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Gestor municipal vai direto ao ponto

Foto ilustrativa
Foto ilustrativa

O prefeito Allyson Bezerra (UB) tem feito visitas de surpresa a secretarias, outras repartições públicas municipais  e obras em Mossoró.

Assim mesmo, de supetão, fora da agenda oficial, em qualquer dia ou horário.

Volume de queixas crescentes da clientela, o cidadão, o fez ligar alerta e ir direto ao ponto.

Virou o próprio ouvidor-geral, com o diferencial de poder acionar de imediato medidas saneadoras – caso a caso.

Retomou esse hábito há poucas semanas, para saber o que é desleixo, o que é incompetência ou mesmo má-fé/sabotagem.

Em determinadas pastas e locais, o diagnóstico não o surpreende,

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Manobra para fracionar ainda mais a oposição não prospera

Nome de proa nas discussões sucessórias em Mossoró, o empresário e ex-candidato a vice-prefeito em 2016, Jorge do Rosário (PL), agiu rápido e abortou nova tentativa de sabotagem de chapa competitiva na oposição.

Abriu os braços para “não ser engolido”, reagindo à suposta montagem de chapa a prefeito em seu partido, que o excluía e o transformava em mero endossante passivo.

A manobra disparada no início desta semana durou poucas horas e morreu também por inanição nas redes sociais. Fez parte do vasto arsenal de fake news que deve inundar o ano eleitoral mossoroense.

No Palácio da Resistência, laboratório da manobra canhestra, a grande aposta à reeleição da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) continua assentada na crença de que é dividindo e fracionando ao máximo a oposição, que será possível vencer com menor sofrimento possível.

Leia também: Rosalbismo quer vencer eleição municipal por “WO”.

No governismo, não sai da mesa a hipótese de fomento e financiamento de chapa na oposição, para pulverizar os votos desse campo político. Os cálculos revelam que a prefeita tem baixa margem de crescimento até as eleições em outubro.

Achatar o capital adversário, dividindo-o mais ainda, é um meio indireto de evitar desastre eleitoral.

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Sabotagens e alteração de senha prejudicam Saúde

Senhas do sistema informatizado da Secretaria Municipal da Saúde da Prefeitura de Mossoró foram sabotadas nesse final de semana.

Furtivamente, o sabotador (s) teve acesso ao prédio e aos equipamentos, causando esse problema.

Também tem ocorrido sabotagens no fluxo de informações em setores estratégicos.

Com o objetivo politiqueiro, infelizmente se compromete o serviço que deve ser prestado à população carente.

Lamentável.

Caso de polícia e não de política.

Ressentimento se volta contra patrimônio público

O ressentimento do servidor estadual, com seu governo, volta-se contra o próprio patrimônio público. São crescentes e continuados os casos visíveis de sabotagens de equipamentos e estruturas estatais.

– Um carro em minha secretaria quase bate o motor por falta de óleo e outros pequenos problemas que poderiam ter sido observados, com um simples cuidado do setor competente – comenta um graduado servidor comissionado do Estado, em conversa com o Blog.

Xerox constantemente quebradas, processos de pagamento extraviados ou emperrados, também fazem parte do repertório das sabotagens contra o governo, mas que atingem o Estado com bem comum.

– Cheguei na Secretaria (detalhe preservado em respeito à fonte) e testemunhei duas funcionárias de carreira dizendo textualmente, para que nós ouvíssemos, que não tinham pressa alguma em dar andamento a documentações, pois estavam com prejuízo financeiro causado pela governadora – relata um prefeito da região Oeste.

Nota do Blog – Esses e outros depoimentos me transferem para o período do Governo Geraldo Melo (1987-1990).

A história se repete numa escala ainda mais assustadora.

A conjuntura é outra e a propagação dessa insatisfação acontece em escala maior e online.

Ainda bem que esse não é o comportamento da maioria, mas sem dúvidas que o estímulo para mudança de postura simplesmente não existe.

A “camisa-de-onze-varas” do Governo Rosalba Ciarlini

Quadros. Faltam quadros. Ou seja, falta gente e gente qualificada para assumir dezenas e centenas de cargos estratégicos no Governo Rosalba Ciarlini (DEM).

Alguns programas e serviços governamentais, até elementares, estão se arrastando por falta de material humano. Outros, simplesmente estão parados.

Muita gente advinda dos governos Iberê Ferreira (PSB) e Wilma de Faria (PSB) está sendo efetivada em cargos de confiança, mesmo sem merecê-lo do ponto de vista político, para que a “máquina” não pare de vez.

No meio dessa realidade, ainda existe a natural sabotagem por descontentamento com o governo. Devido a restrições salariais, como cortes em gratificação, servidores de carreira não se sentem estimulados ao trabalho.

O Governo está metido numa “camisa-de-onze-varas”, diria a sabedoria popular.

P.S – A expressão “camisa-de-onze-varas” teve origem em antiga medida inglesa, a vara, equivalente a um metro e dez centímetros. Era o comprimento, determinado por lei, para a camisola que condenados à morte deviam vestir ao subir no patíbulo, no período da Idade Média. Virou sinônimo de grande dificuldade, na sabedoria popular.