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Cidade Junina movimenta mais de R$ 291 milhões, aponta Fecomércio

Apresentação aconteceu nesta quarta-feira (Foto: Célio Duarte)
Apresentação aconteceu nesta quarta-feira (Foto: Célio Duarte)

O Mossoró Cidade Junina (MCJ) 2023 movimentou R$ 291,8 milhões. Os dados são da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (FECOMÉRCIO/RN) e foram apresentados à Prefeitura de Mossoró na tarde desta quarta-feira (19). O volume financeiro constatado pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC), órgão técnico da Fecomércio, representa um crescimento de 103,5% em relação à movimentação registrada em 2022 (R$ 143,4 milhões).

Levando em consideração o valor aportado pela gestão municipal no evento, aproximadamente R$ 12 milhões, o total de recursos movimentado este ano aponta que, para cada R$ 1 direcionado ao Mossoró Cidade Junina, retornaram R$ 24 para a economia do município, comprovando o sucesso e a importância do São João mais cultural do mundo.

A pesquisa foi apresentada pelo diretor de Inovação e Competividade da Fecomércio/RN, Luciano Kleiber, que ressaltou a importância do estudo e o papel da Federação como indutora do desenvolvimento social e econômico, por meio da geração de ocupação e renda. Esse tipo de trabalho é realizado em Mossoró pelo oitavo ano seguido, sem custo algum para a municipalidade, da mesma forma que a entidade realiza noutros municípios, como Natal e Caicó.

Luciano mostrou que Fecomércio faz esse trabalho há sete anos consecutivos (Foto: Célio Duarte)
Luciano mostrou que Fecomércio faz esse trabalho há sete anos consecutivos (Foto: Célio Duarte)

“São números extremamente alvissareiros e que deixam o Sistema Fecomércio e o presidente Marcelo Queiroz muito felizes. Os números mostram um incremento de mais de 100% em relação ao ano passado. Esse crescimento se deu muito em face do agigantamento que o evento teve do ano passado para cá, foram mais polos, mais dias. Esse crescimento era esperado, mas esses dados ratificam o quão grande, gigantesco é o Mossoró Cidade Junina, que se consolida como o maior evento popular do RN e um dos maiores do Nordeste”, disse Luciano.

Ainda conforme a pesquisa, o Mossoró Cidade Junina contabilizou um público total de 1,2 milhão de pessoas, sendo uma parcela de 49,2% formada por visitantes e turistas, enquanto 50,8% das pessoas eram mossoroenses. O crescimento em relação à edição de 2022, quando o público total chegou a 788 mil pessoas, foi expressivo, o que se explica pela criação de novos polos no evento, como o Arraiá do Povo, Poeta Antônio Francisco, e a ampliação de polos já existentes.

“Mais de 1,2 milhão de pessoas passaram pelo evento, e por que esse aumento substancial de público? Porque nós aumentamos os polos, aumentamos a quantidade de dias de outros polos, como o Chuva de Bala no País de Mossoró, criamos o Arraiá do Povo, o Polo Antônio Francisco, aumentamos a quantidade de dias de shows na Estação das Artes. Um dado que devemos destacar: 95,1% dos turistas falam que pretendem voltar para o evento”, pontuou o prefeito Allyson Bezerra (União Brasil).

Público

O gasto médio diário individual do público residente em Mossoró foi de R$ 134,91, um crescimento de 4,5% em relação ao ano passado (R$ 129,14). Já os turistas gastaram em média, por dia, R$ 333,59, o que representa um aumento percentual de 40,6% quando comparado com a edição anterior (R$ 237,29).

Ainda sobre o público, observou-se que a maioria (72,5%) dos participantes foi do Rio Grande do Norte. No entanto, a pesquisa notou a presença de pessoas de 18 diferentes estados, como Ceará (19,3%), Paraíba (1,8%), Bahia (1,1%), Pernambuco (0,9%), São Paulo (0,9%), Rio de Janeiro (0,6%), Distrito Federal (0,3%), Paraná (0,3%), entre outros, além de estrangeiros.

Quanto aos municípios de residência, foram entrevistados participantes de 83 cidades diferentes, sendo as principais: Mossoró (50,8%), Fortaleza (16,7%), Natal (12,4%), Baraúna (1,4%), Areia Branca (0,9%), João Pessoa (0,9%), entre outras.

“Os dados da Fecomércio mostram o quanto a Prefeitura acertou em seu planejamento para 2023. A gente fica também muito feliz com o público mossoroense, porque foi um São João feito para o povo, o povo acreditou e acredita no MCJ e na sua importância”, destacou o secretário municipal de Cultura, Igor Ferradaes.

Empreendedores

A pesquisa do Instituto Fecomércio RN também avaliou a percepção dos empresários sobre o Mossoró Cidade Junina. Analisando a influência da festa nos negócios, de acordo com 74,7% dos empreendedores entrevistados, a opinião é de que o MCJ traz benefícios para os setores de comércio e serviços do município.

Na visão dos empresários locais, o movimento superou as expectativas. A parcela de opiniões positivas somou 94,9%, distribuídas em movimento dentro do esperado (60,1%) e acima do esperado (34,8%). Isso significa que o fluxo de clientes proporcionado pelo período das festas agradou aos empreendedores locais, o que contribuiu de forma positiva para o aumento das vendas nesse período. Somente 5,1% considerou movimento abaixo do esperado.

Aprovação

Prefeito, auxiliares e pessoal da Fecomércio posa para registro final de reunião (Foto: Célio Duarte)
Prefeito, auxiliares e pessoal da Fecomércio posa para registro final de reunião (Foto: Célio Duarte)

A maioria dos participantes avaliou o evento como ótimo ou bom em todos os aspectos, sendo que a sua divulgação foi o item mais bem avaliado (94,8% de ótimo ou bom), seguido pelas atrações musicais (89,6% de ótimo ou bom) e pela organização do evento (84,4% de ótimo ou bom).

No que diz respeito à percepção que as pessoas tiveram do evento deste ano, a Fecomércio perguntou sobre a nota, de 0 a 10, que elas dariam para os festejos. 82,1% dos participantes deram notas entre dez e nove ao evento. A nota média geral de avaliação foi de 9,40, maior que a média de 2022 que foi de 9,34.

Veja pesquisa completa AQUI e AQUI.

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Fecomércio e Sindilojas apresentarão pesquisa sobre o Cidade Junina

Fecomercio vai apresentar pesquisa sobre o Mossoró Cidade Junina 2023. 19-07-2023A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN) vai apresentar na próxima quarta-feira (19), às 14h30, no Palácio da Resistência, pesquisa sobre o “Impacto do Mossoró Cidade Junina (MCJ) 2023.”

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC), órgão técnico da Fecomércio, é responsável pelo trabalho que já é promovido continuamento há oito anos em Mossoró, sobre vários aspectos da econômica local.

Serão apresentados perfil do público e percepção dos empresários sobre o evento.

Os presidentes da Fecomércio e do Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró, respectivamente Marcelo Queiroz e Micheson Frota, enviam convite à apresentação.

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Cidade Junina tem poder de injetar milhões em Mossoró

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC), órgão auxiliar da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN), realizou em 2017 a primeira pesquisa de avaliação do impacto econômico-financeiro e social do Mossoró Cidade Junina (MCJ) para o município (veja AQUI). Trabalho similar foi promovido no mesmo ano pela Universidade do Estado do RN (UERN) – veja AQUI.

Evento de multidões é comprovadamente importante, mas ainda não alcançou status de outros grandes concorrentes (Foto: arquivo)
Evento de multidões é comprovadamente importante, mas ainda não alcançou status de outros grandes concorrentes (Foto: arquivo)

Os dois levantamentos foram entregues pela Fecomércio e Uern à gestão da então prefeita Rosalba Ciarlini (PP). Ela teve em mãos um retrato do MCJ, sob outros ângulos além da propaganda e efeitos políticos.

A maior parte (74%) dos entrevistados que esteve no Mossoró Cidade Junina 2017, por exemplo, era da própria cidade. Entretanto, a pesquisa diagnosticou a presença de 26% de turistas e visitantes no município durante o evento, sendo estes com vários propósitos, entre eles: visitar, conhecer a cidade e participar dos festejos – apontou o IPDC.

O professor-doutor Leovigildo Cavalcanti de Albuquerque Neto, chefe do Departamento de Ciências Econômicas da Uern, apresentou dados sobre o mesmo evento, apontando que cada R$ 1,00 real investido no evento teria gerado um retorno de R$ 4 para a economia local.

A mesma pesquisa da Uern identificou que 22% afirmaram “ser a primeira vez que prestigiavam o evento”, diz o professor.

Empregos e hospedagens

Fecomércio entregou estudo mostrando que evento continua muito "caseiro", precisando de planejamento e organização profissionais (Foto: arquivo/10-08-2017)
Fecomércio entregou estudo mostrando que evento continua muito “caseiro”, precisando de planejamento e organização profissionais (Foto: arquivo/10-08-2017)

Com relação à geração de empregos, o estudo revelou que somente no setor dos comerciantes informais foi criado 3 mil postos de trabalhos temporários ao longo da realização da festa junina.

O IPDC, por sua vez, viu que os meios de hospedagem utilizados pelos turistas entrevistados revelavam a preferência pelas casas de parentes e amigos como a principal forma de hospedagem, representando 73,1% dos casos.

Outro meio de hospedagem importante para o fluxo turístico presente no evento são os hotéis e pousadas utilizados por 26,1% dos pesquisados.

Atrações

Sobre os locais/atividades que frequentaram durante a participação no Mossoró Cidade Junina, verificou-se que a Cidadela recebeu presença maciça do público que esteve na festa, neste caso, 82,4% do total dos entrevistados, mesmo com sua enorme redução em relação a anos anteriores.

Em segundo lugar aparece o espetáculo ‘Chuva de Balas no País de Mossoró’, com 69,2% das citações; em terceiro o ‘Pingo da Mei Dia’, com 40%das menções.

Em quarto e quinto lugar aparecem o Memorial da Resistência (32,2%) e o Circo do Forró (30,4%), respectivamente. Em seguida, as feiras de comidas, com 12,8%, e o Festival de Quadrilhas Juninas, com 6,2% das respostas. Outras atividades citadas foram Boca da Noite, Parque de Diversão, Show de Humor e Estação das Artes.

O que as duas pesquisas revelaram, também, foi que em mais de 22 anos de festa o seu modelo fechado, estatizado, não conseguiu atrair grandes patrocinadores nacionais para redução do custo-benefício. Também por instabilidade e precariedade de planejamento, não ganhou dimensão nacional como outros endereços em patamar acima, como Caruaru (PE) e Campina Grande (PB).

Desorganização e quase tragédia

Para fazer acontecer a qualquer preço a festa em 2017, a administração de Rosalba chegou a ponto de conseguir uma mágica jurídica obtida na Comarca de Natal para liberação de camarotes, já que o Corpo de Bombeiros em Mossoró não dera laudos favoráveis, por entender que não existia segurança aos usuários. A aberração (veja AQUI) foi criminosa e arriscada.

A desorganização foi a principal marca do evento, com queda de pórtico, acidente na área de camarotes, atrasos na montagem de estruturas e outros problemas (veja AQUI).

Um ano depois dessa afronta, 2018, quase o MCJ se transforma numa tragédia com grande atraso na montagem de equipamentos (veja AQUI) e até o desabamento de um camarote (veja AQUIAQUIAQUIAQUI e AQUI).

Em 2019, finalmente o governo Rosalba retomou o sucesso de público do MCJ, não tendo oportunidade de procurar repetir em 2020 devido a pandemia.

Em 2021, já na gestão de Allyson Bezerra (Solidariedade), a Covid-19 continuou sendo um problema, e o MCB aconteceu de forma remota/virtual. Para 2022, o novo prefeito tem a missão de resgatar o que antecessores mais próximos empurraram para baixo. É um ano, também de volta à festa em seu estado puro, nas ruas, com aumento no meio circulante, empregos e renda.

Em 2018, desabamento de camarote e alguns incidentes e desorganização depreciaram imagem de festa e prefeita (Foto: arquivo)
Em 2018, desabamento de camarote e alguns incidentes e desorganização depreciaram imagem de festa e prefeita (Foto: arquivo)

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Consumidor deve investir um pouco mais para Dia dos Pais

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC), ligado à Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN), realizou sondagem para saber o comportamento do consumidor com vistas ao Dia dos Pais.

O pensamento para a data comemorativa que acontecerá no próximo domingo (11) aponta para leve retração quanto ao percentual de clientes que vai às compras.

Entretanto há aumento na expectativa de elevação no valor de gasto médio nas principais cidades do estado, Natal e Mossoró, num comparativo com 2018. Na  capital, em torno de R$ 112,01 e em Mossoró em 107,93.

Veja os números resumidos dessa pesquisa no boxe constante dessa postagem.

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Uma mensagem com foco no passado, sem pautar o futuro

Por Gutemberg Dias

No último dia 28 de fevereiro a prefeita Rosalba Ciarlini (PP), diga-se de passagem, atrasando em mais de uma semana o início do ano legislativo na Câmara Municipal de Mossoró, fez a leitura da mensagem anual do executivo aos vereadores e, também, à sociedade.

A mensagem não trouxe nada de novo do que a prefeita vem alardeando nos meios de comunicação. Na verdade, não trouxe nada. É um vácuo, inclusive muito distante do seu Programa de Governo apresentado em campanha

Se pararmos para analisar bem a mensagem, dá para enxergar uma sequência de três blocos de argumentação. No primeiro, a prefeita centra o olhar no retrovisor; o segundo, faz uma apresentação do que teria executado no primeiro ano de governo; o terceiro, ensaia expor algumas ações para 2018.

O olho no retrovisor mostra claramente que a prefeita e sua equipe, ainda, não têm luz própria. Isso fica claro em várias passagens da mensagem. A prefeita se remete à gestão passada logo no início do discurso quando diz: “Os problemas recebidos da administração anterior tornaram-se problemas da cidade, que estamos enfrentando. Todos lembram o caos que tomou conta de Mossoró. Encontramos servidores com salários atrasados, direitos desrespeitados”.

Em outros trechos da mensagem ela novamente se remete a gestão anterior, como quando trata dos terceirizados.

Prefeita usa números equivocados sobre a Saúde – Um fato que me chamou atenção na mensagem, foi que a prefeita trouxe um dado sobre a saúde no que se refere ao seu orçamento. Na ocasião ela disse – “Assumimos a gestão com um orçamento extremamente baixo, subdimensionado, da ordem de R$ 48 milhões. Para esse ano, o montante será de R$ 189 milhões.”

Creio que foi um equivoco, para não dizer outra coisa, informar que o orçamento da saúde era de apenas R$ 48 milhões.

O orçamento da saúde em Mossoró no ano de 2016 era aproximadamente de R$ 163 milhões, como pode ter encolhido em 2017 quase quatro vezes? Impossível! Só para se ter uma ideia os repasses federais superam em mais R$ 100 milhões, logo o orçamento jamais poderia ser inferior a esse montante.

Saindo do retrovisor, a prefeita elenca um rol de obras ou ações que estariam sendo implantadas pela sua gestão. Na realidade as obras são frutos de projetos que já vinham se arrastando de gestões anteriores, como o saneamento no bairro Abolição, o Centro Especializado em Reabilitação (CER), a reforma dos mercados públicos, entre outras.

Em determinado momento da mensagem, a prefeita traz a baila a importância do Mossoró Cidade Junina. Diga-se de passagem, é um evento relevante para o calendário de eventos de Mossoró e do Rio Grande do Norte. Ela traz dados de uma pesquisa da Universidade do Estado do RN (UERN) e ratifica a relevância com outra pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC), órgão auxiliar da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN).

Há uma meia-verdade quando afirma que para cada R$ 1 (um real) investido são gerados R$ 4 (quatro) na economia. Esqueceu de admitir que o MCJ 2016 foi o mais organizado e esvaziado dos últimos anos, uma tendência que vem se verificando há mais tempo. Já não atrai turistas de outras plagas, mas um público doméstico.

O Blog Carlos Santos dissecou o assunto à época, mostrando o que de verdade estava apontado na pesquisa da Fecomércio (Apesar de forte potencial, Cidade Junina virou festa “caseira”). Gente da periferia e de outros bairros prestigiou a programação e, pontualmente, algum público de municípios vizinhos, interessado em show de atração nacional. O evento encolheu, está bem menor. É irreal a propaganda que se promove dele.

A maior parte (74%) dos entrevistados que esteve no Mossoró Cidade Junina era da própria cidade. A pesquisa apontou ainda que 73,1% dos ‘turistas’ ficaram em casas de amigos ou parentes, em vez de usarem rede hoteleira. O público participante da festa é predominantemente do Rio Grande do Norte (90%), com os moradores de Mossoró, Natal e municípios da região Oeste aparecendo em destaque.

A mensagem lida pela prefeita Rosalba Cialini minimamente apresentou um balanço do seu primeiro ano de gestão e não pontuou metas claras para o ano de 2018, ou seja, foi superficial em quase tudo que apresentou e sempre com os olhos no retrovisor.

Apenas cinco parágrafos para 2018 – Na mensagem a prefeita destinou apenas cinco parágrafos para falar do planejamento para o seu segundo ano de gestão. As ações que foram citadas tratam do desenvolvimento de drenagens nos bairros Nova Betânia, Abolição, Santa Delmira, Santo Antonio e Barrocas, bem como, Pousada do Thermas, Cidade Nova e João Vinte e Três, Conjuntos Márcio Marinho, Santa Helena e áreas adjacentes; recuperação dos mercados públicos; retomada do projeto da ponte no prolongamento da rua General Péricles e; reordenação do Corredor Cultural Professor Antonio Gonzaga Chimbinho.

A propósito, esse projeto da reordenação do Corredor Cultural não é de sua gestão, mas começou na administração de Fafá Rosado (MDB) e esteve a ponto de ser viabilizada por Francisco José Júnior, que não conseguiu recursos para tal. Não há nada de novo, mas uma “herança bendita”.

O que todos nós estávamos esperando era uma mensagem que pudesse traçar os rumos para a retomada econômica do município com forte viés à atração de investimentos que pudessem girar o economia local e gerar emprego e renda; que houvesse ações efetivas com foco na modernização da máquina administrativa; que apresentasse metas claras relacionadas à mobilidade urbana, saúde e educação e; que tivesse apresentado parte das ações que estão no plano de governo.

Diante do que foi apresentado na mensagem, podemos dizer que “Mossoró Merece Mais!” Abra os links no boxe abaixo e veja a distância entre o prometido em campanha e o que está ocorrendo.

Leia também: O que está no Programa de Governo e não aparece na gestão:

Leia também: O que está no Programa de Governo e não aparece na gestão II.

Gutemberg Dias é licenciado em geografia, professor da UERN, empresário e ex-candidato a prefeito de Mossoró

Mossoró e a necessidade de um reordenamento urbano

Por Gutemberg Dias

Mossoró, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), atingiu o contingente populacional de mais de 295 mil pessoas. A cidade caminha a passos largos para se transformar numa cidade de grande porte. Se levarmos em conta a população flutuante, esse número tem considerável acréscimo.

Pesquisa já realizada pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC), ligado à Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN), apontou em 2015 o peso da população flutuante para a economia de Mossoró (veja AQUI). Esse estudo foi feito a pedido do Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró (SINDIVAREJO) e é subutilizado ou ignorado completamente pela gestão pública e o próprio segmento produtivo.

Os números são claros quanto ao aumento populacional, bem como, é notório o crescimento da área urbanizada do município. Basta ver grandes loteamentos sendo construídos em áreas mais distantes da zona edificada da cidade. Fato que deveria gerar preocupação às autoridades que cuidam da gestão urbana do município.

A expansão urbana, que hoje evidencia-se em Mossoró, é fruto de uma política de gerenciamento urbano que não tem critério e, sobretudo, que não força a ocupação das áreas com infraestrutura já existente.

E a prefeitura pode impedir que novos loteamentos surjam? Que áreas não edificadas em bairros centrais sejam ocupadas? Pode. O Plano Diretor estabelece regras para isso. Veja o caso do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) Progressivo que deveria estar sendo aplicado e nunca foi posto em prática nesses mais de 10 anos de validade.

Sua principal finalidade é orientar a atuação do poder público e da iniciativa privada na construção dos espaços urbano e rural na oferta dos serviços públicos essenciais, visando assegurar melhores condições de vida para a população. Mas na prática, isso não funciona de verdade.

Lembro que no governo Fafá Rosado foi editado um instrumento jurídico, que ampliou a área de expansão urbana do município. Com isso foi aberta a brecha para que loteamentos fossem construídos em áreas que não tinham e, ainda, não tem um mínimo de infraestrutura e nem por lá chegam os serviços públicos essenciais.

Pode ter existido algum tipo de favorecimento específico, em prejuízo à cidade como um todo. Ocorreu? Não posso assegurar, mas Mossoró segue com imensa precarização de serviços básicos como limpeza urbana, abastecimento de água, iluminação pública etc., à medida que se espraia.

Ainda se tem tempo para tentar uma reordenação do tecido urbano. Para isso é preciso que a gestão municipal coloque como prioridade a revisão do Plano Diretor e faça uma discussão séria quanto ao uso e ocupação do solo no âmbito do município, inclusive levando em consideração as áreas rurais.

Não podemos deixar que Mossoró apenas cresça. Temos que pensar num desenvolvimento planejado que seja capaz de dar resposta aos grandes problemas urbanos que surgem a medida que a cidade cresce do ponto de vista populacional.

Sou defensor de uma Reforma Urbana encabeçada pelo Governo Federal, mas enquanto ela não vem, que a gestão municipal use as ferramentas legais possíveis para iniciar uma gestão dos espaços urbanos com foco na racionalidade do acesso aos serviços públicos e a infraestrutura já instalada.

Nos dias atuais não se pode deixar para o amanhã o que é necessário ser feito hoje. Amanhã talvez não se tenha mais as condições locacionais, materiais e financeiras para sanar os problemas urbanos.

Acredito que a gestão municipal tem as condições de iniciar uma grande discussão quanto a gestão do espaço urbano e, assim, garantir às gerações futuras uma cidade melhor de se viver.

* Sobre esse assunto, recomendo que o webleitor leia o artigo “Além dos limites de Mossoró” (veja AQUI), escrito pelo editor-fundador desta página e publicado no dia 31 de maio de 2010,  portanto há mais de sete anos, quando ele mostrava a importância de políticas públicas voltadas para a população flutuante e a importância de Mossoró como polo de uma vasta região.

Gutemberg Dias é graduado em geografia, mestre em Ciências Naturais e empresário

Apesar de forte potencial, Cidade Junina virou “festa caseira”

O Mossoró Cidade Junina (MCJ) 2017 foi uma festa superdimensionada pela propaganda oficial. Na prática, o evento em sua 21ª edição deu mostras de encolhimento, segundo pesquisa quanto ao perfil do seu público. Mas ao mesmo tempo, é um produto “feito”, que sendo bem trabalhado poderá voltar a ter dimensão maior – com resultados superlativos à economia e imagem de Mossoró.

O Cidade Junina 2017 não passou de um “arraial”, longe de impulsionar o turismo e de fomentar o meio circulante com turistas de outras regiões do país ou até do exterior. O dinheiro “novo”,  de fora para dentro, foi parcela mínima do movimento gerado pela festa.

Marcelo entregou agora à tarde a pesquisa que é importante para a prefeitura planejar futuros eventos (Foto: Fecomércio/RN)

Essas impressões são facilmente identificadas no trabalho científico levantado entre os dias 22 e 25 de junho, realizado pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC), órgão auxiliar da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN).

À tarde de hoje, o presidente da Fecomércio/RN, Marcelo Queiroz, acompanhado de comitiva empresarial de Mossoró, entregou à prefeita Rosalba Ciarlini (PP) no Palácio da Resistência (sede da municipalidade), a íntegra da pesquisa realizada pelo IPDC.

Uma festa caseira

A maior parte (74%) dos entrevistados que esteve no Mossoró Cidade Junina era da própria cidade. Daí o conceito de “festa caseira”. Pessoas que saíram dos bairros, de suas residências, para a área do evento. Entretanto a pesquisa diagnosticou a presença de 26% de turistas e visitantes no município durante o evento, sendo estes com vários propósitos, entre eles: visitar, conhecer a cidade e participar dos festejos.

No tocante ao local de origem das pessoas que participaram das comemorações juninas em Mossoró, a pesquisa mostra que o público participante da festa é predominantemente do Rio Grande do Norte (90%), com os moradores de Mossoró, Natal e municípios da região Oeste aparecendo em destaque.

As pessoas de outros estados que estiveram nas celebrações juninas de Mossoró vieram predominantemente do Ceará (5,4%), Pernambuco (1,6%), Bahia (0,6%), Paraíba (0,6%), São Paulo (0,6%), Maranhão (0,4%), Minas Gerais (0,2%), Paraná (0,2%) e Sergipe (0,2%). Normalmente, pessoas a trabalho que usufruíram de algo na programação.

Hospedagem menor em hotéis

A análise dos dados sobre os meios de hospedagem utilizados pelos turistas entrevistados revela a preferência pelas casas de parentes e amigos como a principal forma de hospedagem,representando 73,1% dos casos.

A expressividade desse tipo de hospedagem, provavelmente, se explica pelo fato da cidade acolher muitas pessoas que por algum motivo não moram nela, mas que no período da festa se fazem presentes como uma forma de seguir a tradição. Outro meio de hospedagem importante para o fluxo turístico presente no evento são os hotéis e pousadas utilizados por 26,1% dos pesquisados.

Cidadela e Chuva de Bala se destacam

Sobre os locais/atividades que frequentaram durante a participação no Mossoró Cidade Junina, verificou-se que a Cidadela recebeu presença maciça do público que esteve na festa, neste caso, 82,4% do total dos entrevistados, mesmo com sua enorme redução em relação a anos anteriores.

Em segundo lugar aparece o espetáculo ‘Chuva de Balas no País de Mossoró’, com 69,2% das citações; em terceiro o ‘Pingo da Mei Dia’, com 40%das menções.

Espetáculo "Chuva de Bala" é uma marca diferenciada e de enorme apelo popular (Foto: divulgação)

Em quarto e quinto lugar aparecem o Memorial da Resistência (32,2%) e o Circo do Forró (30,4%), respectivamente. Em seguinda, as feiras de comidas, com 12,8%, e o Festivalde Quadrilhas Juninas, com 6,2% das respostas. Outras atividades citadas foram Boca da Noite,Parque de Diversão, Show de Humor e Estação das Artes.

Evento conhecido e foça da Internet/Redes Sociais

Os resultados expostos revelam que quase a metade (49,2%) dos entrevistados já conhecia a festa, por ter participado em anos anteriores. Os comentários entre amigos e parentes aparecem com 21,6% das indicações. As redes sociais vêm logo após, como um dos meios mais usados para busca de informações sobre o evento, com 20% das respostas, além de 10% de Internet.

A televisão apareceu com 11%. Outros meios mencionados foram rádio (2%), agência de turismo (0,8%) e folder (0,6%).

Gasto médio mostra alimentação como forte

A pesquisa apontou que o gasto médio por dia de cada mossoroense na festa foi de R$46,84. Na análise por segmento, foi gasto R$ 14,01 com alimentação; R$ 4,83 com transporte;R$ 9,22 com diversão; e R$ 18,79 com compras.Quanto aos turistas que participaram do Mossoró Cidade Junina, o gasto médio diário individual foi de R$ 107,79.

Na distribuição por atividade econômica, foi gasto R$ 48,67 com hospedagem; R$ 18,77 com alimentação; R$ 6,96 com transporte; R$ 13,93 com diversão; e gastaram em torno de R$ 19,46 com compras.

Tradição e lazer atraem turistas, nativos e visitantes

Os entrevistados puderam dizer o que mais agradou durante a realização da festa nacidade. A pesquisa conseguiu comprovar que a tradição, associada ao lazer, é o ponto forte do município, já que a maior fatia (43%) indicou os atrativos históricos da festa como item que mais gostaram.

Em segundo lugar aparece a organização das atrações, com 21,4%. As atrações em geral promovidas pelo evento surgem na terceira posição, como um dos pontos que mais deixaram o público satisfeito, com 17,4% das citações, seguidas pela segurança do evento (14,6%), infraestrutura (11,2%), animação/decoração (5,2%), comércio (4,6%), limpeza pública(3,8%), atendimento (3,8%), movimento da cidade (2,2%), culinária (1,4%) entre outros.

Maioria pretende se divertir em 2018

Sobre a questão da satisfação do público com o Mossoró Cidade Junina, questionamos dos participantes o desejo de estarem presente no evento em 2018 e 89,6% apontam que tem a intenção de retornar para a festa. Os atrativos oferecidos pela festa, aliado à tradição, lazer, entretenimento e satisfação com o evento, parecem ser questões apropriadas para a pretensão em comemorar os festejos juninos do município.

Em torno de 96,2% dos entrevistados que participaram do Mossoró Cidade Junina 2017, indicariam as comemorações para amigos e parentes. As pessoas gostaram da festa, manifestaram vontade de participar no próximo ano e veem os festejos juninos da cidade com um potencial econômico enorme.

Metodologia da pesquisa

Para alcançar os objetivos da pesquisa foi utilizada uma amostra aleatória de 500 pessoas entrevistadas, selecionadas conforme critérios estatísticos de pesquisa.

No trabalho de campo foram considerados como unidades elementares da amostra: o turista (aquele que esteve no Mossoró Cidade Junina e efetuou pelo menos um pernoite na cidade durante o evento); o visitante (aquele que permaneceu na cidade menos de 24h para participar de alguma atividade da festa); e os moradores da cidade (cuja principal finalidade foi de captar as percepções sobre os festejos do Mossoró Cidade Junina).

Essas pessoas participaram do evento e frequentaram a festa por algum dos seguintes fatores: tradição, lazer, diversão, férias, negócios, família, etc.

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Fecomércio apresenta hoje pesquisa relativa ao Cidade Junina

O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN), Marcelo Queiroz,  cumpre agenda hoje (quinta-feira, 10), em Mossoró.

O ponto alto de sua agenda será apresentação de estudo feito pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC) quanto ao Mossoró Cidade Junina (MCJ) 2017.

Ele e comitiva farão apresentação da pesquisa à prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e imprensa, às 15 horas, no Palácio da Resistência (sede da prefeitura).

O IPDC é órgão estatístico que trabalha exclusivamente para a Fecomércio/RN.

Leia também: Nova pesquisa mostra perfil de público do MCJ 2017 AQUI;

Leia também: Veja agenda de Marcelo Queiroz em Mossoró AQUI.

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Fecomércio define programação de presidente em Mossoró

Queiroz: quinta-feira (Foto: arquivo)

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN) divulga a agenda do seu presidente – Marcelo Queiroz – para estada em Mossoró na próxima quinta-feira (10).

Veja abaixo:

9h – Visita às obras do Sesc com o presidente do Sindivarejo (Michelson Fronta) e demais entidades de classe;

11h – Visita a sede do Sindivarejo (reforma da sede Pedro de Alcantara Alves Lopes);

12h – Almoço com as entidades de classe. Local: Candidus Restaurante;

15h – Apresentação da pesquisa do Perfil do Público do Mossoró Cidade Junina 2017 para a prefeita Rosalba Ciarlini (PP), secretários, imprensa e empresários no Salão dos Grandes Atos (Palácio da Resistência).

Leia também: Nova pesquisa mostra perfil de público do Cidade Junina 2017 AQUI;

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Presente do Dia dos Pais terá maior valor este ano

O presente para os pais terá valor maior este ano em Natal e Mossoró e ticket médio ficará acima dos R$ 100, diz pesquisa encomendada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN). O levantamento foi feito pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC), órgão da entidade.

A pesquisa indica que a maioria dos consumidores irá pagar à vista e que vestuário e calçados serão os itens preferidos para homenagear o papai.

O Dia dos Pais, comemorado este ano no dia 13 de agosto, é uma das data importantes para o comércio. O IPDC fez o trabalho de campo em Natal e Mossoró sobre a intenção de compras para a data. Em Natal, foram entrevistadas 649 pessoas. Em Mossoró, 500, no mês de julho.

De acordo com o levantamento este valor médio gasto com presente será equivalente a R$ 100,28 em Mossoró (alta de 2,1% em relação ao ano passado já descontada a inflação) e de R$ 101,96 em Natal (alta de 0,9% sobre 2016 também descontando a inflação).

Nos dois municípios, entre 50% (Natal) e 53% (Mossoró) pretendem gastar de R$ 51 a R$100 por presente. Entre 18% (Natal) e 17% (Mossoró) querem gastar entre R$ 100 e R$ 200. E aproximadamente 10% dos entrevistados pretendem gastar mais de R$200 em suas compras nas duas cidades.

Veja matéria completa clicando AQUI.

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Nova pesquisa mostra perfil de público do Cidade Junina 2017

O Mossoró Cidade Junina (MCJ) 2017 foi objeto de outra pesquisa científica, além de uma já divulgada recentemente pela Universidade do Estado do RN (UERN), por encomenda da Prefeitura Municipal de Mossoró. A sondagem foi realizada pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC).

O trabalho foi solicitado pelo Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró (SINDIVAREJO), através da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN). O IPDC é órgão ligado à própria Fecomércio.

Perfil do público

Quem passa a informação é o presidente do Sindivarejo, Michelson Frota, adiantando que o trabalho está tabulado e será apresentado à próxima semana à cidade, pelo presidente da Fecomércio/RN, Marcelo Queiroz.

– Posso adiantar que são impressões muito interessantes. São dados sobre o perfil do público participante da festa. Ajudarão o empresariado e principalmente à prefeitura – comenta Michelson.

“Fica claro como é preciso planejamento e organização para atrair um público de fora, de outro universo consumidor,  para verdadeiramente irrigar a economia local”, antecipa.

Leia também: trabalhos do IPDC realizados em Mossoró AQUI;

Leia também: Relatório mostra efeito financeiro do Mossoró Cidade Junina AQUI.

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“Dia dos Namorados” 2017 tem boa expectativa comercial

Comemorado em 12 de junho, o Dia dos Namorados é tradicional por movimentar o comércio, devido à troca de presentes, e também o setor de serviços, já que os casais aproveitam para ir a restaurantes, hotéis e motéis, por exemplo. Para mensurar como será a movimentação na próxima data comercial, o Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (IPDC/Fecomércio RN), realizou uma pesquisa de intenção de compras em Natal e em Mossoró.

Em Natal, as entrevistas foram realizadas entre os dias 15 e 18 de maio de 2017, e foram ouvidas 653 pessoas. Em Mossoró, a aplicação dos questionários aconteceu entre os dias 15 e 17 de maio de 2017, e foram entrevistadas 500 pessoas.

De acordo com a pesquisa, em Natal, 54,9% das pessoas entrevistadas pretendem presentear neste Dia dos Namorados. A mesma pesquisa de 2016 apontou que 53,5% das pessoas pretendiam presentear. Entre as 45,1% que não irão presentear em 2017, a alegação é a de que não tem a quem (52,2%) ou estão sem dinheiro (20,8%). Em 2016, a principal alegação para não comprar presentes era a falta de dinheiro (46,7%). A maioria (88,2%) pretende comprar apenas um presente.

O gasto médio com os presentes será de R$ 119,97, valor 2,6% maior do que o apontado pela mesma pesquisa realizada em 2016, quando os consumidores pretendiam gastar R$ 116,93. Esposos (as), com 51,2% das intenções, e namorados (as), com 44,8%, devem ser as pessoas mais presenteadas. Os itens de vestuário (49,6%) devem ser os presentes mais procurados. No ano passado, as roupas também foram a opção de presente mais lembrada, com 37,1% das respostas.

Shopping

A forma de pagamento mais utilizada deve ser à vista em dinheiro (56,1%), seguida do cartão de crédito parcelada (34,8%), praticamente os mesmos percentuais revelados na pesquisa de 2016, quando 56% dos entrevistados pretendiam pagar à vista e 35,5% no cartão de crédito. Ao contrário da pesquisa do ano passado, quando as lojas do comércio de rua foram mais lembradas pelos participantes da pesquisa como local de compras (51,1%), em 2017, serão as lojas dos shoppings (49,1%) as mais procuradas.

Comércio mossoroense tem uma radiografia feita em pesquisa muito importante (Foto: Web)

Ainda com base na pesquisa do IPDC, para garantir a venda, os comerciantes terão que investir na qualidade dos produtos (46,9%); no preço (30,3%); na marca do presente (11%); e no atendimento (10,7%). Entre os entrevistados, 38,5% dos natalenses informaram que pretendem realizar algum passeio no dia 12 de junho. O número é 7,3 pontos percentuais maior do que o do ano passado, quando 31,2% pretendiam realizar algum passeio.

Dentre os consumidores que irão realizar algum passeio, a maior parte pretende sair para almoçar ou jantar em restaurantes (22%); 11% disseram que vão ao cinema/teatro; 7% devem almoçar/jantar na casa da família; e 4,2% aproveitarão a data para realizar uma viagem.

Mossoró

Já em Mossoró, 47,2% das pessoas entrevistadas pretendem presentear neste Dia dos Namorados. A mesma pesquisa de 2016 apontou que 51,6% das pessoas pretendiam presentear. Entre as 52,8% que não irão presentear em 2017, a alegação é a de que não tem a quem (44,5%) ou estão sem dinheiro (34,7%). Em 2016, a principal alegação para não comprar presentes era a falta de dinheiro (31,9%). A maioria (94,5%) pretende comprar apenas um presente.

O gasto médio com os presentes será de R$ 117,05, valor 2,3% maior do que o apontado pela mesma pesquisa realizada em 2016, quando os consumidores pretendiam gastar R$ 114,45. Esposos (as), com 64,6% das intenções, e namorados (as), com 32,1%, devem ser as pessoas mais presenteadas. Os itens de vestuário (38,1%) devem ser os presentes mais procurados.

Com relação à forma de pagamento dos presentes do Dia dos Namorados, os consumidores mostraram preferência pelo pagamento em dinheiro (60,8%). A segunda forma de pagamento mais citada foi o cartão de crédito parcelado (34,6%), seguida pelo cartão de débito (3,4%).

Na sondagem de 2016, o dinheiro também liderou o ranking de formas de pagamento do presente na data, mas com participação menor (50,8%), e foi seguido pelo cartão de crédito parcelado em segundo lugar (42,7%) e cartão de débito em terceiro (4,2%).

Comércio de rua

A pesquisa apontou ainda que o comércio de rua é indicado pelos consumidores mossoroenses como o principal local de compra, preferido por 62,8% dos entrevistados. Seguido pelos que comprarão os presentes no shopping (23,4%). Outros meios citados foram a internet (5,4%) e floricultura (2,5%).

Além disso, o percentual de pessoas dispostas a realizar algum passeio na data foi de 28,2%, o que representa praticamente uma estabilidade em comparação ao nível registrado na pesquisa do ano passado que havia sido 25,5%.

Para os que vão festejar a data, almoçar/jantar em restaurantes (16,6%) lidera o ranking de locais preferidos para a comemoração, seguida por viajar, com 6,8%; jantar/almoçar na casa de família (2,8%); ir a um hotel/motel (0,6%); ir à praia (0,6%); cinema/teatro (0,4%); e baladas (0,4%).

Com informações da Fecomércio/RN.

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Dia da Criança caminha para queda nas compras comerciais

O “Dia das Crianças” (dia 12 de outubro) deste ano será mais uma data com menos presentes, tanto em Natal quanto em Mossoró, do que no ano passado. Os números nascem de pesquisa promovida pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN).

Foi realizada pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC), braço técnico da própria Fecomércio.

Em Natal, a coleta dos dados ocorreu entre os dias 08 e 11 de setembro, quando foram entrevistadas 654 pessoas. Em Mossoró, a pesquisa foi aplicada entre 05 e 07 de setembro de 2016, entre 500 pessoas.

Veja o que a pesquisa constatou:

– Queda de 9,5 pontos percentuais em Natal (59,5% de intenções de compras em 2016, contra 69% em 2015), e de 4,5 pontos percentuais em Mossoró (65,6% de intenções em 2016, contra 70,1% em 2015).

– Dos consumidores que irão às compras em Natal, a primeira opção de presentes devem ser os brinquedos, com 56,6% da preferência; seguidos de peças de vestuário com 32,4%; calçados com 6,4% das intenções; e eletrônicos (computadores, notebooks, tablets, celulares, videogames), com 4,1%.

– Em Mossoró: 54% dos consumidores pretendem presentear com brinquedos; 33,8% com roupas; 8,5% com calçados; e 4,6% com eletrônicos.

Em Natal: gasto médio de R$ 118,32, valor que é 2,4% menor do que o registrado em igual período do ano, que foi de R$ 121,19.

Pesquisa de preço

– Mossoró: gasto médio de R$ 108,23, valor 1,2% mais baixo do que o obtido pela mesma pesquisa de 2015, quando foi registrado o gasto médio de R$ 109,59.

– Os consumidores pretendem fazer pesquisa de preço (77,1% em Natal e 76,2% em Mossoró) e não pretendem levar as crianças junto (68,1% em Natal e 74,1% em Mossoró) como forma de não gastar mais do que o planejado.

Os entrevistados devem ir ao comércio de rua (53,2% em Natal e 68,6% em Mossoró); e fazer as compras à vista (58,4% em Natal e 59,5% em Mossoró).

Os shoppings centers são a segunda opção para local de compras tanto em Natal quanto em Mossoró, com 39,1% e 20,7% das respostas dos entrevistados, respectivamente.

Passeio

Para 33% dos natalenses entrevistados, o Dia das Crianças terá algum tipo de celebração relacionada a passeio, o que deve resultar em um gasto médio de R$ 125,80.

Pouco mais de um terço dos mossoroenses (34,8%) também cogita passear com as crianças e preveem gastar, em média, R$ 110,75.

“Infelizmente, já prevíamos que haveria uma redução na intenção de compra, em virtude de todo o contexto econômico que vivemos. Mas saber que ainda teremos quase 60% de consumidores natalenses e 65% dos mossoroenses dispostos a gastar não deixa de ser um alento e um indicativo para que o comércio continue se reinventando e buscando todas as formas de conquistar este cliente”, comenta Michelson Frota, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró (SINDIVAREJO).

A pesquisa completa está disponível no site da Fecomércio RN, neste link: //fecomerciorn.com.br/pesquisas/.

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Turista apoia maciçamente estada no Rio Grande do Norte

Os investimentos do Governo do Estado no setor do turismo já mostram resultados altamente satisfatórios. Uma pesquisa da Federação do Comércio do Rio Grande do Norte (Fecomércio/RN), apresentada nesta quinta-feira (11) ao governador Robinson Faria, revela que 99,3% dos turistas argentinos recomendam o RN como destino. E 94,3% afirmaram que pretendem voltar desde que seja mantido o vôo direto Natal/Buenos Aires.

Marcelo Queiroz (à esquerda) entregou a Robinson o resultado da pesquisa do IPDC (Foto: Remis Roussos)

Outro dado relevante da pesquisa é que o turista argentino gasta em média, por dia, em visita ao Estado, R$ 382,20. Este valor é superior em 81% ao gasto médio do turista nacional, que é de R$ 210,00.

Desde setembro de 2015, o RN vem recebendo um vôo semanal, proveniente de Buenos Aires com cem visitantes. A freqüência do vôo operado pela companhia aérea Gol traz 400 visitantes a cada mês e está lotado até março próximo. Estes números permitem projetar que, apenas com o atual número de visitantes argentino, o turismo e a economia do RN terão, ao final de 12 meses, acréscimo de movimentação de R$ 14 milhões.

O governador Robinson Faria disse que o Governo do Estado acerta ao investir e promover o turismo no RN. “Os números apresentados pela Fecomércio nos estimulam ainda mais a seguir com a nossa política para o turismo. Através da Secretaria de Estado do Turismo já estamos atuando fortemente para atrair novos visitantes e desenvolver nossa economia”.

Emprego e renda

Robinson destaca que as obras dos acessos ao aeroporto de São Gonçalo do Amarante continuam sendo executadas, além de negociações junto a operadoras de turismo de Portugal, do Cabo Verde, e de países do Mercosul. “Nosso governo valoriza o turismo e investe para ampliar as oportunidades num setor que impacta a economia em 52 áreas e tem forte potencial para gerar, com rapidez, emprego e renda”, reforçou.

A pesquisa foi realizada pela Fecomércio através do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC) para avaliar o nível de satisfação dos turistas argentinos com o vôo direto Natal/Buenos Aires, o seu perfil, razões para escolher o RN, gastos e avaliação dos serviços públicos durante sua estadia. Foram entrevistados 140 turistas momentos antes do retorno a Buenos Aires, no salão de embarque do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, nos dias 31 de outubro, 07 e 14 de novembro de 2015. A margem de erro é de 4% e o índice de confiabilidade de 95%.

A pesquisa foi apresentada ao governador pelo presidente da Fecomércio, Marcelo Queiroz e contou com a presença dos Secretários de Estado do Turismo (SETUR) Ruy Pereira Gaspar, da Comunicação, Juliska Azevedo, do diretor executivo da Fecomércio, Jaime Mariz e do assessor de comunicação da Fecomércio, Luciano Kleiber.

Com informações da Assecom do Governo do Estado.

Pesquisa vê boas perspectivas para comércio no Dia dos Pais

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC), órgão da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN), aponta que o Dia dos Pais pode se transformar num ótimo período de vendas para o segmento comercial. A pesquisa foi realizada em Natal e Mossoró, entre os dias 1º e 9 de Julho, ouvindo 652 pessoas em Natal e 500 em Mossoró.

O fato de que a maioria dos entrevistados pretende comprar presentes é algo positivo. No ano passado, as vendas do Dia dos Pais registraram queda sobre 2013, de 2,8%.

“Com estes dados da pesquisa, nós até arriscamos uma previsão de que, este ano, deveremos ter alta sobre 2014, na casa dos 2,5%”, diz análise do IPDC.

Veja abaixo detalhes da pesquisa nas duas cidades:

Natal

ü    60,3% pretendem presentear no Dia dos Pais

ü    R$ 102,63 média de gastos com presentes

ü    48,6% comprarão roupas

ü    52,6% devem ir ao comércio de rua

ü    60,3%   preferem comprar à vista

ü    79,7%  irão comemorar em casa

Mossoró

ü    59,6% pretendem presentear no Dia dos Pais

ü    R$ 109,23  média de gastos com presentes

ü    57,7% comprarão roupas

ü    60% devem ir ao comércio de rua

ü    64,4%  preferem comprar à vista

ü    82,2%  irão comemorar em casa

Com informações da Fecomércio/RN.

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Pesquisa da Fecomércio mostra perfil de população flutuante

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN), a pedido do Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró (SINDIVAREJO), concluiu um estudo de suma importância para a economia e o setor público mossoroense. É um trabalho inédito.

Multidão, diariamente, aporta em Mossoró para diversas atividades que fortalecem economia (Foto: Defato)

Enxergou – finalmente – a dimensão da população flutuante do município e seu valor para a economia local.

Não apenas alcança seu hipotético tamanho, como revela o que pensa essa multidão que diariamente é despejada na cidade através de ônibus, carros privados, táxis, vans e os mais variados transportes alternativos.

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC), órgão técnico da Fecomércio, foi destacado para realizar sondagem que ouviu 400 pessoas entre os dias 6 e 8 deste mês, num estudo denominado de “Perfil da População Flutuante de Mossoró.”

Compras

O levantamento do IPDC foi encaminhado por Marcelo Queiroz, presidente da Fiern.

Queiroz: pesquisa importante (Foto: divulgação)

A População Flutuante é aquele contingente humano que circula numa cidade em escasso período de tempo, com endereço em outros municípios e até estados. Como cidade polo de uma ampla região, que alcança até espaço geográfico do Ceará, Oeste, região Salineira e Vale do Açu, com mais de 1 milhão de habitantes, Mossoró tem enorme benefício com essa movimentação de pessoas.

Segunda apontou a pesquisa, divulgada pela diretoria do Sindivarejo, através do seu presidente e diretor da Fecomércio, Michelson Frota, 35,8% dessas pessoas afluem a Mossoró para compras. Outro universo de 33,3% chegam à cata de negócios e emprego.

Pelo menos 15,8% procuram serviços de saúde; 7,8% usam serviços bancários e 7,5% chegam para utilização de escolas/faculdades/universidades.

O IPDC também detectou os principais problemas enfrentados por essa multidão no deslocamento até Mossoró. Pelo menos 13,3% se queixam do trânsito; 8,5% das estradas; 8% dos transportes e 3,8% da falta de estacionamentos.

Gasto médio

Eles, conforme a mesma pesquisa, em 51,8% dos casos desembarcam em veículos alternativos/táxis/vans; 35,8% dirigem carro próprio e 7,8% aportam em transporte público.

O gasto médio per capita (por cabeça) desses indivíduos chega a R$ 250,00.

Numa avaliação dos serviços de utilidade pública da cidade, a maioria considera que são razoáveis, ou seja, “regular”, com 50,5%. Os que disseram “ótimo” foram 2,8% e “bom” atingiu 26,3%.

Os que citaram “ruim” marcaram 5,5% e o “péssimo” bateu em 10,3%.

“Esse trabalho chega num momento oportuno. Nós o solicitamos no início de nossa gestão ao presidente Marcelo Queiroz e ela faz parte de uma série de trabalhos que dá suporte técnico ao sindicato e empresariado, além do poder público, para melhor atendimento e investimentos em favor da nossa economia”, afirma Michelson.

“Precisamos valorizar essas pessoas que chegam aqui de mais de 90 municípios da Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e outros estados da Federação”, defende.

Veja AQUI material analítico que o Blog postou em 31 de maio de 2010, tratando da importância da população flutuante e como ela historicamente é tratada (muito mal) por Mossoró. Veja como esta página foi clarividente.

Veja AQUI mobilização de setores organizados do empresariado, em favor de transportes intermunicipais como táxis e vans.

Veja notas em primeira mão sobre esse tema e outros em nosso TWITTER, clicando AQUI.

Gasto médio do mossoroense com presente deve ser de R$ 131

Uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO) apontou que 64,9% dos consumidores mossoroenses pretendem presentear no Dia dos Namorados, data considerada uma das cinco mais importantes para o varejo. Os itens de vestuário lideram a preferência, com 33,8% de intenção de compras.

Perfumes (16,3%), calçados (14,2%) e joias/relógios (6,8%) também merecem destaque.

Mais de 70% dos pesquisados pretendem gastar entre R$ 50 e R$ 200 com o presente, ficando a expectativa média de gastos em R$ 131,30. Com relação à forma de pagamento, 58,7% dos entrevistados devem optar pelo pagamento à vista (em dinheiro ou cartão de débito).

Já o cartão de crédito deve ser a modalidade escolhida em 39,4% das aquisições.

Última hora

A exemplo do que apontou a pesquisa realizada em Natal, o consumidor mossoroense deve providenciar os presentes na semana do dia 12 de junho: 67,1% dos entrevistados vai às compra de última hora. E o local mais citado para isso é o comércio de rua (64%), seguido dos shoppings centers (24,3%).

Os principais fatores que influenciarão na decisão do consumidor na compra do presente são o nível de preço (38,5%), a diversidade dos produtos (23,4%), e a acessibilidade (13,5%).

Com o objetivo de economizar, a maioria dos entrevistados deve fazer pesquisa de preço (78,5%), já que 72,1% deles afirmaram que não se endividariam para adquirir o presente. Com relação aos gastos em comparação com o ano passado, 31,1% deve diminuir o valor do presente, e quase 70% deve manter o mesmo padrão ou aumentar os gastos.

Além da troca de presentes, muitos casais optam por fazer uma comemoração especial. Mas a maioria dos mossoroenses (52,3%) afirmou que não irá levar o (a) companheiro (a) para uma comemoração especial. Entre aqueles que vão realizar a comemoração, a maior parte (30,1%) optará por almoçar/jantar fora.

A pesquisa foi realizada na cidade de Mossoró entre os dias 11 e 13 de maio, e ouviu 500 pessoas.

Com informações da Fecomércio.

Consumidor vai priorizar pagamento de dívidas com 13º

Pela primeira vez no âmbito de Mossoró, o comércio tem em mãos dados científicos para identificar o pensamento do consumidor em relação ao período de final de ano. O que fazer, por exemplo, com o 13º salário?

Quase metade dos mossoroenses usará o décimo terceiro salário para pagar dívidas. É o que revela essa pesquisa inédita sobre o mercado local para o período do fim do ano, encomendada pelo Sindicato do Comércio Varejista (SINDIVAREJO), com apoio da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO). Foi apresentado em Mossoró nesse terça-feira (25).

Presidente e vice do Sindivarejo, respectivamente Michelson Frota e Jair Queiroz, receberam relatório final da pesquisa na própria sede do Sindivarejo.

Com relação ao décimo terceiro salário, 44,8% dos entrevistados disseram aos entrevistadores do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC), órgão ligado à Fecomércio, que irão usar essa bonificação para quitar dívidas. Já 22,2% dos ouvidos pretendem fazer novas compras; 17,2% aplicarão o dinheiro e 8,6% dos entrevistados disseram que vão guardar para pagar compromissos de janeiro.

Ainda foi possível detectar, que 1,1% pretende usar o décimo terceiro para viajar nas férias e 7,9% ainda não sabem o que fazer – mostrou Marcus Guedes, diretor do IPDC, na apresentação da pesquisa.

Compras

Pelo menos 62,3% dos mossoroenses vão fazer compras de fim de ano no comércio tradicional. Outra informação que não deve surpreender mas deve nortear o empresariado à atração do consumidor: 33,8% pretendem fazer as compras de fim de ano 15 dias antes do Natal e 27,2% planejam fazer compras na semana que antecede o Natal.

A pesquisa também revela que 78,4% dos entrevistados pretendem fazer pesquisa de preço nas compras natalinas. Mostra que o empresariado precisa se mexer muito para conquistar o comprador.

A pesquisa foi desenvolvida com uma amostra aleatória de 601 pessoas do município, entre os dias 3 e 5 de novembro, distribuída em bairros da área urbana da cidade de acordo com repartição proporcional da população com 18 anos e mais de idade registrada no Censo Demográfico de 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O índice de confiabilidade é de 95%.