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Sindicato cobra itens básicos para Unidades de Saúde

É de crise a situação de algumas unidades de saúde de Mossoró. Falta de medicamentos a itens básicos de segurança. A Unidade Básica de Saúde Bernadete Souza Ramos, localizada no Liberdade II, é um exemplo disso. Lá, há carência de luvas para os profissionais que realizam procedimentos odontológicos, desde odontólogos a auxiliares de consultório dentário (ACD).

A presidenta do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), Marilda Souza, esteve na UBS para confirmar as denúncias recebidas e confirmou as informações recebidas.

Na conversa com os servidores, a presidenta Marilda Sousa alertou sobre a importância de se realizar os procedimentos dentro de parâmetros mínimos de segurança. “É preciso zelar pela integridade do servidor e também do usuário”, destacou a sindicalista.

PCCS

A observação foi feita pela presidenta logo após os servidores informarem que caso a UBS não disponha de todos os equipamentos de proteção individual e de condições mínimas de segurança paralisariam as atividades. “Não há sequer água sanitária para fazer a assepsia dos consultórios”, lamenta Marilda Sousa.

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) espera há mais de um mês por uma audiência com o prefeito interino Francisco José Júnior para tratar sobre o Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS) dos fiscais de controle ambiental e urbanismo. “Protocolamos ofício na prefeitura dia 17 de janeiro e até agora sequer foi aprazada uma data”, denuncia a sindicalista Marilda Sousa, presidenta do SINDISERPUM.

Ela lembra que o sindicato trabalhou com os servidores a construção do PCCS, que inclusive já conta com parecer jurídico da Controladoria da própria prefeitura. “Esperávamos ser recebidos pelo prefeito, principalmente porque ele iniciou sua gestão se dizendo aberto ao diálogo. Infelizmente, não é o que vem ocorrendo na prática”, lamenta.

Com informações do Sindiserpum.

Pasep é novo problema deixado para trás em prefeitura

Os servidores públicos de Mossoró que ainda não receberam o pagamento do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor (PASEP) poderão entrar em greve nos próximos dias.

O pagamento do benefício está atrasado desde agosto, porque a administração municipal da prefeita cassada Cláudia Regina (DEM) não repassou ao Governo Federal os dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).

“Sabemos que o pagamento é feito pelo Governo Federal, mas como o atraso foi provocado por incompetência da prefeitura, é ela quem tem que arcar com as consequências de seus atos. Além disso, nosso pedido de que o município pagasse e depois recebesse do Governo Federal foi ignorado tanto pela ex-prefeita quanto pelo prefeito interino”, lamenta Marilda Sousa, presidenta do sindicato da classe (SINDISERPUM).

A sindicalista afirma que caso o pagamento não seja realizado o mais breve possível, os trabalhadores vão cruzar os braços.

“Os servidores já esperaram demais”, analisa, acrescentando que na próxima semana deverá ser iniciada a mobilização para início da greve.

Com informações do Sindiserpum.

Nota do Blog – Impressiona a quantidade e diversidade de “pepinos” que estão soltos na administração municipal, herança maldita da era Fafá Rosado (PMDB), que Cláudia Regina (DEM) procurou sanar ou minimizar, mas cometendo o pecado da camuflagem.

Uma crise que se agrava no “colo” do prefeito provisório Francisco José Júnior (PSD), que ainda enfrenta nítida sabotagem para parecer que ele, interino, é o culpado.

Pobre Mossoró!

Briga interna em sindicato bota criador e criatura em conflito

Está se agudizando a disputa interna no Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM). Antigos aliados, agora, são adversários inflexíveis.

A atual presidente Marilda Sousa e o ex-presidente Gilberto Diógenes estão se digladiando pelo poder na entidade.

O caso pode ganhar formato de Boletim de Ocorrência na esfera policial e arenga processual na Justiça.

Marilda é “cria” de Gilberto. Sucedeu-o na presidência do Sindiserpum.

O enredo é a história se repetindo. A arte virando realidade

A criatura e o criador não se entendem.

Também tem relação direta com conflitos internos no PT.

Aguardemos as cenas do próximo capítulo.

 

Prefeita Cláudia Regina garante cumprimento de compromisso

Cláudia, Marilda (de costas), Tomaz, Ieda e Wellington em encontro hoje

A presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) Marilda Sousa, teve encontro informal com a prefeita Claudia Regina (DEM) e o vice-prefeito Wellington Filho (PMDB), à manhã de hoje, na Praça de Eventos.

Ela estava acompanhada do vereador Tomaz Neto (PDT).

O encontro permitiu que dirigente sindical e vereador interpelassem a prefeita sobre questões relacionadas ao funcionalismo.

Piso

A questão do pagamento do piso salarial dos professores, para início do próximo ano, entrou no diálogo.

Ladeada ainda pelo secretário de Relações Institucionais Petras Vinícius e a titula da Educação Ieda Chaves, Cláudia deixou claro que o Município iria se manter dentro da lei.

A prefeita disse que a questão era inquestionável.

Os interlocutores participavam da XI Mostra de Projetos Científicos e Culturais promovida pela Prefeitura de Mossoró, envolvendo alunado da rede municipal de ensino.

 

Sindicato de Servidores reage à falta de pagamentos

O Sindicato dos Servidores do Município de Mossoró (SINDISERPUM) vai acionar sua assessoria jurídica para avaliar o que pode ser feito para que a Prefeitura de Mossoró cumpra com obrigações basilares com seus funcionários.

A presidente do Sindiserpum, Marilda Sousa, confirmou postagens em primeira mão desta página, em relação aos empréstimos consignados e o Previ-Mossoró (Previdência própria).

“Os servidores estão recebendo cobranças indevidas e podem até ter seus nomes negativados pelos bancos”, diz ela, pois recolhe na fonte os recursos dos consignados e não os repassa às financeiras.

Quanto ao Previ, “um débito de R$ 4.259.215,65 referente à parcela patronal dos dois últimos meses de 2012 foi negociado em 12 prestações de R$ 354.934,65. Estava sendo honrado em dia. Mas os atrasos acumulam-se também com as transferências atualizadas”, disse o Blog – VEJA AQUI.

Importante sindicato tem outro racha do PT

Não é só no universo partidário que o PT está rachado em Mossoró. Na vida sindical, também.

Um dos mais importantes sindicatos controlados pelo partido no município, o Sindiserpum, terá confronto entre atual e ex-dirigente.

Marilda Sousa está em campanha à reeleição. Gilberto Diógenes, que é seu antecessor e a apoiou à eleição, trabalha numa via de oposição.

O Sindiserpum é o Sindicato dos Servidores Municipais.

Na campanha eleitoral municipal do ano passado, o partido também não se entendeu. Inclinado a ter candidatura própria, acabou engolindo decisão imposta pelo comando nacional, para coligação com o PSB.

Saiu do pleito apenas com a eleição do professor Luiz Carlos Martins a vereador.

Governistas ficam à vontade para exaltação de fim da CEI

Por proposição do líder da bancada oposicionista, Luiz Carlos Martins (PT), os vereadores desse bloco na Câmara de Mossoró retiraram-se de forma uníssona do plenário. O caso ocorreu em plena sessão ordinária.

Vereadores deixam plenário com governistas triunfalistas

Os sete parlamentares deixaram apenas os governistas em cena.

A atitude foi justificada por Luiz Carlos como “solidariedade” aos servidores públicos, em especial os da Saúde.

A postura dos parlamentares foi bem além de um gesto de simpatia com o funcionalismo. A leitura é outra.

Foi uma forma de “isolar” toda a bancada do governo em plenário para a formalização do “sepultamento” da Comissão Especial de Investigação (CEI) que apuraria supostos deslizes na folha de pessoal da Prefeitura de Mossoró.

Durante longos minutos vereadores do governo se revezaram no microfone em discursos e apartes, saudando o fim da CEI. Trataram o caso como um  triunfo de interesse público e, em certos momentos, com soberba.

Marilda

O presidente Francisco José Júnior (PSD) chegou a ser elogiado por ter conduzido esse processo da CEI com “imparcialidade” e “equilíbrio”.

Servidores fizeram protestos nas galerias da casa, mas saíram pacificamente.

Até um incidente entre a presidente do Sindicato dos Servidores do Município (SINDISERPUM), Marilda Sousa, e alguém que teria cargo comissionado na prefeitura, chegou a ser registrado.

Os perdedores souberam tirar proveito da situação, evitando o simples bate-boca. Deixaram os vencedores à vontade.

Os efeitos do episódio ainda serão medidos adiante. É cedo para mais tititi.

Sindicato se irrita com postura de prefeita

A prefeita Cláudia Regina (DEM) adiou – mais uma vez – a audiência solicitada pela diretoria do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) para discutir as questões pendentes da pauta de reivindicações do funcionalismo público municipal. Essa é a quarta vê em que a prefeita desmarca um encontro com os representantes dos trabalhadores.

Para piorar, não foi sequer aprazada uma nova data.

“Já são quatro adiamentos. Além de se constituir numa falta de respeito, revela uma postura prepotente que a prefeita garantiu que não teria quando assumisse o Executivo”, revela a presidente do Sindiserpum, Marilda Sousa.

Educação

São várias as reivindicações que, apresentadas (algumas reapresentadas) desde o início do ano e que ainda não foram atendidas pela administração municipal. Na Saúde, por exemplo, existem questões que precisam ser atendidas com urgência, como por exemplo os problemas que vêm sendo registrado no pagamento, quando há supressão de valores nos contra-cheques e nas contas de trabalhadores.

Na Educação, além do concurso público, a concessão das promoções também está emperrada. A prefeitura pregou um cartaz na Secretaria Municipal da Educação com os nomes de mais de 300 professores que têm direito ao benefício, no entanto, a publicação no Jornal Oficial do Município (JOM) vem sendo feita a conta gotas.

Sem a publicação no JOM, não há pagamento efetivo do benefício.

Com informações do Sindiserpum.

Oposição garante apoio para pagamento do FGTS

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) conseguiu na tarde desta terça-feira (18 de junho), o apoio da bancada de oposição na Câmara Municipal de Mossoró à sua luta pelo pagamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) dos servidores públicos.

Reunião teve presença de vereadores da oposição

A presidente da entidade, Marilda Sousa, agradeceu e destacou que a entidade deseja o apoio de todos os demais vereadores para que a prefeitura faça o empréstimo que garantirá o pagamento do FGTS.

Vereadores do governismo não apareceram para endossar a luta dos trabalhadores, mesmo convocados.

Herança maldita

O lengalenga do FGTS remonta à época de gestão da então prefeita Rosalba Ciarlini (DEM).

A “herança maldita” tem sido levada com a “barriga” pela prefeitura, em incontáveis gincanas processuais.

Em campanha eleitoral, todos, exatamente todos os candidatos a prefeito prometeram saldar o débito.

Cálculos já feitos pela Justiça do Trabalho apontam para um montante superior a R$ 56 milhões para pagamento do FGTS, que remonta ao início dos anos 90, quando a então prefeita Rosalba Ciarlini (DEM) deixou de efetuar esse crédito legal.

Prefeitura e sindicato negociam reajuste

Representantes do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) foram recebidos mais uma vez no Palácio da Resistência para tratar da negociação sobre a data base do funcionalismo municipal.

A presidente do Sindicato, Marilda Sousa, acompanhada de uma comissão do Sinsiderpum, foi recebida pelos secretários da Educação, Iêda Chaves; da Comunicação Social, Julierme Torres; da Administração, Antoneide Pereira; da Fazenda, José Hélio Araújo, pelo consultor geral, Olavo Hamilton, a controladora geral, Fátima Marques, e pela procuradora do município, Rafaela Burlamarqui.

Em diálogo anterior, a prefeitura propôs um reajuste de 4.76% aos professores da rede municipal, a ser pago até o fim deste ano. O sindicato acatou o percentual, mas reivindica o pagamento em duas parcelas (Junho e Julho). A proposta está sendo analisada pelo município.

Sobre o reajuste para os demais servidores municipais do quadro efetivo, a prefeitura apresentou a proposta de pagar 5.84% à categoria, parcelado até o fim deste ano. Os representantes do sindicato vão levar a proposta aos servidores e trarão uma resposta na próxima quarta-feira, quando prefeitura e Sindiserpum voltam a ter um encontro sobre o assunto.

Outro ponto discutido na reunião foi o pagamento do retroativo de janeiro relacionado ao reajuste de 7.97% dado pelo município ao magistério e pago a partir da folha de Fevereiro. Houve entendimento de que a partir do fechamento da negociação salarial, o Município e o Sindserpum iniciam o diálogo sobre esse ponto.

 

Colegiado diz que sindicato mente sobre merenda escolar

Na última sexta-feira (19), às 10h45, o Blog publicou postagem sob o título “Sindicato denuncia falta de merenda escolar“, em que a presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), Marilda Sousa, apontava situações delicadas envolvendo prefeitura e alunado de escolas municipais.

A prefeitura pronunciou-se, no mesmo dia, com nota de esclarecimento assinada pelo jornalista Julierme Torres, secretário da Comunicação do município, que contestou veeementemente a notícia que o título da postagem resumia. O Sindiserpum preferiu o silêncio,  sem sustentar o que informara ou fazer tréplica ao secretário.

Marilda não usou de rodeios para fazer a denúncia:

“Sem merenda, as escolas e Unidades de Educação Infantil (UEI) têm enfrentado dificuldades para alimentar os alunos. “É uma crime o que a prefeitura está fazendo porque muitas dessas crianças e jovens têm a merenda como única fonte de alimentação”, destaca a presidenta do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), Marilda Sousa. “Um dia desses uma criança passou mal, e ao chegar ao médico foi constatado que era fome”, acrescenta.

“Questionamos a denúncia, apontando que a mesma era inverídica. Hoje (quarta-feira, 24), recebi ofício do Conselho de Alimentação Escolar (CAE) que só confirma a falta de sustentação na denúncia. Repasso para você o ofício do CAE e, assim, espero colocar um ponto final nessa polêmica desnecessária e frágil”, afirma novamente Julierme Torres.

Marilda chegou a ponto de declarar que tinha feito contato com o CAE, o que é desmentido por esse colegiado fiscalizador. O mesmo colegiado enviou ofício à Marilda, com cópia para Julierme, em que cobra retratação da denúncia nos órgãos de imprensa em que fora publicada a notícia.

Além disso, assinala que tem feito inspeções regulares, sem identificar irregularidades na merenda escolar, como atestara a sindicalista.

O ofício desse órgão de caráter fiscalizador é assinado por sua presidente, Antônio Gerlúcia Aires.

Nota do Blog – O Sindiserpum, através de sua presidente, envolve-se numa situação embaraçosa e comprometedora. Representante do funcionalismo municipal e com autoridade institucional para formular denúncias, criticar e defender interesses de quem representa, poderia ter sido menos inconsequente.

A menos que tenha provas de que sua denúncia é, sim, verídica, contrariando o próprio CAE, poderá restituir parte de sua imagem arranhada neste episódio.

Até esse “capítulo”, o caso ganha status de pura leviandade.

Sindicato denuncia falta de merenda escolar

A prefeitura de Mossoró ainda não repassou às unidades de ensino da rede municipal a verba para a merenda escolar. O detalhe é que o dinheiro já está na conta da prefeitura desde março passado.

Sem merenda, as escolas e Unidades de Educação Infantil (UEI) têm enfrentado dificuldades para alimentar os alunos.

“É uma crime o que a prefeitura está fazendo porque muitas dessas crianças e jovens têm a merenda como única fonte de alimentação”, destaca a presidenta do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), Marilda Sousa. “Um dia desses uma criança passou mal, e ao chegar ao médico foi constatado que era fome”, acrescenta.

Marilda revela que fez a denúncia ao Conselho da Alimentação Escolar (CAE) e este informou que não sabia o porquê do atraso no repasse já que o dinheiro já está na conta da prefeitura desde março.

Nota do Blog – A Prefeitura de Mossoró deve explicações à sociedade.

A denúncia é de uma gravidade sem medidas, sobretudo num momento em que a municipalidade abarrota suas salas, repartições e autarquias com enxurrada de cargos comissionados.

Consultor de prefeitura e sindicalista têm litígio na Justiça

É logo mais às 15h, no Juizado Especial de Mossoró, a primeira audiência do processo que o consultor geral da Prefeitura de Mossoró, Olavo Hamilton Ayres Freire de Andrade, move contra a presidenta do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), Marilda Maria de Sousa.

Olavo acionou judicialmente a sindicalista, porque ela o denunciou e a outros auxiliares da então prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, por acúmulo ilegal de cargos.

Sentindo-se maculado em sua imagem, Olavo resolveu questioná-la judicialmente através de uma ação criminal.

Olavo Hamilton, por exemplo, acumulava o cargo de procurador-geral do Município com o de professor universitário, além de receber honorários de sucumbência nas ações em que a prefeitura fosse declarada vitoriosa.

Para o assessor jurídico do Sindiserpum, advogado Lindocastro Nogueira, Olavo não poderia receber tais honorários pelo fato de ocupar um cargo, o de procurador-geral, pelo qual recebe subsídios, ou seja, vencimentos fixos. “Pela pela lei, quem recebe subsídio não pode ter outro tipo de remuneração”, enfatiza Lindocastro Nogueira.

“Além de afrontar a Constituição Federal, que veda esse tipo de situação, Olavo Hamilton também estava infringindo a legislação municipal e ainda feria o princípio da isonomia salarial, uma vez que ele quase sempre recebia mais que os demais secretários. Aliás, houve meses em que Olavo ganhou mais que a prefeita”, lembra o assessor.

Com informações adicionais do Sindiserpum.

Sindicato desconfia de reforma administrativa

A votação do projeto de reforma administrativa da Prefeitura de Mossoró, que entrará em vigor na próxima administração da vereadora e prefeita eleita Cláudia Regina (DEM), deixa o sindicato dos servidores ressabiado. Intranquilo.

A matéria foi entregue ontem no Palácio da Resistência ao conhecimento dos vereadores governistas e na próxima segunda-feira (17/12), a partir das 9h, será apreciado na Câmara Municipal.

“O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) está preocupado com esse projeto, uma vez que ele não foi debatido com a sociedade como um todo, nem com o funcionalismo público municipal,” diz comunicado sindical

“O projeto vai ser votado na próxima segunda-feira e ninguém sabe o que está proposto nele. Desconfiamos de que deve ter coisas que devem prejudicar os trabalhadores, porque do contrário ele teria sido levado ao conhecimento de todos antes de ser enviado ao Legislativo”, analisa Marilda Sousa, presidenta do SINDISERPUM.

 

Sindicato aguarda decisão sobre hora-extra

O funcionalismo público municipal aguarda com expectativa que a prefeita de direito Fátima Rosado (DEM) decida, definitivamente, sobre a estabilização das horas-extras de algumas categorias. A chefe da municipalidade foi questionada na última terça-feira (4/12) sobre o assunto.

Fafá Rosado nomeou uma comissão, em setembro passado, para estudar a questão. O prazo para o grupo concluir os trabalhos se esgotou, sem que fosse apresentado um parecer.

“Nossa expectativa é que esse parecer seja elaborado nos próximos dias e que a prefeita faça a referida estabilização antes da conclusão de seu mandato”, destaca Marilda Sousa, presidenta do Sindicato dos Servidores Público Municipais de Mossoró (SINDISERPUM).

Tem direito à estabilização das horas-extras os servidores que recebem o benefício há mais de 5 anos.

Sindicato diz que não consegue audiência com prefeita

A Prefeitura de Mossoró está se recusando a receber os representantes do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM). A entidade protocolou ofício segunda-feira da semana passada, solicitando audiência com a prefeita de direito Fátima Rosado (DEM) e também com a prefeita eleita, vereadora Cláudia Regina (DEM).

Sem ter tido resposta, a presidenta do Sindiserpum, Marilda Sousa, telefonou para o Gabinete da prefeita nesta terça-feira (6/11), e foi informada que o ofício do sindicato ainda está no setor de protocolo da prefeitura, “numa clara tentativa de postergar a realização da aludida audiência”, diz a sindicalista.

“Ora, se o pessoal que trabalha no Palácio da Resistência não tiver competência para dar o devido encaminhamento a um simples ofício, não sei o que estão fazendo lá. Ou então, só posso afirmar que está havendo má vontade para se marcar a audiência”, raciocina Marilda Sousa.

A audiência pretendida pelo sindicato servirá para que a diretoria do sindicato entregue cópia do selo de “Transitado em Julgado” da ação judicial relativa ao pagamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), herança ainda do período em que a atual governadora Rosalba Ciarlini (DEM) era prefeita.

A prefeita Fátima Rosado afirmava que assim que  houvesse o trânsito em julgado da ação, tomaria providências para o pagamento.

Os valores são uma herança maldita para a atual prefeita, mas que deve cair no colo de sua sucessora, vereadora Cláudia Regina.

Larissa garante pagamento de FGTS a servidores

A candidata Larissa Rosado (PSB), da Coligação Mossoró Feliz, assumiu compromisso público “de respeito e valorização do servidor da Prefeitura”, em reunião na sede do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), hoje à tarde.

Larissa reafirmou que pagará o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) atrasado, “ao contrário da atual gestão, que evita pagá-lo com recursos à Justiça”. Ela garante que vai por fim à guerra jurídica e que fará o pagamento.

“O FGTS é um direito do servidor e tem que ser pago. O pagamento é uma obrigação do município e será feito. Todos os 3.677 servidores receberão o que têm direito, podem ficar certos disso. Será uma prioridade”, assegurou Larissa.

Na reunião, a candidata também apresentou propostas para o funcionalismo e respondeu perguntas dos servidores, reiterando que atuará em parceria com o Sindiserpum, com diálogo, ouvindo o servidor e atendendo suas demandas.

A presidente do Sindiserpum, Marilda Sousa, considerou positiva a reunião. “Pela primeira vez, o sindicato consegue se reunir com um candidato a prefeito líder nas pesquisas. Sempre tentamos isso e somente este ano conseguimos”, disse.

Com informações da Coligação Mossoró Feliz.

Sindicato desmente informações de Cláudia Regina

“A vereadora Cláudia Regina (DEM) candidata a prefeita de Mossoró, distorceu a realidade de fatos relacionados a direitos dos servidores públicos municipais de Mossoró. Foi na noite da última segunda-feira (20), durante sabatina em uma FM local e uma TV a cabo”, informa o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM).

A entidade afirma que a candidata a prefeito pelo governismo “tenta confundir a opinião pública sobre seu posicionamento na Câmara Municipal.”

Na oportunidade, Cláudia Regina disse que a ação em que os servidores pleiteiam pagamento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) não transitou em julgado, fato este público e notório, ocorrido que foi em 2008 – adianta o sindicato.

“A candidata negou que exista valor para a causa. Existe o valor total, mais de R$ 50 milhões, e o valor individual, por cada um dos mais de 3 mil servidores que têm direito ao benefício. Os cálculos estão no sindicato e cada servidor já consultou e sabe a quanto tem direito”, destaca Marilda Sousa, presidenta do Sindiserpum.

Inverdades

“Cláudia Regina também faltou com a verdade quando disse que não havia votado contra o servidor. Votou pelo menos duas vezes: na questão do FGTS e ainda no projeto de lei que alterou para pior o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração do Magistério (PCCRM)”, insiste o mesmo sindicato, através de comunicado oficial e pronunciamento de Marilda.

“É público em Mossoró que a Câmara Municipal alterou o PCCRM este ano, e o referido plano somente foi recuperado após intensa mobilização do Sindiserpum e pressão dos servidores”, relembra ela.

“Outra inverdade proferida por Cláudia Regina foi a de que a direção do SINDISERPUM teria agradecido a ela pelo fato de o PCCR-M ter sido recuperado, quando na verdade, o que houve foi um discurso da presidenta Marilda Sousa historicizando toda a greve e comentando sobre o papel de cada um dos envolvidos no processo”, assinala o sindicato em seu comunicado.

“O que se percebe é que a candidata, ao dizer essas inverdades, tenta confundir a opinião pública sobre seu posicionamento na Câmara Municipal e, ao mesmo tempo, deixa uma certeza: a de que ela não tem nenhum interesse em pagar o FGTS dos servidores”, destaca Marilda Sousa.

 

Sindicato acusa prefeita de não cumprir acordo, de novo

“A prefeita de Mossoró, Fátima Rosado (DEM), a “Fafá” faltou com a palavra mais uma vez”. A afirmação sai de forma oficial, em nota do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM).

“Ela descumpriu o acordo feito com o sindicato, através do qual deveria enquadrar os membros da Banda de Música Artur Paraguai no Plano de Cargos, Carreias e Salários (PCCS) do funcionalismo público mossoroense”, assinala a presidente da entidade, Marilda Sousa.

Segundo Marilda, “a prefeita se comprometeu a fazer o enquadramento em maio, mas não o fez. Depois, disse que faria em junho, dentro do prazo de 180 dias previsto pela lei. Não o fez”.

A sindicalista é ainda mais contundente: “Na verdade, a prefeita tem se especializado em cumprir leis e acordos propostos por ela mesma”.

Sindicato não consegue fiscalizar Previ Mossoró

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) ainda aguarda que a prefeita Fátima Rosado (DEM) conceda audiência para tratar sobre o Previ Mossoró (Previdência própria de servidores municipais).

Ofício nesse sentido foi protocolado no Gabinete da prefeita há mais de 30 dias. “Nos prometeram que a audiência ocorria em 20 dias e até agora nada”, reclama Marilda Sousa, presidenta do SINDISERPUM.

O sindicato quer cobrar da prefeita a posse dos membros do Conselho de Gestão do instituto de previdência da prefeitura. “Já faz meses que enviamos a relação com os nomes dos representantes dos trabalhadores e a prefeita fica postergando a posse do pessoal, como se estivesse fugindo da fiscalização”, critica a sindicalista.

Marilda Sousa diz que é um absurdo que a prefeitura venha arrecadando milhões de reais desde janeiro através do Previ Mossoró e até agora não haja qualquer fiscalização sobre o destino dado ao dinheiro porque a prefeita se nega a dar posse ao Conselho de Gestão.

Sindicato denuncia auxiliares de Fafá ao Ministério Público

O Ministério Público (MP) iniciou investigação para apurar os prováveis crimes de acúmulo ilegal de cargos por alguns auxiliares da prefeita Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”. A denúncia foi feita pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), que inclusive já ajuizou ação nesse sentido.

Na última terça-feira (12), a presidenta do sindicato, Marilda Sousa, participou de audiência na 11ª Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público, em ato preparatório à abertura de inquérito civil, através do qual o promotor Eduardo Medeiros investigará a situação.

De acordo com o sindicato, estão acumulando cargos ilegalmente os seguintes auxiliares da prefeita Fafá Rosado: Mairton França (Gerência Executiva da Gestão Ambiental), Iêda Chaves (Gerência Executiva da Educação e Gerência Executiva de Esporte e Lazer), Olavo Hamilton (Procuradoria Geral do Município), Benjamim Bento (Gerência Executiva da Saúde), Paulo Linhares (Previ Mossoró), Clézia Barreto (Gerência Executiva da Cultura) e Manoel Bizerra (Gerência Executiva dos Recursos Humanos, Guarda Municipal e Defesa Civil), além de Francisco Carlos, que deixou recentemente a Secretaria Municipal da Cidadania para concorrer nas próximas eleições.

Alguns deles acumulam cargo na própria estrutura da prefeitura, como Iêda Chaves, Benjamim Bento (que tem 60 horas como servidor efetivo e assumiu a Gerência da Saúde sem se afastar de seus vínculos), e Manoel Bizerra.

Outros, acumulam cargos com o de professor da Universidade do Estado do RN (UERN). Nessa situação aparecem Iêda Chaves, Mairton França, Olavo Hamilton, Clézia Barreto, Francisco Carlos e Paulo Linhares.

“Todos eles ocupam ou ocuparam cargos com status de secretaria, que exige dedicação exclusiva e mesmo assim, nenhum deles deixou seus vínculos anteriores”, aponta Marilda Sousa.

O promotor Eduardo Medeiros revelou ao sindicato que caso a denúncia fique comprovada, esses gestores estarão cometendo crime de improbidade administrativa. O MP solicitará que a prefeitura apresente explicações para as denúncias em no máximo 15 dias.

Com informações do Sindiserpum.

Sindicato aplaude entendimento em prol de educadores

A presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), Marilda Sousa, pronunciou-se hoje em sessão ordinária da Câmara de Mossoró, sobre movimento grevista recentemente encampado. Emitiu nota de agradecimento maduro, salientando importância do diálogo entre as partes envolvidas.

Veja o teor da nota abaixo:

Os profissionais da educação, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) e o Comando de Greve vem a público agradecer aos mossoroenses pelo apoio e solidariedade prestados aos trabalhadores durante a greve da educação.

O agradecimento é extensivo aos alunos, aos pais de alunos, a todo o funcionalismo público e aos diversos segmentos que compõem à sociedade que direta e indiretamente, contribuíram para a luta dos trabalhadores e a defesa de educação pública de qualidade.

Reconhecemos a maturidade do Poder Executivo, ao retomar as negociações com os trabalhadores para que, juntos, se chegasse a uma melhor solução para por fim à greve citada.Por fim, também apresentamos nosso agradecimento à Câmara Municipal que, num gesto de grandeza, reconheceu a importância de se preservar o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração do Magistério (PCCR-M).

Nota do Blog – Perfeito, Marilda.

Parabéns à prefeitura, que admitiu erro crasso na elaboração do projeto e no ímpeto para fazê-lo ser aprovado na Câmara Municipal. Mas ao mesmo tempo, a vereadores, educadores e setores da imprensa que defenderam o diálogo, apontando o deslize técnico no projeto do PCCR-M, para que não ocorresse prejuízo aos educadores.

Para lamentarmos, de novo, o papel de alguns setores do próprio governo e da imprensa, que tentaram jogar a opinião pública contra os grevistas, sem o devido debate e o contraditório. De  novo, escolheram o lado que os remunera, para atacar cegamente os educadores.

Saem queimadíssimos, se é que ainda exista algo a ser moralmente incinerado nesses jagunços.