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Oito dos 21 vereadores atuais já estão fora da disputa

Izabel e Manoel : Sal Grosso (Foto: arquivo)

Mossoró caminha para ter a maior mudança em sua Câmara Municipal, em toda a história. Mesmo antes do resultado das urnas, oito dos 21 vereadores atuais vereadores já estão fora da disputa pela reeleição, ou seja, mais de um terço da Casa.

Desse total, seis são governistas, um é da oposição e outro se apresenta como “independente”.

No dia passado, devido condenações relativas à Operação Sal Grosso, a vereadora-presidente Izabel Montenegro (MDB) e Manoel Bezerra (PP), ambos governistas, deixaram de ser candidatos (veja AQUI). A advogada Carmem Júlia, filha de Izabel, a substituirá na nominata.

Antes deles, outros seis já tinham anunciado que não concorreriam. O mais recente foi Emílio Ferreira (PP), também governista. No dia 10 desse mês, ele alegou problemas de saúde para não seguir em frente em sua campanha (veja AQUI).

Vale ser lembrado que a próxima legislatura terá 23 vagas na Câmara Municipal de Mossoró, em vez de 21. Dos 13 que ainda estão concorrendo, com certeza uma parte (oposição e governo) não retornará.

O porquê

Emílio: prioridade é saúde (Foto: divulgação)

Veja abaixo como foi cada um dos outros cinco casos de desistência de candidatura:

1) João Gentil (Rede): Por questões pessoais, assegurou, não vai disputar a reeleição. A meta do partido, que apresenta nominata de 26 candidatos, é manter uma cadeira na Câmara Municipal;

2) Gilberto Diógenes (PT): não será candidato por questões pessoais. Apoia o nome da sindicalista Marleide Cunha à Câmara Municipal;

3) Alex Moacir (PP): líder do governo Rosalba (PP), Moacir está inelegível. Teve condenação mantida em segunda instância por desvios de recursos na Fundação Vingt Rosado;

4) Maria das Malhas (PP): não será candidata à reeleição por questões de saúde. O neto Lucas das Malhas (MDB) é o nome da família à Câmara.

5) Sandra Rosado (PSDB): abriu mão de sua candidatura à reeleição e avisou que o nome do grupo ao Legislativo é a ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSDB). Até então, a estratégia era emplacar Larissa como vice da prefeita Rosalba Ciarlini (PP). Não deu certo.

Gilberto Diógenes, Alex Moacir, Maria das Malhas, Sandra Rosado e João Gentil: fora (Fotomontagem BCS)

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Nove vereadores tornam ex-prefeito inelegível por 8 anos

A Câmara Municipal de Mossoró reprovou nesta quarta-feira (19), as contas do exercício 2016 da Prefeitura Municipal de Mossoró, o último da gestão Francisco José Júnior (PSD, atualmente sem partido). Ele ficará inelegível por oito anos, graças a nove votos que confirmaram parecer desfavorável a ele.

Votação final contou com 18 vereadores em plenário, que decidiram desfavorável ao ex-prefeito (Print; BCS)

O Legislativo tomou a decisão em meio a cerrado debate, ao aprovar parecer (Projeto de Resolução 001/2020) que seguiu recomendação do Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN) a favor da desaprovação das contas.

O argumento da Corte, seguido pela Câmara, foi que o Executivo não enviou documentação de 2016 no prazo.

Com base nessa justificativa, o Plenário decidiu pela desaprovação por nove a favor, quatro contrários e cinco abstenções. O Projeto de Resolução 001/2020 é de autoria da vereadora Aline Couto (Avante), que atuou como relatora no caso.

Votos

Veja no boxe constante dessa matéria a posição de cada vereador (18 presentes) na votação.

Foram nove voto favoráveis: Alex Moacir (MDB), Aline Couto (Avante), Didi de Arnor (PRB), Emílio Ferreira (PSD), Izabel Montenegro (MDB), Manoel Bezerra (PRTB), Ozaniel Mesquita (PL), Petras Vinícius (DEM) e Sandra Rosado (PSDB).

Se abstiveram os seguintes vereadores: Alex do Frango (PMB), Gilberto Diógenes (PT), Genilson Alves (PTN), Maria das Malhas (PSD) e Raério Araújo (sem partido).

Votaram contra: João Gentil (Rede), Zé Peixeiro (PTC), Rondinelli Carlos (PMN) e Flávio Tácito (PCdoB).

Três parlamentares não apareceram para votar: Francisco Carlos (PP), Ricardo de Dodoca (PROS) e Tony Cabelos (PSD).

Leia também: Francisco José Jr. e um julgamento político sob encomenda.

Após a aprovação, a Câmara promulgou a Resolução 01/20 e a enviou para publicação do Jornal Oficial de Mossoró (JOM). Após a publicização, ainda esta semana, o Legislativo encaminhará a resolução ao TCE, que notificará Francisco José Júnior do resultado do julgamento das contas.

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Regimento Interno passará por atualização após 22 anos

Plenário deverá receber anteprojeto no máximo em oito meses (Foto: Edilberto Barros)

A Câmara Municipal de Mossoró terá uma Comissão Especial para Elaborar Proposta de Reforma do Regimento Interno da Casa. O próximo passo, após sua criação à semana passada (quarta-feira, 27), será indicação dos sete vereadores do colegiado.

Esse grupo terá até oito meses para produzir um anteprojeto.

Datado de 1997 (22 anos), o Regimento Interno (RI), que rege o processo legislativo, como o rito de votações, está em desacordo aos padrões dos principais regimentos, como os do Congresso Nacional, segundo o advogado Breno Góis, servidor efetivo da Câmara Municipal de Mossoró, lotado no Setor de Comissões da Casa.

O projeto de resolução que criou a Comissão é de autoria dos vereadores Sandra Rosado (PSDB), Alex Moacir (MDB), Genilson Alves (PMN) e Aline Couto (sem partido), membros da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Câmara Municipal.

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Oposição à Izabel tem nova derrota, mas vai recorrer

Do Blog Saulo Vale

A juíza Kátia Cristina Guedes Dias negou a liminar pretendida por um grupo de vereadores, que pedia a anulação da eleição da Mesa Diretora na Câmara Municipal de Mossoró. A decisão saiu à tarde desta sexta-feira (11) e garante à permanência da vereadora Izabel Montenegro (MDB) no cargo de presidente.

Na ação, os parlamentares alegavam erros no projeto que institui a reeleição, aprovado em regime de urgência pelos vereadores em 2017.

A magistrada não acolheu os argumentos.

Essa demanda foi provocada pelos vereadores Alex do Frango (PMB), Aline Couto (sem partido), Genilson Alves (PMN), Sandra Rosado (PSDB) e Didi de Arnor (PRB). Esses mesmos vereadores já decidiram que vão recorrer da decisão da magistrada.

No final do ano passado, eles e o também vereador João Gentil (sem partido) tentaram impedir a posse de Izabel para novo mandato presidencial na Casa, mas não obtiveram liminar (veja AQUI, AQUI e AQUI).

Nota do Blog Carlos Santos – A oposição interna que Izabel Montenegro passou a sofrer, na difícil relação com seus pares, tende a recrudescer. O que é péssimo pro próprio poder e para Mossoró.

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Izabel reage à ‘disfarçada moralidade’ de vereadores revoltados

A ação protocolada por seis vereadores consorciados das alas governista e oposicionista em Mossoró, com objetivo de barrar a posse para novo biênio presidencial na Câmara Municipal de Mossoró, da atual presidente Izabel Montenegro (MDB), teve manifestação em juízo da parlamentar. Um contra-ataque, que se diga.

A defesa foi formalizada nessa sexta-feira (28) pelo advogado Marcos Araújo. Enfrenta ação apresentada no plantão judicial natalino no último dia 24, pelos vereadores Alex do Frango (PMB), Aline Couto (sem partido), Didi de Arnor (PRB), Genilson Alves (PMN), Zé Peixeiro (MDB) e Sandra Rosado (PSDB). Eles tentam provocar nova eleição ao cargo e mesa diretora como um todo.No pleito interno acontecido no dia 24 de outubro de 2017, portando há mais de um ano e dois meses, todos os litigantes votaram para novo mandato presidencial de Izabel. Os bastidores foram tensos. Leia: Izabel obtém nova presidência abortando conspiração.

A demanda dos vereadores é tratada como “tentativa de extorsão por via judicial e Litigância de má-fé”, na manifestação de Izabel Montenegro.

No arrazoado, o advogado assinala: (…) Passados mais de um ano das alterações legislativas na Lei Orgânica do Município e das eleições para a Mesa Diretora da Câmara, num arroubo tardio de disfarçada “moralidade”, estando o Judiciário em pleno recesso, querem os autores “a suspensão imediata dos efeitos da eleição e a posse dos membros da Mesa Diretora havida na Quinquagésima Sexta (56ª) Sessão Ordinária do Segundo (2º) período da Décima Oitava (18ª) legislatura da Câmara Municipal de Mossoró, datada de 24 de outubro de 2017, para o biênio 2019/2020″.

Verba em jogo

O Blog Carlos Santos na quinta-feira (27), em postagem sob o título Complô de insatisfeitos tenta implodir posse de presidente, já levantara essa linha de raciocínio. Apontamos: “(…) Amuados, com interesses particulares contrariados, os vereadores procuram melar o que avalizaram lá atrás, para parecer que tudo ficará limpo daqui para frente. Esse complô de insatisfeitos e arrependidos é caricato”.

O advogado é esclarecedor: “O verdadeiro pano de fundo é a briga dos Vereadores para receber a verba de gabinete, sustada por medida cautelar do Tribunal de Contas do Estado (TCE). 20. Por decisão do TCE – Tribunal de Contas do Estado, foi suspenso o pagamento da verba de gabinete aos vereadores, por entender aquele órgão que tal elemento de despesa seria insuscetível de controle e aferência do interesse público na consumação dos gastos”.

Saindo da linha política para arrimar o contraponto em aspectos meramente jurídicos, Marcos Araújo lista que as fundamentações da inicial contra Izabel Montenegro são teratológicas (mal concebidas, monstruosas). Não se sustentam numa simples espiadela de soslaio à legislação.

Argumentos da Defesa:

a) Não ser cabível a medida pretendida em regime de plantão;

b) Por ser a ação eleita totalmente equivocada;

c) Por ser do Tribunal de Justiça a competência para a declaração de inconstitucionalidade de lei municipal;

d) Por não ter havido vícios procedimentais nos processos legislativos que modificaram a Lei Orgânica Municipal (arts. 44e 45) e o Regimento Interno;

e) Por não existirem os elementos autorizadores (probabilidade do direito e perigo de dano), nos moldes do art. 300 do CPC/15, com base nos argumentos evidenciados nesta petição.

Assim, ele pede que a Justiça negue o pedido de liminar. O processo deverá ser despachado pela juíza Giulliana Silveira  de Souza, que está de plantão até amanhã (domingo, 30).

A posse da atual presidente Izabel Montenegro para o segundo e último biênio da atual legislatura está marcada para o próximo dia 3 (quinta-feira).

Leia também: Nova verba para vereadores custará 1,134/milhão por ano;

Leia também: TCE/RN não reconhece nova Verba de Gabinete de vereadores.

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Complô de insatisfeitos tenta implodir posse de presidente

Do Blog Tio Colorau

O clima na Câmara Municipal de Mossoró, que não terminou muito bem em 2018, tende a ficar ainda pior em 2019.

Seis vereadores ajuizaram uma ação no último dia 24 de dezembro (plantão judicial) requerendo o cancelamento da eleição que elegeu a Mesa Diretora da Câmara Municipal de Mossoró para o biênio 2019/2020.

Os vereadores Alex do Frango (PMB), Aline Couto (sem partido), Didi de Arnor (PRB), Genilson Alves (PMN), Zé Peixeiro (MDB) e Sandra Rosado (PSDB) questionam a validade da eleição ocorrida em 24 de outubro de 2017, que escolheu a Mesa Diretora para o biênio 2019/20.

Em decisão liminar, a juíza plantonista mandou intimar a vereadora Izabel Montenegro (MDB) para ela se manifestar sobre o pedido.

Como a presidente está viajando, ela ainda não foi intimada.

A causa é patrocinada pelo advogado Diego Tobias.

Processo nº 0800091-09.2018.8.20.5300.

Nota do Blog Carlos Santos – Os caríssimos vereadores com um ano e dois meses de “atraso” descobriram que algo estaria errado no pleito do qual participaram, votaram e endossaram a antecipação da eleição e legitimaram o nome de Izabel Montenegro para reeleição e novo biênio presidencial.

Agora, amuados com interesses particulares contrariados, procuram melar o que avalizaram lá atrás, para parecer que tudo ficará limpo daqui para frente. Esse complô de insatisfeitos e arrependidos é caricato.

A atual legislatura precisa se encontrar. Está longe de cumprir suas reais responsabilidades e compromissos, com raríssimas exceções.

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Terceirizados sofrem com salários atrasados e impunidade

Ficou aquém do esperado e necessário, a audiência pública para tratar da situação de atraso salarial de dezenas de trabalhadores que atuam em empresas terceirizadas que servem à Prefeitura Municipal de Mossoró. Foi realizada nessa terça-feira (11) na Câmara Municipal, com presença de 12 dos 21 vereadores.

Representantes das terceirizadas, Ministério Público do Trabalho (MPT) e Justiça do Trabalho – mesmo convidados, não apareceram nem justificaram.

Audiência teve reduzida participação de vereadores, ausência se empresas e autoridade do Trabalho (Foto: Edilberto Barros)

A Prefeitura Municipal, representada por alguns secretários, não se esquivou das discussões e debates, mesmo sem apresentar solução saneadora de atrasos que há anos se transformaram em regra e não uma exceção, governo após governo. Admitiu atrasos e sinalizou luta para parcelamento de dívidas remotas.

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) interveio também,  bem como o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Asseio, Conservação, Higienização e Limpeza Urbana do RN (SINDLIMP/RN).

Resumindo: nada avançou, nenhuma solução prática surgiu dos relatos, debates e informações passadas. O sofrimento dos terceirizados deverá continuar e a impunidade dos contratantes.

Sofrimento que segue

Essa audiência pública foi solicitada pela vereadora Aline Couto (sem partido) em abril do ano passado. Só ontem foi realizada. Nesses 20 meses, o quadro de desesperos dos trabalhadores só se ampliou.

Participaram os vereadores Izabel Montenegro (MDB), Petras Vinícius (DEM), Rondinelli Carlos (PMB), Alex Moacir (MDB), Raério Araújo (PRB), Manoel Bezerra (PRTB), Genilson Alves (PMN), Alex do Frango (PMB), Aline Couto (sem partido), Sandra Rosado (PSDB), Emílio Ferreira (PSD), João Gentil (sem partido), Maria das Malhas (PSD), Tony Cabelos (PRB).

O futuro vereador Gilberto Diógenes (PT) também compareceu à audiência pública, mas sem nenhuma prerrogativa parlamentar. Ele substituirá Isolda Dantas (PT) no próximo ano, em função da eleição dela como deputada estadual.

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Nova Verba Indenizatória de vereadores tem amplo apoio

Do Blog Saulo Vale

Se fosse votado hoje, com a presença de todos os vereadores, o Projeto de Lei que garante o retorno do pagamento da Verba de Gabinete (Verba Indenizatória) teria sido aprovado no plenário da Câmara Municipal de Mossoró. O recurso está suspenso por determinação do Tribunal de Contas do Estado (TCE) desde maio de 2016.

Plenário majoritariamente favorável (Foto: Edilberto Barros)

A proposta prevê a verba mensal no valor de R$ 4.500, após modificação do documento inicial, que previa R$ 9 mil/mês. O projeto será votado na próxima terça-feira (11), no plenário da Casa.

O Blog Saulo Vale fez uma enquete com os vereadores e mostra o posicionamento de cada parlamentar. A aprovação seria por 12 votos a 8. A presidente da Câmara, Izabel Montenegro (MDB), só votaria em caso de empate, conforme prevê o Regimento Interno.

Contrários ao projeto: Manoel Bezerra (PRTB), Izabel Montenegro (MDB), Francisco Carlos (PP), Petras Vinícius (DEM), Raério Araújo (PRB), Flávio Tácito (PPL), Ricardo de Dodoca (PROS), Emílio Ferreira (PSD) e Tony Cabelos (PSD).

A favor do projeto: João Gentil (sem partido), Aline Couto (sem partido), Genilson Alves (PMN), Ozaniel Mesquita (PR), Alex do Frango (PMB), Alex Moacir (MDB), Maria das Malhas (PSD), Rondinelli Carlos (PMN), Zé Peixeiro (PTC), Didi de Arnould (PRB), Isolda Dantas (PT) e Sandra Rosado (PSDB).

Em tempo: Os vereadores contrários ao projeto afirmam, de forma unânime, que não são contra o retorno da verba de gabinete, já que, segundo eles, o dinheiro já existe. Ou seja, não implicaria em aumento de repasses do duodécimo da Prefeitura à Câmara. Mas destacam que preferem aguardar posição favorável do TCE sobre uso da verba de gabinete.

Leia também: Vereadores adiam votação de nova Verba Indenizatória.

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Sandra Rosado admite pedir licença para ser candidata

Sandra: é possível (Foto: Web)

Em contato pelo Twitter do jornalista Vonúvio Praxedes (TV Cabo Mossoró-TCM), agora à tarde, a vereadora Sandra Rosado (PSDB) admitiu que poderá se licenciar do mandato, para fazer campanha à Câmara Federal.

– Não há definição a esse respeito, mas sei que se confirmar o meu lugar será ocupado por um grande vereador, Genivan Vale (PDT) – comentou ela.

Há meses que Sandra Rosado tem sustentado: será candidata Câmara Federal, onde já esteve por três mandatos conquistados nos anos de 2002, 2006 e 2010. Em 2014, não se reelegeu.

Só para lembrar: o recesso parlamentar do meio de ano na Câmara Municipal de Mossoró vai começar no próximo dia 29.

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Câmara Municipal convive com ruptura entre vereadoras

Sandra e Izabel: distância (Foto: edição RN Mais)

A delicada convivência entre a presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Izabel Montenegro (MDB), e a também governista Sandra Rosado (PSDB), chegou ao nível da ruptura.

Izabel determinou corte de propaganda da Casa em veículos de comunicação controlados por Sandra, que vinham tendo prioridade nessa rubrica de gastos do Legislativo.

No Diário Oficial da Federação dos Municípios do RN (FECAM/RN), edição do dia 12 (veja AQUI), consta também exoneração da CMM de gente ligada à parlamentar do PSDB.

Já outros vereadores governistas são favorecidos com nomeações, como Edson Duarte (PRB), o “Didi de Arnor”, e Aline Couto (PHS).

O enredo tem mais capítulos.

Nota do Blog – Estranho é a não-utilização do Jornal Oficial do Município (JOM) para veiculação de atos burocráticos tão importantes.

P.S (12h28) – A Câmara Municipal de Mossoró esclarece que utiliza o Jornal Oficial do Município (JOM) para publicação dos seus atos administrativos, mas que, em razão da veiculação às quartas e sextas-feiras, também o faz no Diário Oficial das Câmaras Municipais do Estado do Rio Grande do Norte, que possui periodicidade diária e absoluto amparo legal. Muitas vezes, aliás, os mesmos atos são publicados nos dois veículos, o que só reforça e reafirma o compromisso do Poder Legislativo de Mossoró com a lisura e a transparência na sua conduta administrativa. Já em relação às nomeações de vereadores mencionados, tratam-se de substituições de assessores dos gabinetes parlamentares, cuja decisão é privativa de cada edil, sem iniciativa da Presidência.

Câmara Municipal de Mossoró

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