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Festival Literário da Ufersa vai ocorrer entre os dias 16 e 18

A Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) promove entre os dias 16 e 18 de novembro a primeira edição do Macambira – Festival Literário da Ufersa, com extensa programação cultural envolvendo o mundo da literatura, dança, artes cênicas, exposições fotográficas, jogos educativos, oficinas, palestras e lançamentos de livros.

O premiado cearense Mailson Furtado é um dos nomes do evento cultural (Foto: divulgação)
O premiado cearense Mailson Furtado é um dos nomes do evento cultural (Foto: divulgação)
José Almeida Júnior é mossoroense com sucesso de público e crítica em seus trabalhos (Foto: divulgação)
José Almeida Júnior é mossoroense com sucesso de público e crítica em seus trabalhos (Foto: divulgação)

Para abrir a programação, dia 16, a partir das 18h, o Festival recebe o poeta cearense Mailson Furtado Viana, vencedor do Prêmio Jabuti 2018 nas categorias Poesia e Livro do Ano. Na noite do dia 17 será a vez do escritor mossoroense José Almeida Júnior compartilhar a sua produção literária. Proeminente no estilo romance histórico, Almeida é vencedor do Prêmio Sesc e finalista dos prêmios Jabuti e São Paulo de Literatura.

Na noite de encerramento, sexta, dia 18, serão anunciados os vencedores do primeiro Concurso Literário da universidade. Lançado em julho, a chamada pública recebeu mais de 50 textos inéditos nos gêneros crônica, conto e poesia. Os selecionados serão publicados em um livro pela Editora Universitária da Ufersa (EdUfersa).

Teatro

A programação é integralmente gratuita e acontece na lateral da Biblioteca Orlando Teixeira, Lado Leste, Campus Sede, em Mossoró. Além de literatura, o evento será abrilhantado com a apresentação dos grupos de teatro Cia Escarcéu, Grupo Baobá da Ufersa, Pessoal do Tarará e GRUTUM, Maracatu Reis de Paus, o rapper Cumpadi Caboclo e os artistas Airton Cilon e Álex Martins.

Durante os três dias, estarão à disposição dos visitantes mostras fotográficas e exposições de HQ’s, competição de grupos de K-Pop e, para o público infantil, será montada a Casa de Leitura, uma iniciativa destinada à contação de história e recreação.

O Macambira – Festival Literário da Ufersa nasce com o objetivo de promover um ambiente pluricultural na instituição a partir da valoração das diversas linguagens artísticas e literárias.

Confira a íntegra da programação e mais conteúdo AQUI no Portal Ufersa.

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Dois homens que amam a literatura na sala de aula do Direito

Carlos Ayres Britto, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministrou nessa quarta-feira (26) – em Brasília – a última aula da disciplina “Teoria do Direito Público: democracia, retrocesso e resiliência.”

Ayres Britto, um professor literato, com seu aluno, José de Almeida Filho, aluno escritor (Foto: cedida)
Ayres Britto, um professor literato, com seu aluno, José de Almeida Filho, aluno escritor (Foto: cedida)

A matéria faz parte do programa de mestrado em Direito e Políticas Públicas do Centro de Ensino Unificado de Brasília (UniCeub), e Ayres Britto teve entre seus alunos um mossoroense que tem-se destacado na literatura: José Almeida Júnior.

“Na ocasião, eu lhe presenteei com um exemplar do meu livro mais recente, Bebida Amarga (Faro)”, fala o autor, que também é defensor público no Distrito Federal.

O encontro não foi apenas entre docente e discente, mas também entre escritores. Sergipano de Propriá, Ayres Britto é um literato, com vários livros jurídicos publicados, além de outros tantos de poesia.

José Almeida Júnior publicou anteriormente “O Homem que Odiava Machado de Assis” (Faro) e “Última Hora” (Record), dois grandes sucessos de crítica e público.

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Eu não sou escritor

óculos, livros, escola, sala de aulaPor Carlos Santos

Apesar de ter publicado dois livros, escritor não sou. Repito o amigo e também jornalista – Jânio Rêgo: “Sou prisioneiro do ‘lead'”. Jornalistas me entendem.

Ah, gostaria, sim, de ser um romancista! Talento algum. E aqui, deixe-me ser claro: não é caso de humildade, mas de crença.

Por vezes em que me chamam para fazer alguma palestra (palestrante não sou), até me apresentam como escritor. Sempre, de chofre, faço reparo:

– “Eu não sou escritor. Apenas publiquei dois livros.”

Da poesia, do canto, duas outras paixões, também fui vetado.

Falam que existe a “inveja boa”. Discuto.

Sinto admiração, uma completude no talento que não me pertence, mas que me encanta.

Isso é inveja boa?

Inveja boa é o pecado disfarçado. Jogo semântico.

Os felizes com a magia alheia sorriem para ela.

Aplaudem-na.

Eu aplaudo e meus olhos brilham com a poesia de Paulo de Tarso Correia de Melo, Cid Augusto, Antônio Francisco e Aluísio Barros (virou bissexto na produção).

A prosa de Tarcísio Gurgel, o romance de Marcos Ferreira, a crônica escultural de Vicente Serejo, o detalhismo histórico romanceado de José Almeida Júnior; Dorian Jorge Freire e Jaime Hipólito – sacrários de minha infância ainda, quando não imaginava que um dia poderia escrever e ser lido. Honório de Medeiros: único.

Tantos, tantos outros. Eu, tantinho assim.

Sou prisioneiro do lead. Do jornal impresso, revistas, do rádio, da televisão – episodicamente. Da blogosfera há uma infinidade de tempo

Eu não sou escritor. Infelizmente!

Carlos Santos é fundador e editor do Canal BCS – Blog Carlos Santos

Romance histórico retrata antecedentes de 1964

Para entender o que aconteceu em 1º de abril de 1964, é preciso retroceder às eleições de 1960 e à polarização que tomou conta do país. E será pelo olhar de Fernando e Marcos, pai e filho, ambos jornalistas, mas que estão em lados políticos opostos. Fernando na Tribuna da Imprensa, jornal de Carlos Lacerda, alinhado a um caminho liberal-conservador. Marcos na Última Hora de Samuel Wainer, veículo mais alinhado à esquerda.

Duas vidas que terão seus destinos modificados por suas visões e ambições, e que assistirão em primeira mão uma das maiores mudanças na política brasileira.

Bebida Amarga é outro livro que mistura história e ficção, do autor mossoroense Reprodução: Canal BCS)
Bebida Amarga é outro livro que mistura história e ficção, do autor mossoroense Reprodução: Canal BCS)

A Faro Editorial lança este mês o novo livro de José Almeida Jr, vencedor do prêmio Sesc de Literatura e finalista do Jabuti. Reconhecido por seus romances históricos sobre momentos marcantes da história nacional, e depois de retratar uma versão ficcional da vida de Machado de Assis, Almeida trará em “Bebida Amarga” um retorno aos momentos que precederam o Golpe Militar de 1964, com uma perspectiva muito atual: a polarização do país entre a esquerda e a direita.

Em “Bebida Amarga”, acompanharemos os fatos que precederam o período de ditadura, narrados em primeira pessoa por Marcos e Fernando, pai e filho, que defendem ideais políticos opostos, em um dos períodos históricos mais marcantes da história política do Brasil.

Ambos são jornalistas e trabalham em jornais com vieses ideológicos opostos. Fernando na Tribuna da Imprensa, jornal de Carlos Lacerda, de caráter liberal ligado à UDN. Marcos na Última Hora de Samuel Wainer, veículo porta-voz do trabalhismo do PTB.

Com capítulos alternados entre os narradores, a obra permite ao leitor ter duas versões diferentes a respeito dos reflexos da política dos anos 1960 na vida das pessoas comuns. Sem maniqueísmos e a partir de pontos de vista ideológicos distintos, Bebida amarga resgata os reflexos de um dos períodos de maior polarização política da História do Brasil. Até agora.

O autor

Após a conquista do Prêmio SESC em 2017, José Almeida Júnior surgiu no cenário da literatura brasileira com uma marca própria, a do romance histórico. Da experiência como defensor trouxe para a arte literária uma obsessão em desvendar nossa história e criar, a partir dela, personagens que traduzem com perfeição o espírito do tempo.

Foi o que realizou com maestria nos romances O Homem que Odiava Machado de Assis, sucesso de público e crítica, e Última Hora, vencedor do Prêmio Sesc e finalista dos Prêmios Jabuti e São Paulo de Literatura.

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Escritor de Mossoró terá livro lançado no mercado europeu

O escritor de origem mossoroense, José Almeida Júnior, recebeu mais uma boa notícia do universo literário. Um de seus livros será lançado no mercado europeu, em Portugal, precisamente.

José Almeida Júnior estreou com "Última Hora", já deixando claro que não era um nome episódico (Foto: arquivo/Metrópoles)
José Almeida Júnior estreou com “Última Hora”, já deixando claro que não era um nome episódico (Foto: arquivo/Metrópoles)

José Almeida Júnior é escritor e defensor público no Distrito Federal, com pós-graduação em Direito Processual e em Direito Civil. Mas, a literatura parece cada dia mais densa em sua vida.

A Villas-Boas & Moss Agência Literária (VB&M) traz a notícia de que a edição portuguesa de “O Homem que Odiava Machado de Assis” está no prelo e será lançada pelo Grupo Narrativa.

“Esta coluna é muito especial para a gente porque, pela primeira vez, trazemos notícias não sobre clientes estrangeiros, mas sobre o que os autores brasileiros da VB&M estão agitando lá fora. Não é pouco. De Portugal ao Japão, passando por Itália, França, Grã Bretanha e Polônia, nossos autores têm marcado presença no mercado editorial internacional, apesar dos conhecidos obstáculos enfrentados pela literatura brasileira no exterior.(…)”, noticia a editora.

Bruxo do Cosme Velho

Acrescenta que em Portugal “está no prelo da coleção de literatura do Grupo Narrativa, do editor André Andraus, o romance O HOMEM QUE ODIAVA MACHADO DE ASSIS, de José Almeida Jr., publicado no Brasil pela Faro. A história de uma possível vida do Bruxo do Cosme Velho, construída ficcionalmente a partir de pontos obscuros e jamais esclarecidos da biografia de Machado de Assis, é baseada em vasta pesquisa e um dos mais originais romances escritos sobre o autor.”

O autor estreou em grande estilo, com “Última Hora”, sucesso de público e crítica. O romance foi vencedor do Prêmio Sesc de Literatura de 2017, finalista do Prêmio Jabuti e do Prêmio São Paulo de Literatura.

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Escritor mossoroense concorre a grande prêmio literário do país

Livro concorrente (Foto: reprodução)

O médico neurologista e escritor mossoroense radicado em São Paulo, Gustavo Linhares, 39, concorre a importante concurso literário do país. Ele está elencado entre os 20 finalistas da 12ª Edição do Prêmio São Paulo de Literatura (veja AQUI).

Linhares situa-se em uma das duas categorias da premiação, a de “Melhor romance de ficção do ano de 2018”, ao lado de mais nove concorrentes.

O livro “O infeliz das costa oca” é sua primeira incursão na seara ficcional, com produção da Editora Patuá (veja e adquira AQUI).

Ao todo, 175 livros entraram na competição e cada ganhador receberá o prêmio de R$ 200 mil (maior do Brasil).

A cerimônia de entrega do prêmio será realizada em dezembro. Permanecem na disputa autores naturais de sete estados brasileiros: São Paulo (6), Rio de Janeiro (5), Santa Catarina (3), Paraná (2), Goiás (1), Pernambuco (1) e Rio Grande do Norte (1), além de um finalista chileno.

A iniciativa do prêmio é da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.

Paralelismo de paixão

Gustavo Linhares enveredou profissionalmente pela medicina, mas a literatura o abduziu de modo profundo. Puxou-o por esses escaninhos e labirintos ainda nos bancos acadêmicos – num paralelismo de paixão.

Afeito à prosa, sua escrita trata dos conflitos da existência humana.

Atualmente, ele também se dedica a estudos da literatura e teoria literária na Universidade de São Paulo (USP), além de sequenciar suas atividades como médico.

Nota do Blog – Gustavo é filho de Gracinha Linhares e sobrinho do meu amigo querido Diassis Linhares. É outro nome de nossa origem que envereda, bem, por esse universo fascinante da literatura. Há pouco vimos surgir José Almeida Júnior em dois romances de repercussão nacional (veja AQUI o mais recente). Temos o também médico João Paulo Gurgel de Medeiros no batismo do terceiro livro (veja AQUI), com registro positivo em crítica especializada do país. Outros tantos estão por aí, escrevendo, produzindo, lançando luz onde há tantas trevas. Ave!

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Romance histórico sobre Machado de Assis será lançado hoje

É nesta sexta-feira (16), na Livraria Cultural do Partage Shopping Mossoró, às 19h30, o lançamento do mais novo livro do escritor José Almeida Júnior: “O homem que odiava Machado de Assis”.

Almeida Júnior: segundo livro (Foto: arquivo)

“Neste romance histórico, uma outra face de Machado de Assis é apresentada e convidamos os leitores a conhecerem a versão de seu adversário mais desgraçado: Pedro Junqueira”, antecipa a Faro Editorial, selo que publica o título.

José Almeida Júnior é escritor e Defensor Público do Distrito Federal, com pós-graduação em Direito Processual e em Direito Civil.

De origem mossoroense, ele chega ao seu segundo livro depois do sucesso da estréia com “Última Hora”, sucesso de público e crítica. O romance foi vencedor do Prêmio Sesc de Literatura de 2017, finalista do Prêmio Jabuti e do Prêmio São Paulo de Literatura.

Com O homem que odiava Machado de Assis, ele parece que segue trajetória parecida. O livro tem recebido endosso da crítica especializada em várias resenhas na imprensa. Paralelamente, ele tem feito lançamentos e participado de feiras literárias pelo país.

“A linha narrativa segue muito a vida de Machado de Assis. Aproveita questões polêmicas e pitorescas da vida dele”, comenta o autor.

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Uma noite para quem gosta de Machado de Assis

O escritor José Almeida Júnior lançará seu mais novo livro, “O homem que odiava Machado de Assis”, em Mossoró.A publicação do autor mossoroense terá noite de autógrafos na sexta-feira (16), às 19h, na Livraria Cultural, no Partage Shopping.

Almeida Júnior estreou na literatura com o romance histórico Última Hora, ano passado, incensado pela crítica. Chegou a concorrer ao Prêmio Jabuti, referência na cultura brasileira e ganhou o Prêmio Sesc de Literatura, de âmbito nacional.

O novo trabalho também desperta muito interesse, em torno de um personagem que é ícone da escrita nacional: Machado de Assis.

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Escritor de Mossoró disputa importantes prêmios literários

Metrópoles destaca autor mossoroense

Do portal Metrópoles (Brasília)

Defensor público do Distrito Federal, José Almeida Júnior fez a estreia dos sonhos de qualquer escritor. Natural de Mossoró (Rio Grande do Norte), o servidor ganhou o Prêmio Sesc de Literatura, vitória que possibilitou a publicação de Última Hora, seu primeiro trabalho a chegar ao mercado, por um grande selo, a editora Record.

Quase um ano depois, o potiguar é finalista dos prestigiados prêmios Jabuti (melhor romance) e São Paulo de Literatura (melhor livro de autor estreante de até 40 anos).

O resultado de ambos sai em novembro.

Ele se mostra surpreso com a repercussão.

“Achei que não era ‘literatura de prêmio’. Não tem uma linguagem poética. É seca, quase jornalística. Mas muita gente apontou isso como coisa positiva. Acho que, nesse momento que a gente vive, de polarização e ânimos acirrados, o livro se destacou. É político sem ser panfletário”, define.

Veja matéria completa clicando AQUI.

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Bruno Barreto e José Almeida Júnior lançam livros hoje

Mossoró tem hoje o lançamento de dois livros. À noite, o jornalista Bruno Barreto e o defensor público federal José Almeida Júnior fazem noites de autógrafos no centro da cidade, em locais e horários distintos, mas com narrativas político-jornalísticas.

Bruno será às 19h30, no Memorial da Resistência na Avenida Rio Branco, quando apresentará “Os Rosados Divididos – como os jornais não contaram essa história”, objeto de pesquisa acadêmica que focaliza cisão no clá rosadista nos anos 80 do século passado, a partir de prospecção de cobertura ou omissão da mídia impressa local.

A Editora Sarau das Letras chancela o título.

Bruno Barreto e José Almeida Júnior, dois livros, dois lançamentos, história, política, jornalismo (Foto: redes sociais)

Almeida Júnior, a exemplo de Barreto, é estreante no universo da literatura, mas já com peso. Foi ganhador do Prêmio Literário Sesc 2017, concurso nacional, com o livro “Última Hora”.

O livro – da Editora Record – será lançado às 19 horas no Teatro Dix-huit Rosado.

Nesse trabalho, o personagem central “Marcos”, um jornalista, passeia num momento delicado da vida política nacional, antes do suicídio  do suicídio do presidente Getúlio Vargas em 24 de agosto de 1954, e o duelo titânico entre os jornalistas Samuel Wainer, da Última Hora, e Carlos Lacerda, da Tribuna da Imprensa.

Nota do Blog – Apesar de não ter o dom da onipresença, espero estar em ambos, que estarão separados por pouco mais de duzentos metros.

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“Última Hora” será lançado na próxima quinta-feira

O lançamento do livro “Última Hora” do mossoroense José Almeida Júnior, vencedor do Prêmio Sesc de Literatura 2017, acontecerá na quinta (21), a partir das 19h.

Será no foyeur do Teatro Municipal Dix-Huit Rosado, em Mossoró.

A publicação conta a história de “Marcos”, um jornalista atormentado entre a militância comunista e o trabalho no jornal que apoia Getúlio Vargas. O autor José Almeida Júnior reconstrói os últimos meses do presidente no governo, antes do suicídio, e a briga entre Samuel Wainer, da Última Hora, e Carlos Lacerda, da Tribuna da Imprensa.

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“Última Hora” chega pelas mãos de autor mossoroense

Nasceu “Última Hora”, romance que venceu o Prêmio Sesc de Literatura em 2017. A publicação conta a história de “Marcos”, um jornalista atormentado entre a militância comunista e o trabalho no jornal que apoia Getúlio Vargas. O autor José Almeida Júnior reconstrói os últimos meses do presidente no governo, antes do suicídio, e a briga entre Samuel Wainer, da Última Hora, e Carlos Lacerda, da Tribuna da Imprensa.

Livro foi premiado (Foto: cedida)

O livro será lançado oficialmente pela Editora Record em quatro cidades: 28/11 em São Paulo, 05/12 em Brasília, 07/12 em Belém e 21/12 em Mossoró, no Teatro Municipal Dix-huit Rosado.

Natural de Mossoró, José Almeida Júnior é formado em Direito pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), com pós-graduação em Direito Processual e em Direito Civil. Há dez anos reside em Brasília, onde exerce o cargo de Defensor Público do Distrito Federal.

‘Democrata’ e ditador

“Getúlio Vargas lançou as bases do trabalhismo brasileiro e influenciou o pensamento de esquerda de políticos como Jango, Brizola e Lula. Por outro lado, Vargas perseguiu comunistas e implantou uma ditadura violenta durante o Estado Novo. Tive a curiosidade de compreender o comportamento dos comunistas, que haviam sido perseguidos no Estado Novo, durante o governo democrático Vargas do início dos anos 50”, conta o autor, em entrevista ao blog da editora.

No livro, Almeida Júnior refaz uma das maiores batalhas da imprensa na época, a de Carlos Lacerda, da Tribuna da Imprensa, e Wainer. Com o apoio da cadeia de jornais e rádios de Assis Chateaubriand, o Chatô, e de outros magnatas das comunicações, como Roberto Marinho, Lacerda perseguiu o dono da Última Hora até o desfecho final da crise, com o suicídio do presidente. Marcos, que ora se alia a Wainer ora ajuda Lacerda, é o contraponto entre esses personagens tão complexos.

Boa literatura

“Procurei encontrar as contradições em Wainer e Lacerda e explorá-las no ponto de vista de Marcos”, diz o autor.

“Histórico, mas sem qualquer ranço de didatismo, Almeida Júnior consegue, ao mesmo tempo, com enorme competência, reviver uma época e insuflar vida a personagens reais, tornando-os complexos”, assinala o escritor Luiz Luffato, resenhando as 352 páginas de “Última Hora”.

“O romance é lapidar em nos lembrar a história do país sem expor a pesquisa – um bordado que camufla o cerzido e deixa ver apenas o que interessa: a boa literatura, diz a também escritora Andréa del Fuego, na orelha do livro.

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Um mossoroense premiado desembarcará na Flip (Paraty-RJ)

Do Blog da Chris

O defensor público em Brasília, José Almeida Júnior, vai lançar seu romance de estreia “Última Hora” na Flip, evento literário de Paraty (Rio de Janeiro), que acontecerá de 26 a 30 deste mês.

Júnior é egresso da Faculdade de Direito da Uern, de origem humilde, que ganhou o primeiro lugar do “Prêmio Sesc” de literatura este ano, concorrendo com mais 979 novos autores.

Seu livro será apresentado pela conceituada Editora Record.

Bonito de se ver. Parabéns!

Nota do Blog Carlos Santos – Que orgulho esse rapaz continua ofertando à sua cidade, aos amigos e principalmente à família.

Seu pai, “Almeida”, não vejo há tempos. Comerciante no Alto da Conceição, tem motivos de sobra para se sentir realizado.

Parabéns demais! Nota oportuna, “Chris”.

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