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Cresce a demanda por trabalhadores temporários no 4º trimestre

Comércio é um dos principais segmentos à contratação Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS)
Comércio é um dos principais segmentos à contratação (Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS)

Conforme estimativa da Associação Brasileira do Trabalho Temporário (ASSERTTEM) – veja AQUI, o Brasil deve registrar cerca de 535 mil contratações temporárias no 4º trimestre de 2025, um aumento expressivo de 7,5% em relação ao mesmo período de 2024. Esse crescimento é impulsionado por datas comerciais importantes, como Black Friday, Natal e o início das férias escolares, com destaque para os setores de indústria (50%), serviços (30%) e comércio (20%).

O levantamento ainda indica que as contratações temporárias devem ter uma duração média de 2,5 meses (2,9 meses nas capitais), e 47% das companhias planejam efetivar profissionais após o período.

Segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), quase metade das empresas (47%) desses segmentos tendem a reforçar equipes para a demanda extra do fim do ano, enquanto 22% devem repor vagas por rotatividade e outros 20% buscam melhorar a qualidade do serviço.

O trabalho temporário se apresenta como uma solução estratégica essencial para empresas que precisam lidar com o aumento sazonal na demanda sem comprometer seus recursos financeiros ou a eficiência operacional. Durante períodos de alta, como Black Friday, Natal e férias escolares, as empresas enfrentam a necessidade de expandir rapidamente sua força de trabalho para atender ao fluxo elevado de consumidores, manter a qualidade dos serviços e alcançar metas comerciais.

Nesse contexto, a contratação temporária permite maior flexibilidade, possibilitando que as empresas ajustem seus quadros de colaboradores de forma ágil, sem os compromissos a longo prazo de um contrato efetivo. Ao mesmo tempo, o trabalho temporário oferece uma oportunidade valiosa para trabalhadores entrarem ou retornarem ao mercado de trabalho.

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Grupo tem planejamento para instalação de siderúrgica

Complexo fabril está em planificação (Foto ilustrativa)
Complexo fabril está em planificação (Foto ilustrativa)

Grupo empresarial mossoroense está com business plan (plano de negócio) pronto para executar, em parceria com uma marca nacional consolidada no país.

Objetivo é montar uma unidade siderúrgica em Mossoró.

Nada mais posso adiantar, apesar da vontade.

Anote, por favor.

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Marca do setor industrial se prepara para aportar em Mossoró

goldenmaq_logoA Goldenmaq, gigante industrial há 15 anos negociando no mercado máquinas injetoras para a indústria brasileira do plástico, com sede em Campo Bom (RS), está em tratativas para se instalar em Mossoró.

Entendimentos estão bastante avançados.

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Sem gás e sem energia, Porcellanati entra 2022 sem produzir nada

Energia elétrica até aqui é outra incógnita (Foto meramente ilustrativa)
Energia elétrica até aqui é outra incógnita (Foto meramente ilustrativa)

Além de não ter gás natural (veja AQUI o que publicamos recentemente) para acender um isqueiro, a Porcellanati Revestimentos Cerâmicos Ltda. (grupo Itagrês) também não conseguiu até o momento a garantia de energia elétrica para voltar a produzir. Segue sua rotina de faz de conta.

Essa fábrica que está parada desde 2014 (há quase oito anos), em Mossoró, vai entrar 2022 como começou 2021: sem produzir nada, absolutamente coisa alguma, sequer uma peça de azulejo para cobrir o balcão de algum açougue.

As atividades da Porcellanati começaram em dezembro de 2009 em Mossoró, com investimento de R$ 120 milhões, sendo R$ 51 da Sudene, R$ 21 milhões do Banco do Nordeste e o restante de outras fontes. A estimativa de produção era de 1 milhão de metros quadrados de piso, por mês. Nunca atingiu a meta de produção máxima.

Calotes

Em abril de 2014, quando alcançou a metade da produção estimada, ela teve suas atividades paralisadas por corte do fornecimento de gás e energia, em virtude da falta de pagamento. De lá para cá, passou por processo de recuperação judicial e mesmo assim sequer pagou os ex-empregados.

O que sustenta as portas abertas dessa indústria que nada produz é uma discutível decisão monocrática liminar obtida no Tribunal de Justiça do RN (TJRN), no último dia 23 de novembro (veja AQUI). A TB Nordeste Indústria e Comercio de Revestimentos S/A, nova denominação da Porcellanati, derrubou decisão de primeiro grau que confirmava a reversão de terreno doado pela municipalidade ainda em 2005, à edificação da fábrica.

A Prefeitura de Mossoró publicou no dia 5 de novembro desse ano (veja AQUI e AQUI) o decreto “consumando, definitivamente, o retorno do bem doado ao patrimônio do Município de Mossoró”. O município tem plano de passar esse bem público à ocupação por indústrias sérias e com projetos consistentes, mas não consegue.

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Indústria vai sair do RN; Fiern mostra que é irreversível

A indústria têxtil Hering está fechando suas atividades no RN. Sua unidade fabril fica em Parnamirim e chegou a ter cerca de mil empregados. Hoje, em torno de 150 empregos diretos serão extintos.

A decisão decorre da crise provocada pela pandemia. O mercado encolheu, causando fechamento de várias unidades de venda direta ao consumidor, com sua marca, em todo o pais.

Além das demissões em Parnamirim, também serão afetadas 50 facções têxteis no interior, que absorvem mão de obra numerosa – por volta de 1.500 pessoas.

A Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN), em nota, mostra sua posição e iniciativas tomadas para tentar reverter decisão ou minimizar os seus efeitos.

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