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Lula ganha de Bolsonaro e é aprovado; Fátima tem reprovação

Arte produzida pelo jornal e portal Diário do RN (Reprodução do BCS)
Arte produzida pelo jornal e portal Diário do RN (Reprodução do BCS)

A serviço do jornal/portal Diário do RN, o Instituto Datavero foi às ruas em 50 municípios do Rio Grande do Norte para sondar o eleitorado a respeito das intenções de voto para o pleito de 2026. Além da disputa ao Governo do RN (veja postagem anterior), também foi perguntado: “Se as eleições fossem hoje e os nomes fossem esses, em quem você votaria para a presidência da República?”

Para 45,96% dos entrevistados, o escolhido seria o atual presidente da República, Lula da Silva (PT), provável candidato à reeleição.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é o segundo com 22,25% das intenções.

Em terceiro aparece o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, com 8,48%; seguido pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (PL), com 5, 43%.

Já a ministra Simone Tebet (MDB) soma 2,05%; Ratinho Júnior (PSD), governador do Paraná, tem 1,13%; enquanto o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), aparece com 1,06%.

Enquanto isso, Ronaldo Caiado, governador de Goiás, totaliza 0,73% e Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais, tem 0,40% das intenções de voto dos potiguares.

Já 4,24% dos entrevistados não souberam ou não responderam e 8,28% disseram “nenhum.”

Lula aprovado, Fátima desaprovada

O mais recente levantamento do Instituto DataVero mostra o nível de satisfação do eleitorado do Rio Grande do Norte sobre a avaliação dos Governos Federal e Estadual.

Segundo o Instituto, a gestão do presidente Lula da Silva é aprovada por 56,42% dos entrevistados e desaprovada por 35,17%.

Já 8,41% não souberam ou não responderam a pesquisa.

Quando perguntados sobre a administração estadual, a gestão da governadora Fátima Bezerra é aprovada por 30,93% dos entrevistados e desaprovada por 59,34%. 9,74% não souberam ou não responderam.

O Instituto DataVero ouviu 1510 eleitores, de todas as regiões do Estado, entre os dias 18 e 20 de outubro. A margem de erro é de 3% (para mais ou para menos) e o nível de confi ança é de 95%.

Arte produzida pelo jornal e portal Diário do RN (Reprodução do BCS)
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Governadores evitam manifestações em favor da anistia de Bolsonaro

Manifestação na Avenida Paulista em São Paulo-SP nesse domingo (03), em foco da CNN
Manifestação na Avenida Paulista em São Paulo-SP nesse domingo (03), em foco da CNN

Do Canal Meio e outras fontes

Coincidência ou não, governadores do espectro da direita que vinham marcando presença em atos em defesa da anistia aos envolvidos na tentativa de golpe, não compareceram ao ato convocado por bolsonaristas neste fim de semana. O próprio Jair Bolsonaro (PL) esteve ausente, já que cumpre medida cautelar que proíbe que ele saia de casa aos sábados e domingos.

Já os governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos); do Paraná, Ratinho Júnior (PSD); de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil); e de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), alegaram outros compromissos para justificar sua ausência. As manifestações ocorreram em pelo menos 20 capitais, incluindo São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza e Belém, além de Brasília. No Rio, Bolsonaro fez uma participação por videochamada.

Segundo o Monitor do Debate Político e a ONG More in Common, 37,6 mil pessoas compareceram à manifestação “Reaja, Brasil: Agora é a hora” na avenida Paulista. A margem de erro de 12% indica um público entre 33,1 mil e 42,1 mil participantes. (Globo)

Segundo levantamento do jornal digital Poder360, a manifestação deste domingo (3) na Avenida Paulista reuniu 57,6 mil pessoas. Foram utilizadas fotos aéreas de alta resolução pelo jornal digital para realizar o cálculo de estimativa.

O pastor Silas Malafaia, organizador do evento, não poupou críticas aos governadores: “Isso prova que Bolsonaro é insubstituível! Vão enganar trouxa! E eu não sou trouxa. Estão com medo do STF, né? Por isso não vieram. Arrumaram desculpa, né? Por isso, minha gente, 2026 é Bolsonaro”. (Estadão)

Em São Paulo, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) foi a principal atração entre políticos que fizeram uso da fala durante o ato. No discurso, o parlamentar atacou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou a diplomacia do governo Lula (PT) e cobrou os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), e do Senado, Davi Alcolumbre (União). Também por vídeochamada, Nikolas mostrou o ato para Jair Bolsonaro. (Metrópoles)

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Allyson Bezerra agora é prefeito do União Brasil

Prefeito assinou ficha de filiação prestigiado pela cúpula nacional do UB (Foto: cedida)
Prefeito assinou ficha de filiação prestigiado pela cúpula nacional do UB (Foto: cedida)

Allyson Bezerra é agora União Brasil. O prefeito de Mossoró deixa o Solidariedade, onde estava desde 2017, para se filiar à legenda presidida pelo deputado federal pernambucano Luciano Bivar. O evento ocorreu agora à tarde, em Brasília.

Presentes à inscrição partidária, integrantes da Executiva Nacional do partido:

Ronaldo Caiado- Governador do Goiás

Luciano Bivar – Presidente Nacional

ACM Neto – Presidente da Fundação do União

José Agripino – Presidente União no RN

Juscelino Filho – Ministro das Comunicações

Efrain Filho – Senador da Paraíba

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Na luta contra vírus, briga política causa mais estrago

Do Canal Meio e Blog Carlos Santos

Foi duro, muito duro, o embate por teleconferência nessa quarta-feira (25) entre o presidente Jair Bolsonaro e o governador paulista, João Doria Jr (PSDB). A conversa, que envolvia de um lado o Planalto e, do outro, o comando dos quatro estados do sudeste já estava em curso quando Doria tomou a palavra.

“Inicio na condição de cidadão, de brasileiro, lamentando seu pronunciamento de ontem à noite à nação”, afirmou o governador quando lhe foi passada a palavra.

“O senhor, como presidente da República, tinha que dar o exemplo. Tem que ser um mandatário para liderar o país e não para dividir.”

Bolsonaro se exaltou.

Mourão reprova discursos

“Subiu à sua cabeça a possibilidade de ser presidente da República”, afirmou com indignação. “Não tem responsabilidade. Não tem altura para criticar o governo federal, que fez completamente diferente o que outros fizeram no passado. Vossa excelência não é exemplo para ninguém.” (Poder 360)

Ao lado do presidente, em silêncio constrangido, o vice-presidente Hamilton Mourão fazia não com a cabeça, recriminando-o (veja vídeo acima nesta postagem, obtido pela rede CNN. (Globo)

No mesmo dia, Mourão defendeu exatamente o oposto do que o presidente tem pregado no enfrentamento ao coronavírus e seus efeitos (veja AQUI).

Já o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), aliado e bolsonarista-raiz, perdeu a paciência com o presidente e anunciou rompimento. Justificou que não podia concordar com tantas impropriedades. Ficava ao lado da ciência e do bom senso. “Ignorância não é virtude”, citou, numa referência à frase do ex-presidente norte-americano Barack Obama.

Campanha sem fim

O país enfrenta uma pandemia em meio a uma campanha eleitoral sem fim. Parte da oposição querendo o impeachment de qualquer jeito. Bolsonaro, paranoico, vê inimigo em todos os cantos e possui uma enorme capacidade de fazer oposição a si mesmo, colecionando adversários e inimigos no próprio governo, noutros poderes e na sociedade.

Para ele, 2022 já começou.

Saúde não é exatamente uma prioridade.

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José Agripino é o novo líder da oposição no Senado

O presidente nacional do Democratas, senador José Agripino (RN) foi indicado nesta terça-feira (16) para assumir a liderança da oposição no Senado.

A indicação, apresentada pelos senadores Ronaldo Caiado (DEM-GO) e Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), traz como vice-líder o senador Ricardo Ferraço (ES).

Agripino destacou a união dos partidos de oposição como missão prioritária à frente da liderança.

‘“O momento vivido pelo país exige uma oposição unida e altiva. Vamos manter o foco na reconstrução do Brasil. Essa é nossa missão”, afirmou.

Democratas lança campanha contra a CPMF

Por iniciativa do Democratas, os partidos de oposição lançaram nesta quarta-feira, 16, no Congresso Nacional a campanha “Basta de impostos. Não à CPMF”, contra o reajuste de tributos apresentado pelo governo federal no início da semana.

O presidente do Democratas, senador José Agripino (RN) anunciou que o partido fechará questão contra a CPMF, caso o governo não recue da ideia de encaminhar ao Congresso um projeto para recriação do imposto. Para o parlamentar potiguar, o governo do PT está colocando a sociedade brasileira para pagar a conta da reeleição da presidente Dilma Roussef.

Congelamento

“Se o governo conseguir colocar em prática todo o ajuste fiscal, os brasileiros pagarão em 2015 R$ 47,5 bilhões a mais em tributos, 84% só de impostos federais. Nossa proposta quer estabelecer um compromisso com o país: o de não aumentar a carga tributária nos próximos quatro anos, período suficiente para que o Congresso construa um novo Pacto Federativo”, explicou o senador Ronaldo Caiado.

Ele tem projeto de Emenda à Constituição (PEC 123/15), que propõe congelamento de impostos federais por quatro anos.