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Prefeitura amplia iluminação na rodovia estadual RN-117

A Secretaria Municipal de Infraestrutura, Meio Ambiente, Urbanismo e Serviços Urbanos (SEINFRA) da Prefeitura de Mossoró, dentro do programa “Mossoró Iluminada”, instalou 27 postes e luminárias de LED em uma extensão de um quilômetro na rodovia estadual Milton Marques de Medeiros (RN-117), que liga Mossoró à cidade de Governador Dix-sept Rosado. O trecho coberto contempla áreas habitacionais como Itapetinga, Cidade Oeste, Cidade Verde e Tropical Ville.

Iluminação concorre à melhoria da visibilidade no tráfego e à segurança pública (Foto: Allan Phablo)
Iluminação concorre à melhoria da visibilidade no tráfego e à segurança pública (Foto: Allan Phablo)
Trecho completo irá da BR-304 (Complexo Viário da Abolição) até o posto da PRE (Foto: Allan Phablo)
Trecho completo irá da BR-304 (Complexo Viário da Abolição) até o posto da PRE (Foto: Allan Phablo)
Rodrigo Lima prevê que até o fim de 2023 toda a cidade estará coberta por iluminação de LED (Foto: Allan Phablo)
Rodrigo Lima prevê que até o fim de 2023 toda a cidade estará coberta por iluminação de LED (Foto: Allan Phablo)

“A RN-117 é uma rodovia estadual, mas nós avançamos no ‘Mossoró Iluminada’ para que no início do próximo ano todas as etapas, do posto da Polícia Rodoviária Estadual (PRE) até a BR-304 (Complexo Viário da Abolição), esteja totalmente iluminada, concorrendo para tráfego mais tranquilo e à própria segurança pública”, frisou o prefeito Allyson Bezerra (SD).

O novo trecho da iluminação foi entregue nesta quarta-feira (28). E, segundo o secretário municipal de Infraestrutura, Rodrigo Lima, o cronograma deve ser acelerado para que todo esse trajeto da BR ao posto da PRE – cerca de 2 quilômetros – esteja iluminado.

Rodrigo acrescenta ainda que, desde quando foi lançado, em 2021, o programa “Mossoró Iluminada” já substituiu e instalou aproximadamente 16 mil lâmpadas de LED na zona urbana e também na zona rural. “Vamos continuar avançando. A meta é, em 2023, deixar a cidade 100% iluminada com LED”, concluiu o secretário.

Com informações suplementares da PMM.

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Secretária rosalbista volta a aparecer como opção eleitoral

Kátia: por que não? (Foto: arquivo)

O nome da secretária Kátia Pinto, titular da Infraestrutura do governo Rosalba Ciarlini (PP), volta a ser comentado nos intramuros como opção político-eleitoral do rosalbismo.

É recorrente.

Nos últimos tempos, pela proximidade e confiança que exala no grupo, é sempre citada como pré-candidata a algo.

De novo, agora.

Pode ser a surpresa do rosalbismo.

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Secretaria levanta perdas de mais de R$ 50 milhões em projetos

A Secretaria Municipal de Infraestrutura, Meio Ambiente, Urbanismo e Serviços Urbanos já identificou que a Prefeitura de Mossoró perdeu mais de R$ 50 milhões em projetos. A informação é passada pela Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura.

Segundo a secretária Kátia Pinto, da Infraestrutura, o que o município perdeu é grande em termos de dinheiro e de importância social, além de atingir a mobilidade urbana. Somente em projetos relacionados à urbanização da Avenida Rio Branco foram perdidos R$ 32 milhões. “São verbas de convênios que, infelizmente, a Prefeitura de Mossoró perdeu”, disse Kátia Pinto.

Informações completas

Kátia frisou que até a quinta-feira (20) terá todas as informações sobre o problema envolvendo todos os projetos relacionados à Prefeitura de Mossoró e que, depois disso, terá reunião com a Caixa Econômica Federal e posteriormente com a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) para detalhar o que pode ser feito a partir de agora.

“O que posso dizer é que são convênios perdidos”, reiterou.

Nota do Blog – Esse relacionado à urbanização da Rio Brancos nós conhecíamos e ele se arrasta desde a gestão Fafá Rosado (PMDB).

Portanto, não é uma situação pontual da gestão Francisco José Júnior (PSD), o que torna o caso ainda mais grave.

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Investigação de obra vai chegar a situações escandalosas

“Sigam o dinheiro!” Essa recomendação ajudará consideravelmente a Controladoria Geral da União (CGU) e o Ministério Público Federal (MPF) na apuração do porquê do Complexo Viário da Abolição não ter sido concluído, até hoje.

A frase é de um personagem das sombras. O chamado “Garganta profunda”, informante de uma dupla de jornalistas que descobriu um escândalo de escuta telefônica, levando o então presidente dos Estados Unidos (EUA), Richard Nixon, à renúncia.

Cena patética: Rosalba "inaugura" viaduto ao lado de Kátia Pinto; obra depois apresentou rachaduras (Foto: Elisa Elsie)

No caso do Complexo Viário da Abolição, não será muito diferente. Se houver aprofundamento do caso, chegarão a políticos, servidores públicos de carreira, empresários de peso e agentes públicos comissionados.

O “xis” da questão é a fiscalização ou a não-fiscalização da obra. A responsabilidade do empreendimento é do Governo do Estado, através da Secretaria da Infraestrutura.

Os trabalhos começaram na gestão Wilma de Faria (PSB), ainda em 2009. A construtora EIT ganhou a licitação, depois pediu socorro à CLC, porque entrou em recuperação judicial, na iminência de fechar as portas.

A obra sofreu paralisações.

Viadutos “inaugurados”

O Governo Rosalba Ciarlini (DEM) assumiu em 2011, prometendo conclui-la em meados de 2013. A governadora teve a coragem de “inaugurar” alguns viadutos ao lado de sua secretária da Infraestrutura, Kátia Pinto, sem sequer comunicar o fato ao Governo Federal ou sem a conclusão – de fato, do complexo.

Todos os viadutos apresentaram problemas, desde rachaduras a situações mais graves.

Orçada inicialmente em R$ 52 milhões, a obra recebeu depois aditivo de R$ 15 milhões do Governo Federal – via Programa Aceleração de Crescimento (PAC). No rol de serviços, pelo menos cinco viadutos, duplicação da BR-304 na chamada Avenida do Contorno, com 17 quilômetros de extensão.

Memorial

Perscrutando o memorial (espécie de diário obrigatório em toda atividade de engenharia) da obra, cruzando informações com pagamentos feitos (alguns antecipados) e contextualizando os períodos – principalmente no ano eleitoral de 2012, CGU e MPF vão chegar às razões de tanto atraso e irregularidades.

O Complexo Viário da Abolição tem uma interligação com a duplicação da RN Mossoró-Tibau. Por quê? investiguem. Não se conectam apenas pelo aspecto viário.

Numa mesma época, uma obra avançava e outra parava ou ficava quase parando. Estranho, não?

Apurem também o porquê de afastamento de tantos fiscais experientes, da Infraestrutura, que poderiam estar fiscalizando a obra.

Por que foram substituídos?

Repetindo: “Sigam o dinheiro!”

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