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Morre em Mossoró dona Hilda de Medeiros Leite

Dona Hilda, missão dignamente cumprida (Foto: cedida por sua família)
Dona Hilda, missão dignamente cumprida (Foto: cedida por sua família)

Uma notícia muito triste que veiculamos agora: faleceu na manhã dessa terça-feira (22), dona Hilda de Medeiros Leite, 91 (14 de dezembro de 1930), viúva de Aldemar Duarte Leite, 12 filhos (um já falecido).

Dona Hilda estava internada no Hospital Wilson Rosado (HWR) em consequência de uma pneumonia que acabou a levando à falência múltipla de órgãos.

Seu velório acontecerá na Capela de São Vicente no centro de Mossoró.

O sepultamento será às 16h de hoje no Cemitério São Sebastião, centro.

Mas, antes, às 15h, ocorrerá missa de corpo presente.

Ela era mãe de amigos como o professor-escritor David Leite, bancária Fátima, assistente social Helena.

Aluizista histórica, conservava em sua casa o que se denominou de “Acervo Bacurau”, um conjunto de peças (santinhos, livros, flâmulas, fotos etc.) que retrata sua identificação com o líder político Aluízio Alves. “Bacurau” legítima.

Que descanse em paz! Missão dignamente cumprida.

Leia também: Promessa de aluizista (Só Rindo – Folclore Político);

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“Assanharam o Bacurau” (de novo!)

Henrique lembra, no Twitter, o verde, o bacurau, campanhas e simbologias - 08-05-21Sei não, sei não…

Essa postagem em tom nostálgico no Twitter, que o ex-deputado federal Henrique Alves colocou no fim da manhã desse domingo (9), parece ter um quê de desejo.

Ou não?

Deixe para lá.

Talvez seja apenas uma dedução equivocada de minha parte.

Deve ser.

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“Bacurau, sempre bacurau!”

No Encontro Estadual do MDB e Encontro Estadual do MDB Mulher nesta quinta-feira (7), no Hotel Praiamar em Natal, o ex-deputado federal Henrique Alves até tentou ser, como disse há poucos dias, um “simples militante”.Não conseguiu.

Entre vários nomes assediados por filiados e militantes, ele foi disparadamente o campeão nos quesitos abraço e selfie.

Eclipsou gente da ativa.

Nem o atual presidente nacional emedebista, deputado federal Baleia Rossi (SP), foi páreo para ele.

A presença do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, também não.

“Bacurau, sempre bacurau! Obrigado a todos! Matei a saudade”, postou Henrique Alves em suas redes sociais.

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Para ex-governador, MDB morreu no Rio Grande do Norte

O desabafo é do ex-senador e ex-governador Geraldo Melo (PSDB), egresso do velho MDB.Em seu endereço no Facebook, ele enxerga dificuldades para o partido no Rio Grande do Norte.

Aponta falta de identidade do emedebismo de agora com a liderança e símbolos de ontem, numa referência ao ex-governador Aluízio Alves (já falecido) e outras marcas.

O MDB de hoje, em sua ótica, é um “MDB sem aluizismo, sem a cor verde e sem os bacuraus”. É o MDB do deputado federal Walter Alves, que nasce com a morte do anterior.

Leia também: MDB vai à outra campanha em busca de votos e comando;

Leia também: Henrique Alves se despede do MDB de Walter Alves.

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O Fusca, a moto e o piloto do MDB

Por Cassiano Arruda (Do Território Livre)

Essa estória  tem tudo para entrar para no nosso folclore político.

O protagonista tem inquestionável origem Bacurau – Bacurau “PO” – analisando a perda diária de quadros partidários, lendo no jornal  a saída do prefeito Álvaro Dias e do deputado Hermano Morais:

-Quando Aluízio, mesmo cassado, assumiu o MDB, em 1970, se dizia que o partido todo cabia dentro de um fusca.

– Pelo visto vai acabar cabendo numa moto. Só sei que  Waltinho será o piloto…

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Deputado “tucano” assume sua plumagem de “bacurau”

Após abandonar o MDB e desembarcar dia 6 de abril no PSDB (veja AQUI), por atração do presidente da Assembleia Legislativa e da sigla tucana no RN, deputado Ezequiel Ferreira, o deputado estadual Gustavo Fernandes aos poucos revela sua verdadeira “plumagem”.

Anda todo ancho por aí, em programações políticas com o candidato ao governo estadual Carlos Eduardo Alves (PDT).

Em seus endereços nas redes sociais, Gustavo Fernandes é só alegria ao lado de Carlos Eduardo

Nas redes sociais, então, é só alegria.

Historicamente, Fernandes é ligado ao emedebismo e deve muito de êxitos eleitorais à liderança do ex-deputado federal Henrique Alves (MDB). Ele e seu pai, ex-deputado estadual Elias Fernandes.

Pelo visto, a porção “bacurau” dele não resistiu muito tempo no ninho tucano.

Vale lembrar que o PSDB fez aliança institucional-eleitoral para dar apoio à reeleição do governador Robinson Faria (PSD), mas deixou seus filiados e detentores de mandatos à vontade para outra escolha.

Nota do Blog – Longe do MDB, as chances de reeleição de Gustavo são escassas. Próximo, há um alento.

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Dúvidas e alianças coloridas ditam moda na política

Passei algumas horas hoje em Assu, onde fui a convite do diretor da Rádio Princesa do Vale, Lucílio Filho, para um bate-papo sobre jornalismo e política ao vivo – na emissora.

Depois, longa e ótima conversa com outros amigos-amigas no restaurante “Papo de Calçada”, como o advogado Tiago Moreira, que conheci nos bancos acadêmicos.

O que constatei em interpelações de ouvintes e interlocutores ao vivo, é um manancial de dúvidas quanto a composições e alianças para o pleito de 2014.

Mas esse quadro não é algo inerente apenas à política assuense. Vai mais além.

É resultado de um tempo de convulsão. As dúvidas começam lá em cima, com as chamadas lideranças estaduais.

Estamos no fim de um ciclo de bipartidarismo, de paixões em torno de símbolos como verde e “encarnado”, bacurau e bicudo. Simbologias que durante décadas formaram uma teia de identidades políticas, que claramente separavam um lado do outro, estão esgarçadas e em desmanche.

Na busca da sobrevivência e da continuidade, os principais “caciques” têm feito as mais diversas e esdrúxulas composições desde o final da década passada.

Quem é aliado hoje, pode não ser amanhã. E vice-versa.

Então, não estranhe o que ocorre em Assu, meu caro.

A dúvida e as ‘alianças coloridas’ estão na moda.