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Ex-líder da oposição finalmente vira governista de verdade

Em campanha, Dr. Cubano era do bloco comandado pelo PT (Foto: reprodução/Arquivo 2024)
Em campanha, Dr. Cubano era do bloco comandado pelo PT (Foto: reprodução/Arquivo 2024)

Yoanis Infante Rodriguez, o DrCubano (PSDB), eleito vereador em Mossoró com 1.515 votos no ano passado, aos 43 anos, é agora de fato e de direito parlamentar da bancada governista. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (25), em entrevista dada ao radialista Joãozinho GPS, da Rádio Difusora.

Nem precisava.

Até terça-feira (23), ele era líder da bancada da oposição ao prefeito Allyson Bezerra (UB), quando foi destituído da função e substituído pelo vereador Cabo Deyvison (MDB) – veja AQUI, por estar sabotando a atuação oposicionista, sem qualquer compromisso com a linha contrária ao governo.

Ele chega ao governismo sob desconfiança e vigilância, além de senões da própria bancada original do governo, obrigada a dividir o mesmo bolo com mais um ‘confrade.’

Cá pra nós e o povo da rua: Doutor Cubano nunca foi oposição, mesmo tendo feito campanha no bloco comandado pelo PT da governadora Fátima Bezerra e com o candidato a prefeito Lawrence Amorim (PSDB). Já era governista desde a carreata da vitória do prefeito e do vice Marcos Medeiros (PSD), dia 6 de outubro de 2024, quando participou com entusiasmo.

Na Câmara Municipal virou líder de oposição por fraqueza da própria bancada, mais preocupada em fazer barulho do que cumprir seu papel político.

Essa sua postura pusilânime (num português mais claro – de “fraqueza moral”), em Cuba – seu país de origem -, teria punição ríspida: o paredón de fuzilamento.

Yoanis Infante Rodriguez fez bem em fincar raízes no Brasil e obter cidadania. Desse lado da linha do Equador o mundo é bem melhor. É azul e azul é a cor da alegria.

Ô!

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Marleide vai liderar bancada oposicionista; afinação com PL deve seguir

Marleide não vê crise financeiro-orçamentária na prefeitura (Foto: Edilberto Barros)
Marleide forma bancada do seu partido ao lado de Plúvia Oliveira (Foto: Edilberto Barros/Arquivo)

Do Blog Saulo Vale

A vereadora Marleide Cunha (PT) foi escolhida nesta quinta-feira para liderar o bloco de oposição ao governo Allyson (União Brasil) na Câmara Municipal de Mossoró.

O acordo foi fechado em reunião que ocorreu pela manhã na sede do Legislativo mossoroense.

Participaram do encontro, além de Marleide, a vereadora Plúvia Oliveira (PT) e os vereadores Doutor Cubano (PSDB) e Jailson Nogueira (PL). Este último tende ficar com a vice-liderança do bloco, mas aguarda ainda uma reunião com o partido para fechar a questão.

Já o vereador Mazinho do Saci (PL) foi convidado, mas enviou justificativa e informou que teve que participar de uma audiência em Assú.

O vereador Cabo Deyvison (MDB) também foi convidado para o encontro, mas informou que não podia comparecer, apesar de estar em Mossoró.

PL e PT

Antagônicos em níveis estadual e nacional, o PL e o PT estarão no mesmo bloco parlamentar de oposição ao prefeito  Allyson Bezerra (UB).

Na campanha municipal, o PL lançou Genivan Vale, que teve desempenho ínfimo, com 11.019 votos. Já o PT apoiou Lawrence Amorim (PSDB), que computou apenas 16.115 votos.

Allyson, que venceu a eleição, registrou 113.121 votos.

Nota do Blog Carlos Santos – A união de PT e PL segue uma lógica política compreensível. Não é para causar qualquer espanto. Na campanha eleitoral, as chapas dos dois partidos a prefeito chegaram a ter agenda conjunta e dividiram tarefas e estratégias contra o prefeito que concorria à reeleição. Após as eleições, a comunhão segue em demandas judiciais, pautas à imprensa e outras atividades. Oposição é oposição e governo é governo. PL e PT estão no mesmo campo político paroquial: na oposição.

Chapa ‘puro sangue’ pode ser solução para bolsonarismo

Arte ilustrativa de Inteligência Artificial - BCS
Arte ilustrativa de Inteligência Artificial – Web

Sem conseguir um nome a vice que possa ser representativo e reforce chapa majoritária, o PL mossoroense pode terminar montando chapa ‘puro sangue’ à prefeitura.

Até o momento, não houve sucesso algum nas tentativas de escolha do companheiro do pré-candidato a prefeito Genivan Vale (PL).

O sonho do bolsonarismo era contar com algum representante do rosalbismo, mas aos poucos esse grupo foi-se esquivando.

Plano B chegou a ser o escorregadio vereador e líder oposicionista na Câmara Municipal, Tony Fernandes (Avante). Esse também saiu serpenteando para longe.

Ô luta medonha!

Líder da oposição apresenta outra denúncia contra prefeito e governo

Vereador, líder da oposição, fez denúncias contra o governo (Foto: Edilberto Barros)
Vereador, líder da oposição, já tinha protocolado denúncia dia 2 último (Foto: Edilberto Barros)

Mais uma denúncia é protocolada pela bancada da oposição no Ministério Público do RN (MPRN). Nesta terça-feira (7), o vereador e líder dos oposicionistas na Câmara Municipal de Mossoró, Tony Fernandes (Avante), apresentou pedido de nova investigação contra a gestão do prefeito Allyson Bezerra (UB).

A denúncia é de superfaturamento e desvio de recursos públicos na Secretaria Municipal de Cultura (veja AQUI).

Dia 2 último, individualmente, ele já assinou Ação Popular pedindo afastamento do prefeito por pelo menos 90 dias (veja AQUI), desistindo da demanda no mesmo dia.

Diversas outras petições nesse sentido já foram desencadeadas nos últimos meses contra o prefeito e seu governo.

Rogério Marinho chora por presos em atos antidemocráticos

Líder da oposição no Senado, o senador Rogério Marinho (PL) fez beiço, mordeu os lábios e desabou em choro nesta quinta-feira (13), na Comissão de Segurança Pública da Casa.

Ele ouviu depoimentos de advogados de 200 pessoas que seguem presas no Complexo Penitenciário da Papuda e na Penitenciária Feminina do Distrito Federal, por envolvimento em atos antidemocráticos no dia 8 de janeiro deste ano, em Brasília.

A imagem viralizou nas redes sociais.

O Supremo Tribunal Federal (STF) já transformou em réus 1.290 envolvidos, a partir de denúncias de promotores e procuradores.

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Líder é descartado para que tática do ‘quanto pior, melhor’, seja mantida

Declarações do líder da Oposição na Câmara Municipal de Mossoró, vereador Francisco Carlos (Avante), apelando a seus pares antigoverno a uma reflexão, em vez de adotarem tática de frenético denuncismo varejista, causou mal-estar. Suas palavras ao programa Jornal da Tarde da Rádio  Rural de Mossoró, na quarta-feira (8), deixaram a oposição ainda mais sem prumo e rumo.

“Eu quero discutir a qualidade da política pública, que é isso que interessa. A escola pode funcionar bem, apesar de não ter um refrigerador adequado. Essas coisas são meios, não são fins. O Executivo deve se dedicar a discutir os meios. O que temos de discutir é quais são os resultados, como analfabetismo, Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) e avaliações de ensino”, destacou Francisco Carlos, sabatinado pelo jornalista Saulo Vale, apresentador do noticioso (veja AQUI).

O puxão de orelha do professor Francisco Carlos não é novo. Repete-se e deveria forçar o oposicionismo à reflexão e ajustes. Porém, provocou revolta e anúncio de sua destituição do posto de líder, comunicado pelos vereadores Pablo Aires (PSB) e Marleide Cunha (PT) em redes sociais e imprensa.

Um projeto

A oposição tem memória curta e seletiva, pelo visto. Ano passado,  mais de uma vez em plenário, Francisco Carlos cobrou foco e um projeto de oposição à oposição. Não foi ouvido ou escutado. Seguem com tática definida pela estratégia: o quanto pior, melhor.

Dia 17 de novembro de 2022 (veja vídeo nesta postagem), pouco mais de duas semanas após eleições do segundo turno no país, em entrevista ao programa Enfoque Político da Super TV, ele consubstanciou seu pensamento quanto ao que é ser oposição:

– A oposição em Mossoró precisa ter projeto político, precisa ter projeto para a cidade – indicou. “Eu não acredito em política feita sem proposta, sem base programática, sem diagnóstico de problemas, sem apresentação de soluções. É uma política pequena, tacanha, casuísta, feita apenas no combate em termos de acusação do adversário, de diminuição, de fustigar o adversário, identificar erro do adversário e tentar expô-lo no sistema de comunicação, nas redes sociais. Desgastar o adversário muito pelo erro do adversário e não pela proposta que possa ter”, avaliou.

Previu, que se essas forças contrárias ao prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) não se organizarem e se articularem, de forma homogênea, “unidas ou preferencialmente unidas”, deverá acontecer o que já aconteceu em inúmeros ocasiões: “É o salve-se quem puder.” Um cada um por si e Deus por todos, simplificando.

Uma constatação que pode se repetir inclusive para si, em busca da reeleição, considerou na mesma entrevista.

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Líder da Oposição pode mudar de lado e critica oposicionismo de varejo

Do Blog Saulo Vale

O vereador professor Francisco Carlos (Avante), líder da Oposição na Câmara Municipal de Mossoró, não descartou integrar a base do governo Allyson Bezerra (Solidariedade).

Francisco mostra que nos planos estadual e nacional, a prática política é de mistura (Foto: BSV)
Francisco mostra que nos planos estadual e nacional, a prática política é de mistura (Foto: BSV)

Ele foi questionado sobre o assunto durante entrevista ao Jornal da Tarde, da Rádio Rural de Mossoró, desta quarta-feira (8).

– O senhor vai continuar na oposição ou poder ir para independência ou governismo?

“Eu acho que qualquer uma dessas possibilidades existe, de continuar na oposição, de eu me tornar um vereador independente ou até mesmo [de ir para a base governista], se for viabilizada uma discussão de uma convergência de um diálogo com o governo. Qual é a vertente política que tem se fechado à discussão? No plano nacional, União Brasil, que era DEM e PSL, fazem parte da base de Lula. Aqui no RN, acontece o mesmo na Assembleia Legislativa, com PL na base do governo. Do ponto de vista da práxis política, os políticos não têm se fechado a discutir projetos futuros”, argumentou.

Em dezembro passado, Francisco Carlos foi um dos vereadores de oposição que votou a favor da autorização de empréstimo, matéria que, à época, era prioridade do governo.

Alfinetada

Ainda durante a entrevista, de maneira velada e sem citar nomes, Francisco Carlos criticou a estratégia de vereadores da oposição ao citar que a educação municipal deve ser avaliada pelos seus índices educacionais e políticas públicas, e não com por problemas pontuais, “como bebedouro quebrado”.

“Eu não me coloco à disposição para discutir detalhes, como porta ou ventilador quebrado. Isso sempre existiu e continuará existindo, inclusive quando eu era secretário [de Cidadania]. Eu não vou estar discutindo a situação de um bebedouro. Eu quero discutir a qualidade da política pública, que é isso que interessa. A escola pode funcionar bem, apesar de não ter um refrigerador adequado. Essas coisas são meios, não são fins. O Executivo deve se dedicar a discutir os meios. O que temos de discutir é quais são os resultados, como analfabetismo, Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) e avaliações de ensino”, destacou.

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Rogério Marinho será o líder da Oposição no Senado

Marinho poderá comandar bloco com 23 senadores (Foto: Geraldo Magela/Senado)
Marinho poderá comandar bloco com 23 senadores (Foto: Geraldo Magela/Senado)

O senador Rogério Marinho (PL) vai ser o líder da Oposição no Senado. Decisão tomada nessa segunda-feira (6).

Também houve a confirmação da nova liderança da Minoria na Casa, que passou a ser ocupada por Ciro Nogueira (PP-PI), ex-ministro da Casa Civil do Governo Jair Bolsonaro (PL).

O termo “Minoria parlamentar” se refere ao maior bloco que se posiciona contrariamente à Maioria parlamentar….

Marinho chega a esse importante posto no Senado, logo em sua estreia nesse poder e após ser derrotado por 32 a 49 na luta à presidência da Casa, no início da legislatura (veja AQUI).

PL, Republicanos e Progressistas devem compor força oposicionista.

Juntos, eles formam bloco com 23 senadores.

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Que líder de oposição Lula vai enfrentar?

Xadrez, luta política, poder, política, oposiçãoJair Bolsonaro (PL) será o líder de oposição ao presidente diplomado Lula (PT)?

Se for, que líder a oposição terá?

Um ressentido, incendiário e inconsequente?

Diplomático, propositivo, questionador?

Faça suas apostas.

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“Oposição a Alysson é light, diet e soft”, define Francisco Carlos

Do Blog Saulo Vale

Líder da oposição na Câmara Municipal de Mossoró, o vereador professor Francisco Carlos (Progressistas), aliado da ex-prefeita Rosalba Ciarlini (Progressistas), disse que o prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) tem uma oposição “light, diet e soft”.

Ouvido por Jaílton e Saulo, Francisco deu nota entre "cinco e seis" à gestão de Allyson (Foto: Nilton César)
Ouvido por Jaílton e Saulo, Francisco deu nota entre “cinco e seis” à gestão de Allyson (Foto: Nilton César)

A autocrítica foi durante entrevista ao podcast PodFalar, da Super TV, nesta quarta-feira (4). O programa semanal é apresentado pelo jornalista Saulo Vale e pelo advogado Jailton Magalhães.

  • O senhor me disse, em uma outra entrevista, que a oposição a Allyson é light e diet. Continua assim?, questionei.

“É light (leve), diet (de dieta) e soft (suave). Não é um erro da oposição. É uma característica. Nós somos respeitosos, procuramos ser elegantes nas críticas. Escolhemos as palavras que vão se utilizadas. Então, você ter uma oposição que se preocupa com a forma com que faz oposição já é uma vantagem enorme”, disse.

“Inclusive na Câmara quem dá murro na mesa é a situação, não é a oposição. Eu nunca vi uma coisa dessa. É diferente de todo canto. Aqui em Mossoró, é a situação jogando gasolina e a oposição jogando água. Nós não fizemos ainda o que seria muito próprio e legítimo da oposição fazer: denúncias [na Justiça, contra a gestão Allyson]”.

Atualmente, a bancada de oposição é composta, além de Francisco Carlos, por Marleide Cunha (PT) e Larissa Rosado (PSDB).

Outros 10 vereadores, que eram da base de Allyson, se declaram hoje “independentes”.

Na verdade são os neooposicionistas.

Nota a Allyson

Francisco Carlos teceu ainda críticas ao prefeito. Mas fez ressalva de que “ainda é cedo para analisar”.

Disse que, se fosse dar uma nota, daria um “cinco ou seis”.

Ele disse ainda temer pela organização do Mossoró Cidade Junina, acrescentando que torce e frequenta o evento.

Nota do Canal BCS – Recentemente, na defesa de greves de servidores municipais, a vereadora oposicionista e sindicalista Marleide Cunha (PT) tratou o prefeito por “mentiroso”, “maquiavélico”, “imoral”, “covarde” e “destruidor da educação”.

Horas depois, ele recebeu-a no Palácio da Resistência para mais uma das muitas reuniões para tratar de questões do funcionalismo.

Pelo visto, o polido professor Francisco Carlos excluiu a colega de bancada desse perfil ameno e fidalgo. Mas, como ele mesmo falou, é cedo para avaliarmos e ainda há tempo para que todos possam melhorar – inclusive no quesito “civilidade”.

Torçamos.

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Líder da oposição vai ao PodFalar dessa semana

PodFalar com Francisco Carlos na Super TV, Saulo Vale, Jaílton Magalhães - 05-05-22O podcast da Super TV, PodFalar, recebe nesta quarta-feira (04), o líder da oposição na Câmara Municipal de Mossoró, vereador e professor Francisco Carlos (Progressistas).

O programa, apresentado pelo jornalista Saulo Vale e pelo advogado Jailton Magalhães.

Começa às 20h.

O PodFalar vai ao ar sempre às quartas-feiras, na Super TV – canal 14.1 da tv aberta em Mossoró, 173 da Brisanet, além de todas as redes sociais da emissora.

Acompanhe.

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Larissa é a líder da bancada oposicionista na Câmara Municipal

Larissa: bancada diminuta (Foto: assessoria)
Larissa: bancada diminuta (Foto: assessoria)

A bancada da oposição na Câmara Municipal de Mossoró tem nome definido à sua liderança. É o da ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSDB), que chega para seu primeiro mandato na Casa.

Dos 23 vereadores eleitos em 15 de novembro do ano passado para a legislatura 2021-2024, 18 estão na base governista. A oposição conta apenas com Larissa, Francisco Carlos (PP) e Marleide Cunha (PT).

Figuram ainda dois nomes que se intitulam como “independente”: Lucas das Malhas (MDB) e Pablo Aires (PSB).

Na bancada governista, o nome escolhido para ser líder do Governo foi do vereador reeleito Genilson Alves (Pros) – veja AQUI).

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José Agripino é o novo líder da oposição no Senado

O presidente nacional do Democratas, senador José Agripino (RN) foi indicado nesta terça-feira (16) para assumir a liderança da oposição no Senado.

A indicação, apresentada pelos senadores Ronaldo Caiado (DEM-GO) e Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), traz como vice-líder o senador Ricardo Ferraço (ES).

Agripino destacou a união dos partidos de oposição como missão prioritária à frente da liderança.

‘“O momento vivido pelo país exige uma oposição unida e altiva. Vamos manter o foco na reconstrução do Brasil. Essa é nossa missão”, afirmou.