Neste final de semana a campanha “Mossoró Vacina”, promovida pela Prefeitura de Mossoró, através da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), aplicou 2.366 doses contra a Covid-19.
Também houve vacina de reforço (Foto: Wilson Moreno)
De acordo com a SMS, foram aplicadas 1.311 doses no sábado (5) e 1.055 doses neste domingo (6). Três locais estiveram abertos para receber a população. Houve pontos de vacinação nas Unidades Básicas de Saúde Maria Soares, no Alto de São Manoel, Chico Costa, no Santo Antônio, além do Partage Shopping;
Deste total de doses, 1.436 foram referentes à terceira aplicação – o reforço. Houve ainda cobertura vacinal 290 pediátricas de D1 (primeira dose) e 456 referentes a segunda dose para crianças de 5 a 11 anos.
Foram aplicadas também 162 doses de D2 para o público acima de 12 anos e 18 primeiras dose.
Com informações da PMM.
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Um estudo realizado com 1.310 colaboradores do Hospital das Clínicas de São Paulo mostrou que após a terceira dose do imunizante contra a Covid-19 a produção de anticorpos sobe para 99,7%, muito perto da totalidade.
O trabalho teve o apoio do Instituto Todos pela Saúde, do Itaú.
Para aumentar a proteção contra a Covid-19, o intervalo para a terceira dose caiu de cinco para quatro meses (Fotos: Ronny Santos)
Para ampliar a proteção contra a variante ômicron, no sábado (18), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou a redução do intervalo de aplicação da dose de reforço da vacina contra a Covid-19 de cinco para quatro meses.
Os participantes da pesquisa estavam em acompanhamento desde o início da pandemia e receberam as duas primeiras doses da Coronavac e o reforço da Pfizer.
A dosagem de anticorpos é uma das formas de medir a proteção de uma vacina.
Para a infectologista do Hospital das Clínicas e responsável pelo estudo, Silvia Figueiredo Costa, provavelmente, se as duas primeiras doses tivessem sido de outro imunizante, a resposta seria semelhante, o que ressalta a importância do reforço. Porém, não é possível confirmar essa hipótese no momento, uma vez que estudos sobre a dose de reforço começaram a sair recentemente.
“O que nos deixa mais tranquilos, como parte da população brasileira, do Chile e de outros países receberam a primeira e a segunda dose da Coronavac, após o reforço com a vacina de outro fabricante houve essa pontuação bem elevada de produção de anticorpos”, avalia Costa.
O reforço não impede as formas leves da doença, mas protege da hospitalização. “Nós não tivemos nenhum caso [no Hospital das Clínicas] com a terceira dose que tenha sido internado”, afirma.
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Mossoró começa a terceira dose para pessoas com 30 anos ou mais de idade, que receberam a segunda dose há cinco meses.O aviso foi dado à manhã dessa segunda-feira (29) pelo prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade).
Ele usou suas redes sociais para convocar abrangidos pela imunização contra a Covid-19.
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O Governo Federal vai aplicar dose de reforço contra a Covid-19. O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (16) essa medida, que vai alcançar pessoas maiores de 18 anos.
Governo garante ter estoque suficiente para atender a demanda (Foto ilustrativa)
Também há determinação que seja encurtado o intervalo de aplicação para cinco meses após o recebimento da segunda dose.
Em entrevista coletiva em Brasília, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, garantiu que o governo federal tem doses suficientes para distribuir aos Estados e municípios, assegurando a aplicação da dose de reforço a todos os maiores de 18 anos.
Até o anúncio desta terça, as doses de reforço estavam sendo aplicadas seis meses após a segunda aplicação e somente a grupos específicos, como idosos e profissionais de saúde.
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Avanço de vacinação é garantia de maiores chances de enfrentamento à doença (Foto: CNN Brasil)
Cerca de 95% dos Municípios brasileiros já iniciaram a aplicação da dose de reforço em idosos e profissionais de saúde. Os que ainda não deram início, quase todos já estão organizados para começar essa imunização. Os dados constam da 29ª edição da pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), que ouviu 1.855 gestores municipais entre os dias 18 e 21 de outubro.
A pesquisa também aponta que um em cada quatro Municípios ficou sem imunizantes nesta semana. Desses, 67,4% informaram que foi impactada a aplicação da primeira dose, sendo a Pfizer a principal vacina em falta.
Destaca-se que apenas esse imunizante pode ser aplicado em adolescentes entre 12 e 17 anos no Brasil, faixa etária que está sendo vacinada em quase 100% dos Municípios. Apenas 3,8% vacinam pessoas entre 18 e 24 anos.
Já para a aplicação da segunda dose, relatada por 43,8% dos respondentes que alegaram insuficiência de imunizantes, a vacina Astrazeneca foi a que mais faltou nos postos de saúde, sendo apontada por 91,3% dos gestores que responderam essa questão.
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