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“Campanha” já começou; daqui para frente vai ser assim

Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS
Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS

Nas últimas semanas, a pré-campanha eleitoral do RN ganhou arranque e velocidade com declarações diretas, algumas indiretas, silêncios enigmáticos e bastidores tensos, que afloraram do governismo à oposição, e vice versa.

Daqui para frente vai ser assim.

Com o calendário eleitoral estabelecendo período mais curto à disputa oficial pelo voto, as campanhas cresceram para trás. É na pré-campanha que tudo pode ser decidido e as urnas apenas confirmarem acertos e erros crassos das escolhas.

Nominatas, política de alianças, estratégias e táticas, candidaturas, pesquisas, estruturas de rua, definição de fundo eleitoral, comunicação e outras questões estão à mesa em antes da campanha.

Antes das eleições de 1998, a lei não especificava a duração de uma campanha. Apenas dizia que deveria começar depois das convenções partidárias, que definem os candidatos que disputarão o pleito. Até 2012 chegavam a durar três meses ou até mais.

Com arrumações daqui e dali em minirreformas eleitorais, chegamos a partir de 2016 nesse encolhimento que se mantém até agora, com 45 dias.

É nesse quadrado e fora dele que o jogo do poder acontece.

E já começou no RN, pois 2026 é bem ali.

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Regras às eleições 2024 são mantidas; Senado segura minirreforma

Do G1, Poder 360 e BCS

Matéria teve maciça aprovação do plenário (Foto: Jefferson Rudy)
Senado deu um freio nas intenções da Câmara dos Deputados (Foto: Jefferson Rudy/Arquivo)

O Senado decidiu adiar a votação da minirreforma eleitoral – e, com isso, as regras previstas nos textos não estarão em vigor nas próximas eleições municipais, em outubro de 2024.

A decisão foi anunciada pelo senador Marcelo Castro (MDB-PI), apontado pelo presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), como futuro relator da proposta. Oficialmente, porém, a designação ainda não ocorreu.

“O Senado preferiu se dedicar com mais profundidade ao Código Eleitoral, já sob minha relatoria, e fazer uma reforma eleitoral mais ampla e consistente”, escreveu em uma rede social.

As eleições de 2024 acontecerão no dia 6 de outubro, primeiro domingo do mês. A Constituição prevê que as regras não podem ser alteradas a menos de um ano da votação.

Ou seja: a minirreforma só valeria em 2024 se fosse aprovada pelo Senado e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva até esta sexta (6), o que não vai acontecer.

Leia detalhes do que prevê a proposta de reforma aprovada pelos deputados AQUI, com uma série de dispositivos afrouxando fiscalização e punição contra desvios de conduta de candidatos e agentes públicos.

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Câmara aprova 1º projeto de reforma eleitoral que afrouxa regras

Do Canal Meio, G1, Poder 360 e outras fontesReforma eleitoral 1

No fim da noite de ontem a Câmara aprovou o texto-base de um dos projetos da polêmica minirreforma eleitoral, tornando mais frouxas as regras de prestação de contas por partidos e mais brandas as multas. Apenas dois partidos, PSOL e Novo, votaram fechados contra o projeto, que foi aprovado por 367 votos a 86.

O texto proíbe, por exemplo, que recursos de partidos seja bloqueados pela Justiça ou dados como garantia de multas e dívidas. Além disso obriga o fornecimento de transporte público gratuito em dias de eleições.

Hoje serão votados os destaques e a segunda parte da minirreforma, alterando, entre outros pontos, as regras de inelegibilidade para que políticos cassados ou condenados fiquem menos tempo sem poderem se candidatar de novo.

Os parlamentarem correm para aprovar as mudanças até 5 de outubro para que entrem em vigor já nas eleições municipais do ano que vem. Reforma eleitoral 2

Reforma eleitoral 3Reforma eleitoral 4Reforma eleitoral 5Saiba mais detalhes AQUI.

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Deputados costuram um ‘vale tudo’ em favor de partidos e políticos

Do Canal Meio, Estadão, Globo e outras fontesPolítica, articulação, construção, afinação, entendimento

A maior anistia já concedida a partidos e políticos que cometeram irregularidades eleitorais deve ser aprovada nesta quarta-feira (13) em comissão especial da Câmara dos Deputados, seguindo na sequência para o plenário. Esse é o quarto indulto arquitetado pelo Congresso em menos de 30 anos, apesar das críticas de organizações da sociedade civil, de transparência eleitoral e de combate à corrupção.

Segundo o texto, não haverá sanções “de qualquer natureza” por irregularidades na prestação de contas apresentadas antes da promulgação da emenda constitucional. Com isso, todas as cobranças, que podem chegar a R$ 23 bilhões, podem ser perdoadas.

Pode quase tudo

Já o grupo de trabalho da minirreforma eleitoral, selecionado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), concluiu ontem o projeto, que deve ser votado hoje pela Casa, já que, para ser válido no pleito do ano que vem, precisa ser sancionado até o início de outubro. O texto reduz punições a partidos e políticos que cometem irregularidades, como aplicar apenas multa a quem compra votos como alternativa à perda do mandato.

Também possibilita que as legendas burlem a cota mínima de 30% de candidatas mulheres nas disputas legislativas.

Além disso, flexibiliza a prestação de contas, liberando doação eleitoral por qualquer chave PIX, dificultando o rastreamento do dinheiro, e regulamenta as candidaturas coletivas.

Nota do BCS – A atividade política no Brasil segue sua descida célere para o submundo. E a possibilidade de piorar não é uma dedução, mas uma certeza, tamanho o nível de delinquência. Órgãos de fiscalização e controle terão papel apenas protocolar, para justificarem à boa remuneração de seus membros. O Brasil não é para principiantes.

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A propaganda ‘ilegal’ e a pré-campanha que pode decidir uma disputa

Aqui e ali surgem demandas do Ministério Público Eleitoral (MPE) pedindo condenação de pré-candidatos por propaganda extemporânea, irregular. As punições são alguns míseros reais e retirada do material que supostamente esteja ferindo legislação. É o comum, nas decisões judiciais.propaganda irregular - 3

Ao longo dos últimos anos, uma série de normas foi encurtando e criando muitas restrições à propaganda e às campanhas. Em boa parte, decisões muito acertadas, como o fim dos showmícios e daquele lambuzado em paredes e logradouros públicos.

O MPE costuma expressar em suas representações contra possíveis abusos, que “apesar de o art. 36-A da Lei nº 9.504/97 ter flexibilizado a pré-campanha após a minirreforma eleitoral (Lei nº 13.165/2015), os atos de pré-campanha para a promoção eleitoral de candidatura são vedados quando haja pedido expresso de votos”. Esse é o ponto fulcral das ações contra os pré-candidatos.

Cá para nós  e o povo da rua: pedir ou não pedir textualmente votos é o mínimo que testemunhamos como deslize/ilegalidade. De disputantes à presidência da República a concorrentes à vereança, excede-se muito mais. Temos na verdade, uma profunda hipocrisia no trato dessa questão.

Os legisladores (políticos) encolheram o tempo de campanha e tomaram outras providências para que o processo seja mais límpido, equânime e democrático. Isso, em tese. Todavia, eles mesmos produzem arrumações, encontram atalhos e escapismos diversos à fraude, ao embuste.

HÁ ALGUMAS ELEIÇÕES, as pré-campanhas passaram a ser até mais importantes do que a campanha em si. Na real, é a campanha maior, esticada para trás. Uma boa pré-campanha alavanca o candidato que, no período eleitoral oficial, muitas vezes tem o trabalho de estabilizar e consolidar o que obteve na fase anterior. Ele antes não podia pedir voto, mas deixava claro que seria candidato. Risível.

Na prática, a pré-campanha é a campanha em si, mas disfarçada de não oficial. Todos nós sabemos disso. Imprensa, MPE, magistrados, advogados eleitorais, políticos, marqueteiros, o pinguim da geladeira, o criado-mudo e o patinho de borracha sabem que a campanha ‘cresceu para trás’.

O futuro candidato ou pré-candidato, só não pode pedir voto, mesmo fazendo atos políticos públicos, pulverizando sua imagem em redes sociais, dando entrevistas á imprensa, promovendo carreatas, motociatas, panfletagem etc.

Esse faz de conta vai continuar para parecer que estamos lidando com algo sério. Quem é minimamente informado sabe que não. A campanha eleitoral 2022 começou há muitos meses, com todos os excessos e transgressões possíveis e inimagináveis, mas quase tudo dentro da lei. Que vençam os melhores ou os mais ousados e espertos.

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Minirreforma a caminho recomenda prudência em decisões agora

Voto, votação, eleiçõesDevagar com o andor, pessoal.

Está vindo aí a galope uma minirreforma eleitoral (outra, de novo, novamente, mais uma vez).

Até o finzinho de setembro, beirando outubro, é possível que os congressistas terminem parindo o tal do Distritão (despois daremos detalhes), na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 125.

Com esse modelo de eleição, a escolha dos deputados federais e estaduais passa a ser majoritária (os mais votados), em vez de proporcional (como é vigente).

Enfim, algo feito para privilegiar as grandes estruturas, forças políticas mais fortes, dificultando o surgimento de novidades e que tornará os maiores partidos (donos de gordos fundos eleitorais) ainda maiores.

Então, prudência.

Um passo em falso, algum acerto logo agora, poderá ruir em poucas semanas.

Anote, por favor.

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Os males da democracia e a esperança contida nela mesma

Todos os males da democracia se podem curar com mais democracia.” (Alfred Emanuel Smith – 1873-1944)

 

Os critérios da legislação eleitoral em vigor são restritivos e feitos para impedir mudanças. Mesmo assim, elas ocorreram em larga escala em 2018, nas eleições nacionais, de uma ponta a outra do país. O Congresso Nacional (veja AQUI) nunca teve tantas caras novas. Dos 567 empossados em 1º de fevereiro de 2019, 118 deputados e 10 senadores jamais ocuparam cargo eletivo.

Para este ano, vendaval talvez tenha prosseguimento, sobretudo nas casas legislativas.

Em Mossoró, por exemplo, há algumas eleições que é utilizada estratégia de barrar acesso de vereador à nominata, permitindo que novatos tenham mais chances. Vários partidos foram constituindo listas de candidatos sem permitir inclusão de qualquer nome com mandato. Essa tática acontece desde 2004, causando progressivas mudanças no legislativo, pelo menos quanto a nomes. No pleito de 2016, por exemplo, apenas oito dos 21 integrantes da Câmara Municipal de Mossoró conseguiram se reeleger (veja AQUI).

A fórmula usada é uma reação ao regramento montado para beneficiar os grandes partidos e seus “donos”. A última minirreforma eleitoral teve esse fim específico, com uma série de normas que passaram a vigora em 2018, acrescidas do fim das coligações na proporcional que passa a valer em 2020.

O sistema partidário que deveria ser fortalecido, o que é regra em qualquer democracia, acaba enxovalhado de vez. Na própria reação que se promove para não ocorrer o garroteamento total das forças políticas de menor expressão, essa fragilização se aprofunda mais ainda.

Contudo há algo muito positivo nessa rebelião: coloca em pânico a elite política e um monte de vereadores ‘donos do pedaço’. O modelo candidato vaquinha de presépio, que apenas faz parte da nominata para favorecer alguém, especificamente, cada dia fica mais raro.

Infelizmente até aqui, nas experiências mossoroenses de confronto às regras, a maioria dos que entra acaba repetindo os velhos hábitos dos antecessores. Não há cultura política, não há conhecimento mínimo sobre o papel do legislador e não existe qualquer identidade com a sociedade, o próprio estatuto partidário e o interesse coletivo.

Porém, apesar dos pesares, esse arranjo de democracia é o caminho natural à mudança para melhor, mesmo que isso pareça tão distante e utópico. Um delírio.

Leia também: Fantasma da derrota ronda 21 vereadores em Mossoró.

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Fundo Especial de Campanha dará rumo às eleições 2018

Na minirreforma eleitoral aprovada pelo Congresso Nacional neste ano, os parlamentares criaram um fundo com recursos públicos para financiar as campanhas eleitorais. Pela divisão desses recursos, que já vale na próxima eleição, cada voto para deputado federal vai valer R$ 17,63, determinando quanto cada partido vai receber.

Como o total de deputados federais de cada partido tem grande peso na divisão dos R$ 1,716 bilhão do fundo, também já é possível estimar quando vale um deputado eleito: R$ 2,7 milhões a seu partido, em dinheiro do Orçamento Geral da União.

As regras do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) favorecem a manutenção dos grandes partidos, dificultando a renovação da Câmara e do Senado.

O PMDB e o PT serão os maiores receptores de recursos públicos para suas campanhas, e os dez maiores partidos ficarão com 73,5% do valor do fundo. São R$ 1,260 bilhão, concentrados nessas legendas.

Regra feita para evitar renovação, favorecer grandes partidos e eleger deputados federais

A minirreforma eleitoral estipulou que 83% do dinheiro será distribuído entre os partidos conforme números da mais recente eleição para a Câmara dos Deputados, o que concede grande peso para os deputados dentro dos partidos. A cada deputado que um partido eleger – ou mesmo que receber votos válidos sem se eleger, mais dinheiro público será garantido para a legenda.

Pela lei, a distribuição do FEFC para o primeiro turno das eleições ocorrerá da seguinte forma: 2% divididos igualmente entre todos os partidos com registro no TSE; 35% divididos entre as legendas com pelo mesmo um integrante na Câmara dos Deputados, na proporção dos votos conquistados por eles na última eleição geral para a Câmara; 48% divididos entre os partidos proporcionalmente ao número de deputados na Câmara, consideradas as legendas dos titulares; e 15% divididos entre os partidos proporcionalmente ao número de senadores, consideradas as legendas dos titulares.

Na outra ponta, partidos nanicos ou recém-criados contam com quase R$ 1 milhão em recursos, mesmo sem terem sequer disputado a última eleição para deputado federal e senador.

É o caso do Novo e do Partido da Mulher Brasileira (PMB), que receberão cada um R$ 980 mil, apenas do Fundo, sem contar recursos do Fundo Partidário e de doações. Partidos consolidados, mas que não elegeram nenhum deputado na última eleição também receberão recursos.

É o caso do PCO e PCB, que receberão juntos cerca de R$ 2,5 milhões, mesmo sem ter nenhum deputado eleito representando o partido.

Veja matéria completa clicando AQUI.

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Minirreforma eleitoral não tem aplicação para este ano

A Minirreforma Eleitoral (Lei nº 12.891/2013) não é aplicável às Eleições Gerais de 2014. A decisão saiu à noite dessa terça-feira (24), do plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O placar foi apertado. Foi de 4 x 3. A maioria acompanhou a divergência inaugurada pelo ministro Gilmar Mendes em voto-vista apresentado na sessão desta terça. Considerado um dos grandes constitucionalistas do país, Mendes asseverou que a nova lei não pode valer para estas eleições por ter sido aprovada em dezembro de 2013, ou seja, menos de um ano antes da data de realização do pleito, que ocorrerá em 5 de outubro.

Conforme o artigo 16 da Constituição Federal, “A lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência”.

Ele contrariou voto do ministro-relator da consulta,  João Otávio de Noronha, que entendia existir amparo para aplicação da minirreforma.

Gilmar Mendes foi acompanhado pelo presidente do TSE, ministro Dias Toffoli, e pelos ministros Luiz Fux e Luciana Lóssio.

Minirreforma eleitoral é aprovada por senadores

O plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (20), em votação simbólica a minirreforma eleitoral. Na prática, não passa de um um remendo sem expressão alguma, que supostamente vão “diminuir” os custos das campanhas, garantindo teoricamente igualdade na disputa eleitoral entre os candidatos.

A matéria segue para sanção da presidente Dilma Rousseff (PT). A dúvida é se entrará ou não em vigor no pleito do próximo ano. Há controvérsia.

O PLS 441/13 foi aprovado em setembro, mas voltou à análise da Casa porque a Câmara fez alterações ao texto do relator, senador Valdir Raupp (PMDB-RO).

Fica proibido, por exemplo, o uso de bonecos gigantes.

Cabos eleitorais

Também há proibição de propagandas como cartazes, placas, muros pintados em bens particulares. Mas ficam permitidos adesivos com tamanho máximo de 40 por 50 centímetros.

O texto aprovado proíbe propagandas eleitorais em cavaletes e cartazes em vias públicas. Mas será permitido o uso de bandeiras e de mesas para distribuição de material, contanto que não dificultem o trânsito de pessoas e veículos.

Os senadores decidiram recolocar no texto alguns itens retirados pelos deputados, entre eles o que trata do limite de contratação de cabos eleitorais. Agora, a contratação de cabos eleitorais fica limitada a 1% do eleitorado em municípios com até 30 mil eleitores. Acima disso, será possível contratar uma pessoa a cada mil eleitores a mais.

O texto aprovado nesta quarta não altera a proibição para concessionárias e permissionárias de serviços públicos promoverem doações a candidatos. A proibição já é prevista na Lei 9.504/1997.

Nota do Blog – Senado e Câmara Federal passaram drible no povo brasileiro, deram um cangapé nas manifestações de rua e seguem tranquilos na manutenção de um modelo que privilegia dinossauros da política, que não desejam mudar regras de um jogo que eles sempre ganham.

Por isso não temos renovação alguma, perspectiva nenhuma de mudanças e o completo esvaziamento do sistema político-partidário brasileiro.

Tudo segue como dantes.

Deputado propõe redução de gastos de campanha

Do Congresso em Foco

Alvo de críticas das bancadas do PT, PCdoB, PSB e PDT, a minirreforma eleitoral pode ser votada pela Câmara nesta semana com uma mudança que promete aumentar a tensão entre os deputados.

Relator de uma proposta de reforma política pronta para votação desde 2011 e nunca analisada na Casa, Henrique Fontana (PT-RS) quer reduzir pela metade os gastos de campanha nas eleições proporcionais e majoritárias.

As campanhas eleitorais estão cada vez mais caras no Brasil, subindo a preços muito acima da inflação ou do crescimento da economia. Em 2002, foram R$ 827,6 milhões gastos oficialmente por partidos e candidatos a presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais. Oito anos depois, em 2010, a cifra chegou a R$ 4,89 bilhões, aumento de 591%.

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