maior queda de empregados sem carteira assinada do Brasil no primeiro trimestre de 2020.
Das oito unidades da federação com diminuição de empregados sem carteira assinada no setor privado, o Rio Grande do Norte apresentou uma queda de 14,2% no primeiro trimestre de 2020 se comparado com último de 2019.
No trimestre de outubro a dezembro de 2019, o número de empregados sem carteira assinada no mercado de trabalho potiguar era de 216 mil. Nos primeiros três meses de 2020, esse número chegou a 186 mil. Só o Amapá (- 14,2%) teve uma queda maior que o Rio Grande do Norte nesta análise.
Na comparação do primeiro trimestre de 2020 com o primeiro de 2019, essa categoria de emprego se manteve estável no Rio Grande do Norte. A redução dos empregos sem carteira assinada no primeiro trimestre é comum, em razão da dispensa de trabalhadores contratados temporariamente para atender à demanda do fim do ano anterior.
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A Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN (SESAP/RN) e secretarias municipais da capital ao interior precisam rastrear e monitorar a crescente migração reversa de potiguares para seus municípios de origem.
Em alguns municípios de pequeno porte, já é possível identificar o retorno de muita gente advinda de São Paulo, principalmente, em face do crescente desemprego e expansão da Covid-19 naquele estado.Sem maiores perspectivas de recolocação do mercado, apreensivos com a própria doença, muitos voltam e podem trazer consigo o novo vírus.
A reaproximação física com familiares e a ânsia de rever amigos fazem dessa imigração um perigo ainda maior de explosão da Covid-19, sobretudo nas pequenas comunas do interior, onde assistência médica é ainda mais sofrível.
Migrações
O auto-estabelecimento de quarentena e outros cuidados, preventivos, são muitas vezes ignorados.
Pernambuco, Sergipe, Rio Grande do Norte e Paraíba foram os estados nordestinos com maior retorno de migrantes, com índices superiores a 20%, na primeira década deste século, mas por razões de perspectivas econômicas alvissareiras – segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na Região Metropolitana de São Paulo, 60% dos que deixaram a região entre 2000 e 2010, eram migrantes de retorno.
Migrações intrarregionais provavelmente devem se acentuar por aspectos sanitários e econômicos.
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Em comunicado de sua prefeitura, o município praiano de Icapuí, no Ceará, deixa claro que aposta no lockdown (bloqueio total) como um dos principais remédios para salvar vidas.Ele faz limite com Tibau no RN, parte da divisa do nosso estado com o território cearense.
Tem 19.934 habitantes, segundo informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Veja AQUI o Boletim Epidemiológico do município do Ceará.
Os dados mais atualizados apontam 9 casos confirmados, 2 suspeitos e 19 descartados.
O comércio varejista do Rio Grande do Norte cresceu 1,1% em fevereiro de 2020 se comparado a janeiro. Esse é um dos resultados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), de fevereiro de 2020, divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O RN também registrou a terceira maior variação negativa no acumulado do ano (janeiro e fevereiro somados) entre as unidades da federação: – 0,7%.
Somente Sergipe (- 0,8) e Ceará (-3,3%) tiveram desempenho negativo mais acentuado.
Na comparação de fevereiro de 2020 com o mesmo mês em 2019, o volume de vendas do varejo potiguar variou 0,5%.
Nos últimos doze meses, houve oscilação de – 0,2%.
Varejo ampliado
Com desempenho de – 3,2% em fevereiro de 2020 em comparação a fevereiro de 2019, o comércio varejista ampliado do Rio Grande do Norte teve a maior diminuição no volume de vendas do Brasil. O comércio varejista ampliado inclui veículos, motocicletas, partes, peças e material de construção.
Das 27 unidades da federação, oito tiveram redução no volume de vendas na comparação entre fevereiro de 2020 e o mesmo mês de 2019. A Bahia (- 2,5%) e o Piauí (- 2,4%) aparecem logo depois do Rio Grande do Norte nesse ranking negativo. Na direção oposta, o comércio varejista ampliado do Brasil (3,3%) cresceu em fevereiro de 2020 se comparado ao mesmo mês de 2019.
No acumulado do ano (janeiro e fevereiro somados), o Rio Grande do Norte apresentou uma redução de – 1,7% no volume de vendas frente ao mesmo período de 2019. Na comparação entre janeiro e fevereiro de 2020, a variação foi de – 0,9%. Nos últimos doze meses, a oscilação do volume de vendas foi de – 0,3%.
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No último mês do ano, o Rio Grande do Norte registrou saldo negativo (-3.133 vagas) no emprego com carteira assinada. Este foi o maior volume de cortes do ano e tem sua explicação nas dispensas de mão de obra temporária pelos diversos setores que a contrataram, exclusivamente, para fazer frente a manufatura de produtos e de vendas de fim de ano.
Os dados são do Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (CAGED).
Indústria de confecções também foi afetada no último mês de 2019, diz Caged (Foto: TN)
Neste sentido, a atividade de Serviços foi quem mais cortou empregados (-1.912). Por conseguinte, no rol das atividades desagrupadas, mostradas na tabela final – ranking individualizado de dezembro – deste sumário, o maior o volume de dispensas (-1.456 vagas) veio exatamente do segmento locação de mão de obra temporária.
Trata-se de empresas especializadas em terceirização de mão de obra destinada a setores diversos. Os demais agrupamentos setoriais com balanço negativo em dezembro foram Agropecuária (-786), Indústria (-532) e Administração Pública (-3). Apenas Comércio (+100) assinalou resultado positivo no mês.
Ainda considerando o conjunto da economia, no balanço de 2019, foram criados 3.741 empregos formais no estado.
Setor de Serviços
O setor de Serviços (+2.161) foi, também, o principal destaque, e dentro deste o agrupamento de Comércio e administração de imóveis, valores mobiliários e serviços técnico-científicos (+1.367), segundo a classificação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), conforme mostrado na tabela do balanço janeiro-dezembro.
Utilizando-se o enquadramento de atividades da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), estas seriam, principalmente, as atividades de Teleatendimento e de Fornecimento de recursos humanos para terceiros (ver tabela do ranking individualizado janeiro-dezembro).
Considerando-se a série histórica de saldos de vagas industriais para meses de dezembro iniciada em 2009, em que todos os balanços são negativos, constata-se que o resultado do último mês de 2019 apresenta o menor volume de dispensas (-532). Tal tendência corrobora a hipótese de que a indústria potiguar se encontra em trajetória de recuperação, ainda que em ritmo modesto.
Construção Civil
Os cortes do mês foram liderados pela Construção civil (-207 vagas), nas atividades de Construção de edifícios e de Barragens e Represas para Geração de Energia Elétrica, com destaques para Natal e Assú.
Em segundo lugar, aparece a cadeia de Têxteis e Vestuário (-201), sobretudo em Confecção e Facção roupas e de Tecelagem de fios de algodão, em Natal, Parelhas e Jardim do Seridó.
O terceiro destaque coube ao agrupamento de Alimentos e Bebidas (-170), especialmente na moagem e fabricação de produtos de origem vegetal e na manufatura de Balas e bombons, nos municípios de Mossoró e Macaíba.
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) deve contratar 3.478 pessoas para trabalhar no Censo Demográfico 2020 no Rio Grande do Norte. O próximo processo seletivo simplificado tem edital previsto para publicação em fevereiro, com 3.402 vagas, para todo o estado.
Censo será abrangente (Foto: Web)
Os processos seletivos começaram ano passado. Hoje (sexta-feira, 10/01), a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou o resultado final de uma seleção com os nomes de 32 coordenadores censitários de subárea e 36 agentes censitários operacionais que trabalharão em terras potiguares.
Todas as contratações para o Censo 2020 são temporárias. Apenas para recenseador deverão ser 2.888 vagas distribuídas nos 167 municípios norte-rio-grandenses. A exigência para o cargo é ensino fundamental completo.
A remuneração (retribuição mensal) é baseada na produção.
Além de recenseador, serão 363 vagas para agente censitário supervisor, com retribuição mensal de R$ 1.700, e 151 vagas para agente censitário municipal, com retribuição de R$ 2.100. Ambos os cargos têm como requisito o ensino médio.
Censo 2020
A operação do Censo Demográfico tem início em agosto e está prevista para ser encerrada até o final de outubro. Os 2.888 recenseadores visitarão todos os 1.054.122 domicílios potiguares para conseguir informações fundamentais para a formulação de políticas públicas, como: tipo de residência, a cor ou raça dos moradores, renda, alfabetização, como ocorre o acesso à água e outros tópicos.
No Brasil, são 71 milhões de residências.
Além disso, o Censo 2020 atualizará com precisão o número da população brasileira.
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O Rio Grande do Norte tem o quarto maior percentual de trabalhadores sindicalizados do Brasil: 15,5%, ou seja, 204 mil pessoas ocupadas estavam associadas a sindicatos, em 2018, de um total de 1,3 milhão.
Esse é um dos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua: Características Adicionais do Mercado de Trabalho divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Entre as unidades da federação, o Piauí lidera com 23,2% de pessoas ocupadas associadas a sindicatos. Em seguida, o Maranhão com 18,2% de sindicalização.
O Rio Grande do Sul tem o terceiro maior percentual, 15,8%.
O Rio Grande do Norte foi a única unidade da federação onde não houve variação percentual de trabalhadores sindicalizados entre 2017 e 2018. A média de sindicalização no Nordeste passou de 15% para 14% entre 2017 e 2018.
No Brasil, houve uma redução de 1,9% de trabalhadores associados a sindicatos. Em 2017, os sindicalizados eram 14,4% dos ocupados. Em 2018, esse percentual baixou para 12,5%, o menor da série histórica iniciada em 2012.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga nesta sexta-feira (13) levantamento sobre o Produto Interno Bruto (PIB) dos Municípios do país. Traz informações sobre as principais atividades econômicas (agropecuária, indústria, serviços e administração pública) em todos os 5.570 municípios do país, além de Brasília (DF) e do distrito estadual de Fernando de Noronha (PE).
Entre os dados divulgados, está o valor do PIB de cada município e suas respectivas participações na economia dos diversos níveis geográficos (de 2002 a 2017), além do PIB per capita. Capítulo em particular trata do quadro econômico dos municípios potiguares, com dados bem interessantes.
Natal é destaque em termos econômicos no estado, segundo levantamento do IBGE (Foto: Canindé Soares)
Entre os municípios do Brasil, Natal possuía o 31º maior Produto Interno Bruto (PIB) do País em 2017. Com R$ 23,4 bilhões em bens e serviços produzidos, a capital do Rio Grande do Norte teve uma participação de 0,36% no PIB nacional. Os dados foram divulgados hoje pelo IBGE.
O PIB da capital potiguar representa 35,6% de toda a produção do estado estado. Isso equivale a soma dos 159 municípios com menores PIBs do Rio Grande do Norte.
No Nordeste, Salvador (R$ 62,7 bi), Fortaleza (R$ 61,5 bi), Recife (R$ 51,8 bi) e São Luís (R$ 29,7 bi) ficaram à frente de Natal. Na região, a capital norte-riograndense representa 2,46% do PIB.
Mossoró e Parnamirim
Outros dois municípios do Rio Grande do Norte aparecem na lista dos 30 maiores PIBs do Nordeste: Mossoró (R$ 6,1 bi), em 23º lugar, e Parnamirim (R$ 5 bi) em 28º. As duas representam, respectivamente, 0,65% e 0,53% do PIB do Nordeste.
O Produto Interno Bruto (PIB) é o total dos bens e serviços produzidos pelas unidades produtoras residentes destinados aos usos finais, sendo, portanto, equivalente à soma dos valores adicionados pelas diversas atividades econômicas acrescida dos impostos, líquidos de subsídios, sobre produtos.
Guamaré mantém maior PIB por pessoa do RN
Se as riquezas produzidas em Guamaré fossem partilhadas igualmente com os 15.309 moradores, cada um teria direito a R$ 106.121,23 em 2017. Apesar da redução de 15% em relação a 2016, esse ainda é o maior PIB per capita entre os municípios do Rio Grande do Norte.
Com a economia baseada na indústria do petróleo, Guamaré aparece também na lista dos 100 maiores PIBs per capita do Brasil em 2017. Dos 5.570 municípios brasileiros, a cidade está em 52º lugar.
Em 64ª colocação nacional, Bodó tem o segundo maior PIB per capita do estado, R$ 96.049,41.
Em 95º lugar, Parazinho produz R$ 80.444,02 por morador. Além disso, o município apresentou o maior crescimento do PIB entre 2010 e 2017. No início da década, as riquezas produzidas somavam R$ 20,8 milhões. Em 2017, o município produziu R$ 422,9 milhões. O PIB per capita é o resultado da divisão do total de riquezas produzidas em um período pela população residente no município.
Energia aparece em grande destaque
Em 2017, sete dos dez maiores PIBs per capita do Rio Grande do Norte tinham como principal atividade econômica “eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação”.
São eles: Bodó (R$ 96 mil), Parazinho (R$ 80,4 mil), São Bento do Norte (R$ 69 mil), Pedra Grande (R$ 61,6 mil), São Miguel do Gostoso (R$ 43,6 mil), João Câmara (R$ 29,8 mil) e Alto do Rodrigues (R$ 28,7 mil).
Guamaré (R$ 106 mil), Natal (R$ 26,4 mil), com economia baseada em serviços, e Serra do Mel (R$ 25,8 mil), com a indústria da transformação, completam a lista.
Petróleo puxa economia para baixo
Os municípios de Macau, Areia Branca, Alto do Rodrigues, Pendências, Porto do Mangue e Areia Branca caíram no ranking do PIB municipal entre 2010 e 2017. Em 2010, eles ocupavam, respectivamente, a 8ª, 7ª 18ª, 23ª e 22ª posições no estado. Em 2017, caíram para a 14ª, 16ª, 24ª, 33ª e 65ª posições.
Petróleo em terra teve recuo (Foto: Alex Régis)
Na maior parte desses município, houve mudança da principal atividade econômica. Macau é exemplo disso. A indústria extrativa era a atividade com maior participação no PIB municipal em 2010. Em 2017, a administração pública passou a ter mais importância.
Viçosa (RN) tem o 3º menor PIB do Nordeste
Com R$ 15,7 milhões em bens e serviços produzidos, Viçosa é o município potiguar com menor PIB em 2017. No Nordeste, apenas Santo Antônio dos Milagres (R$ 12,9 mi) e Miguel Leão (R$ 14,7 mi), ambos no Piauí, possuem PIB menor.
Além de Viçosa, os municípios de João Dias (R$ 20,9 mi), em 14º, e Monte das Gameleiras (R$ 21,9 mi), em 18º, estão entre os 30 municípios nordestinos com menor PIB da região.
Mossoró pode ultrapassar a casa dos 300 mil habitantes, no Censo de 2020, cujos detalhes foram apresentados na 1ª Reunião de Planejamento e Acompanhamento do Censo 2020 (1ª REPAC), na manhã desta quinta-feira (21), na Câmara Municipal de Mossoró, realizada pelo Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com apoio do Legislativo.
Reunião desta quinta-feira na Câmara Municipal mostrou perspectivas para Mossoró (Foto: Edilberto Barros)
A nova faixa populacional é decisiva para o município, que alcançará novo patamar na federação.
Com 300 mil habitantes, Mossoró (hoje, com população de 297 pessoas) acessará à nova cota do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e a outras faixas de convênios federais, terá direito a duas novas vagas de vereador (a Câmara Municipal passaria de 21 para 23 vagas), entre outros avanços.
Em relação às duas vagas, elas só se efetivariam no pleito de 2024.
Mais de 300 mil habitantes
O número é passível de ser atingido, próximo ano. “Com base no comportamento populacional dos últimos anos, Mossoró deve ultrapassar os 300 mil habitantes no Censo 2020”, estima Hidelbrando Reis Moreira Mota, técnico em Informações Geográficas e Estatísticas da Agência IBGE Mossoró.
Em três meses de coleta (de agosto a outubro de 2020) o IBGE deverá alcançar 84.418 domicílios. Os resultados preliminares, segundo ele, já serão apresentados em novembro de 2020.
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Reis falou sobre Censo 2020 (Foto: Edilberto Barros)
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em Mossoró iniciou mobilização para o Censo 2020. A recontagem populacional produzirá mudanças no município.
A ultrapassagem de 300 mil habitantes alçará Mossoró, por exemplo, a outra faixa do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
O município terá acesso a outras modalidades de convênios federais e direito a mais duas vagas na Câmara Municipal, que passaria de 21 para 23 cadeiras.
Conforme a última contagem oficial, Mossoró tem 287 mil habitantes.
É real, portanto, a chance do município superar a casa dos 300 mil.
Hidelbrando Reis, que é técnico em informações geográficas e estatísticas do IBGE/Mossoró, ocupou a Tribuna Popular da Câmara Municipal nesta terça-feira (22), falando sobre o Censo e respondendo a questionamentos de vereadores.
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O tripé do crescimento econômico brasileiro é formado pela venda de commodities para o exterior, o consumo das famílias, e os investimentos em infraestrutura e habitação. Esse tripé está travado.
Com base em números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os economistas Guilherme Magacho e Igor Rocha calcularam que a queda de preços internacionais de commodities (produtos primários como café, soja, frutas) foi responsável por 34,5% do recuo na produção brasileira entre 2013 e 16.
Enquanto isso, a contração dos investimentos públicos e privados em infraestrutura e habitação, por sua vez, respondem por 20% e 21,2% da redução respectivamente. Só que, com fábricas ociosas, empresários não têm por que investir. E com o Orçamento engessado com altas despesas fixas, o Estado perdeu também capacidade de botar dinheiro na equação.
Construção civil
A taxa de investimento da construção civil como fatia do Produto Interno Bruto (PIB) teve, em 2018, seu pior desempenho em 70 anos. Já os investimentos em máquinas e equipamentos fecharam como 6,1% do PIB.
Em 2010, quando a economia crescia bem, correspondia a 8%.
Todos os indícios sugerem que os números de 2019 seguirão o mesmo ritmo.
A última crise econômica do Brasil, em 2001, fez o investimento demorar 39 meses para retornar ao nível inicial. A crise atual já se estende faz 62 meses.
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O deputado estadual Ubaldo Fernandes (PTC) anunciou em seu pronunciamento realizado nesta quarta-feira (12) na Assembleia Legislativa a criação da Frente da Parlamentar em Defesa da Causa do Idoso.
“Coordenei grupos de idosos em Natal e sei bem as necessidades de adotarmos políticas públicas que atendam suas necessidades e garantam seus direitos. E a Frente será uma ferramenta em busca de soluções”, discursou o deputado.
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2018, as pessoas idosas já representam 12,4% da população do Rio Grande do Norte. Essa taxa representa 430 mil pessoas cima de 60 anos.
Com informações da AL.
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