O anúncio (veja AQUI) pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nessa sexta-feira (21) em Mossoró, da nomeação da professora Ludimilla Oliveira para reitora da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), desencadeou uma campanha em redes sociais contra a escolhida.
Ela foi terceira colocada na consulta interna na Ufersa aos segmentos que formam a instituição. O professor Rodrigo Codes foi o mais votado em todos os segmentos com 35,55% dos votos. Jean Berg Alves, segundo colocado, obteve 24,84% e Ludimilla empalmou 18,33%.
Mas o presidente foi recomendado a nomeá-la, por afinidade ideológica.
Na rede social Twitter, por exemplo, a hastag #ForaLudmilla ficou entre as mais replicadas no país, nessa plataforma, durante boa parcela do dia.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) revogou hoje a Medida Provisória 979, que permitia que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, escolhesse reitores temporários para as universidades e institutos federais.
A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União.
A revogação aconteceu menos de uma hora depois de o presidente do Congresso e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), oficializar a devolução da MP, alegando que o texto viola os princípios da Constituição Federal que tratam da autonomia e da gestão democrática das universidades (veja AQUI).
Nota do Blog – Um efeito instantâneo do recuo presidencial é que o processo sucessório na Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA) seguirá seu curso normal, com consulta eleitoral aos segmentos, no próximo dia 15. O atual reitor é José Arimatéa Matos.
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No Dia do Médico, o senador Styvenson Valentim (Podemos) fez uma visita inesperada ao Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), nessa sexta-feira (18). Não estava em sua programação na cidade, que se restringiria a uma palestra na Universidade Federal Rutal do Semiárido (UFERSA), à noite.
Styvenson esteve fazendo visita fora da agenda ao HRTM, tomando ciência in loco dos seus problemas (Foto: Instagram)
Styvenson visitou as instalações do hospital, conversou com médicos, pacientes, funcionários e com a diretora Herbênia Ferreira, que apresentou as demandas mais urgentes, como a necessidade de aquisição de camas e macas para o transporte de pacientes; carros de urgência; carros de anestesia; mesas de cirurgias; aparelho de RX; e outros equipamentos médicos.
Styvenson disponibilizou sua equipe para providenciar um relatório para envio urgente ao seu gabinete, para que possa diligenciar providências ao atendimento às necessidades do hospital.
Ufersa
Em visita à Ufersa, o senador foi recebido pelo reitor José de Arimatéa de Matos, professores e servidores, além do deputado estadual Allyson Bezerra (Solidariedade), que é servidor de carreira, ex-aluno e ex-sindicalista funcional na instituição.
Styvenson foi recepcionado pelo reitor Arimatea, deputado Allyson e outros representantes da Uffersa (Foto: Instagram)
Ele conheceu parte da estrutura da instituição, acompanhou uma aula prática do curso de Medicina, recebeu informações sobre a Central de Monitoramento que reúne 837 câmeras de vídeo que atendem ao Campus Central, em Mossoró, e aos outros três campis, localizados nos municípios de Pau dos Ferros, Caraúbas e Angicos.
Segundo o reitor, depois que o serviço de monitoramento foi instalado, o índice de ocorrências caiu bastante, chegando a quase zero.
Palestra
Em auditório lotado, o senador Styvenson Valentim ministrou palestra na sobre o tema: “Senado, o que você quer saber? A Política na Visão de Quem Nunca foi Político”.
No encontro com os universitários, servidores e professores, Styvenson falou sobre a sua experiência no Senado, primeiro cargo eletivo que ocupa. Apontou desafios e processo de adaptação à Casa, em oito meses de mandato.
Auditório atento ouviu explanação do senador sobre processo legislativo e ambiente congressual (Foto: Instagram)
O senador também explicou aos jovens sobre a necessidade da sociedade acompanhar de perto o que está acontecendo no Congresso Nacional, os projetos em andamento e as discussões no plenário do Senado e da Câmara, porque “todas as decisões tomadas ali vão afetar diretamente a vida de cada um dos brasileiros”.
A palestra foi organizada pelo Centro Acadêmico de Administração, sob a coordenação do professor-doutor Judson da Cruz Gurgel, com apoio da Ufersa.
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O ministro da Educação, Mendonça Filho, esteve nesta quinta-feira (30) em Pau dos Ferros-RN.
Entregou oficialmente obras de melhoria e ampliação da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA).
Um episódio à parte foi a mobilização de grupos organizados, que “recepcionaram” o ministro e o senador José Agripino (DEM). O congressista foi o principal alvo de ataques verbais e mensagens em cartazes e faixas.
– Golpista, golpista – repetiam os manifestantes, que foram acompanhados por policiais a distância.
A comitiva tinha ainda o deputado federal Felipe Maia (DEM), o prefeito local Leonardo Rego (DEM) e o reitor da Ufersa, professor José de Arimatea Matos, entre outras autoridades.
Estudantes, populares e integrantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do RN (SINTE/RN) fizeram parte da manifestação.
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A corrida sucessória na Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) teve início nesta terça-feira, 01 de março, com as inscrições das chapas que vão disputar a consulta prévia à comunidade universitária para a sucessão de reitor/a da Ufersa.
Jose de Arimatea e Domingues: no páreo
A eleição, prevista para o dia 13 de abril, terá uma disputa entre três chapas.
Vão estar na disputa o atual reitor, professor José de Arimatea de Matos, tendo como vice o professor, José Domingues; o atual vice-reitor, o professor Francisco Odolberto, tendo como vice a professora Francimária Rodrigues e, a professora Ludimilla de Oliveira, com o vice o professor Rui Sales.
Os candidatos registraram as respectivas candidaturas acompanhadas de suas assessorias e simpatizantes das candidaturas. O registro foi feita na secretaria do CONSUNI.
O registro da professora Ludimilla Oliveira aconteceu no início da manhã. Já os professores Francisco Odolberto no início da tarde e, o professor José de Arimatea de Matos, no final do dia.
Ludimilla e Rui: chapa pronta
A campanha deve começar após a homologação das candidaturas pela Comissão Eleitoral, devendo acontecer no período de 13 de março a 12 de abril.
Voto paritário
A partir da inscrição das chapas, os concorrentes se afastam de suas atividades acadêmicas para se dedicarem exclusivamente à campanha eleitoral. O professor Alan Martins preside a Comissão Eleitoral.
Odolberto e Francimária: concorrentes
A consulta prévia vai acontecer simultaneamente nos quatro campi da Ufersa – Mossoró, Angicos, Caraúbas e Pau dos Ferros.
Pela primeira vez a consulta prévia terá o voto paritário com os três segmentos da Universidade – professores, técnicos administrativos e estudantes – tendo o mesmo peso, ou seja, 33,3%.
Nas eleições anteriores, o voto dos professores equivaleria a 70% e os outros 30% seriam divididos entre servidores (15%) e estudantes (15%).
O Ministério da Educação autorizou a criação de mais 60 vagas para o curso de Medicina na Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), que serão implantadas no futuro Campus da cidade de AssU. As novas vagas serão escalonadas em dois anos seguintes, sendo a primeira turma com 30 alunos já em 2016, e mais 30 vagas no ano seguinte, 2017.
Com a boa notícia, a Universidade passará a contar com 120 vagas para Medicina até 2017. Isso porque o Governo Federal já havia liberado em meados de maio deste ano as primeiras 60 vagas para atender o Campus Central, em Mossoró, sendo 30 entradas também em 2016 e outras 30 vagas no ano seguinte.
O professor José de Arimatea de Matos repassou a informação de Brasília, complementando que o novo campus de Assú estará em funcionamento concomitante com as novas vagas de Medicina na cidade. “A região do Vale do Assu realiza um antigo sonho com a chegada da Universidade. A nova Unidade da Ufersa irá funcionar como um Centro de Saúde, assim como em Mossoró”, ressalta o professor.
Passo
O próximo passo da Universidade será a elaboração do orçamento necessário para implantação do curso pela Pró-reitoria de Planejamento. A planilha de investimentos será incorporada ao Orçamento do Ministério da Educação para contemplar uma estrutura dotada de biotérios, sala de aula, sala para professores, laboratórios, auditórios, acervo bibliotecário e recursos humanos – docentes e técnicos.
“Todos os esforços serão feitos pela Universidade para acelerarmos as solicitações do MEC”, garantiu o magnífico.
Os graduandos irão ingressar no Curso através do Sistema de Seleção Unificada (SiSU) para entrada em 2016, de modo que os candidatos deverão obrigatoriamente prestar o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), em 2015.
Medicina em Assu será o 33º curso presencial da UFERSA, que já conta hoje com 20 graduações no Campus Central, 5 em Angicos, 4 em Caraúbas e 2 em Pau dos Ferros. A Ufersa também já recebeu a autorização para a implantação do curso de Educação do Campo, que deverá ser instalado em Mossoró.
Estudantes do Curso de Direito da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA) promovem durante este feriadão uma extensa mobilização nas redes sociais em prol da Construção ou Aquisição de um escritório para o Núcleo de Prática Jurídica da Instituição.
Nesta quinta-feira (dia 30) iniciam-se as mobilizações pelo Facebook, onde os estudantes passam a compartilhar uma imagem com frases de efeito – cobrando atitude do reitor Arimateia de Matos.
Já na sexta (31), à partir das 13h, haverá um twittaço utilizando a hashtag #PraticaJuridicaJa, também marcando o twitter do reitor e o perfil oficial da Instituição.
O Curso de Direito da Ufersa já encontra-se em seu 7º período, com uma estrutura precária, queixam-se os alunos.
Faltam salas, professores e o próprio Núcleo de Práticas Jurídicas.
“”A causa dos discentes deve ser atendida com urgência, por se tratar de uma necessidade iminente, tendo em vista o estágio já avançado da primeira turma do curso, e a importância da Prática Jurídica na boa formação de um profissional do ramo jurídico”, justificam líderes do movimento.
A Universidade Federal Rural do Semi-árido (UFERSA), ainda sonha e luta para instalação de um curso de Medicina em seu Campus de Mossoró. Quem dá essa garantia ao Blog é o professor José Arimatea Matos, seu reitor.
Segundo Matos, o Governo Federal tem programa de abertura de 1.615 vagas em universidades federais até 2014, para esse curso, no Brasil.
“A Ufersa trabalha para obtenção de 45 vagas, que exigiriam a contratação de cerca de 30 professores”, comenta o reitor.
Projeto nesse sentido foi aprovado pelo Conselho Universitário (CONSUNI) da Ufersa no dia 12 de abril do ano passado. O próprio ministro da Saúde, Alexandre Padilha, recebeu documento referente ao pleito da universidade no dia 23 de janeiro, encaminhando-o de imediato a um colegiado denominado de Grupo de Trabalho de Expansão do Ensino Médico.
O reitor pondera, que o empenho da bancada federal é um reforço político importante para obtenção dessa conquista.
“Já conversamos com a deputada federal Fátima Bezerra (PT) e há um trabalho nesse sentido”, conta.