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Universidade realiza solenidade de Transmissão de Cargo sexta-feira

Codes e Nildo foram escolhidos em consulta interna e confirmados pela presidência da República (Foto: Ufersa)
Codes e Nildo foram escolhidos em consulta interna e confirmados pela presidência da República (Foto: Ufersa)

Amanhã, sexta-feira (6), a Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) realiza, em Mossoró, solenidade de Transmissão de Cargo de reitor e vice-reitor, respectivamente os professores Dr. Rodrigo Codes e professor Dr. Nildo Dias. Acontecerá às 19h, no Requinte Buffet.

A nova gestão da Ufersa para o quadriênio 2024 – 2028 já está no comando da instituição desde o último sábado, dia 31 de agosto. Codes e Dias substituem os professores Ludimilla de Oliveira e Roberto Vieira Pordeus, reitora e vice até então.

Rodrigo Codes e Nildo Dias assumem a Reitoria da Ufersa depois de saírem vitoriosos na consulta à comunidade acadêmica realizada em abril deste ano, com 37,14% dos votos válidos. O Conselho Universitário (CONSUNI), instância máxima da instituição, ratificou seus nomes em primeiro lugar na Lista Tríplice enviada ao Governo Federal.

Depois desse trâmite interno, a escolha dos(as) reitores(as) das universidades federais do País é uma prerrogativa da Presidência da República, de modo que, no último dia 8 de agosto, em conjunto com o ministro da Educação, Camilo Santana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou no Diário Oficial da União o decreto com a nomeação do novo Reitor Rodrigo Codes.

Perfil

Codes será o 14º dirigente a assumir o comando da instituição (ESAM/UFERSA) e o 4º Reitor da Ufersa. Natural do Estado do Ceará, ele tem 44 anos e desde 2010 é professor do Magistério Superior na Ufersa, onde ministra aulas na graduação e em programas de pós-graduação. É formado em Engenharia Civil (UFC) e em Engenharia Generalista (Ecole Centrale de Lyon, na França), mestre em Engenharia e Ciência de Materiais (UFC) e doutor em Engenharia Mecânica e de Materiais na Ecole Normale Supérieure de Cachan (ENS Cachan, França), com estágio de doutorado na Norwegian University of Science and Technology (NTNTU, Noruega).

“Tenho na minha frente a confiança que a comunidade acadêmica depositou em mim e no professor Nildo Dias para conduzirmos nossa Universidade pelos próximos quatro anos”, declara Rodrigo Codes.

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Três chapas vão concorrer à reitoria da Ufersa

Chapas foram formalizadas e dia 4 de abril haverá a consulta aos segmentos (Fotomontagem do BSV)
Chapas foram formalizadas e dia 4 de abril haverá a consulta aos segmentos (Fotomontagem do BSV)

Do Blog Saulo Vale

Foi encerrado nesta segunda-feira (11) o prazo para registro de candidatura à reitoria da Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa).

Três chapas se inscreveram para a disputa.

A reitora Ludimilla de Oliveira será candidata à reeleição. A vice é a professora de Arquitetura e Urbanismo do campus de Pau dos Ferros, Monique Lessa.

O professor Jean Berg Alves também vai à disputa. O diretor do Centro de Engenharias, Quirino Silva Júnior, lotado no campus Mossoró, é o vice.

Outro nome é o do professor Rodrigo Codes. Nildo da Silva Dias, do Centro de Ciências Agrárias, é seu companheiro de chapa.

A campanha já começa no próximo sábado (16) e segue até 03/04/2024.

A votação ocorrerá dia 04/04.

Mesmos nomes

Ludimilla, Jean Berg e Codes foram candidatos à reitoria em 2020, além de outras duas chapas encabeçadas por Josivan Barbosa e Rodrigo Sérgio.

À época, Codes foi o mais bem votado pela comunidade acadêmica, com 37,55% dos votos, Jean Berg em segundo com 24,84%, e Ludimilla em terceiro, com 18,33%. Josivan ficou em quarto e Rodrigo Sérgio em quinto.

O então presidente Jair Bolsonaro (PL) quebrou uma tradição histórica histórica, que previa sempre a nomeação do mais bem votado, e nomeou Ludimilla, por maior afinidade ideológica.

No formato que persiste até hoje, o presidente da República pode nomear, livremente, qualquer um que integre a Lista Tríplice, composta pelos três mais bem votados.

Em janeiro de 2023, o presidente Lula (PT), em reunião com reitores de todo o país, garantiu que vai nomear quem tiver mais votos.

— Não pense que o Lula vai escolher o reitor que ele gosta. Quem vai escolher são os professores, a comunidade acadêmica, disse.

Nota do Blog Carlos Santos – Veja números de cada um dos candidatos AQUI, no pleito ocorrido em 15 de junho de 2020.

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Ufersa tem data à disputa à Reitoria; três concorreram em 2020

Disputa por Reitoria promete ser novamente bastante acirrada (Foto: Ufersa)
Disputa por Reitoria promete ser novamente bastante acirrada (Foto: Ufersa)

Do Blog Regy Carte

Definido o regulamento da consulta para escolha de reitor (a) e vice-reitor (a) da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), mandato 2024/2028.

Conforme o cronograma, oficializado ontem (29), a votação será em 4 de abril. A inscrição das chapas vai de sexta-feira (8) ao próximo dia 11.

Já a campanha eleitoral ocorrerá entre os dias 16 deste mês e 3 de abril. E o resultado da consulta será anunciado em 10 de abril.

Votarão professores (a), servidores (a) técnicos-administrativos e estudantes.

Os três principais concorrentes de 2020 de novo disputarão a Reitoria.

Chapas

A reitora Ludimilla Oliveira terá como postulante a vice a professora Monique Lessa.

O professor Jean Berg Alves escolheu o professor Quirino Silva Júnior companheiro de chapa.

E o professor Rodrigo Codes definiu o professor Nildo Dias como nome para vice-reitor.

Turbulência

Na consulta de 2020, Codes saiu vencedor. Mas o então presidente da República, Jair Bolsonaro, optou pela nomeação de Ludimilla.

Ao quebrar a tradição de se nomear o mais votado, a medida acirrou ânimos políticos na Ufersa. A eleição de 2024, portanto, promete.

Nota do BCS – Essa consulta terá fortes emoções. Veja abaixo como foi o resultado das urnas em 2020, quando cinco nomes concorreram, incluindo o ex-reitor Josivan Barbosa:

Rodrigo Codes – 35,55%
Jean Berg – 24,84%
Ludimilla Oliveira – 18,33%
Josivan Barbosa – 12,94%
Rodrigo Sérgio – 6,33%

Votação:

668 professores (94,75%);

487 técnicos (90,52%);

4.594 alunos (39,93%).

Confira os números por segmento:

Rodrigo Codes:

Docentes- 248

Técnicos Administrativos – 173

Discentes – 1694

Jean Berg

Docentes- 169

Técnicos Administrativos – 119

Discentes – 920

Ludmilla de Oliveira

Docentes- 120

Técnicos Administrativos – 86

Discentes – 842

Josivan Barbosa

Docentes- 72

Técnicos Administrativos – 70

Discentes – 920

Rodrigo Sérgio

Docentes- 46

Técnicos Administrativos – 32

Discentes – 124

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Ufersa vai ter emissora de rádio e sua própria televisão

Reitora assinou as Portarias de Consignações (Foto: Assecom/Ufersa)
Reitora assinou as Portarias de Consignações (Foto: Assecom/Ufersa)

A Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) e outras 32 universidades federais vão ser contempladas com a nova expansão da Rede Nacional de Comunicação Pública. Ao todo, serão 51 novas emissoras de rádio e 40 novas estações de televisão, a serem instaladas em todo país com prioridades para as cidades que não contam com emissoras públicas.

A reitora da Ufersa, professora Ludimilla de Oliveira, assinou as Portarias de Consignações tanto para a aquisição da emissora de rádio quanto para a estação de tevê. A solenidade de assinatura reuniu reitores de universidades de todo o país, na tarde desta terça-feira (17), no Anexo I do Palácio do Planalto.

“Esse é mais um passo importante dado pela nossa gestão que visa o fortalecimento da comunicação pública de qualidade”, afirmou a reitora Ludimilla de Oliveira ao ressaltar a importância dos canais de comunicação universitária para toda a Região Oeste do Rio Grande do Norte.

“Não tenho dúvida que é um marco de grande importância para a nossa instituição”, considerou. Ainda segundo a reitora, o próximo passo será a viabilização dos recursos para a instalação da FM Semiárido e da Tevê Ufersa.

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Estudantes resgatados falam sobre conflito no Oriente Médio

Estudantes chegaram a Mossoró com reitora e familiares estavam à espera (Foto: Assecom/Ufersa)
Estudantes chegaram a Mossoró com reitora e familiares estavam à espera (Foto: Assecom/Ufersa)

Os estudantes da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), Francisco das Chagas Barbalho Neto e Roosevelt de Araújo Sales Júnior, que estavam em Israel para intercâmbio, chegaram em Mossoró no início da noite desse sábado (14). Os dois integram o grupo de 207 passageiros do quarto voo da Operação Voltando em Paz, comandada pelo Governo Federal para a repatriação de cidadãos brasileiros que se encontram na região de conflito no Oriente Médio.

A aeronave deixou o Aeroporto de Ben-Gurion, em Tel Aviv, às 18h40 (horário local em Israel) de sexta-feira, dia 13, e pousou no Rio de Janeiro nas primeiras horas da madrugada de sábado. Do Rio, os dois embarcaram por volta das 10h (horário de Brasília) com destino a Fortaleza/CE, onde foram recepcionados pela reitora da Ufersa, professora Ludimilla de Oliveira, e partiram para Mossoró, chegando na Ufersa às 18h. No Gabinete da Reitoria, estavam sendo esperados por seus familiares.

Essa foi a primeira experiência com viagem internacional dos dois, que embarcaram no dia 3 de outubro, mas anteciparam a volta 10 dias depois. “A região em que a gente estava não é diretamente exposta ao conflito, mas tomamos a decisão de retornar para o Brasil quando ficamos sabendo dos primeiros sequestros de civis. Conversamos e decidimos que seria o mais adequado”, relata Chagas.

Apoio

Ele é estudante do 8º período do Curso de Biotecnologia e Roosevelt cursa o segundo ano do doutorado em Ciência Animal – PPGCA. Ambos foram selecionados pelo Edital PROPPG 031/2023 para um estágio-intercâmbio de 45 dias na empresa israelense Colors Farms. “Eu considero que essa foi uma experiência muito exitosa e intensa. Foi tudo muito rápido, mas valeu a pena, porque as portas ficaram abertas”, avalia Roosevelt.

Os dois repatriados estavam hospedados na cidade de Hatzva, região mais ao Sul de Israel, enquanto a escalada de bombardeios se concentra na Faixa de Gaza, território palestino, e em Tel Aviv, Jerusalém e Cisjordânia.

“Fizemos questão de prestar total assistência e suporte aos nossos estudantes. Eles foram muito elogiados, considerados de excelência, o que demonstra a nossa potencialidade e a importância das pesquisas que Universidade mantém com Israel”, declarou a professora Ludimilla de Oliveira.

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Inferno astral de reitora parece sem fim

Ludimilla centro, apesar do brilho, não completou fala Foto: BCS)
Ludimilla (centro), apesar do brilho, não completou fala (Foto: BCS)

O inferno astral da ainda reitora da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), professora Ludimilla de Oliveira, parece sem fim.

Agora à noite, na abertura da Feira Internacional da Fruticultura Tropical Irrigada (EXPOFRUIT), na Estação das Artes Elizeu Ventania, ela começava discurso quando houve pane na energia elétrica.

O dispositivo da solenidade acabou sendo encerrado, sem que ela e os demais oradores programados à oratória pudessem falar.

Ó tempos!

Leia tambémFeira Internacional da Fruticultura Tropical Irrigada tem início

Ludimilla enfrenta demanda para destituição do cargo, a partir da perda do título de doutora, por plágio.

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MPF recorre contra reitora Ludimilla; juiz vê “patrulhamento ideológico”

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou recurso para pedir a condenação da reitora da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), Ludimilla de Oliveira, pelos crime de ameaça à aluna Ana Flávia de Lira, além de prevaricação. O pedido deve ser apreciado pelo Tribunal Regional Federal da 5a Região (TRF5).

Ludimilla foi absolvida em sentença da 8a Vara da Justiça Federal no Rio Grande do Norte (JFRN).

Juiz Orlan Donato rejeitou ação contra Ludimilla, mas procurador Emanuel usa recurso no TRF (Fotomontagem BCS)
Juiz Orlan Donato rejeitou ação contra Ludimilla, mas procurador Emanuel faz recurso ao TRF (Fotomontagem BCS)

Segundo o autor do recurso, o procurador da República Emanuel de Melo Ferreira, Ludimilla proferiu grave ameaça à aluna Ana Flávia de Lira ao mencionar a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) em resposta a comentário crítico da estudante em uma rede social.

A ação é baseada em precedente do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu grave desvio de finalidade das atividades de inteligência, mediante a utilização do aparato estatal para produzir relatórios e dossiês de pessoas identificadas como sendo antifascistas, em ato de perseguição política e ideológica (ADPF 722). O recurso ressalta que “a ameaça em torno da utilização da Abin era algo real e não meramente imaginário, com potencialidade lesiva. O mal injusto e grave consiste, precisamente, na busca pelo silenciamento no debate público a partir da possível elaboração de dossiês que poderiam ser compartilhados por todos os órgãos da Administração Pública que compõem o sistema de inteligência, como reconhecido pelo STF”.

Juiz vê “patrulhamento ideológico” do MPF

Na decisão de primeiro grau, o titular da 8ª Vara, com sede em Mossoró, Orlan Donato Rocha, destacou que “a presente ação penal, como um todo, retrata muito mais um patrulhamento ideológico sobre a ré do que um efetivo exercício de fiscalização da lei por parte do parquet denunciante, o que não é admissível e foge à competência do Poder Judiciário”.

O mesmo magistrado também exumou que “a questão do posicionamento ideológico em ações judiciais quanto ao membro do MPF denunciante, inclusive, está sob investigação dentro do âmbito do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP)”.

O procurador também reforça que a reitora cometeu o crime de prevaricação ao adiar a colação de grau da Ufersa, em janeiro de 2020, com o objetivo de evitar protestos, alegando ser uma medida de prevenção à covid-19. A cerimônia já seria realizada virtualmente, pelo YouTube, e a reitora chegou a publicar uma portaria proibindo qualquer protesto de estudantes no chat da plataforma.

Somente quando uma decisão judicial acatou pedido da Defensoria Pública da União e anulou a portaria pela clara violação à liberdade de expressão, a reitora decidiu cancelar o evento e a colação de grau foi realizada posteriormente sem cerimônia.

Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – O procurador da República Emanuel Ferreira é um dos autores da polêmica Ação Civil Pública (ACP) contra a União “por danos morais coletivos causados pela atuação antidemocrática do ex-juiz Sérgio Fernando Moro na condução da chamada Operação Lava Jato” (veja AQUI). O assunto ganhou notoriedade nacional.

Ele também  foi coautor – ao lado de outros seis procuradores – de outra ACP, em 2019, contra o então ministro da Educação, Abraham Weintraub e a União, por supostos danos morais coletivos causados à honra e à imagem de alunos e professores das instituições públicas federais de ensino. Weintraub, entre outras declarações, disse à imprensa que as universidades deveriam “melhorar desempenho acadêmico”, em vez de fazerem “balbúrdia”.

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Possível mudança de curso em universidade provoca polêmica

Reitora enfrenta resistências à mudança (Foto: Web)
Reitora enfrenta resistências à mudança (Foto: Web)

Do Blog Saulo Vale

A reitora da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), Ludimilla de Oliveira, anunciou que o curso de Arquitetura e Urbanismo pode ser transferido de Pau dos Ferros para Mossoró.

Uma portaria (nº 611) publicada na quarta-feira passada, 13, designou uma comissão que terá 45 dias para apresentar um projeto de viabilidade de transferência que será submetido aos conselhos competentes.

Um estudo já está sendo realizado pelos docentes de Arquitetura e Urbanismo, que visa realizar a mudança.

Atualmente, Mossoró possui o curso de Arquitetura e Urbanismo apenas em instituições privadas.

Polêmica 

A transferência do curso de Arquitetura e Urbanismo para Mossoró tem causado polêmica em Pau dos Ferros.

A prefeita Marianna Almeida (PSD) chegou a criticar a medida. Foi rebatida pela reitora em vídeo nas redes sociais (veja aqui).

A direção do campus de Pau dos Ferros também criticou sendo “contrária a todo tipo de iniciativa que venha a enfraquecer e comprometer campus/instituição e região, tal como a extinção/migração de qualquer dos nossos cursos”.

Já a coordenação do curso de Arquitetura se posicionou a favor da transferência.

“Fizemos a reivindicação para a reitora Ludimilla, que compreendeu e acatou nossos pontos. Estamos com diálogo aberto com os estudantes do curso. Acreditamos que a mudança será benéfica para todos”, ressaltou Rafaela Balbi, coordenadora do curso.

Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – A gente pergunta se não é feito qualquer estudo primário à instalação de um curso, observando-se custo vários aspectos, como a questão de mercado. Em Mossoró mesmo, quantos cursos estão esgotados, começando com 30 alunos e a turma chegando ao fim com três ou quatros formandos?

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Centro de Práticas Múltiplas tem inauguração muito prestigiada

Muitas autoridades políticas, educacionais e de outros segmentos compareceram ao evento (Fotomontagem: BCS)
Muitas autoridades políticas, educacionais e de outros segmentos compareceram ao evento (Fotomontagem: BCS)

Foi bastante prestigiada a inauguração do Centro de Práticas Múltiplas Dom João Costa, da Faculdade Católica do RN, nessa segunda-feira (9), em Mossoró. A iniciativa atraiu representantes do segmento educacional, religiosos, políticos e setor produtivo.

Recepcionaram os convidados o bispo diocesano Dom Mariano Manzana, o vigário-geral Flávio Augusto Melo, além dos padres Charles Lamartine e Sátiro Dantas.

Entre os presentes, governadora Fátima Bezerra (PT), prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade), senadores Jean-Paul Prates (PT) e Zenaide Maia (Pros), deputado federal Beto Rosado (PP), ex-deputado federal Henrique Alves (MDB), presidente da Câmara Municipal Lawrence Amorim (Solidariedade), deputada estadual Isolda Dantas (PT), reitora da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA) Ludimilla de Oliveira, reitora da Universidade do Estado do RN (UERN) Fátima Raquel, irmã Zelândia da direção do Colégio Sagrado Coração de Maria (CSCM), vários vereadores, estudantes, secretários municipais etc.

Nota do Blog – Levei falta. Penitencio-me.

Mas, minha velha companheira de décadas, a sinusite, fez minha cabeça para descansar  e evitar saída externa.

Depois conhecerei essa estrutura.

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Juiz rejeita pedido de anulação de nomeação da reitora da Ufersa

Ludmilla procurou o presidente para ser nomeada (Foto: BSV/Arquivo))
Ludmilla procurou o presidente para ser nomeada (Foto: BSV/Arquivo))

O titular da 8ª Vara da Justiça Federal do RN (JFRN), juiz Orlan Donato Rocha, rejeitou pedido de anulação da nomeação da reitora da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), professora Ludimilla de Oliveira. Considerou improcedente a demanda desencadeada nesse sentido pela deputada federal Natália Bonavidades (PT).

Ludimilla participou de consulta (pleito) interna na instituição e ficou em terceiro lugar, no dia 15 de junho do ano passado (veja AQUI).

O mais votado foi o prefessor Rodrigo Codes.

Votação

Rodrigo Codes – 35,55%
Jean Berg – 24,84%
Ludimilla de Oliveira – 18,33%
Josivan Barbosa – 12,94%
Rodrigo Sérgio – 6,33%

Com a prerrogativa de escolher qualquer um dos integrantes da lista tríplice (os três mais votados), o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), optou por ela (veja AQUI).

O Ministério Público Federal (MPF) também tinha entrado com uma Ação Civil Pública (ACP) com pedido de anulação (veja AQUI).

Nota do Blog – Decisão coerente do magistrado. Contra Ludimilla pesa a quebra de uma tradição no ambiente acadêmico de respeito à escolha pelo mais votado. Ela preferiu costurar nos bastidores o aval presidencial por seu nome. Questão ética que parece não lhe perturbar. Tinha a obsessão de ser reitora a qualquer custo. É reitora.

Conheça AQUI o perfil da reitora.

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Reitoria deve ter nomeação seguindo lista tríplice, diz STF

Fachin: decisão monocrática (Foto: arquivo)

Do G1 e Blog Carlos Santos

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (10) que a escolha de reitores de universidades federais e instituições federais de ensino superior deve seguir a lista tríplice organizada pelas entidades.

Fachin tomou a decisão ao analisar um pedido da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que o presidente Jair Bolsonaro fosse obrigado a escolher os primeiros colocados na lista tríplice. A OAB pediu ainda que fossem anuladas as nomeações que não seguissem esse critério.

A Lei 9.192, de 1995, define que o presidente da República escolherá como reitor e vice-reitor de universidades federais nomes selecionados em lista tríplice, elaborada pelo “respectivo colegiado máximo”. A lei não estabelece, entre os três, quem deve ser escolhido.

Entre janeiro e agosto do ano passado, das 12 nomeações de reitores de universidades, em cinco o escolhido não estava em primeiro lugar na lista, e uma (temporária) foi indicada fora da lista.

No Rio Grande do Norte

No estado do Rio Grande do Norte existem dois casos polêmicos quanto à nomeação de reitores. O Instituto Federal do RN (IFRN) teve eleição do professor José Arnóbio de Araújo Filho. Mas, quem acabou assumindo foi o interventor Josué Moreira, por indicação política do deputado federal General Girão (PSL). Ele sequer participou do pleito.

Na Universidade Federal Rural do Semi-árido (UFERSA), o mais votado foi o professor Rodrigo Codes. Porém, articulação política da terceira colocada Ludimilla de Oliveira a catapultou à reitoria da instituição.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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Ação tenta anular nomeação de Ludimilla de Oliveira

O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com ação civil pública (ACP) para anular a nomeação da atual reitora da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), Ludimilla Carvalho Serafim de Oliveira. Ela foi nomeada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, mesmo ficando em terceiro lugar na eleição. A prática de não seguir a escolha da comunidade acadêmica – com critérios políticos de natureza privada – já se repetiu em outras nove universidades federais brasileiras.

Em rápida estada em Mossoró, 21 de agosto, Bolsonaro avisou à Ludimilla sobre nomeação àquele dia (Foto: Blog do Barreto)

O MPF pede, também, a nomeação do professor Rodrigo Codes, vencedor do pleito.

Os procuradores da República Camões Boaventura, Emanuel Ferreira e Fernando Rocha, autores da ação, destacam que o presidente Jair Bolsonaro estabeleceu como condição para nomeação a não filiação partidária a partido político alvo da operação Lava Jato. Para eles, esse critério é “exclusivamente ideológico e não atende ao interesse público, pois pautado em aspecto meramente pessoal. Além disso, tal condição demonstra um falso motivo, pois o primeiro colocado na consulta, Rodrigo Codes, não apresenta qualquer filiação partidária”.

Dessa forma, o presidente da República agiu com desvio de finalidade e violou os princípios da moralidade e impessoalidade.

Inconstitucional

Para os representantes do MPF, a nomeação de candidato que não venceu a eleição é também inconstitucional. Apesar de a Lei 9.192/1995 afirmar que o presidente da República pode nomear para reitor e vice-reitor de universidade federal os professores entre os três mais votados, a legislação deve ser interpretada de acordo com a Constituição Federal (CF/88), que confere “autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial” às universidades (art. 207).

O MPF considera “a indicação de qualquer nome da lista que não seja a do primeiro colocado tem por finalidade fragilizar a autonomia universitária ou o regime democrático, sendo uma indicação inconstitucional”. A nomeação ofende também o artigo 206 da CF/88, que prega a liberdade e gestão democrática do ensino público.

A ACP tramitará na Justiça Federal no RN sob o n° 0801245-53.4.05.8401.

Denunciação caluniosa

O MPF/RN arquivou representação da reitora Ludimilla de Oliveira, sobre aluna que se manifestou contra sua nomeação. Ludimilla foi nomeada pelo presidente da República mesmo tendo ficado em terceiro lugar na eleição interna.

A reitora, agora, irá responder a uma ação penal por denunciação caluniosa contra a estudante Ana Flávia Lira (veja AQUI).

Conheça AQUI o perfil de Ludimilla.

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