Catedral de Santa Luzia tem liturgia à noite desta segunda-feira (Foto: Arquivo)
Nesta segunda-feira (27), a Paróquia de Santa Luzia, Paróquia Mãe da Diocese de Mossoró, celebra seus 183 anos de Ereção Canônica.
“São 183 anos de evangelização, fé e oração, de uma caminhada construída por tantas mãos e corações que, ao longo do tempo, mantiveram viva a luz da padroeira e o compromisso com o Evangelho”, destaca.
Para marcar essa data especial, a Paróquia convida todos os fiéis a participarem do Jubileu Paroquial, com Santa Missa às 19h, e, a partir do dia 30 de novembro até 13 de dezembro, da Festa de Santa Luzia 2025.
Programação do Jubileu hoje
18h – Concentração no Santuário do Sagrado Coração de Jesus – Centro Mossoró (RN)
18h30- Peregrinação até a Catedral de Santa Luzia
19h – Santa Missa
Transmissão- YouTube da Paróquia de Santa Luzia e @radioruraldemossoro
Santuário fica no Centro da cidade (Foto: Blog Carlos Santos/Arquivo)
A Paróquia de Santa Luzia de Mossoró iniciou o processo de climatização do Santuário do Sagrado Coração de Jesus, situado no Centro da cidade.
Os equipamentos já chegaram e devem ser instalados nos próximos dias.
“Graças à generosidade dos fiéis que contribuem com o dízimo na Paróquia de Santa Luzia, está sendo possível adquirir os equipamentos de climatização que proporcionarão mais conforto e bem-estar durante as celebrações e eventos realizados no nosso Santuário”, explicou o pároco da Catedral, padre Flávio Augusto Forte Melo.
O Santuário do Sagrado Coração de Jesus foi construído em 1907 e recentemente recebeu obra de revitalização com apoio de fiéis. Fica localizado no Centro da cidade, proximidades da sede local dos Correios.
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O Bispo Diocesano Dom Francisco de Sales, O.Carm., presidirá pela primeira vez, em Mossoró, a solenidade de Corpus Christi nesta quinta-feira (30), às 17h, com missa campal em frente à Matriz de São Paulo, no bairro Nova Betânia.
A procissão do Santíssimo Sacramento acontecerá após a missa e seguirá pelas ruas de Mossoró (RN).
Será concluída com a bênção do Santíssimo Sacramento, no pátio do Santuário do Sagrado Coração de Jesus, no Centro da cidade.
Padre Flávio Augusto conduzirá o ato litúrgico (Foto: Divulgação)
Na próxima sexta-feira (27) a Paróquia de Santa Luzia de Mossoró celebra 181 anos de existência. Para celebrar esse momento histórico, o padre Flávio Augusto Forte Melo presidirá uma missa às 5h30 da manhã no Parque Ecológico Professor Maurício de Oliveira, situado no Centro da cidade.
A programação integra o período que antecede a Festa de Santa Luzia 2023.
“Vamos fazer um momento de celebração eucarística com todos os paroquianos, com pessoas que frequentam a Catedral e com quem faz parte das pastorais, movimentos e serviços, além da comunidade em geral. Será um momento diferente em que, no amanhecer no dia, a gente celebrará a Eucaristia”, disse padre Flávio.
Catedral
A Catedral de Santa Luzia foi construída em 1772 pelo Sargento-Mor Antônio de Souza Machado e sua esposa, dona Rosa Fernandes, na Fazenda Santa Luzia.
Em 27 de outubro de 1842, com a instalação da Paróquia de Santa Luzia, a capela foi elevada à categoria de igreja-matriz e, em 1934, passou a ser a Catedral Diocesana com a criação da Diocese de Mossoró.
A Paróquia de Santa Luzia possui sete templos: Catedral Diocesana, Santuário do Sagrado Coração de Jesus, Capela São Vicente, Capela de Santa Teresinha, Capela da Ilha de Santa Luzia e Capela de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
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Santuário tem 116 anos e já foi matriz Foto: BCS/Junho de 2022)
O Santuário do Sagrado Coração de Jesus, no Centro de Mossoró, passa por melhorias internas. A obra já começou.
Mudança no sistema de ventilação, qualificação de som, estrutura e vários outros itens físicos desse templo – considerado por muitos como o mais bonito e, inspirador, da Diocese de Mossoró – começam a ser vistos.
Estimativa é que os serviços estejam concluídos no próximo mês.
Antiga Igreja Matriz da Paróquia de Santa Luzia, o Coração de Jesus tem 117 anos de existência. A história do Santuário remonta ao início do século passado, mais precisamente em 1907. A sua construção foi uma doação do industrial salineiro Miguel Faustino do Monte.
Cearense de Sobral, a este lhe é creditada uma lenda, em sonho, que explica a grande fortuna e a motivação para patrocinar a obra da igreja.
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Duas missas de 7º Dia, uma em Mossoró e outra em Martins (Alto Oeste do RN), vão marcar lembranças afetivas de familiares e amigos de dona Antônia Maria da Silva (Madrinha).
A primeira, nessa quinta-feira (15), em Mossoró, no Santuário do Coração de Jesus, às 17h30.
A segunda, domingo (18), em Martins, na Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição.
“Madrinha” faleceu aos 90 anos de idade, em Mossoró, na residência do casal Tácio Garcia-Fátima Gondim. Era daquelas pessoas de aura especial, reluzente. Num sorriso lindo e voz quase inaudível cativava seu interlocutor. Mas, ao mesmo tempo austera, se preciso fosse, apesar de fisicamente pequenininha.
Que tenha o descanso merecido.
Amém.
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Rua Jerônimo Rosado, um marzão que parecia não ter fim, em 1974 (Acervo do Relembrando Mossoró)
Relembro o poeta Gonçalves Dias em “Juca Pirama” para proclamar: “Meninos, eu vi”. Testemunhei duas enchentes épicas em Mossoró. Dois quadros, duas visões.
Em uma delas fui desalojado pela enxurrada; de outra resultou meu alojamento, de forma indireta, numa paixão: o jornalismo.
Vou contar o primeiro caso. Depois, quem sabe, abordo o outro, acontecido em 1985.
Situo-me em 1974. Estou nos arrabaldes do Santuário do Sagrado Coração de Jesus, Centro de Mossoró. Assisto o rio Mossoró banhar lentamente a rua Jerônimo Rosado, escalar as escadarias do adro desse templo e ocupar nossa casa sem resistência.
Sua água barrenta e devastadora produzia cenas incomuns aos meus olhos infantis: homens com calças arregaçadas, outras crianças a nado, caminhões ou simples carroças transportando móveis e picuás da vizinhança.
A chuva incessante que engordou o rio nos empurrou para fora com a força de quem manda, sem pedir licença. Um poder onipotente. Mesmo assim, a água que quase batia à cintura de muitos ali bem em frente, me divertia, sem que eu soubesse medir os estragos ou pressentir os desdobramentos da cheia.
Sapos apareciam aos montes, como se fora reprodução de uma das dez pragas do Egito. Multiplicavam-se aos milhares, fazendo do enorme quintal uma Normandia no Dia D, só para anfíbios. Uma cena grotesca que nunca mais vi se repetir.
Canoas e pequenas lanchas navegavam à nossa frente; o rádio ligado noticiava a ampliação territorial do rio Mossoró. Estávamos ilhados, acuados, a cada dia.
O burburinho na rua e o alagamento continuado não me afligiam. A imagem diluviana era acima de tudo encantadora à minha avaliação limitada. Cinematográfica. Estimulava a imaginação cheia de aventuras e super-heróis da TV e quadrinhos.
Ruas, praças e avenidas estavam transformadas num marzão. Uma via só. Fluvial. Quase amazônica.
Só me toquei do pior com a convocação final: “Arrume suas coisas. Amanhã cedinho a gente vai embora”. Partimos para nunca mais voltarmos àquele endereço.
Lá ficou uma parte de minha infância e inocência: a pequena pracinha de seu João Cantídio, nosso Colégio Dom Bosco a tão poucos passos.
Para trás o presépio de Maria de Uriel, miniatura bíblica cheia de vida em todo Natal; a casa acolhedora de dona Fefita e seus netos, todos meus amigos, que vez por outra me convocavam para tumultuar seu sossego.
A padaria de seu Eliseu Costa e dona Julita nunca mais seriam meu endereço de fim de tarde. Seus pães e bolos deliciosos, enrolados com técnica apurada em papel madeira, continuam em meus olhos, olfato e paladar. Memória sensorial.
As confrarias noturnas à calçada, com o tititi do dia, quase sempre vetadas à presença de crianças curiosas, continuam gravadas. As famílias pareciam uma só, sem o temor da violência urbana, sem as aflições psicossociais deste século XXI.
Vários nomes e lugares mantêm-se memorizados, outros se dispersaram com o tempo, mesmo que a imagem deles, ainda turva, pulule até hoje em minha mente.
Vejo o casal Izete-Raílton; Moisés dos Portões, padre Américo Simonetti e suas concorridas missas no Coração de Jesus; o tenente e delegado Clodoaldo Meira aboletado num Jeep aterrorizando quem teimava em jogar bola na área, pronto para picotar a pelota.
A senhora Júlia Menezes absorta; as irmãs Ilná e Alaíde Nascimento; minha “Maura” sempre loquaz, festiva e amante da prosa com Nadir Brasil e tantos amigos e amigas. A professora exemplar Dagmar Filgueira e a serenidade do senhor Trajano Filgueira.
Rua Santos Dumont
Início da Ponte Jerônimo Rosado
Descida da Ponte Castelo Branco
Rua Coronel Vicente Sabóia
“Praça do Pax”
Avenida Presidente Dutra
Rua Manoel Hemetério
São Manoel é só água
Ponte Jerônimo Rosado
Rua Nísia Floresta
O sítio “Pica-pau” no beiço do rio; o Cine Cid tão perto e a lenda de que em seu subsolo existia uma baleia. Com chuva ou sol, enchente ou não, o barulho que vinha de lá nos fazia acreditar nesse “Moby Dick” subterrâneo. O enredo caberia numa aventura escrita por Herman Melville ou o engenhoso Júlio Verne.
Por aquele pequeno portão gradeado de ferro da casa em que eu morava, de batente alto, soltei meu barquinho tosco, de papel. Vi-o flutuar nas águas por alguns minutos, até que desaparecesse.
Só muito tempo depois descobri que “navegar é preciso”. Minha nau frágil, não tripulada, era também esperança.
Buscava outro porto seguro além-mar.
Carlos Santos é criador e editor do Canal BCS – Blog Carlos Santos
*Texto originalmente publicado nesta página no dia 21 de janeiro de 2011, há mais de 12 anos e dois meses.
*Fotos do acervo do Relembrando Mossoró, de Lindomarcos Faustino, que podem ser ampliadas clicando sobre cada uma.
Um projeto de arte e fé homenageia Santa Luzia, a padroeira de Mossoró. Idealizado pela Sociedade Amigos da Pinacoteca Potiguar, o ‘Viva Santa Luzia’ convocou os artistas de Mossoró e de outras cidades para criarem estandartes artísticos representando diferentes olhares sobre a santa protetora dos olhos. As obras serão apresentadas nesta terça-feira (29) às 9h na Catedral de Santa Luzia. O objetivo do projeto, que conta com a parceria da paróquia, é incrementar as festividades e movimentar o segmento das artes visuais.
Kelly Lira é uma artista com trabalho à exposição (Foto: Divulgação)
As obras serão recepcionadas pelo padre Flávio Melo e o bispo Dom Mariano. Logo após será aberta a exposição dos estandartes na Catedral, que ficarão expostos até dia 1º de dezembro. Na abertura da Festa de Santa Luzia, dia 1º de dezembro, haverá o cortejo das peças até o altar.
A partir do dia 02/12 as obras ficarão expostas no Coração de Jesus. Dia 13 de dezembro, os estandartes vão integrar a procissão conduzida por jovens do Segue-Me. Segundo a coordenadora do projeto, Liana Duarte, a Sociedade Amigos da Pinacoteca fará uma programação dos estandartes pelas paróquias da cidade.
Integram o projeto os artistas Careca, Ângela Almeida, Ney Morais, Marcelo Morais, Iaperi Araújo, Paulo Pedrosa, Kelly Lira, Isaías Medeiros, Tulio Ratto, Laércio Eugênio Marcelo Amarelo, Rogério Dias, Eduardo Falcão, Maria Luíza Neo, Luzia Moura e Carolina Veríssimo, Naide Bessa, Maria Emilia Queiroz, Kátia Fleischmann, Clarissa Torres.
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Na quinta-feira, dia 13 de outubro, Dom Mariano Manzana faz aniversário. Para celebrar essa data, a Diocese de Mossoró promoverá uma série de eventos, como a Solene Celebração Eucarística pelo 75º aniversário de seu bispo.
Dom Mariano entregará carta de renúncia ao completar 75 anos (Foto: Glauber Soares)
Haverá missa às 19h na Catedral de Santa Luzia. Nesta data, também será lançado o livro “Diocese de Mossoró: 18 anos de missão” e um documentário, produzido pela TCM Telecom, que faz memória ao bispado de Dom Mariano.
A data também marcará uma despedida compulsória: com 75 anos de idade, Dom Mariano será obrigado a apresentar ao Vaticano sua carta de renúncia.
O Código de Direito Canônico prescreve: O Bispo diocesano, que tiver completado setenta e cinco anos de idade, é solicitado a apresentar a renúncia do ofício ao Sumo Pontífice, que, ponderando todas as circunstâncias, tomará providências. (Cân.401-§ 1).
Dom Mariano redige a carta, assina e a envia ao Papa. A partir do envio o passo seguinte dependerá do Papa, que tomará a decisão de aceitá-la, e no momento em que julgar oportuno, nomeará um novo bispo para a Diocese de Mossoró.
Programação
6h30 – Oração das Laudes – Santuário do Sagrado Coração de Jesus- Centro de Mossoró
Leitura da Carta de Renúncia pela Rádio Rural de Mossoró
8h – Inauguração do Centro Diocesano de Memórias e café da manhã com a imprensa no Seminário Santa Teresinha
15h – Visita ao Abrigo Amantino Câmara para entrega da lavanderia, instalação da Sala de Fisioterapia e início da pintura do prédio.
19h – Missa em Ação de Graças pelos 75 anos de vida de Dom Mariano e lançamento do livro “Diocese de Mossoró: 18 anos de missão” e exibição do documentário produzido pela TCM Telecom.
Dom Mariano é o sexto bispo da Diocese de Mossoró e assumiu essas funções no dia 17 de setembro 2004.
Nasceu em 13 de outubro de 1947, numa pequena cidade chamada Mori, na região de Trentino-Alto Ádige na Itália. No dia 26 de junho de 1973 foi ordenado padre na Catedral de Trento, passando a servir como sacerdote na Paróquia Pio X até 1976.
As dificuldade em encontrar padres que atuassem na Diocese de Mossoró, relatadas por Dom Gentil Diniz Barreto (na época) ao Bispo de Trento, que visitava o Brasil, foi o inicio para o processo da vinda de Pe. Mariano para o Brasil.
Chegada ao Brasil
Em 1977, o então Pe. Mariano Manzana chega ao Brasil para assumir a Paróquia de Umarizal, como vigário paroquial até o ano de 1993. Foi também professor de ensino religioso, no período de 1978-1993, na rede estadual de ensino de Umarizal (RN) e de 1991-1993 foi professor de História Eclesiástica, no curso de Teologia, do Centro Superior de Iniciação Teológica da Diocese de Mossoró.
Além de sacerdote no município, o Pe. Mariano foi Diretor Espiritual no Seminário Maior de João Pessoa (PB), com o objetivo de acompanhar todos os seminaristas que eram encaminhados pela Diocese. Também assumiu as paróquias de Alexandria e Caraúbas.
Em 1994, retornou à Itália para assumir a função de Diretor do Centro Missionário Diocesano de Trento. Cargo em que permaneceu até sua nomeação para ser bispo de Mossoró. No ano de 2004, recebeu o convite para assumir como sexto bispo a Diocese de Mossoró. Em 15 de junho do mesmo ano, foi nomeado Bispo da Diocese de Santa Luzia de Mossoró.
Ordenação e posse
Em 5 de setembro de 2004, Pe. Mariano recebeu, na Itália, a Ordenação Episcopal pelas mãos de Dom Luigi Bressan. Em 17 de outubro do mesmo ano tomou posse numa bonita, solene e festiva cerimônia na Catedral de Santa Luzia em Mossoró.
Atualmente, além da função de bispo Diocesano, é o bispo referencial pela segunda vez da Comissão para Animação Bíblico-Catequética do Regional Nordeste II da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e Chanceler da Faculdade Católica do Rio Grande do Norte.
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Na quinta-feira (11) de junho, a Igreja Católica celebra, em todo o mundo, o dia de Corpus Christi, nome que vem do latim e significa “Corpo de Cristo”.As paróquias e áreas pastorais da Diocese irão celebrar em horários diferentes a Santa Missa online e, às 16h, todas elas se unem na Santa Missa presidida pelo Bispo Dom Mariano Manzana, na Catedral de Santa Luzia, em Mossoró- RN, sem povo.
O Bispo Dom Mariano Manzana presidirá a Celebração Eucarística de Corpus Christi na Catedral de Santa Luzia, de portas fechadas, online, às 16h.
A solenidade será celebrada em três momentos: Missa presidida pelo Bispo Dom Mariano Manzana às 16 horas na Catedral de Santa Luzia de Mossoró, translado do Santíssimo pelas ruas da cidade (veja mapa nesta postagem) e Bênção do Santíssimo Sacramento no Santuário do Sagrado Coração de Jesus.
Transmissão
A Rádio Rural de Mossoró, 105 FM, YouTube Paróquia de Santa Luzia, Facebook da Diocese de Mossoró, Canal do Assinante TCM-Telecom, redes sociais das paróquias e outros veículos serão canais de transmissão desses eventos religiosos.
A festa de Corpus Christi tem por objetivo celebrar, solenemente, o mistério da Eucaristia – o Sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo, segundo as tradições da Igreja Católica.
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O Bispo Diocesano Dom Mariano Manzana presidirá a solenidade de Corpus Christi nesta quinta-feira (31), às 17h, com missa campal, ao lado da Matriz do Alto da Conceição em Mossoró.
A procissão do Santíssimo Sacramento acontecerá após a missa e seguirá pelas ruas de Mossoró ( RN), encerrando com a bênção do Santíssimo Sacramento, no pátio do Santuário do Sagrado Coração de Jesus, centro da cidade.
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A missa das cinco da tarde celebrada de segunda à quinta-feira na Catedral de Santa Luzia em Mossoró será transferida para o Santuário do Sagrado Coração de Jesus (próximo a Policlínica), em mesmo horário, a partir da próxima segunda (30/04), e pelas duas semanas seguintes.
A mudança é motivada pela realização de um estudo técnico do solo embaixo do Altar da Catedral.
O projeto inicial da futura reforma da Catedral prevê a construção de uma cripta abaixo do Presbitério. O local vai abrigar a “Capela do Senhor Ressuscitado” e seis túmulos, dois dos quais receberão os restos mortais dos bispos dom José Freire e dom Gentil Diniz Barreto.
Atualmente, os bispos estão enterrados ao lado do Altar do Senhor Morto.
“Só após esse estudo técnico é que teremos a certeza da viabilidade da construção da cripta embaixo do Altar. Como o trabalho acontece durante a semana, ficamos com o horário da missa prejudicado. No entanto, estão mantidos horários das missas aos domingos na Catedral”, disse o vigário-geral da Diocese de Mossoró e pároco de Santa Luzia, padre Flávio Augusto Forte Melo.
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Santuário do Coração de Jesus em Mossoró (Foto: cedida)
A Paróquia de Santa Luzia de Mossoró realiza a partir desta segunda-feira (19), a Festa do Sagrado Coração de Jesus. As atividades prosseguem até a sexta-feira (23) no Santuário do Sagrado Coração de Jesus, no centro da cidade, sempre a partir das 17h.
A abertura da festa será nesta segunda com a Missa Solene presidida pelo bispo Diocesano de Mossoró, Dom Mariano Manzana, e co-celebrada pelo pároco de Santa Luzia, padre Flávio Augusto, às 17h.
Durante a missa será feita a entrega de fitas para novos associados e zeladores do Apostolado da Oração do Núcleo da Paróquia de Santa Luzia, além do hasteamento das bandeiras do Apostolado da Oração, da Diocese de Santa Luzia e da Paróquia de Santa Luzia.
Noiteiros
Todos os dias após as missas haverá a Convivência Fraterna com venda de alimentos e artigos religiosos. Os noiteiros desta segunda serão da Pastoral do Dízimo, do Terço dos Homens da Catedral de Santa Luzia e do Terço dos Homens da Capela de Santa Luzia.
As festividades no Santuário serão encerradas na sexta-feira (23) com a Adoração ao Santíssimo das 7h às 12h e das 13h às 16h30.
Nesse dia serão realizadas duas missas. A primeira ao meio-dia com o padre Ricardo Rubens; e a segunda, às 17h, presidida por padre Flávio, com a Solenidade de Coroação de Jesus Cristo.
Após a Adoração de Jesus Cristo será realizado um jantar, às 19h, com senhas vendidas no local a R$ 5.
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