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Mossoró tem 554 novas vagas formais de emprego

Serviços têm grande destaque (Arte ilustrativa)
Serviços têm grande destaque (Arte ilustrativa)

Mossoró registra saldo positivo contabilizando números na geração de postos formais de trabalho.

Em janeiro deste ano, a cidade registrou saldo positivo de 554 vagas, conforme dados oficiais do Ministério do Emprego e Trabalho (MET), divulgados nesta terça-feira, 3 de março, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED).

O setor que mais empregou na cidade em janeiro foi o de serviços  com saldo de 464 postos de trabalho, em segundo lugar ficou o setor de construção com 89 novos empregos.

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Empresas podem ter grande economia; governo teme prejuízo

Do The News para o BCS

Interesses em jogo deixa STF com poder de decidir (Foto: Rosinei Coutinho)
Interesses em jogo deixa STF com poder de decidir (Foto: Rosinei Coutinho)

Está marcado para esta quarta-feira (25) um julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que pode gerar uma economia às empresas e um prejuízo ao governo federal.

A discussão: O ISS deve, ou não, ser excluído da base de cálculo dos impostos PIS/Cofins? Em outras palavras, se um imposto já pago deve ser considerado na hora de pagar outros impostos, para que não aconteça uma dupla tributação.

Pense que uma empresa paga os tributos federais PIS/Cofins com base no faturamento. No entanto, uma parte desse faturamento foi usada para pagar o tributo municipal ISS — pago por basicamente todas as empresas de serviços.

Por que isso importa? O setor de serviços representa cerca de 70% do PIB brasileiro. Caso a decisão do STF seja favorável ao contribuinte, o próprio governo federal estima que deveria devolver R$ 37 bilhões retroativos às empresas.

Em um momento em que o Planalto busca equilibrar as contas públicas, tendo aumentado ou criado impostos nos últimos anos, a mudança pode sair como um balde de água fria para o presidente Lula (PT), ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) e companhia.

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Setor de Serviços no RN registra alta de 3,7% em maio

Trabalho identifica crescimento sustentável (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil/Arquivo)
Trabalho identifica crescimento sustentável (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil/Arquivo)

O setor de Serviços do Rio Grande do Norte avançou 3,7% em maio de 2025 na comparação com o mesmo mês do ano anterior, marcando o 14º resultado positivo consecutivo e posicionando-se praticamente no mesmo patamar da média nacional (+3,6%).

Os números são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do IBGE, e reforçam a recuperação contínua do segmento potiguar, segundo o Instituto Fecomércio RN (IFC).

O dinamismo do segmento no RN supera até mesmo o observado em estados vizinhos, como o Ceará (+2,4%). Considerando o acumulado de janeiro a maio, o RN soma alta de 5,9%, revertendo o recuo de 0,8% observado no mesmo período de 2024 e superando com folga a média nacional de 2,5%.

Já no acumulado dos últimos 12 meses até maio, o crescimento chega a 7,5%, mais que o dobro do Brasil (+3,0%) e reforçando o Rio Grande do Norte entre os destaques do país.

Série histórica

Com base nos indicadores da Pesquisa Mensal de Serviços, o Instituto Fecomércio RN identifica uma evolução do setor de serviços no RN nos últimos cinco anos, revertendo a forte retração na pandemia (2020), com recuperação forte em 2021 e crescimento sustentado entre 2022 e 2024.

Já em 2025 quando tomamos os 12 meses até maio, o crescimento é bem mais elevado e, mesmo quando tomamos o acumulado do ano até maio, a alta já fica acima do registrado em 2024.

“A retomada em 2025 sinaliza um novo ciclo de crescimento. O turismo do RN, por exemplo, também cresceu acima de 5% no acumulado do ano até maio. Até aqui, o setor de Serviços potiguar tem uma das altas mais robustas do país, refletindo uma economia local mais resiliente e diversificada”, afirma o presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz.

Ele detalha que a continuidade desse ritmo dependerá da manutenção da confiança do consumidor, da retração das taxas de inflação e juros, e da capacidade do estado em ampliar sua vocação em serviços relacionados ao turismo, tecnologia e logística.

Considerando a sazonalidade favorável no segundo semestre (turismo, eventos, consumo natalino), o Instituto Fecomércio RN projeta um crescimento de entre 6,5% e 8% no acumulado de 2025 para o setor de serviços do RN, superando com folga a média nacional esperada, estimada entre 2,5% e 3,5%.

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Serviços impulsionam empregos; RN tem melhor índice desde 2010

Arte ilustrativa
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O Rio Grande do Norte registrou saldo positivo de 2.495 postos de trabalho formais em fevereiro de 2025, o melhor desempenho para o mês desde 2010.

O resultado representa um crescimento expressivo de 787% em relação a fevereiro de 2024, quando foram criadas 281 vagas.

O levantamento foi divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta sexta-feira (28) com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo CAGED).

Nesse cenário positivo, o setor de Serviços foi o principal responsável pelo avanço, criando 2.367 novas vagas no mês, mais que o dobro das 1.163 geradas no mesmo período do ano passado.

O Comércio também apresentou sinais de recuperação, com saldo positivo de 558 empregos, um aumento de 74% em relação a fevereiro de 2024.

“O bom desempenho está ligado ao fortalecimento do turismo e ao crescimento de segmentos como ensino, saúde e setor imobiliário. Os números também evidenciam um fortalecimento da dinâmica de geração de empregos, com saldo de 2.201 vagas abertas no 1º bimestre no estado”, explica o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN), Marcelo Queiroz.

O desempenho potiguar também se destaca na comparação regional. Estados vizinhos apresentaram saldo negativo em fevereiro – como Alagoas, que perdeu 5.471 empregos – ou tímido, como a Paraíba que abriu apenas 525 vagas.

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Emprego formal no Rio Grande do Norte bate recorde histórico

Arte ilustrativa
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O Rio Grande do Norte encerrou 2024 com um saldo positivo de 34.294 novos postos de trabalho formais, registrando um crescimento de 52,6% em relação a 2023, quando foram geradas 22.472 vagas.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED).

O desempenho do ano passado é o melhor da série histórica, desconsiderando 2021, quando houve a recuperação das perdas causadas pela pandemia.

Todas as atividades econômicas geraram empregos em 2024.

Serviços

O resultado foi impulsionado principalmente pelo setor de Serviços, que sozinho gerou 17.088 novas vagas, quase 50% do total. O Comércio também teve um desempenho expressivo, com 6.099 postos de trabalho formais criados, seguido pelos setores da Construção (com 5.150 vagas a mais), Indústria (com alta de 4.876 vagas) e Agropecuária (com incremento de 1.088 vagas).

O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN), Marcelo Queiroz, destacou a importância do bom desempenho econômico do estado para a geração de empregos. “Esse resultado reflete o aumento dos investimentos privados no estado, a ampliação do crédito para as famílias e a redução da alíquota do ICMS durante a maior parte do ano.”

Segundo ele, esses são fatores que estimularam o crescimento econômico e o consumo no estado, fortaleceram o mercado de trabalho, especialmente nos segmentos do Comércio e Serviços.

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Apesar do saldo anual positivo, dezembro foi o único mês de 2024 com resultado negativo, registrando 2.617 postos de trabalho fechados, um movimento sazonal. Ainda assim, o setor de Comércio manteve saldo positivo, com 44 vagas abertas, enquanto os demais segmentos encerraram o ano em retração.

Setor de serviços puxa empregabilidade no RN, diz Caged

Arte ilustrativa
Arte ilustrativa

O Rio Grande do Norte abriu em março 1.415 novas vagas de emprego formal, aquelas com carteira assinada. Com isso, o acumulado nos primeiros três meses de 2024 subiu para 2.839 e nos últimos doze meses, 25.290. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo CAGED) – divulgados nesta terça-feira (30/04) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

O saldo do mês de março/24 é o maior da série histórica do Novo Caged, iniciada em 2020. Em março de 2021, quando a economia começou a ser reerguer, após as dificuldades impostas pela pandemia da Covid, o saldo foi de 1.212 vagas; no mesmo mês de 2022, o número de demissões superou o de contratações, produzindo saldo negativo de (-1.427); em março do ano passado também houve saldo negativo (-82).

De acordo com o Caged, o estoque de empregos celetistas no Rio Grande do Norte é de 504.760. O salário médio de admissão em março foi de R$ 1.695,30. O setor que mais abriu postos de trabalho no RN em março foi o de Serviços (2.535 vagas), seguido pelo Comércio (954) e Construção Civil (628). No acumulado do ano, o setor de serviços é o destaque, com 4.784 postos de trabalho abertos. Com 1.256 vagas abertas nos três primeiros meses do ano, a construção ultrapassou o comércio, cujo saldo positivo é de 1.181 vagas no trimestre.

Natal, Mossoró, Parnamirim, Assu e Currais Novos, pela ordem, foram os municípios que mais abriram postos de trabalho. Na outra ponta, o de saldo negativo, estão Baía Formosa e Arês, em função das dispensas realizadas pelo segmento da Agricultura.

Novo Caged

Postos de trabalho abertos ou fechados no RN

Meses de março, série com ajustes

2020: (-3.039)

2021: +1.212

2022: (-1.427)

2023: (-82)

2024: +1.415

….

Saldo no trimestre: 2.839

Saldo últimos 12 meses: 25.290

Estoque de emprego celetista no RN: 504.760

Salário médio de admissão: R$ 1.695,30

Saldo por município

Natal: 1.591

Mossoró: 1.176

Parnamirim: 420

Assu: 213

Currais Novos: 147

Atividade Econômica

Serviços: +2.535

Comércio: +954

Construção: +628

Indústria Geral (-1.035)

Agricultura (-1.667)

RN e mais 12 estados têm mais Bolsa Família do que empregados

Por Tiago Mali (Do Poder 360)Bolsa Família - Foto de Ana Nascimento - Poder 360

O número de beneficiários do Bolsa Família agora é maior que o de empregos com carteira assinada (o que exclui o setor público) em 13 das 27 Unidades da Federação. Ano passado, superava em 12. O Rio Grande do Norte era a única exceção na região Nordeste até 2022. Não é mais.

Como todos os outros Estados nordestinos, agora registra mais beneficiários do Bolsa Família do que empregos formais.

Há também 4 Estados do Norte nessa situação. O Maranhão é o Estado onde essa relação de dependência do benefício é mais forte. Há 2 famílias maranhenses recebendo Bolsa Família para cada trabalhador com carteira assinada no Estado. Antes da pandemia, eram 8 Estados com mais benefícios que empregos formais. O número subiu para 10 em 2020, 12 em 2022 com o Auxílio Brasil e, agora, 13.

O aumento dessa proporção se deve, majoritariamente, à ampliação de 49% no número de beneficiários do programa social no último ano do governo Bolsonaro. Depois de passar 3 anos com aumentos discretos no número de beneficiários, o governo Bolsonaro ampliou de 14,5 milhões de atendidos para 21,6 milhões no ano eleitoral de 2022.

Ao menos 3 milhões dos 7 milhões de novos beneficiários foram incluídos no programa nos 3 meses que antecederam as eleições. bolsa-familia-trabalho-carteira-poruf

Empregos com carteira

Em novembro de 2022, a proporção de beneficiários por trabalhador com carteira atingiu, pela 1ª vez, 50%. Isso significa que, para cada 2 trabalhadores com carteira assinada, há uma família recebendo o auxílio do governo. A taxa chegou ao recorde histórico em janeiro (51,5% de beneficiários em relação aos empregados). Em fevereiro de 2023 (último dado disponível), ficou em 51,1%.

Uma parte do aumento de beneficiários do Bolsa Família deve ser revertido com a revisão pelo governo dos cadastros do programa social que considera irregulares (fala-se em 2 milhões ou mais). O economista Marcelo Neri, diretor da FGV Social, destaca que o Bolsa Família é o programa social mais focado (que mais chega à população mais pobre, quem realmente precisa, em vez de beneficiar outros grupos).

O aumento apressado dos cadastros às vésperas da eleição pode ter reduzido a eficiência da ação.

Causas e consequências

Além do grande aumento no número de beneficiários do programa social, há também um processo de mudança no mercado de trabalho, dizem economistas. O pesquisador diz por trás do fenômeno constatado pelo Drive há aumento do emprego por conta própria (por opção ou falta de opção) e retomada mais forte no mercado informal.

“A PNAD mostra em uma década um aumento muito grande o emprego por conta própria. Por opção, ou falta de opção. Parece ser uma tendência que continuará“, diz Marcelo Neri. Quando se refere à queda de empregados com carteira por opção, Neri se refere ao fenômeno conhecido grande resignação. São pessoas que largam seus empregos de 5 dias por semana e 8 horas por dia para trabalhar por conta própria.

A tendência ganhou impulso nos Estados Unidos na classe média durante a pandemia e, segundo o diretor da FGV social, já atinge o Brasil. Já a saída da carteira assinada por falta de opção está mais relacionada às classes mais baixas. São bicos numa economia impactada pelo surgimento de aplicativos e trabalhos mais precarizados.

Setor de serviços e impostos

O professor Ecio Costa, da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), também destaca a recuperação do emprego mais forte no setor de serviços. “Ele tem muito emprego informal, mais do que os outros setores. Isso faz com que a base de trabalhadores com carteira assinada cresça menos quando o emprego se recupera nessa área“, afirma.Bolsa família - total de beneficiados, carteira de trabalho, Poder 360 - 12-04-2023

Ou seja, enquanto a base de beneficiários do Bolsa Família cresceu nos últimos anos, a base do mercado com carteira assinada se fragilizou. Os economistas destacam que isso pode levar a um resultado preocupante: estagnação ou redução da contribuição dos assalariados nos tributos brasileiros.

Artigo recentemente publicado na Fipe (íntegra – 381 KB) mostra, por exemplo, que os MEI (microempreendedores individuais) já representam 11% dos contribuintes da Previdência, mas são responsáveis por apenas 1% da arrecadação do regime geral. O paper é escrito pelo economista Rogério Nagamine Costanzi e pelo cientista social Mário Magalhães.

Em continuando essas tendências, haverá pressão no sentido de reduzir a contribuição dos assalariados com tributos.

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RN já acumula saldo de quase 8 mil empregos formais em 2021

Atividades produtivas revelam reação em momento delicado (Foto: Elisa Elsie)
Atividades produtivas revelam reação em momento delicado (Foto: Elisa Elsie)

O Rio Grande do Norte registrou mais um mês de alta na geração de empregos no ano. Após três meses seguidos de alta, entre janeiro e março, e uma pequena redução em abril, o mês de maio volta a registrar salto positivo com mais 2.097 empregos formais gerados no Estado potiguar. O acúmulo no ano é de 7.798 novos postos de trabalho.

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério da Economia, divulgados nesta quinta-feira (01).

O setor de serviços mais uma vez puxou a alta com 1.045 novos postos, seguido do comércio (645), indústria (503) e agropecuária (123), que até então vinha em quedas sucessivas. O setor da construção civil, que no acumulado do ano tem 1.590 novas carteiras assinadas, foi o segmento que, neste mês de maio, registrou perdas de empregos, com 219 demissões.

No balanço dos cinco primeiros meses do ano, todos os setores possuem salto positivo na geração de empregos, a exceção da agropecuária.

Recuperação continuada

Com as altas de janeiro (+2.250), fevereiro (1.799) e março (2.116), a queda de empregos em abril, e os 2.097 novos postos de trabalho em maio deste ano, o RN já recuperou praticamente a metade das 15.720 demissões entre março e maio de 2020, no auge da pandemia.

Ainda em 2020, o Estado potiguar registrou saldo positivo de 1.769 novas vagas, fruto da reabertura econômica do segundo semestre. Novembro de 2020, por exemplo, registrou a maior alta dos últimos 24 anos, com 4.796 novas empregos.

Desde o mês de agosto, após o período mais nefasto da pandemia na economia, o RN registra seguidas altas na geração de empregos. Para efeito de comparação, entre 2015 e 2018, período da última gestão, foram perdidos mais de 18 mil postos formais de trabalho.

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