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“Segunda onda” do petróleo tem números que impressionam

Petróleo e gás: negócios (Foto: arquivo)
Petróleo e gás voltam a ter papel importante à economia de Mossoró e RN (Foto: arquivo)

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN) concluiu um importante estudo sobre o impacto da indústria do petróleo e gás em Mossoró e região, além do próprio RN. O documento técnico foi produzido pela Diretoria de Inovação e Competitividade da entidade, com suporte do Instituto Fecomércio (IFC).

Denominado de “Considerações e dados sobre o setor de óleo e gás do RN – 2024”, o trabalho foi provocado por um dos vice-presidentes da Fecomércio, Michelson Frota, que também dirige o Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró (SINDILOJAS). O presidente da Fecomércio, Marcelo Queiroz, deliberou. “Os números mostram a pujança do segmento e seus desdobramentos em várias frentes, a partir da exploração dos campos maduros pela iniciativa privada,” aponta Frota.

O processo de privatização dos campos maduros de petróleo no RN teve início no final de 2019, mas passou a ser efetivo em 2020. Desde então, o volume de petróleo bruto exportado pelo RN saltou de US$ 59,5 milhões em 2020 para US$ 361,1 milhões em 2024 (números até outubro deste ano), um incremento de 506%.

Em 2020, foram US$ 59,5 milhões exportados pelo estado. Já em em 2023 os números chegaram a US$ 256 milhões.

Em 2024, até outubro, já foram US$ 361,1 milhões. Significa um incremento de incríveis 506,9%. Ele reflete o aumento de produtividade dos poços, que em média é da ordem de 56%. A produção diária do RN atingiu a casa dos 42 mil barris/dia em terra – em 2023. É uma ampliação considerável sobre a média de 14 mil barris/dia que vinha sendo registrada no Estado até o final dos anos 2010. Mas ainda distante dos quase 100 mil barris/dia produzidos pelo RN no auge dos anos 1990.

ICMS tem grande alta

Os impactos deste incremento podem ser sentidos diretamente no setor de Comércio e Serviços da região. Apenas em Mossoró, por exemplo, o valor recolhido em Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), saiu de R$ 227,6 milhões em 2019 para 389,4 milhões em 2023.

Em 2024, somente até outubro, esse número já é de pouco mais de R$ 336 milhões.

O volume de empregos formais gerados pelo Comércio e Serviços na segunda maior cidade potiguar também reflete esssa trajetória ascendente do setor de O&G. O comércio, até setembro, em Mossoró, abriu este ano 677 novas vagas com carteira assinada, segundo o Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (Novo CAGED). O petróleo e gás tem boa parcela de fomento desses números, ao lado de outros fatores, como largo crescimento de obras públicas e apostas da iniciativa privada.

Dados oficiais do Novo Caged (Reprodução do BCS)
Dados oficiais do Novo Caged (Reprodução do BCS)

Em 2021, neste mesmo período, este saldo era de 348 vagas. No setor de Serviços, na mesma base de comparação, saímos de um saldo de 2.173 novos empregos formais em 2021 para 3.749 agora em 2024 (sempre considerando o período de janeiro a setembro).

Bilhão de dólares

O Rio Grande do Norte deve receber quase USD 1 bilhão em investimentos no setor de petróleo e gás nos próximos 4 anos (USD 952,2 milhões). São diversos polos produtivos no estado, tanto onshore, como na região de Mossoró, como offshore, na Margem Equatorial.

Mas os impactos positivos desses investimentos vão muito além dos municípios limítrofes, se estendendo a todo o estado, uma vez que os royalties da produção são municipais e estaduais. Mais ainda: a economia é impactada também pela geração de emprego e renda, estimados em 20 mil novas vagas até 2028 e R$ 6 bilhões em renda para a população potiguar, que vão estimular as atividades de comércio de bens, serviços e turismo em todo o estado.

“Precisamos estar atentos e preparados para melhor aproveitamento desse quadro, alargando a atividade produtiva e discutindo também políticas públicas que possam impactar a vida dos mossoroenses e potiguares. A primeira onda do petróleo, a partir do final dos anos 70, foi subaproveitada por Mossoró e pelo RN. Essa é a segunda onda,” comenta Michelson Frota.

Michelson lembra su aproveitamento da "primeira onda" (Foto: redes sociais)
Michelson lembra o aproveitamento da “primeira onda” (Foto: redes sociais)

Mossoró Oil & Gas Expo terá abertura nessa terça-feira, 21

Evento este ano terá maior número de estandes (Foto: Arquivo)
Evento do ano passado será superado em números (Foto: Arquivo)

O Mossoró Oil & Gas Expo (MOGE), maior evento do onshore do Brasil, terá abertura oficial às 14h desta terça-feira (21), no Expocenter da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA). A feira reúne os principais atores da cadeia produtiva do petróleo e gás em terra no país, e reafirma o protagonismo de Mossoró no setor, cidade considerada a Capital do Onshore brasileiro.

A iniciativa, do Sebrae no Rio Grande do Norte e Redepetro RN, seguirá até a próxima quinta-feira (23), com expectativa de reunir 3 mil pessoas, entre visitantes e expositores.

O evento contará com palestra inaugural ministrada por Ricardo Savini, ex-CEO da 3R Petroleum, que tratará do tema: “Visão de futuro do setor de petróleo no Brasil.”

As temáticas abordadas na conferência discutirão, também, o onshore brasileiro como vetor de integração energética, com apresentação de exemplos bem-sucedidos entre os operadores independentes.

Haverá ainda abordagens sobre os desafios do processo de descarbonização na cadeia produtiva de O&G, governança no onshore; projetos de compensação de emissões de carbono atreladas à indústria de O&G, entre outros.

Evento 

Ao longo dos três dias de programação, cerca de 50 palestrantes ministrarão palestras nas conferências que serão realizadas nas instalações do Expocenter.

A estrutura do evento contempla mais de 130 estandes, frente aos 90 de 2022. Os mais de 90 expositores estarão instalados em dois pavilhões. Na edição de 2022 era apenas um pavilhão.

O espaço destinado às discussões e realizações das mais de 10 conferências ao longo da programação também ficou mais extenso. Passou de duas para três arenas. Além das arenas Petróleo e Gás e Inovação, das edições anteriores, houve a incorporação da Arena ESG (do inglês Environmental, Social and Governance), que corresponde às práticas ambientais, sociais e de governança de uma organização.

Segundo o presidente da Redepetro RN, Gutemberg Dias, a ampliação do evento é resultado da proporção alcançada pelo Mossoró Oil & Gas dentro do cenário do onshore brasileiro.

“Nós passamos de um fórum, realizado dentro do auditório do Sebrae de Mossoró para o maior evento do onshore nacional e um dos maiores da América Latina. À medida que ganhamos maior projeção no cenário, crescemos em estrutura, e o resultado é um evento robusto, consolidado, com mais espaço para expositores e para as discussões em torno do onshore”, pontua.

Atores reunidos

Diante da presença dos principais atores da indústria do petróleo e gás, o Mossoró Oil & Gas fará ampla discussão em torno dos principais temas do atual cenário do onshore brasileiro. Para isso, estarão presentes na feira representantes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Associação Brasileira de Produtores Independentes de Petróleo (ABPIP), Instituto Brasileiro do Petróleo e Gás, entre outros.

As discussões contarão, também, com a participação das empresas operadoras Eneva e Mandacaru Energias, além da 3R Petroleum e PetroReconcavo, detentoras de ativos terrestres na Bacia Potiguar, especialmente na Região de Mossoró, anteriormente operados pela Petrobras.

Programação plural

O Mossoró Oil & Gas vai além das discussões em torno das temáticas debatidas nas conferências, que acontecerão entre as 14h e 19h, nas arenas instaladas no Expocenter. Também integra a programação da feira o PetroSupply Meetings, encontros de negócios que aproximam empresas fornecedoras de bens e serviços do setor de petróleo e gás dos grandes players do segmento que estarão presentes no Moge.

A grade de atividades do Mossoró Oil & Gas inclui ainda iniciativa voltada à área acadêmica, com a realização do Simpósio de Petróleo e Gás do Onshore Brasileiro, que, neste ano, está na quarta edição. O evento será realizado pela Ufersa.

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Crescimento do ‘onshore’ provoca retorno de empresas ao setor

A combinação entre perspectiva de crescimento da produção de petróleo e gás em terra (onshore) no país – que segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) deve alcançar 134 mil barris ao dia até 2032 – e a geração de novas oportunidades de negócios, atrai de volta empresas que deixaram o segmento no auge do declínio da produção, em 2015. No Rio Grande do Norte, maior produtor do onshore brasileiro, o cenário é constatado pela Associação Redepetro/RN.

Gutemberg fez exposição em evento do Sebrae em Brasília (Foto: divulgação)
Gutemberg fez exposição em evento do Sebrae em Brasília (Foto: divulgação)

A entidade que congrega fornecedores de bens e serviços do setor saltou de 13 para 52 associados, no período compreendido entre 2015 e julho deste ano. Os dados são do presidente da entidade, Gutemberg Dias. Ele apresentou palestra em Brasília nessa quarta-feira (10), no evento Energia 50 + 50, promovida pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE).

Para ele, os números otimistas previstos para o setor alavancam toda a cadeia produtiva do onshore. Atualmente, o Rio Grande do Norte produz, 40,6 mil Barris de Óleo Equivalente (BOE) por dia.

oram para um outro ambiente de negócio para poder sobreviver e agora fazem o caminho de volta”, revelou.

Parceria

Na palestra, Gutemberg Dias destacou, ainda, o papel decisivo do Sebrae para o fortalecimento da cadeia produtiva do petróleo e gás, não só no Rio Grande do Norte, mas no Brasil.

“A Redepetro nasceu com o Sebrae, que muito contribuiu e contribui para fortalecer os pequenos negócios do setor, para torná-los mais competitivos e qualificados para enfrentar o mercado e aproveitar as oportunidades,” destacou.

Leia também: Ex-coordenador da Petrobras na Bacia Potiguar volta à atividade na região.

O evento Energia 50+50 Sebrae faz parte da programação que celebra o cinquentenário de criação do Sebrae e debateu, nos dias 9 e 10, os cenários e oportunidades da matriz energética brasileira, na perspectiva de gestão da energia e geração de negócios no país.

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RN se inspira no Canadá para impulsionar campos maduros

Um dos desafios da indústria de óleo e gás em terra, o aumento da produção e da vida útil dos campos maduros foi tema no segundo dia do Mossoró Oil & Gas (MOGE), nesta quarta-feira (6). Empresários, técnicos, estudantes e outros presentes conheceram técnicas do Canadá, referência mundial na produção de petróleo onshore e na recuperação de campos maduros.

Steven Golko, do Canadá, apresentou técnicas de recuperação de campos maduros Foto: Luciano Lellys/Redepetro RN
Steven Golko, do Canadá, apresentou técnicas de recuperação de campos maduros (Foto: Luciano Lellys/Redepetro RN)

Conforme definição da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), campos maduros estão em atividade há 25 anos ou mais e/ou com produção igual ou superior a 70% das reservas provadas.

O chamado fator de recuperação é medido pelo percentual de volume óleo da reserva de cada campo que foi produzido. No mundo, o fator de recuperação médio é de 35%. No Brasil, entretanto, o fator médio é de aproximadamente 13%, segundo a Associação Redepetro RN.

O desafio da retomada do setor no Estado, portanto, é melhorar esse rendimento, a partir da chegada de novas empresas no vácuo da Petrobras, que vendeu seus ativos no Rio Grande do Norte à iniciativa privada. Para isso, o mercado estreita os laços com a indústria de petróleo canadense.

Os números de lá chamam atenção.

O Canadá detém a terceira maior reserva em terra do mundo, atrás da Arábia Saudita e Venezuela, é o quarto maior produtor mundial; 80% da produção é em terra (onshore), com cerca de mil operadores e mais de 550 mil poços perfurados.

Alternativas

No Mossoró Oil & Gas, Steven Golko, vice-presidente da Reservoir Services at Sproule, foi uma das atrações do painel “Tecnologias aplicadas à recuperação em campos maduros”. Ele apresentou quatro técnicas usadas com êxito, no Canadá, para aumento da produção de campos maduros: injeção de água, injeção de polímetros, tecnologia térmica e injeção de vapor.

Segundo ele, algumas dessas técnicas, como a injeção de polímetro, elevou para até 47% o fator de recuperação de poços na região de Alberta, no Canadá. “Recomendo avaliar a opção mais viável de acordo com cada realidade para incremento econômico”, sugeriu.

Outro participante do painel, Petro Nakutnny, diretor de operações Saskatchewan Research, acrescentou no rol de técnicas injeção de químicos (polímeros + sufctantes). Segundo ele, é uma alternativa a ser considerada no Brasil. Os dois participaram em inglês, com tradução simultânea.

Intercâmbio

Na mesma linha, Jéssica Canuto, gerente da Petrorecôncavo, apresentou casos de sucesso da empresa na Bahia. É o caso do campo de Cassarogongo, onde o fator de recuperação beira 30%, por meio de injeção de água, segundo ela. Também participaram do painel Nadine Lopes (mediadora), do consulado do Canadá no Brasil, e Carlos Padilha, da Agência Brasileira de Promoção de Exportações (Apex Brasil).

Para o presidente da Redepetro RN, Gutemberg Dias, o intercâmbio com o Canadá é importante para troca de experiência e, também, aproximação de possíveis futuros parceiros comerciais. “Está sendo uma experiência muito rica em conhecimentos”, avalia. Realizado pela Redepetro e Sebrae RN, o Mossoró Oil & Gas começou ontem e segue até esta quinta-feira (7), no Expocenter.

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Onshore terá maior evento do país no mês de julho

O Mossoró Oil & Gas Expo (MOGE), maior evento do onshore brasileiro, já tem data definida para a edição 2022. A feira de exposição, debates e negócios do setor de petróleo e gás em terra acontecerá entre os dias 5 e 7 de julho, no Expocenter, em Mossoró – capital do onshore brasileiro.

Evento presencial ocorreu a última vez em 2019 (Foto: Redepetro)
Evento presencial ocorreu a última vez em 2019 (Foto: Redepetro)

Realizado pela Associação Redepetro RN e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE/RN), o Moge volta a ser 100% presencial após dois anos. Vai enfocar as discussões em torno do novo ciclo de exploração e produção onshore nacional, marcado pelas oportunidades geradas pelo ingresso de produtores independentes em campos outrora operados pela Petrobras.

Nesse ano, o Mossoró Oil & Gas contará com número maior de estandes. Passará dos 80 da edição anterior para 90 espaços de exposição. O formato da grade de programação está mantido, com paineis apresentados nas duas arenas, Inovação e Petróleo e Gás, além de exposições em estandes, encontros de negócios e mostra científica (Simpósio de Petróleo e Gás), realizada pela Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA).

Novo cenário

O Mossoró Oil & Gas reúne os principais atores do segmento de petróleo, gás e energia do país para debater e apresentar alternativas para o futuro do setor. Participam do evento o Governo do Estado, Ministério de Minas e Energias, Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo (ABPIP), entre outros.

A ideia, conforme a organização, é aproveitar o novo cenário de exploração e produção de petróleo e gás onshore, que vive a expectativa de consolidação da retomada, para aquecer toda a cadeia produtiva no Rio Grande do Norte. A Redepetro RN enxerga que a atuação dos operadores independentes na Bacia Potiguar incremente, também, os pequenos negócios ligados ao setor.

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Estudo revela fôlego à retomada do setor de petróleo e gás

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SEDEC), publicou nesta segunda-feira (24) um informativo sobre a produção de Petróleo e Gás Natural referente ao primeiro semestre de 2020.

Petróleo em terra: esperança (Foto: Alex Régis)

A iniciativa é da Coordenadoria de Desenvolvimento Energético (CODER), que vem trabalhando em infográficos periódicos com foco nos diferentes segmentos do setor de Energia.

No mês  passado foi publicada uma edição com o panorama do Setor Eólico potiguar. Também já foram publicados materiais sobre a Matriz Energética e Geração Distribuída no estado.

As informações estão disponíveis no site da Secretaria.

O novo informativo detalha a participação de empresas e outros números acerca da produção de Petróleo e Gás on-shore e offshore ao longo dos seis primeiros meses do ano. A Petrobrás ainda é a principal detentora dos poços produtores de petróleo onshore no estado, com uma participação de 88% em relação aos produtores independentes, responsáveis pelos 12% restantes.

Crescimento

A Potiguar E&P é a produtora independente com maior número de poços em atividade, representando 39% da categoria, seguido pela 3R Petroleum (37%). A Central Resources, Leros e Ubuntu somam menos de 1% em número de poços.

Entre abril e junho houve uma alta de 1,5% na produção total de petróleo em barril. A produção offshore, no entanto, influenciou negativamente os números. O aumento de 4% na produção de petróleo em terra possibilitou uma recuperação apenas modesta da produção de petróleo ao final do semestre, mas que já evidencia o potencial de crescimento impulsionado pelos novos produtores independentes.

A entrada destes agentes no mercado, assim como o aumento da performance na produção dos campos maduros e uma tímida retomada da economia são fatores que contribuíram para uma recuperação parcial. Já a produção de petróleo offshore apresentou redução foi de 40% em comparação ao ano anterior.

A produção de Gás Natural (GN) também apresentou queda de 25% no semestre, resultante de uma redução de 22% da produção onshore e de 29% da produção offshore..  Espera-se que com o início das operações de novos produtores independentes, em paralelo à liberação do acesso ao gasoduto de produção e à Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) pela Petrobrás, a produção de GN volte a crescer. A Petrobrás e a 3R Petroleum são responsáveis por toda a produção de gás natural na costa potiguar.

Veja mais detalhes AQUI.

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Polo elevou em 30% produção de petróleo na pandemia

Por Ancelmo Góis (O Globo) e Blog Carlos Santos

A PetroRecôncavo comprou da Petrobras os campos incluídos no Polo Riacho da Forquilha, no Rio Grande do Norte, em dezembro passado. Produziam, à época, 5.800 barris por dia.Quinta passada, bateu recorde de produção, com 30% a mais do gerado no fim de 2019.

Em seis meses, mesmo com o coronavírus, deu para mostrar que o olho do dono engorda o boi.

Nota do Blog Carlos Santos – Os denominados campos maduros desse setor estão em produção há mais de 40 anos, com ampla dispersão geográfica.

Estão localizados a cerca de 40 km ao sul da cidade de Mossoró-RN. Foram reunidos em um único pacote denominado Polo Riacho da Forquilha, quando houve venda por parte da Petrobras em 2019.

Em relação à nota de Ancelmo Góis, a empresa em atuação é a Potiguar E&P – uma subsidiária da Petroreconcavo S.A. Ficou em segundo lugar no leilão em 2018. A empresa compradora apresentou a segunda melhor oferta do processo competitivo e foi selecionada após a desclassificação da 3R Petroleum.

O valor total da transação à época foi de US$ 384,2 milhões – ou R$ 1,5 bilhão.

SAIBA MAIS

Leia também: Empresa vencedora de leilão não vai mais explorar campos maduros;

Leia também: Empresa que explorará campos maduros terá endereço em Mossoró;

Leia também: ANP autoriza cessão de campos maduros à Potiguar E&P.

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Petrobras vende sete campos de produção terrestre

A Petrobras finalizou hoje (29) a venda da totalidade de sua participação em sete campos de produção terrestre, localizados na Bacia Potiguar, do Rio Grande do Norte, para a SPE 3R Petroleum S.A., subsidiária integral da 3R Petroleum e Participações S.A.

Companhia segue priorizando águas profundas e ultraprofundas com seu desinvestimento em campos terrestres (Foto: arquivo)

A ação foi concluída com o pagamento de R$ 676,8 milhões para a Petrobras, já com os ajustes previstos no contrato. De acordo com a companhia, a venda está alinhada à estratégia de melhoria de alocação do capital da companhia, passando a concentrar cada vez mais os seus recursos em águas profundas e ultraprofundas, onde a Petrobras tem demonstrado grande diferencial competitivo ao longo dos anos.

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Segundo a gerente executiva de Gestão de Portfólio da Petrobras, Ana Paula Saraiva, o desinvestimento da companhia tem atraído novos participantes para a indústria, trazendo mais dinamismo pra o setor.

“É uma ótima notícia para a Petrobras, para a 3R-Starboard, para o setor onshore e para o mercado em geral. Um bom momento para termos novidades”, disse.

Com informações da Agência Brasil.

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Crise leva empresa petrolífera a fazer demissão coletiva

Cerca de 80 trabalhadores da empresa baiana Braserv estão com aviso prévio. Ela tinha duas sondas offshore (no mar). Terminou o contrato de operação de uma e o outro foi rescindido pela Petrobras.

A empresa tem como uma de suas principais base a cidade de Mossoró.

Empresa teve dois contratos encerrados com trabalhadores em sua atuação offshore (Foto: redes sociais)

Os petroleiros desempregados em boa parcela tem origem em Mossoró, Natal, Seridó e Paracuru no Ceará.

A Braserv Petróleo Ltda. é uma empresa que atua no Brasil há mais de sete anos, oferecendo locação de sondas e periféricos e serviços de operação e manutenção de sondas.

Além do Brasil, a Braserv possui atividades na Colômbia, onde oferece os mesmos serviços e é considerada uma das melhores e mais equilibradas do setor, no país.

Onshore

Há expectativa de que seja retomada ocupação de mão de obra a partir do último trimestre deste ano ou início de 2021.

Mas a retração onshore (em terra) caminha na mesma direção, ou seja, para baixo, com queda na própria produção, mais desemprego e encolhimento de royalties para estado e municípios.

Queda internacional no preço do barril do petróleo e pandemia da Covid-19 concorrem para essa retração. Daí se entender como um efeito em cadeia que outras empresas comecem a demitir também.

A Petrobras também segue célere seu processo de desinvestimento em terra e de sua estrutura de pessoal e física no RN, com estímulo ao Programa de Desligamento Voluntário (PDV) e por acordo, além de realocação interna de acordo com as necessidades da companhia.

Aguarde. Depois traremos mais informações.

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Redepetro/RN mostra números da retomada do emprego

Após registrar o primeiro saldo positivo de empregos em três anos no Rio Grande do Norte, o setor de petróleo deve obter desempenho ainda melhor em 2020. A expectativa foi apresentada pela Redepetro RN, no evento denominado de 38º Seminário Motores do Desenvolvimento, nesta quarta-feira (18), em Natal, na Casa da Indústria.

Gutemberg falou que há um efeito multiplicador com empregos indiretos (Foto: divulgação)

Soma-se ao saldo de 104 empregos entre janeiro e julho no Estado – e perspectiva de ampliação no fechamento de 2019 –1.116 contratações no onshore brasileiro (produção em terra) este ano, conforme consulta da Redepetro em 48 empresas associadas no RN e outros Estados.

Os dados foram compartilhados pelo presidente da Redepetro, Gutemberg Dias, no painel “Novas Perspectivas da cadeia produtiva de petróleo e gás no Rio Grande do Norte”, que dissecou o momento considerado histórico de abertura do mercado de petróleo e gás no RN.

“É fundamental atenção máxima no Rio Grande do Norte à cadeia de petróleo e gás, a qual pode gerar até oito empregos indiretos para cada emprego direto”, reforça o presidente da Redepetro – associação que congrega empresas de bens e serviços do segmento no Estado.

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Presidente da Petrobras nega desmonte da estatal

O deputado federal Benes Leocádio (Republicanos-RN) presidiu na manhã desta terça-feira (8), audiência pública na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados. O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, deu explicações sobre recuo da estatal em termos de investimento no Nordeste.

Leocádio e Castello Branco: Explicações (Foto: Assessoria)

O presidente da Petrobras apresentou relatório técnico e assegurou que não fechará a operação no Rio Grande do Norte, mas apenas está priorizando investimentos da estatal para exploração dos campos de pré-sal e incentivando à criação de uma nova indústria petrolífera com entrada de “novos atores”, referindo-se às companhias privadas que estão adquirindo os campos terrestres maduros potiguares leiloados.

“Desmonte”

“Deputado Benes, entendemos a sua preocupação com o Rio Grande do Norte. Mas acho que estão distorcendo a realidade. É questão de mercado. A natureza infelizmente prejudicou o Nordeste. E a Petrobras está priorizando o investimento nos campos de pré-sal, que apresentam maiores resultados”, justificou.

“Os campos maduros serão mantidos pelas empresas que ganharam nos leilões e a Petrobras vai manter a exploração dos campos marítimos no Rio Grande do Norte”, destacou o presidente da Petrobras, negando que haja um “desmonte” da companhia no RN. “Desmonte fizeram com a Petrobras antes com a corrupção. Agora estamos construindo uma nova Petrobras”, declarou Castello Branco.

Leia também: Natália resiste à retirada da Petrobras do RN sem olhar passado.

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A virada do onshore brasileiro e os reflexos no RN

Por Gutemberg Dias

O segmento de petróleo e gás onshore brasileiro, que há muito tempo vinha numa retração enorme, começa a dar sinais claros que entrará num ciclo de ascendência, com perspectivas de investimentos novos a curto prazo.

A ambiência de mudanças no cenário se estabeleceu, a partir do lançamento do Programa de Revitalização da Atividade de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural em Áreas Terrestres (REATE), encabeçado pelo Ministério de Minas e Energia, especificamente, pela Secretaria de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, que tinha como secretário o senhor Márcio Félix. Esse programa teve sua primeira fase iniciada em 2017, e agora, em 2019, foi reeditado com o nome REATE 2020, tendo como lema a “Virada do Onshore”.

A grande aposta é numa virada da produção terrestre com abertura para setor privado (Foto: divulgação)

O programa estabelece ações para garantir a retomada das atividades, por meio de políticas que fomentem cenário para atração de investimentos, com meta para atingir a produção de 500 mil barris/dia de óleo equivalente até 2030. Temas como a inovação e regulação, institucionalização da indústria, gás, multiplicação das companhias e promoção da livre concorrência estão na pauta do programa e seguem sendo discutidos por profissionais e entidades que atuam no setor.

Para o Rio Grande do Norte, o REATE 2020 tem uma importância excepcional, haja vista que no passado chegamos a produzir mais de 100 mil barris/dia e hoje nossa produção é menos da metade, ou seja, 38 mil barris. Com as políticas de incentivo, nossa produção poderá dobrar nos próximos cinco anos, garantindo a retomada da economia do estado, a partir da indústria petrolífera.

Como acreditar nesse novo cenário para o onshore potiguar? Bem fácil. De novembro de 2018 até hoje, temos sinais muito positivos. Primeiro, pela consolidação do projeto Topázio da Petrobras, que já garantiu a transferência dos polos Riacho da Forquilha, com produção de seis mil barris/dia, e o polo de Macau, com produção próxima aos três mil barris/dia, que serão operados, respectivamente, pela Potiguar E&P e a 3R Petroleum.

Ainda se soma a isso a perspectiva de vendas do polo Fazenda Belém e o sucesso do leilão da Oferta Permanente, que teve 19 blocos arrematados na Bacia Potiguar. Para o próximo leilão, espera-se uma demanda ainda maior de blocos na Bacia Potiguar pelos operadores.

Em termos de movimentação financeira, o polo Riacho da Forquilha foi comprado por US$ 384 milhões, com expectativa da Potiguar E&P investir outros US$ 150 milhões nos próximos cinco anos, com estimativa de dobrar a produção. Já a 3R Petroleum desembolsou algo próximo a US$ 191,1 milhões para a compra do polo Macau e deve fazer investimentos na ordem de US$ 80 milhões para, também, dobrar a sua produção.

Com o leilão da Oferta Permanente, outros US$ 4,8 milhões deverão ser injetados na economia do Estado para garantir o Programa Mínimo de Investimento das empresas nos blocos arrematados.

No geral, os investimentos anunciados pelos operadores independentes nesse novo cenário do onshore potiguar giram em torno de US$ 234,7 milhões ou R$ 957 milhões, com dólar cotado a R$ 4,08. Não estão contabilizados outros já consolidados ou anunciados pela Petrobras e demais operadores para os campos que estão em exploração.

Portanto, o cenário para o Rio Grande do Norte é promissor e, sobretudo, para a cadeia de fornecimento, que vem sofrendo bastante nos últimos quatro anos.

Para esse setor, é a garantia de geração de novos negócios e, consequentemente, retomada do processo de contratação de pessoal especializado e reaquecimento da economia de um modo geral, já que grande parte das compras dessas empresas será de forma localizada.

Está dada outra chance à economia do Estado e dos municípios produtores de óleo e gás no que concerne ao planejamento de futuro. Resta agora que o dever de casa seja bem feito para garantir que essa retomada das atividades projete novos horizontes econômicos para esses entes federativos. Que as empresas, em conjunto com os trabalhadores e a sociedade, sejam os grandes beneficiados de todo esse processo.

Gutemberg Dias é presidente da Redepetro RN e professor do Departamento de Geografia da UERN

Televisão do RN mostra série “RN com toda energia”

A TV Tropical (Natal/RN, afiliada da Rede Record) inicia série de reportagens sobre as energias produzidas no Rio Grande do Norte. O material jornalístico começou a ser veiculado pela emissora, expondo de forma detalhada a matriz energética do Rio Grande do Norte.

É uma grande viagem pelo estado, com o contexto histórico e explicação das segmentações, cadeia produtiva e geração de empregos, além de um diagnóstico socioeconômico.

Em foco também o incremento para o desenvolvimento das energias renováveis – energia solar e energia eólica – os parques que vem se multiplicando pelo território potiguar e as interligações com o sistema integrado nacional.

Na série,  há foco para a distribuição da energia elétrica: os avanços, a qualificação crescente, o uso da tecnologia a serviço do consumidor, as reduções consecutivas dos indicadores de interrupção.

Gás natural e campos maduros

Outra abordagem: A produção de gás natural no estado, bem como posicionamento estratégico em relação a gasodutos federais e o bom potencial de exploração de biomassa.

Em relação à extração do petróleo, a série tratará sobre a exploração dos campos maduros e a  produção off shore.

Os gargalos também vão entrar em discussão.

As reportagens começaram a ser veiculadas na programação da TV Tropical – Record TV, tendo a apresentação da jornalista Mara Godeiro.

O vídeo de abertura é reproduzido pelo Blog Carlos Santos nesta postagem.

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Produção de petróleo em terra cai 50%

Por Cristian Favaro (O Estado de São Paulo)

A capacidade da Petrobrás na exploração no mar, somada à crise da petroleira, colocou em segundo plano a produção de petróleo em terra firme. Recentemente, a empresa oficializou seu objetivo de atuar em águas profundas e colocou à venda centenas de áreas de produção. O efeito, entretanto, já havia sido sentido: a produção de petróleo em terra do Brasil, o chamado onshore, caiu pela metade entre 2000 e 2019.

A exploração em terra é concentrada sobretudo no Nordeste, que abriga mais de 80% das reservas provadas do Brasil e 70% da produção. Dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) mostram que a produção desse segmento caiu da média de 209,1 mil barris de petróleo por dia, no ano 2000, para 107,4 mil barris diários, em 2019 (média de 12 meses até maio).

Na direção oposta, alavancada pelo pré-sal, a produção total brasileira mais do que dobrou no mesmo período, de 1,2 milhão de barris para 2,6 milhões de barris por dia.

“O Rio Grande do Norte chegou a produzir 60 mil barris por dia”, diz Gutemberg Dias, presidente da Redepetro RN, entidade com sede em Mossoró que reúne empresas da cadeia produtiva do petróleo no Estado.

“Hoje, são 38 mil barris. Infelizmente, várias empresas fecharam as portas.”

Segundo a Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo e Gás (ABPIP), se a estatal tivesse o mesmo ritmo de crescimento dos concorrentes privados nas bacias de Recôncavo, Sergipe/Alagoas, Potiguar e Espírito Santo, ela teria produzido 311,8 milhões de barris em terra a mais, em quase duas décadas.

Carência

Para a entidade, ter colocado a exploração em terra firme em segundo plano tirou R$ 11,8 bilhões em investimentos na região, o que poderia ter gerado até R$ 1,2 bilhão em royalties a municípios do interior nordestino.

A estimativa indica que 386 mil postos de trabalho poderiam ter sido criados.

Segundo Anabal Santos Júnior, secretário executivo da Abpip, a posição praticamente monopolista da Petrobrás é a razão para a derrocada do petróleo em terra firme.

Para ele, o Brasil tem um grande potencial a ser explorado, já que o País concentra uma das maiores áreas em bacias sedimentares do mundo.

A escolha da Petrobrás pelo mar, porém, pode ser explicada em números. Em média, um poço em terra produz 15 barris por dia no Brasil.

No pré-sal, o volume diário alcança 40 mil. Ou seja: um único poço em águas profundas produz mais que toda a extração onshore da Bahia ou do Rio Grande do Norte.

Competição

A menor produtividade, porém, não inviabiliza a produção em solo firme – e a atividade se mostra particularmente atraente a empresas menores. Enquanto o petróleo é encontrado a poucas centenas de metros em terra, no mar os poços podem superar seis quilômetros de profundidade.

Mais barata, a extração onshore é um negócio que atrai pequenas e médias empresas. Seu potencial de gerar receita cresce com a escala. Enquanto o Brasil tem cerca de 23 mil poços perfurados em terra, nos Estados Unidos o número está na casa dos 2 milhões. Diante de medidas de incentivo ao setor, há poços viáveis e lucrativos com produção de apenas um barril por dia nos EUA, algo difícil no Brasil por causa da legislação, segundo especialistas.

A demanda para que campos terrestres da Petrobrás sejam oferecidos a operadores privados é uma briga antiga da Abpip.

Em 2016, a estatal divulgou a inclusão de bacias terrestres maduras dentro do seu programa de vendas. Três anos e diversas prorrogações depois, a meta ganhou velocidade apenas após setembro, quando a ANP selecionou 254 campos para que a Petrobrás decidisse se voltaria a investir ou se devolveria para serem vendidos à iniciativa privada. A Petrobrás decidiu ficar com 71 e vender 183.

Procurada, a Petrobrás apenas confirmou o processo de venda de 183 concessões e disse que “essa operação está alinhada à otimização do portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando à geração de valor para os nossos acionistas”.

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Petróleo e Gás em um grande evento para 2013

Jean-Paul Prates, ex-secretário de Energia do Rio Grande do Norte, tem uma boa nova para o próximo ano. Um evento de peso.

– Vem aí uma feira e congresso internacional de petróleo e gás, com foco no ‘onshore’ (atividades em terra) em 2013! Estou rabalhando nisso.

Sinal de que Mossoró terá mais um importante evento para seu calendário turístico, com enorme potencial de negócios e amplificação do meio circulante.