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Pré-candidato ao Senado faz ‘Pingo’ com mais de 80 políticos regionais

Em sua curta estada em Mossoró nesse último sábado (4), o deputado federal e pré-candidato ao Senado, Rafael Motta (PSB), não percorreu apenas o Corredor Cultural no evento Pingo da Mei Dia. Ele mexeu-se com amplitude regional.

Almoço aconteceu no Restaurante Colher de Ouro, em Mossoró (Foto: cedida)
Almoço aconteceu no Restaurante Prato de Ouro, em Mossoró (Foto: cedida)

Antes de ir para o Pingo, reuniu mais de 80 lideranças e correligionários da região de Mossoró, Costa Branca e Oeste no Restaurante Prato de Ouro (Alto São Manoel),

Na mesa, também, o ex-deputado federal e pré-candidato novamente à Câmara dos Deputados Henrique Alves (PSB), o deputado estadual Souza Neto (PSB) e o vereador mossoroense e pré-candidato à Câmara Federal, Pablo Aires (PSB). A prefeita Cinthia Sonale (PSDB), de Grossos, foi outro nome a figurar na reunião.

Estavam entre os convidados, representantes de Governador Dix Sept Rosado, Serra do Mel, Apodi, Felipe Guerra, Severiano Melo, Campo Grande, Rafael Fernandes, Umarizal e Almino Afonso.

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Hoje não tem crônica

Por Marcos Ferreira

É isso mesmo, hoje não tem crônica. Não tem porque o texto que produzi para este domingo, iniciado na sexta-feira à noite e quase concluído neste sábado, por volta das cinco da tarde, foi apagado por mim acidentalmente, claro. De maneira desastrosa, portanto, numa infeliz e involuntária combinação de teclas enquanto eu digitava, eis que o documento do Word súbito se fechou. Gelei.

Quando tornei a abrir o arquivo, cujo título era “Divina proteção”, sofri um baita choque: não continha uma palavra, uma letra sequer. Das quase três páginas que eu escrevera até àquele instante, restou só uma, mas rigorosamente em branco. Levei as mãos à cabeça, desnorteado. “Agora ferrou”, concluí.Tecnologia, informática, homens trabalhando,manutenção

Sim, eu estava (ainda estou, aliás) ferrado. O sentimento de impotência foi absoluto. Perdi tudo, tudinho, e, a esta altura, já noite de sábado, 7 de agosto de 2021, não tenho como tirar outro coelho da cartola. Não sou mágico das palavras, nem posso reescrever, do zero, o “Divina proteção”. Minha memória, durável quanto um Sonrisal num copo com água, não me permite essa façanha.

Após uma boa sequência de tantos domingos sem faltar com o prezado leitor e a gentil leitora, apareço nesta manhã de sol e céu azul (banco aqui a moça do tempo) com as mãos abanando. Achei por bem, contudo, prestar-lhes este esclarecimento por meio disto, que eu planejara ser uma simples nótula.

Todavia, como percebem, findei me alongando. A simples nótula descambou para relatório. Às vezes, apesar do hábito da concisão que adquiri na feitura de sonetos metrificados com rigor, especialmente nos versos decassílabos, tenho certa dificuldade em ser objetivo, de ir direto ao ponto. Aí, perdoem esta alegoria, falo algo proporcional a uma farmácia para expressar um comprimido.

Outro dia, porém, topei com um leitor generoso na calçada do antigo Cine Pax. Nossos caminhos eram opostos, ainda assim nos detivemos por uns breves minutos. Disse-me, entre uma coisa e outra, que acompanha meus escritos desde O Mossoroense e da Revista Papangu. De repente ele acrescentou:

— Aquele seu texto; que poder de síntese!

Vejam isso: “poder de síntese”. Trata-se de uma frase batida, genérica, não raro empregada na falta de algo melhor ou mais substancial a ser dito, mas não posso negar que me senti lisonjeado. Esse generoso e simpático leitor, que conheço apenas de chapéu, referia-se a uma crônica curtinha (pouco mais de uma página) que expus neste blogue, se não erro na conta, há dois ou três domingos.

— Qual?! — indaguei tomado de curiosidade.

— Você fala dos pirilampos. Esqueci o título.

— Sei… Chama-se “Um simples vaga-lume”.

— Ah, foi esse aí, rapaz! Achei uma beleza.

— Hum, obrigado — respondi todo satisfeito.

Natália Maia, por outro lado, minha adorável e sincera noiva, não se ilude com qualquer textinho que lhe apresento. É a mais insuspeita e impiedosa avaliadora que possuo. Certo dia me fuzilou com o seguinte parecer sobre um conto que escrevi para um concurso literário: “Fraco. História confusa, sem pé nem cabeça.” Resultado: não ganhei sequer menção honrosa no referido concurso.

Nem as ostras produzem somente pérolas. Como também os poetas, cronistas, contistas, etc., não dão a conhecer unicamente rebentos literários preciosos. Aqui e acolá, ou no mais das vezes, surgem pedras falsas, gemas sem luz própria, de brilho emprestado, meros arremedos de outros autores e obras.

É verdade que há depoimentos (perdoem a imodéstia) que me dão orgulho, pois tenho consciência de que fiz por merecê-los. Pudera. Nunca me dediquei a outra coisa na vida com que me identifique mais que escrever. É esperado, então, que eu possua autocrítica, condições de compreender quando produzo algo deveras apresentável ou digno não mais do que a lixeira de um computador.

Retomando o assunto do início, perdi o que eu escrevera para este domingo. Creio, por mais suspeito que seja, que ocupei a telinha com umas boas três páginas que poderiam agradar ao prezado leitor e à gentil leitora. Infelizmente, por uma trapalhada ao digitar, como foi dito, acabei sem nadica de nada.

Indaguei, de mim para comigo, se não haveria, no elenco da Igreja Católica, um santo protetor dos escritores. Se não propriamente dos escritores, protetor ao menos das produções dos literatos, para interceder e evitar o extravio de literatura. “Há tantos santos por aí para tantas finalidades e causas”, continuei a pensar. Julgo de grande importância, avaliem isto, um santo protetor das letras.

E que tal um São Aparecido das Palavras?

As horas voaram. Não pude resgatar, reescrever, a crônica extraviada. Perdeu-se, escafedeu-se. Duvido de que depois, com a cabeça mais fria, eu me aventure e obtenha êxito em extrair dos escaninhos da minha memória nebulosa aquelas quase três páginas que se perderam numa lambança dos meus dedos.

Carlos Santos, meu editor, a quem chamo em outro trabalho literário de “o homem dos suspensórios”, ele que é o único indivíduo que avistei nesta prosaica cidade com o referido adereço incorporado ao seu vestuário, há de publicar estas linhas de improviso torcendo o nariz, meio a contragosto, pois me paga um gordo pró-labore por algo melhor que isto. Lamento se fui indiscreto.

O perigo agora, diante desta nota indiscreta, é outros participantes do blogue (como David Leite, Rocha Neto, Odemirton Filho e Inácio Augusto de Almeida) entrarem com pedido de remuneração. Esses quatro, pelo que eu sei, escrevem de forma abnegada, por completo amor às letras municipais.

— Você tinha que bater com a língua nos dentes?! — protestará “o homem dos suspensórios” logo que pôr os olhos nestas páginas.

Longe de mim, porém, querer semear a discórdia ou atrair despesas para este prestigioso canal de informação, opinião e cultura. Quem sabe na próxima semana, se der o peru no jogo do bicho, eu banque um lauto almoço para o Carlos Santos no Restaurante Prato de Ouro, onde a comida é supimpa.

As horas voaram, repito. Meus olhos queimam. No mais, prezado leitor e gentil leitora, melhor dizendo, hoje temos crônica, sim!

Marcos Ferreira é escritor

Restaurante Prato de Ouro vai estrear em novo endereço

Prato de Ouro - LogomarcaO Restaurante Prato de Ouro (Mossoró) vai para outro endereço.

Estreará em nova e ampla casa no fim dessa semana.

Em face da mudança, ele fecha suas portas em definitivo à Rua Raimundo Firmino de Oliveira, 405, Costa e Silva, em frente ao Instituto Federal do RN (IFRN), onde esteve por cerca de 14 anos.

A partir da sexta-feira (16), a sua localização será a Avenida Presidente Dutra, 11, ao lado da Faculdade de Enfermagem e de Medicina Nova Esperança (FACENE), bairro São Manoel.

Portas abertas de 11 ás 15 horas todos os dias (à exceção das segundas-feiras).

Contato WhatsApp: (84) 9-99048616.

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Restaurante Prato de Ouro retomará atividades no sábado (1º)

Prato de Ouro retoma atividades dia 1º de maioO “Restaurante Prato de Ouro” vai retomar suas atividades, após algumas semanas de suspensão de atividades, em face de medidas mais restritivas de enfrentamento à Covid-19.

No próximo dia 1º (sábado), haverá atendimento normal, mesmo assim seguindo as normas de decreto estadual em vigência e cuidados biossanitários.

Os serviços serão delivery, à la carte, self-service e para retirada de pedidos no local.

O Prato de Ouro fica localizado à Rua Raimundo Firmino de Oliveira, 405, Costa e Silva, em Mossoró.

Precisamente, em frente à sede local do Instituto Federal do RN (IFRN).

Contato WhatsApp: (84) 9-99048616.

Nota do Blog – Meus caros Cyro, Bráulia e Rocha Neto, por esses dias esbarro aí. Sucesso!

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Prato de Ouro suspende serviços temporariamente

Localizado à Rua Raimundo Firmino de Oliveira, 405, Costa e Silva, em frente à sede do Instituto Federal do RN (IFRN) de Mossoró, o Restaurante Prato de Ouro resolveu suspender por 15 dias suas atividades.

Veja abaixo a nota de sua direção:Restaurante Prato de Ouro suspende atividades por 15 dias a partir de 2 de março de 2021

Nota do Blog – Aguardamos a reabertura no pé da porta, sem aglomerar, com máscara e todos os cuidados necessários, como também o são internamente.

Até lá!

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