Arquivo da tag: 106 casos confirmados de Covid-19 no Rio Grande do Norte (2 de abril de 2020)

Governo segue soterrado por débitos até aqui insanáveis

Arte ilustrativa
Arte ilustrativa

As contas do Governo Fátima Bezerra (PT) não fecham.

A fila de credores é enorme e os valores, também.

Somente a uma empresa terceirizada, o débito chega aos R$ 40 milhões.

E sem perspectiva de ser saldado tão cedo.

Ô luta medonha!

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Lula grava vídeo reforçando campanha de Carlos Eduardo

O ex-presidente e candidato à Presidência da República pela Federação Brasil da Esperança, Lula (PT), gravou 21 segundos de depoimento em defesa da candidatura ao Senado do ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT).

O material está em redes sociais reforçando campanha de Carlos, que trava duelo difícil contra o ex-ministro Rogério Marinho (PL) e também sofre com disputa paralela no mesmo campo político, do deputado federal Rafael Motta (PSB),

No dia 5 de julho último, bem antes de começar a campanha, nossa página antecipou que Lula faria gravação de apoio a Carlos Eduardo. Veja AQUI.

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Em tratamento de saúde, prefeito licenciado fala em volta à rotina

Paulinho: esperança (Foto: redes sociais)
Paulinho: esperança (Foto: redes sociais)

O prefeito de São Gonçalo do Amarante, Paulo Emídio (Pros), o “Paulinho”, que está afastado do cargo para tratamento contra o câncer, informa que em breve deverá reassumir o cargo.

Em suas redes sociais ele posta foto e fala sobre o enfrentamento da doença. Leia abaixo:

Bom dia para quem está com os cabelos da barba e das sobrancelhas crescendo, como nos meus bons tempos de garoto lá do interior.

Aproveito para dizer aos amigos e amigas que a previsão é que seja finalizado meu tratamento ainda neste mês, e, assim, poderei voltar para minha casa, minha família, e minha rotina de trabalho.

Obrigado a todos pelas orações e mensagens. Tenho lido cada uma e guardado com muito carinho.

Deus abençoe vocês e suas famílias!

Paulinho licenciou-se no início do mês passado (veja AQUI), passando a gestão para o vice Eraldo Paiva (PT). No dia 17 de fevereiro alongou o afastamento oficialmente, com expectativa de ficar 30 dias distante do cargo (veja AQUI).

Nota do Canal BCS – Saúde, prefeito. Todos estamos na torcida à sua recuperação.

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Sou mais Mossoró-RN

Por Dorian Jorge Freire

Natal, maio de 1985.

Lembrando Pedro Nava, eu sou mossoroense “de propósito”. “Só de mal”, como diria meu querido Guido Leite, assassinado impunemente.

Não poderia ter nascido em outra parte. Nem no Aracati de meu Pai, nem em São Paulo de minhas saudades mais leais.

Definitivamente, Mossoró.Dorian Jorge Freire - foto

Conhecendo – como Jaime Adour da Câmara – Oropa, França e Bahia, sendo tiete das velhas cidades mineiras e também de Olinda, Alcântara e São Luís, minha opção preferencial é sempre por Mossoró.

Paris, eu amo antes da primeira vista. Florença, amor à primeira vista. Ainda assim, sou mais Mossoró.

Dirão que há, em Paris, o Café Procope. Mas eu fico com o Café Tavares.

Ainda em Paris, encontramos as ruas St. Séverin e St. Jacques, roteiro de Dante. Mas eu prefiro a 30 de Setembro.
Cortot? Temos o Beco de Jeremias Cego. Chevalier de la Barre? Vicente Sabóia.

Mossoró não me deu apenas a certidão de nascimento. Deu-me, também, o seu temperamento. E, uma a uma, as suas idiossincrasias.

Sou vidrento como Mossoró é vidrenta. E não sou exceção. Qualquer mossoroense é assim.

Em São Paulo, por exemplo, o velho Estevão Cruz colecionava rótulos de Cerveja Mossoró, que lavava com as suas lágrimas. No Recife, um grupo chefiado por Mário Marques tem reuniões sucessivas em Boa Viagem para falar em Mossoró.

No Rio, no bairro de Ipanema, Raimundo Nonato não falava em outra coisa dia após dia – Mossoró, Mossoró, Mossoró. Em Brasília, 24 horas diárias, Vingt Rosado faz mossoroísmo. Wilson Lemos, exilado há mais de 30 anos, telefona dos confins de Mato Grosso para pedir notícias.

Meu Pai, cearense, vivendo seus últimos dias no país do sul, pedia que as suas cinzas e sementes fossem plantadas em Mossoró. Jaime Hipólito Dantas, em Natal desde março, trancado em seu apartamento, curte as saudades mais melancólicas.

Não é bairrismo. É mania. Mania? É vício. Os mossoroenses somos viciados em Mossoró.

Disseram – parece que foi Grimaldi Ribeiro – que Vingt Rosado era um deputado municipal. Vingt inflou de orgulho.
Duas vezes impediram Dix-huit de governar o estado. Sabem a resposta mossoroense? Duas vezes fizemos Dix-huit nosso prefeito.

Dias atrás anunciaram que o meu exílio natalense estava no fim e que eu voltaria para Mossoró. Foi um alvoroço no meu coração e lá em casa. Os netos vibraram, o pé de cajá deu uma carga temporã, os coelhos ficaram mais ativos, o canário – mesmo belga! – cantou o Hino Nacional com o charme da Nova República de Fafá de Belém. E meus 10 mil livros? Machado valsou com Colette, num assanhamento que só vendo.

Não sabem os filisteus e saduceus, os nefelibatas, que exílio de mossoroense é marcado pela transitoriedade? Mossoroense está sempre voltando à sua terra. Senão em vida, na força do homem e da mulher, no molho de ossos bem lavados. Basta encostar o ouvido no chão, que há o chamado da terra.

Estarei falando demais de Mossoró? Conversa! De Mossoró fala-se sempre de menos. Deve est ar acontecendo que o meu subconsciente não aprova a minha ausência. Não aprova que eu fique longe do 30 de Setembro, longe de Santa Luzia, longe das valsas de Zé de Ana, longe das matinês do Ipiranga, longe dos bailes da ACDP, longe do sol da seca ou da água da inundação.

Sei que não faço falta, que há 180 mil irmãos voluntários da pátria a serviço do capitão Dix-huit. Ainda assim…
Ainda assim, Mossoró. Mossoró, sempre.

E se me permitem, deixem que eu puxe a memória e lembre histórias. Não sou dos fundadores da cidade, nem vi bangolando por estas capoeiras os índios monxorós, nossos bisavós. Mas prestei, calado, muita atenção a conversas dos mais velhos. E arquivei na memória alguma história e muitos causos.

Sei que éramos simples e cordiais, hospitaleiros, que pensávamos que o visitante poderia ser Nosso Senhor e era preciso acolhê-lo carinhosamente, com renda limpa, lençol cheiroso, água fria e café quente.

Sei também que vivíamos em paz uns com os outros, embora não habitássemos o Paraíso e vez por outra caningássemos com nossos irmãos em querelas sempre terminadas ao redor de uma tapioca.

Essa situação indiscutivelmente cordial, partida só de quando em vez por encharcamento mais febril, subsistiu até os anos 40, começo da dezena seguinte. Quando éramos mais ou menos 30 mil orgulhosos mossoroenses.

Respeitávamos o prefeito, venerávamos o bispo, temíamos o delegado de polícia, confiávamos no juiz, admirávamos os intelectuais, estimávamos os tipos populares, amávamos as mulheres e não trancávamos nossas portas nem nossos corações.

Mas veio a política roxa sucedendo a queda da ditadura. PSD de um lado, do outro UDN, e o mais era enfeite. E veio a ambição do poder, a disputa acesa como brasa de acender o pito. Começou, então, a ciranda do desaforismo. Em crescendo. Cada vez mais agressivo, mais contundente. Era doutor Tarcísio contra doutor Nicodemos. Era Walter Wanderley contra Mário Negócio. Eram Mota Neto, José Luiz, Dix-sept .

Dois jornais se digladiavam. Afora eles, havia os folhetins, os alto-falantes, os comícios perigosos. Um boletim surgia contra um, dissecando um sabujo. Menos de 12 horas depois, vinha a resposta furiosa: dissecando um cadáver. Parecia até que a política municipal se fazia num Instituto Médico-Legal…

Foi a partir daí – lembro – que começou a invadir a cidadezinha, antes serena e boa, hospitaleira e cristã, um cheiro de rosas machucadas das que enfeitam a morte antes de enfeitarem a vida. Seguido do cheiro aziago de vela de velório.

Mau presságio. Todos tínhamos nossos partidos, todos estávamos partidos e repartidos pelas paixões inflamadas, mas não havia ninguém que quisesse ir ao enterro do outro. E quando a coisa descambou da política para caso de polícia, os contendores receberam convite do padre Mota, ex-prefeito de M ossoró e vigário-geral da diocese, para uma conversinha.

Todos atenderam ao chamamento. Iam chegando à casa do gordo padre, que os esperava, despreocupado, fumando seu charutão e indo lá dentro buscar a cadeira para escutar o cura d´aldeia.
E levavam um baita carão:

– Tenham modos! Vocês não são crianças! Lembrem-se que todos somos uma mesma família, sem Caim, só Abel.
Todos ficavam com os olhos no chão, feito Capitu. E um a um, cada qual foi levando sua cadeira lá para dentro e saindo com o sorriso irmão do grande padre.

Por que rememoro isso? Por nada, nadinha. Apenas para lembrar, mossoroense que sou desde o início dos tempos.

Dorian Jorge Freire (1933-2005) era jornalista

Morre em Natal o líder empresarial Álvaro Alberto Barreto

Álvaro Alberto Souto Filgueira Barreto, empreendedor nato (Foto: Web)
Álvaro Alberto Souto Filgueira Barreto, empreendedor nato (Foto: Web)

A morte do engenheiro e líder empresarial Álvaro Alberto Souto Filgueira Barreto, que faleceu na manhã desta quinta (14), aos 80 anos, causou profunda baixa no segmento produtivo do RN. É, de fato, uma grande perda para o Rio Grande do Norte.

Ele estava internado na Casa de Saúde São Lucas desde o mês passado e faleceu por complicações da diabetes.

As mais variadas manifestações ocorridas ao longo do dia mostram como o empresário deixa um importante legado.

Por décadas, despontou como um nome de proa na construção civil, com edificações no Rio Grande do Norte e outros estados, sendo ainda pioneiro no mercado da incorporação habitacional. Atuou na área financeira com a Associação de Poupança e Empréstimo do Rio Grande do Norte (APERN/SA).

Também investiu no Turismo, como fundador do hotel Vila do Mar, entre outros empreendimentos, além de desembarcar no exterior com ousada aposta hoteleira em Miami (EUA).

Seu velório começou no fim da tarde no Morada da Paz em Emaús (Parnamirim). Após missa, o seu corpo foi cremado.

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Parte dona Aída Cortez

Por François Silvestre

Mais uma personagem de uma época que começa a ficar deserta. A última vez que estive com ela foi na sua casa. Cortez me transmitiu o convite dela, e eu fui. Lá estavam o Juiz Antônio Lúcio de Góis e outros amigos do casal. Cachaça, tira-gosto de milho cozido e feijoada.

Aída: "Ele parecia recitar" (Foto: reprodução)
Aída: “Ele parecia recitar” (Foto: reprodução)

Num determinado momento, eles chamam uma adolescente e mandam que ela me dê um abraço. Dona Aída diz: “Essa é a criança que eu levava na barriga naquela tarde de Domingo, na Casa do estudante”.

Papo boníssimo. Cortez era um conversador cativante, erudito sem ser posudo. Fora meu professor, com quem mantinha discussões acaloradas, em sala de aula. Até o assunto do meu discurso na Casa do Estudante, quando dona Aída foi até lá fazer a entrega de uma Kombi, saiu.

Discurso que me rendeu uma prisão e condenação na Auditoria Militar, em Recife. Ela me visitou, na cadeia. No depoimento dela, na Polícia Federal, ela negou que tenha sido agredida. Disse: “Ele parecia recitar”.

Período Médici, governador não tinha força para prender nem prestígio para soltar. Dona Aída Ramalho Cortez era uma figura doce. Saudade de uma época de trevas e sonhos, loucura e esperança.

Leia também: Morre a ex-primeira-dama Aída Ramalho Cortez.

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Governo de Fátima Bezerra e Jair Bolsonaro são reprovados

O jornal Tribuna do Norte divulgou nessa terça-feira (3) pesquisa encomendada ao Instituto Consult, com avaliações administrativas dos governos Fátima Bezerra (PT) e Jair Bolsonaro (sem partido), além de simulações ao Governo do Estado e Senado, para as eleições 2022.

O Consult ouviu 1.700 pessoas entre 23 e 26 de julho (essa página noticiou – veja AQUI – em todo o estado. A margem de erro é de 2,3 pontos percentuais para mais ou para menos, tendo 95% de intervalo de confiança.

Veja abaixo o comportamento do eleitor em termos de administração Fátima Bezerra.

O(a) sr.(a) (você) aprova ou desaprova o Governo de Fátima Bezerra, para o RN?Pesquisa Tribuna do Norte-Consult - Julho de 2021 - Governo Fatima Bezerra - DesaprovaçãoO(a) sr.(a) (você) aprova ou desaprova o Governo do Presidente Jair Bolsonaro, para o Brasil?Pesquisa Tribuna do Norte-Consult - Julho de 2021 - Governo Bolsonaro - DesaprovaçãoAcompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUI e Youtube AQUI.

RN chega a 106 registros oficiais de Covid-19

Aumento de 14 casos em 24 horas (Foto ilustrativa)

O Rio Grande do Norte possui 103 casos confirmados de Covid-19 em 15 cidades, além de 3 casos de pessoas residentes, respectivamente, em Recife, Fortaleza e Manaus, que foram atendidas no RN. Ou seja, 106.

Ao todo, são 2.153 casos suspeitos, de 129 cidades do Estado e de outros estados do Brasil (pessoas que receberam atendimento em serviços de saúde do RN), 455 casos descartados e dois óbitos.

O boletim epidemiológico de ontem (1º de abril) apontava que o estado tinha 92 casos confirmados (veja AQUI). Um aumento de 14 registros em 24 horas.

Os casos confirmados dividem-se da seguinte maneira:

– Natal (56), Mossoró (21), Parnamirim (13), Assú (1), Apodi (1), Carnaubais (1), Luís Gomes (1), Macaíba (1), Monte Alegre (1), Passa e Fica (1), São Gonçalo do Amarante (1), São José de Mipibu (1), Tibau (1), Ceará Mirim (2) e Caicó (1).

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