Após solenidade no Teatro Municipal Dix-huit Rosado nesta quarta-feira (16), quando apresentou elenco de obras do programa Mossoró Realiza e assinou ordens de serviços e processos licitatórios (veja AQUI), o prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) recebeu sua bancada de vereadores.
Conversa foi no Palácio da Resistência, sede de municipalidade.
Reunião fechadíssima para tratar de nominatas, siglas e variadas dúvidas e busca por caminhos à reeleição dos 15 vereadores da base.
Chapão ou chapões?
Eis a questão. Tudo está sendo estudado.
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Na ala oposicionista e no campo governista em Mossoró, a ideia de formação de ‘chapões’ à vereança ganha corpo. E caminha para se materializar no processo eleitoral do próximo ano.
Uma tendência que dificilmente será solapada.
Anote, por favor.
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Já é intensa e tensa a movimentação de vereadores e pré-candidatos à vereança, em Mossoró, à formação de nominatas à campanha 2024.
A disputa – provavelmente por 21 vagas, em vez das 23 da atual legislatura – promete ter menos candidatos, menor número de partidos, porém com maior exigência de votos. Quase impossível que alguém com menos de 1.300 votos seja eleito (ou reeleito).
Em 2020, pelo menos três foram eleitos com menos de mil votos: Omar Nogueira (964, do Patriota), Paulo Igo (929, do Solidariedade) e Édson Carlos (924, do Cidadania). O quociente eleitoral foi de 5.884 votos.
Os chapões no governismo vão envolver cerca de quatro legendas ou mais.
Na oposição, de decidido e em formação, a Federação Brasil da Esperança, com PT, PCdoB e PV. É uma composição selada ainda na campanha presidencial do ano passado, mantendo-se em todo o país por exigência legal.
E, assim mesmo, essa federação tem e terá muitas restrições. A maioria da oposição de hoje na Câmara Municipal não é aceita nela. Terá que se virar.
Destino de alguns nomes é a acomodação em partidos de pequeno porte, brigando para montagem de nominata viável.
História e números
Em 2020, a CMM passou pela maior renovação da sua história, com eleição de 17 novos parlamentares. (veja detalhes clicando AQUI).
Veja AQUI mais detalhes sobre a dança das cadeiras nas eleições de 2016, 2012 e 2008.
Veja AQUI a lista com todos os candidatos a vereador e respectiva votação em 2020.
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Mesmo antes de um possível confronto em campanha e nas urnas, Fátima Bezerra (PT) e Ezequiel Ferreira (PSDB) estão numa disputa em particular: ver quem consegue mais apoios para montagem de chapão.
O presidente da Assembleia Legislativa do RN, Ezequiel Ferreira, tem levado vantagem até o momento.
Ontem (terça-feira, 22) mesmo puxou os deputados Albert Dickson (ex-Pros) e Ubaldo Fernandes (ex-PL) para o PSDB.
Seu partido deverá ter o maior número de deputados concorrendo à reeleição. A governadora terá uma federação atrás de si, formada por PT, PCdoB e PV.
MDB, PSDB e PSB devem receber maior número de novas filiações (vários deputados estaduais), a partir da abertura da janela partidária que começou nessa quinta-feira (3) e vai até 1º de abril (veja AQUI).
As movimentações de bastidores apontam nessa direção, com formação de chapões.
As conversas são tensas.
As contas, projeções de votos etc. fazem parte desse intrincado jogo de pré-campanha.
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De olho no passado recente das urnas de 2018 e suas muitas surpresas, alguns vereadores mossoroenses começam a discutir formação de nominatas à Câmara Municipal.
Projetam possibilidades de sobrevivência política em 2020.
Começou a ser pensada, por exemplo, a formação de um ou mais “chapões” para enfrentar previsível e pesada concorrência que vem de fora, com muitos novatos de forte potencial de votos à vereança.
Voltamos a lembrar: em 2020 não haverá mais a coligação interpartidária a cargo legislativo. Cada partido deverá formar nominata própria para alcançar eleição/reeleição de seus candidatos.
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