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Candidata do PSTU realiza seminário sobre a Saúde Pública do RN

A candidata do PSTU ao governo do RN, Rosália Fernandes, realiza neste sábado (20) o Seminário de Programa da Saúde “A saúde pública no RN: o que precisa ser feito para reconstruir o SUS?”. A atividade acontece às 9h, no auditório do Sindsaúde/RN, e será transmitida pelas redes sociais do partido.seminário

O objetivo é reunir profissionais e entidades de saúde para debater propostas que contribuam com o fortalecimento do SUS no estado.

Participam do seminário Rosália Fernandes, candidata ao governo pelo PSTU; Érica Galvão, diretora do Sindsaúde/RN; Egídio Júnior, presidente do Conselho Regional de Enfermagem (COREN/RN); e Dalva Horácio, professora da Universidade Federal do RN (UFRN) e representante do Conselho Municipal de Saúde.

“A pandemia escancarou a política de desmonte, sabotagem e sucateamento do SUS, além da privatização dos serviços de saúde. Tudo isso praticado pelos governos, a começar pelo genocida Jair Bolsonaro (PL), mas também pela governadora Fátima Bezerra (PT). Houve um colapso do sistema, sem leitos de UTI, anestésicos, oxigênio, equipamentos de proteção individual e profissionais.”, avalia Rosália.

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Lênin – Quase um século de sua morte

Lênin, Vladimir LêninPor Honório de Medeiros

Estou pensando em Lênin, o genocida, cuja morte completa 97 anos.

Michiko Kakutani, prêmio Pulitzer de 1998, crítica literária do “The New York Times”, por mais de quarenta anos, em A Morte da Verdade (Notas Sobre a Mentira na Era Trump), conta que Steve Bannon, estrategista e conselheiro de Trump, certa vez descreveu a si mesmo como um “leninista”.

O mesmo Bannon, ainda segundo Kakutani, teria dito o seguinte:

– “Lênin queria destruir o Estado, e esse também é o meu objetivo. Quero acabar com tudo e destruir todo o establishment de hoje em dia.”

Lênin deve estar rindo muito em alguma das grelhas do inferno, apesar das dores. Ele é o patrono dessa maré de pós-verdade que se tornou praticamente hegemônica nos dias atuais, calcada no uso da retórica violenta, incendiária, em promessas simplórias e desconstrução da verdade, tudo potencializado pela internet.

O fundador da URSS explicou, certa vez, que sua retórica era calculada para provocar o ódio, a aversão e o desprezo, não para convencer, mas para desmobilizar o adversário, não para corrigir o erro do inimigo, mas para destruí-lo.

Quem quiser ler um pouco mais, está em “Report to the Fifth Congresso of the R.S.D.L.P. on the St. Petersburg Split of the Party Tribunal Ensuing Therefrom”, segundo Kakutani. Pois é.

Honório de Medeiros é professor, escritor e ex-secretário da Prefeitura do Natal e do Governo do RN

Em momento grave da pandemia, prefeito é atacado como ‘genocida’

Montagem com Allyson Bezerra com mão suja de sangue - 20-03-21Num fim de semana tenso em Mossoró, região e estado, na iminência de colapso do atendimento a pacientes com Covid-19, a guerra politiqueira mossoroense deu mais um passo à frente no seu obscurantismo. Desce mais alguns degraus esgoto abaixo.

Em redes sociais, uma montagem fotográfica colocou o prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) como “genocida”, em que aparece  com uma mão banhada em sangue e acusado de concorrer para morte de pessoas com a doença.

Diversos outras modalidades de ataques foram registrados, como insultos e palavrões em postagens em redes sociais.

Nota do Blog – Sua eleição ano passado ainda vai lhe custar muito caro, infelizmente. Não lhe perdoam pela ousadia.

O estrago que provocou, não deixou apenas adversários derrotados pelo caminho, mas um rastro de ódio e recalque incuráveis, além de nítido ranço por preconceito social.

Talvez se tivesse estudado a vida toda no Colégio Diocesano, andasse engravatado pela Maçonaria, Rotary ou Lions e possuísse um barraco de piso de mármore, em Tibau, fosse visto com outros olhos, ou pelo menos com mais respeito.

O agravante é até jocoso: parte dessa ‘elite’ babaquara, semiletrada e indigente moral – que tem os joelhos encardidos de tanto se ajoelhar, à cata de favores, é pior do que seus amos. Não entende como alguém que não faz parte dela está na cadeira de prefeito.

O pior ainda está por vir.

Anote e acautele-se, prefeito.

Essa caterva não lhe perdoa.

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O mágico soturno vive

Por François Silvestre

O comunismo foi um fracasso incontestável. Com todas as suas mumunhas e justificativas. A ditadura do proletariado não tinha proletários no seu comando. Uma casta burocrata, violenta, rançosa e genocida matou um sonho teórico. Ponto.

O comunismo morreu. Seu antípoda, o fascismo, tão ou mais genocida, escapou da morte e vive.

Filho torto do capitalismo, foi adotado como bastardo de conveniência. E bajula o pai, quando precisa, ou o substitui quando rejeitado.

O fascismo é um mágico soturno.

Com sua vara de condão luciferante consegue ofuscar e chamuscar de estupidez até o talento de pessoas muito inteligentes. Algumas arrependidas dos sonhos da mocidade. E fazem desses sonhos um pesadelo que obnubila até a generosidade modeladora da juventude.

Qual o sentimento que isso produz?

Tristeza.

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