Isaac está em seu primeiro mandato (Foto: arquivo/Edilberto Barros)
Do Blog Ismael Sousa
O vereador Isaac da Casca está deixando o partido Democracia Crista (DC), no intuito de se lançar pré-candidato a deputado estadual.
O parlamentar afirmou, em conversa com este blogueiro na manha desta terça-feira (1º), durante a retomada dos trabalhos legislativos, que já iniciou as conversas com outros partidos, mas não revelou para qual legenda vai se filiar.
Definição essa que deve ocorrer no próximo mês.
Ele afirma que já tem feito articulações com lideranças de pelo menos 20 municípios da região, e pretende visitar outras cidades.
Isaac foi o vereador mais votado nas eleições de 2020 em Mossoró, obtendo 3.113 votos.
Nota do Canal BCS – Com menos de três meses de mandato, ano passado, o vereador já deixava claro seu projeto de dar novo salto (veja AQUI).
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Grupo de vereadores solicitou à Mesa Diretora da Câmara Municipal de Mossoró, nesta quarta-feira (15), instalação do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Casa. O pedido ocorre após repercussão de falas do vereador Raério Araújo (PSD), que, na sessão de terça-feira (14), usou termos como “mulher ruim e baitola” (veja AQUI).
A Câmara já dispõe de Conselho de Ética, mas falta a indicação dos membros. O colegiado age conforme a Resolução 10/2015, que institui princípios éticos e regras básicas de decoro para a conduta dos parlamentares na Casa. Cabe às lideranças das bancadas a indicação dos componentes do Conselho de Ética.
Assinado por dez vereadores e vereadoras, o memorando nº 46/2021 – GVPA diz ser “urgente a necessidade que a comissão seja instalada e que comportamentos não coerentes com a boa convivência sejam rechaçados e punidos com rigor em respeito à Câmara Municipal de Mossoró e à população”.
Falta de civilidade
Ainda conforme o documento, há “reiterado comportamento de parlamentares faltando com o decoro parlamentar em seus pronunciamentos” e que “a falta de civilidade e educação em discursos atinge não só os parlamentares, mas toda a população, que, por meio de impostos, financia a instituição”.
O memorando é assinado pelos vereadores Pablo Aires (PSB), Marleide Cunha (PT), Carmem Julia (MDB), Larissa Rosado (PSDB), Francisco Carlos (PP), Tony Fernandes (Solidariedade), Isaac da Casca (DC), Edson Carlos (Cidadania), Zé Peixeiro (PP) e Didi de Arnor (Republicanos). A Mesa Diretora se comprometeu na adoção de providências para instalação do Conselho de Ética.
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Isaac foi campeão de votos (Foto: reprodução do Canal BCS)
O vereador governista Isaac da Casca (DC), ainda engatinhando no primeiro mandato de vereador em Mossoró, saracoteia-se para concorrer mesmo à Assembleia Legislativa.
Tem andado muito, conversado bastante.
Tem canais e meios para se viabilizar.
Do segmento evangélico ao setor empresarial.
Ano passado, Isaac empalmou 3.113 (2,26%) votos e ficou em primeiro lugar entre os 23 eleitos e reeleitos.
Já na Câmara Municipal, acabou eleito como vice-presidente de Lawrence Amorim (Solidariedade), para o biênio 2021-2022.
Vamos acompanhá-lo.
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A Câmara Municipal de Mossoró vai realizar sessão extraordinária para antecipação do pleito interno de escolha de sua mesa diretora, para o segundo biênio da atual legislatura, período 2023-2024.
O pleito acontecerá às 12h30.
A decisão e convocação são assinados pelo presidente e primeiro secretário da atual mesa, Lawrence Amorim (Solidariedade) e Marckuty Vieira (Solidariedade), respectivamente. A segunda secretária Marleide Cunha (PT) não assinou os documentos.
Não houve ainda divulgação de chapa. A atual foi de consenso, com apoio dos 23 vereadores eleitos/reeleitos em 15 de novembro do ano passado. O pleito ocorreu em 1º de janeiro desse ano.
Possível chapa
Para esse novo pleito, a chapa que se desenha é de reeleição de Lawrence com Raério Araújo (PSD), o “Raério Cabeção”, como vice. Os dois são governistas. O atual vice e também do governo, Isaac da Casca (DC), não repetiria cargo na nova formação.
Vale ser destacado, que em caso de renúncia de qualquer um dos membros da futura mesa, uma nova eleição para o cargo especificamente deverá ser convocada, conforme assinala o Artigo 42 do Regimento Interno da CMM. Isso tem de acontecer logo na sessão ordinária seguinte.
História
A eleição dos vereadores Francisco José Júnior (PSD) e Luiz Carlos Martins (PT) a prefeito e vice em 4 maio de 2014 à prefeitura, em pleito suplementar, levou-os à renúncia (veja AQUI) dos cargos na Casa (dia 29 de maio). Eram presidente e primeiro secretário, respectivamente.
Na CMM, nova eleição interna obrigou esse poder a a eleições específicas para esses cargos, completando o biênio que se encerraria em 31 de dezembro daquele mesmo ano. Francisco Carlos (PV, hoje no PP) foi o presidente eleito, com apoio de Francisco José Júnior. No dia 30 de outubro de 2014 foi eleita a mesa diretora para o biênio complementar (2015-2016), tendo como presidente o vereador Jório Nogueira (PSD).
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Engana-se quem pensa que deixou de existir o chamado G6 – grupo de seis vereadores -, que foi formado antes mesmo da posse dos eleitos ano passado, à Câmara Municipal de Mossoró.
Ele segue em atividade paralela e articulada dentro da própria bancada governista. Pode ser, adiante, um ponto de estabilidade ou desequilíbrio para o governismo – nesse poder.
A princípio, o G6 foi montado para tentar emplacar o presidente da Casa e não vingou.
Abriu crise com o próprio prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) logo no primeiro mês de gestão, mas posteriormente recuou e foi até premiado com a escolha do seu articulador, Genilson Alves (Pros), que virou líder do Governo no próprio legislativo.
O bloco foi composto originalmente pelos vereadores reeleitos Genilson Alves e Didi de Arnor (Republicanos), além dos eleitos Gideon Ismaias (Cidadania), Edson Carlos (Cidadania), Isaac da Casca (DC) e Omar Nogueira (Patriotas). Mas, outros estão se chegando.
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Os números ainda são imprecisos, mas nas conversas colhidas nos intramuros do governismo, mossoroense, fala-se que a base do prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) tem número fechado. Tende a contar com cerca de 18 dos 23 vereadores da legislatura que começa efetivamente no próximo mês na Câmara Municipal.
Uma mostra dessa força foi dada dia passado, em pleno domingo (24), com programação que o prefeito, seu vice Fernandinho Melo (PSD) e alguns auxiliares tiveram na zona rural (veja AQUI). Um total de 14 vereadores o acompanhou em visitas a várias comunidades rurais beneficiadas com garantia de abastecimento de água.
Estiveram com ele, os vereadores Francisco Lourenço da Costa (MDB) – ‘Costinha’, Genilson Alves (PROS), Gideon Ismaias (Cidadania), Édson Carlos (Cidadania), Isaac da Casca (DC), Marckuty da Maisa (Solidariedade), Omar Nogueira (Patriotas), Paulo Igo (Solidariedade), Raério Araújo (PSD), Didi de Arnor (Republicanos), Wiginis do Gás (Podemos), Zé Peixeiro (PP), Lamarque de Oliveira (PSC) e o presidente da Câmara, Lawrence Amorim (Solidariedade).
Mas, levaram faltam Carmem Júlia (MDB), Ricardo de Dodoca (PP), Cabo Tony Fernandes (Solidariedade) e Naldo Feitosa (PSC). Portanto, 18 nomes.
Oposição e independentes
Os vereadores Francisco Carlos (PP)e Larissa Rosado (PSDB) apresentam-se como de oposição. Pablo Aires (PSB) e Lucas das Malhas (MDB) aparecem em faixas próprias, como “independentes”.
Já Marleide Cunha (PT) não definiu publicamente que linha política irá adotar. Em suas entrevistas até o momento, tem evitado estabelecer um rótulo para si.
Alysson foi eleito ao lado de mais cinco vereadores (quatro de seu partido): Lawrence Amorim, Tony Fernandes, Paulo Igo e Marckuty da Maísa) e Raério Araújo, reeleito no pleito passado pelo PSD.
Mas, na reta final de campanha, vários candidatos inclinaram-se para apoio ao seu nome, abandonando outras chapas majoritárias.
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Convite feito, convite aceito. Pelo menos 14 dos 23 vereadores da legislatura eleita no dia 15 de novembro passado, em Mossoró, participaram de programação administrativa do prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) nesse domingo (24). Outros, acabaram levando falta.
Prefeito e vice estiveram em várias comunidades do Polo Jucuri no domingo (Foto: cedida)
A comitiva percorreu várias comunidades rurais do chamado “Polo Jucuri”: Cabelo de Nego, Barreira Vermelha, Bela Vista, Guajarás e Jucuri. Ao lado de alguns auxiliares e do vice Fernandinho Melo (PSD), o prefeito foi ver in loco serviços realizados nos últimos dias, à restauração e melhoria de equipamentos para o abastecimento de água – drama antigo do campo.
Estiveram com ele, os vereadores Francisco Lourenço da Costa (MDB) – ‘Costinha’, Genilson Alves (PROS), Gideon Ismaias (Cidadania), Édson Carlos (Cidadania), Isaac da Casca (DC), Marckuty da Maisa (Solidariedade), Omar Nogueira (Patriotas), Paulo Igo (Solidariedade), Raério Araújo (PSD), Didi de Arnor (Republicanos), Wiginis do Gás (Podemos), Zé Peixeiro (PP), Lamarque de Oliveira (PSC) e o presidente da Câmara, Lawrence Amorim (Solidariedade).
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O prefeito eleito Allyson Bezerra (PP) teve um dedinho de prosa com o grupo de seis vereadores que se autodenominam “G6” (veja AQUI). É formado por dois reeleitos e quatro novatos à próxima legislatura.
Afinação à vista.
O bloco é composto com os vereadores reeleitos Genilson Alves (Pros) e Didi de Arnor (Republicanos), além dos eleitos Gideon Ismaias (Cidadania), Edson Carlos (CIDADANIA), Isaac da Casca (DC) e Omar Nogueira (Patriotas).
Na campanha municipal, os vereadores Genilson e Didi estavam respectivamente nos palanques de Isolda Dantas (PT) e Rosalba Ciarlini (PP).
Os demais também não fizeram parte da Coligação Muda Mossoró do então candidato Allyson Bezerra.
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